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quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Olaria na PB é incendiada um mês após ser alvo da operação Descarte

11/10/2016 13h56 - Atualizado em 11/10/2016 13h57
 
Local foi alvo de operação da Polícia Civil no início de setembro.
Delegacia de Defraudações e Falsificações não descarta incêndio criminoso.

Do G1 PB

Incêndio aconteceu de forma direcionada, concentrada no lixo descartado (Foto: Lucas Sá/Divulgação)
Incêndio aconteceu de forma direcionada, concentrada no lixo
descartado (Foto: Lucas Sá/Divulgação)


Uma olaria pegou fogo na manhã desta terça-feira (11) na cidade de Santa Rita, por volta das 5h. De acordo com o delegado Lucas Sá, da Delegacia de Defraudações e Falsificações (DDF) de João Pessoa, o local foi foi alvo de uma operação da Polícia Civil no dia 1º de setembro, para investigar a suspeita de crime ambiental e descarte irregular de lixo hospitalar. Um inquérito vai ser aberto para investigar o que teria motivado o fogo, sendo o terceiro instaurado em menos de dois meses contra a mesma empresa prestadora de serviços de coleta de resíduos hospitalares.

A Polícia Civil não descarta que o incêndio tenha sido criminoso e dois funcionários do local foram detidos para prestar esclarecimentos. Segundo o delegado Lucas Sá, a principal suspeita é a de destruição de provas ou para evitar as despesas com o descarte correto de material. O fogo atingiu apenas o local que era usado pelas autoridades policiais como prova do suposto crime ambiental praticado pela olaria.

O incêndio começou na madrugada e aconteceu de forma direcionada, concentrado no lixo, que deveria ser retirado do local até o dia 17 de outubro. O delegado Lucas Sá informou que os dois funcionários levados para depor foram liberados após esclarecimentos.

Operação Descarte
A Operação Descarte aconteceu no dia 1º de setembro em duas empresas de serviços ambientais sediadas em Santa Rita e João Pessoa. De acordo com a polícia, o objetivo da operação foi investigar as duas empresas pela suposta prática de crime ambiental, fraude em licitações públicas, utilização de documentos falsos e desvio de recursos públicos. As empresas investigadas atuam na Paraíba há nove anos e têm contratos firmados com dezenas de prefeituras na Paraíba, que já resultaram no pagamento de mais de R$ 9,4 milhões por parte dos cofres públicos.

Segundo a polícia, “existem fortes indícios de que as empresas prestadoras de serviços de coleta de resíduos hospitalares teriam celebrado contratos fraudulentos em diversas prefeituras da Paraíba, além de descartar lixo hospitalar, de maneira criminosa, em uma olaria situada na zona rural de Santa Rita”.

O descarte irregular representa um grau elevado de contaminação e risco epidemiológico, com possível contaminação do lençol freático do Rio Paraíba, que corre às margens do terreno onde está localizada a olaria.



sábado, 3 de setembro de 2016

Operação fecha empresas e prende suspeitos por descarte irregular de lixo hospitalar

 Por Da Redação

Publicado em 02.09.2016 às 07:33

Os suspeitos vão responder na Justiça por associação criminosa e poluição ambiental. As penas para estes crimes podem chegar até 7 anos de reclusão. A operação continua para prender os outros suspeitos


Novas fases da operação podem ser deflagradas em breve, de acordo com a evolução das investigações
e das informações descobertas. (Foto: Graça Macena)


Duas pessoas foram presas na tarde desta quinta-feira (01) durante a Operação Descarte, realizada pela Polícia Civil em conjunto com o Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público da Paraíba (MPPB) e Instituto de Polícia Científica (IPC).

A ação foi realizada duas empresas de serviços ambientais sediada em João Pessoa e Santa Rita, região metropolitana da Capital.

De acordo com a Polícia Civil, as buscas também aconteceram nas casas dos proprietários das empresas e em uma olaria localizada às margens do Rio Paraíba.

Segundo o delegado da DDF, Lucas Sá, o objetivo da operação foi desarticular um esquema criminoso envolvendo as empresas Servlimp e a Olaria Redenção.

Os donos delas estariam praticando crime ambiental, fraude em licitações públicas, utilização de documentos falsos e desvio de recursos públicos. As empresas investigadas atuam na Paraíba há nove anos e têm contratos firmados com dezenas de prefeituras na Paraíba, que já resultaram no pagamento de mais de R$ 9,4 milhões por parte dos cofres públicos conforme consulta realizada no sistema do Sagres do Tribunal de Contas do Estado.

A autoridade policial também afirmou que “existem fortes indícios de que as empresas prestadoras de serviços de coleta de resíduos hospitalares teriam celebrado contratos fraudulentos em diversas prefeituras da Paraíba, além de descartar lixo hospitalar, de maneira criminosa, em uma olaria situada na zona rural de Santa Rita. O descarte irregular representa um grau elevado de contaminação e risco epidemiológico, com possível contaminação do lençol freático do Rio Paraíba, que corre às margens do terreno onde está localizada a olaria”, disse Lucas Sá.

