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quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Prefeitura interdita restaurante de hotel por jogar esgoto no mar, na PB

08/01/2015 20h18 - Atualizado em 08/01/2015 20h53 

Semam explica que hotel também estaria com licença ambiental vencida.
Gerente do hotel diz que escorria água, mas problema foi corrigido.
 
Do G1 PB

 

O restaurante do Hotel Tambaú, na praia de mesmo nome, foi interditado pela Prefeitura Municipal de João Pessoa após uma equipe de fiscalização da Secretaria de Meio Ambiente (Semam) receber uma denúncia de moradores e banhistas de que o restaurante estaria despejando no mar o esgoto das águas usadas na cozinha e na lavagem de roupa. De acordo com o documento do embargo da Semam, além de constatar a irregularidade, o hotel também estaria com a licença ambiental vencida e, pelas duas infrações, foi multado em mais de R$ 90 mil.

O embargo foi feito no sábado (3), mas a informação só foi divulgada nesta quinta-feira (8). Em entrevista ao Jornal da Paraíba, o gerente do estabelecimento, Fernando Sousa, explicou que o restaurante não foi fechado, e ainda garantiu que o embargo foi em uma área do hotel onde estava sendo servido o café da manhã. “O restaurante está funcionando normalmente. Estava escorrendo um pouco de água, mas a equipe de manutenção já corrigiu esse problema”, disse.

Segundo a secretária de Meio Ambiente da capital, Daniella Bandeira, o restaurante não deveria estar funcionando, e, no caso do funcionamento permanecer, o hotel está descumprindo a determinação da prefeitura. Ainda segundo a secretaria, até o início da tarde desta quinta (8), nenhum representante do Hotel Tambaú havia procurado a Semam para cumprir os ritos legais e as medidas saneadoras necessárias.

O G1 entrou em contato com o hotel no início da noite desta quinta (8) para saber sobre o posicionamento do estabelecimento a respeito das informações divulgadas pela Semam, mas o gerente não se encontrava no local e o telefone pessoal dele não foi informado.


 

sábado, 15 de março de 2014

MPF requer instauração de inquérito para apurar poluição

Despejo de poluentes na Praia de Tambaú e Manaíra por meio de galeria pluvial será investigado pelo Ministério Público Federal.




O Ministério Público Federal (MPF) pediu à Polícia Federal a instauração de inquérito para apurar possível crime decorrente do despejo irregular de poluentes nas águas das praias de Tambaú e Manaíra, próximo à sede da Empresa Paraibana de Turismo (PBTur), em João Pessoa. O ofício foi encaminhado na última quinta-feira. No documento, o MPF explica que o despejo de poluentes ocorre através de galeria pluvial, conforme registrado em vídeo postado em uma rede social.

A Ordem dos Advogados do Brasil - Seccional Paraíba (OAB-PB), através da Comissão de Direto Ambiental, além do MPF irá acionar o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), a Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP), a Cagepa e demais órgãos ligados à questão ambiental para investigar quais são as causas do derramamento de esgoto da capital.

O secretário-geral da OAB-PB, Valberto Azevedo, destaca que o objetivo da OAB-PB é fazer com que, depois de identificados, os responsáveis sejam responsabilizados e ocorra a restauração da fauna e da flora marinha, além do respeito à população paraibana e aos turistas.

O crime de poluição está previsto no artigo 54, da Lei 9.605/98 (Lei de Crimes Ambientais), como “causar poluição de qualquer natureza em níveis tais que resultem ou possam resultar em danos à saúde humana, ou que provoquem a mortandade de animais ou a destruição significativa da flora”.

Segundo a assessoria do MPF, desde 2009, o órgão apura denúncias de irregularidades no despejo de águas nas praias da capital. Segundo o MPF, em 2004, a Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) informou que a poluição na praia de Manaíra estaria relacionada à existência de uma galeria de águas fluviais que não suportaria a alteração de fluxo na estação elevatória da Cagepa.

No inquérito civil público número 1.24.000.000072/2009-14 instaurado pelo MPF, a Sudema esclarece que “a rede de esgoto escoa para essas galerias que são lançados no mar” .

Outro fator decisivo para poluição das praias em João Pessoa, segundo as investigações do MPF, seria a utilização do sistema de drenagem fluvial para descarte de esgoto por particulares, o que exigiria um trabalho frequente de fiscalização das respectivas galerias. Ainda conforme o MPF, por onze vezes, desde 2011, o MPF notificou as autoridades municipais de João Pessoa, em sucessivas gestões, para prestarem informações sobre o despejo de poluentes nas praias da capital.

Segundo o procurador regional dos Direitos do Cidadão na Paraíba, José Guilherme Ferraz da Costa, “em todas as vezes os gestores públicos permaneceram em absoluto silêncio, fato que motivou inclusive pleito do MPF perante a Justiça Federal pela busca e apreensão de documentos na Secretaria Municipal de Meio Ambiente de João Pessoa, a Semam”.


segunda-feira, 10 de março de 2014

Esgoto na praia: Cagepa culpa Prefeitura que denuncia ligações clandestinas



Esgoto em Tambaú

Em nota emitida no final da tarde desta segunda-feira (dia 10), a Cagepa responsabilizou a Prefeitura de João Pessoa pelo despejo de um esgoto em plena Praia de Tambaú, no final de semana, e que provocou indignação de moradores e turistas. Segundo a empresa, o esgoto é proveniente de águas pluviais, de ligações clandestinas.
 
Logo em seguida, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente de João Pessoa (Semam) também emitiu nota, isentando-se do problema e atribuindo o despejo do esgoto a ligações clandestinas de comerciantes do Mercado do Peixe e localidades vizinhas. O fato é que o despejo do esgoto provocou uma imensa mancha escura nas áreas da praia mais visitada de João Pessoa.
 
Independente de quem seja a culpa, a verdade é que alguma providência precisa ser tomada, e com urgência. É inadmissível que uma cidade que aspira ser turística expõe esgotos a céu aberta, justamente nas areias da praia mais famosa do Estado. As imagens do esgoto sendo despejado na praia podem ser conferidas abaixo.

Fonte

domingo, 9 de março de 2014

Flagrante mostra o descaso com meio ambiente. Esgoto jogado na praia de Tambaú. Veja vídeo

09/03/2014 17:43 - Paraiba










Click e veja o crime ambiental na praia de Tambaú, cartão postal da Paraíba.

Um flagrante de poluição ambiental mostra o descaso das autoridades da Paraíba com a preservação do meio ambiente. Um internauta gravou a cena e reproduziu nas redes sociais. Uma gravação mostra o exato momento em que um imenso volume de esgoto é jogado nas galerias pluviais e consequentemente na praia de Tambaú, um dos cartões postais do estado da Paraíba.
 
As galerias pluviais são construídas em toda a extensão de praias urbanas para escoar as águas das chuvas. Mas no caso do flagrante há uma sequência de crimes cometidos contra o meio ambiente e a saúde pública na Paraíba.  Pelo que se pode observar nas imgens trata-se de grnde quantidade de esgoto jogado diretamente na galeria pluvial, resta a saber se pelos moradores ou se pela Cagepa - Companhia de Água e Esgotos da Paraíba.  Em qualquer das constatações cabe os órgãos de defesa do meio ambiente -  Sudema e Semam - as providências no sentido de identificar quem foi que jogou essa grande quantidade de esgotos na galeria pluvial.

Alguns moradores do local disseram que acharam estranho, pois quando são os moradores que jogam esgoto na galeria o volume é bem pequeno, mas nesse caso é como se não fosse morador, pois foi um grande volume de esgoto de uma vez só.

Fonte


terça-feira, 24 de janeiro de 2012

'Piscinas' entre corais são destaque de passeio em Picãozinho, na Paraíba

24/01/2012 06h15 - Atualizado em 24/01/2012 06h43

Local fica a 15 minutos de barco da Praia de Tambaú, em João Pessoa.
Pôr do sol na Praia do Jacaré é destaque no programa.

Krystine Carneiro  
Do G1 PB
 
 
Picãozinho (Foto: Bráulio Chacon)
De dezembro a março, os corais de Picãozinho ficam à mostra e a água
mais clara (Foto: Bráulio Chacon/Divulgação)

As praias são as mais importantes atrações turísticas da Paraíba. Mas, algumas das mais belas paisagens naturais só podem ser vistas dentro da água. Em Picãozinho, uma barreira de recifes localizada a aproximadamente 15 minutos da Praia de Tambaú, em João Pessoa, é possível mergulhar e registrar os momentos em fotos subaquáticas ao lado de diversas espécies de peixes.

Programação Turismo Paraíba (Foto: Arte/G1)

O apelido da barreira de recifes foi dado por pescadores locais. Eles viam um pequeno pico de pedra no mar que formava piscinas naturais e resolveram batizá-lo de Picãozinho. O período de dezembro a março, quando a água fica mais clara, é o mais indicado para a visitação. Porém, o passeio com mergulho, que dura cerca de duas horas, pode ser feito em qualquer época do ano. O importante mesmo é consultar a tábua de marés antes de fazer o passeio. Com a maré de até 0,4m, os corais ficam à mostra formando uma linda vista.

No barco, o visitante pode alugar máscaras de mergulho por R$ 10 para apreciar melhor a fauna do local, pegar boias emprestadas e encomendar fotos subaquáticas, cujo preço varia de R$ 25 a R$ 30. O fotógrafo garante a presença de peixes nas fotos usando comida para peixe envolta em um plástico. Mesmo sem comer a ração, os peixes se atraem pelo cheiro do alimento e tornam a foto ainda mais bonita.

Visitante pode tirar fotos subaquáticas com os peixes (Foto: Bráulio Chacon)
Visitante pode tirar foto subaquática com peixes
(Foto: Bráulio Chacon/Divulgação)
 
 
As principais proibições do local são não pisar nos recifes e não alimentar os peixes. As limitações foram definidas para preservar a fauna do local e os corais, que estavam sendo destruídos devido ao grande número de visitantes. Apesar das regras, é possível ver os peixinhos por todos os lados e fotografá-los.

As embarcações também são submetidas a algumas regras. Nenhum barco pode ficar a menos de cinco metros dos corais. Por isso, o visitante tem que ter disposição para nadar pelas piscinas naturais, além de tomar cuidado para não pisar nos corais.

Os barcos de passeio ainda têm serviço de bordo com restaurante, onde são servidos espetinhos (R$ 4 a unidade), porção de carne de sol com batata frita (R$ 15) e refrigerantes (R$ 2 a lata). A comida, no entanto, só pode ser consumida dentro do barco, já que é proibido ir para a água com qualquer tipo de alimento.

O casal de Brasília Lucas Riulena e Márcia Thuin foi pela primeira vez a Picãozinho e registrou fotos debaixo d'água. “Foi muito legal, nunca tinha tirado foto com os peixes”, disse Lucas. O casal passou oito dias de férias na Paraíba e conheceu outras praias como Jacaré, Bessa e Tambaú. “É lindo, maravilhoso”, disse Márcia.

Visitante pode assistir ao pôr-do-sol à bordo de um catamarã (Foto: Krystine Carneiro/G1)
Visitante pode assistir ao pôr-do-sol à bordo de um
catamarã (Foto: Krystine Carneiro/G1)
 
Pôr-do-sol no Jacaré
Depois de passar a manhã e a tarde no mar, uma boa opção é assistir ao pôr do sol ao som do Bolero de Ravel à bordo de um catamarã sobre o Rio Paraíba. O passeio de barco na Praia do Jacaré, em Cabedelo, dura cerca de uma hora e meia com direito a explicações históricas e geográficas do local e um show de humor no lugar onde o sol se põe primeiro no país, aproximadamente às 17h15.

No fim do passeio, os visitantes assistem ao espetáculo da natureza ao som de Jurandy do Sax, que toca vinte minutos de bolero ao vivo em cima de uma canoa todos os dias. O artista já tocou a composição mais de 4 mil vezes e já é considerado uma atração turística da Paraíba.

O Rio Paraíba nasce na Serrá do Jabitacá, na cidade de Monteiro, a 303 km da capital João Pessoa, e desagua em Cabedelo. A área localizada na Praia do Jacaré, onde acontece o encontro do rio com o mar, tem 750 m de largura e 12 m de profundidade.
 
Para quem prefere ver o espetáculo em terra firme, a Praia do Jacaré tem diversos bares às margens do Rio Paraíba de onde o pôr do sol é acompanhado pelo som do saxofone de Jurandy. O local também tem lojinhas com produtos da terra, uma feira de artesanato e uma praça de alimentação que o visitante não pode deixar de conhecer quando não estiver a bordo do barco.

A Praia do Jacaré é um dos locais que mais concentram embarcações que atuam em esporte e recreio na Paraíba, incluindo catamarãs, jet skis e lanchas. Na Paraíba, estão inscritos na Capitania dos Portos aproximadamente 3 mil embarcações de esporte e recreio, sendo que 1,2 mil são apenas de jet skis.

A partir de janeiro, a Secretaria de Meio Ambiente e Pesca de Cabedelo vai iniciar um processo de “balizamento”, onde será formada uma área de exclusão durante o período de apresentação de Jurandy do Sax. “Vamos proteger o artista, porque alguns barcos estavam se aproximando muito e ele poderia cair”, explicou o secretário Walber Farias.

Praia do Jacaré também tem um grande volume de barcos (Foto: Krystine Carneiro/G1)
Praia do Jacaré também tem uma grande concentração de
barcos (Foto: Krystine Carneiro/G1)