As investigações mostraram ainda que a empresa Servlimp é administrada diretamente por Waldmir Martorelli e a esposa dele Daniele Martorelli.

Contra o suspeito tramitam quatro ações judiciais na Comarca de Santa Rita, pelos crimes de improbidade administrativa. Os levantamentos policiais também revelaram que a licença ambiental da empresa tinha validade até o dia 10 de agosto de 2016 e que os incineradores delas estavam desativados a pelo menos três meses, com grande quantidade de material acumulado na sede da empresa e na olaria em desconformidade com as normas de vigilância sanitária e ambientais.

Durante a operação foram apreendidos nas empresas e nas residências dos proprietários vários documentos e equipamentos eletrônicos. O material será analisado pelas equipes do Gaeco e da DDF.

Eles vão verificar se houve fraudes nas licitações públicas vencidas pelas empresas, desvios de valores resultantes destes contratos e identificar todas as pessoas beneficiadas pelo possível esquema fraudulento. Novas fases da operação podem ser deflagradas em breve, de acordo com a evolução das investigações e das informações descobertas.

As prisões - Na ação foi preso em flagrante Antonio Alves de Souza Filho, 56 anos.

Ele é o gerente da empresa Servlimp e o responsável por intermediar as negociações entre a empresa que trabalha e a Olaria Redenção, local onde o lixo hospitalar era armazenado.

Já no início da tarde, a polícia conseguiu prender o empresário Waldmir Martorelli. Eles vão responder na Justiça por associação criminosa e poluição ambiental. As penas para estes crimes podem chegar até 7 anos de reclusão. A operação continua para prender os outros suspeitos.



sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Operação investiga crime ambiental e fraude em licitações públicas na PB

01/09/2016 11h08 - Atualizado em 01/09/2016 15h21
 
Duas empresas de serviços ambientais da Paraíba são alvo da operação.
Descarte irregular de lixo hospitalar é uma das suspeitas da polícia.
 
Do G1 PB
 
Cinco mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos em uma operação conjunta da Polícia Civil, do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público da Paraíba (MPPB) e do Instituto de Polícia Científica (IPC) na manhã desta quinta-feira (1º) em duas empresas de serviços ambientais sediadas Santa Rita e João Pessoa. De acordo com a polícia, a operação de busca também ocorre nas casas dos proprietários das empresas.

Ainda conforme a polícia, o objetivo da operação é investigar as duas empresas pela suposta prática de crime ambiental, fraude em licitações públicas, utilização de documentos falsos e desvio de recursos públicos. As empresas investigadas atuam na Paraíba há nove anos e têm contratos firmados com dezenas de prefeituras na Paraíba, que já resultaram no pagamento de mais de R$ 9,4 milhões por parte dos cofres públicos.

Segundo a polícia, “existem fortes indícios de que as empresas prestadoras de serviços de coleta de resíduos hospitalares teriam celebrado contratos fraudulentos em diversas prefeituras da Paraíba, além de descartar lixo hospitalar, de maneira criminosa, em uma olaria situada na zona rural de Santa Rita”. O descarte irregular representa um grau elevado de contaminação e risco epidemiológico, com possível contaminação do lençol freático do Rio Paraíba, que corre às margens do terreno onde está localizada a olaria.

Com a operação Descarte, a Polícia, o Gaeco e o IPC esperam que encontrar fraudes nas licitações públicas vencidas pelas empresas, desvios de valores resultantes destes contratos e identificar todas as pessoas beneficiadas pelo possível esquema fraudulento. Novas fases da operação podem ser deflagradas em breve, de acordo com a evolução das investigações e das informações descobertas.

Fonte

 

Operação investiga crime ambiental e fraude em licitações públicas na PB

01/09/2016 11h08 - Atualizado em 01/09/2016 15h21
 
Duas empresas de serviços ambientais da Paraíba são alvo da operação.
Descarte irregular de lixo hospitalar é uma das suspeitas da polícia.
 
Do G1 PB
 
Cinco mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos em uma operação conjunta da Polícia Civil, do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público da Paraíba (MPPB) e do Instituto de Polícia Científica (IPC) na manhã desta quinta-feira (1º) em duas empresas de serviços ambientais sediadas Santa Rita e João Pessoa. De acordo com a polícia, a operação de busca também ocorre nas casas dos proprietários das empresas.

Ainda conforme a polícia, o objetivo da operação é investigar as duas empresas pela suposta prática de crime ambiental, fraude em licitações públicas, utilização de documentos falsos e desvio de recursos públicos. As empresas investigadas atuam na Paraíba há nove anos e têm contratos firmados com dezenas de prefeituras na Paraíba, que já resultaram no pagamento de mais de R$ 9,4 milhões por parte dos cofres públicos.

Segundo a polícia, “existem fortes indícios de que as empresas prestadoras de serviços de coleta de resíduos hospitalares teriam celebrado contratos fraudulentos em diversas prefeituras da Paraíba, além de descartar lixo hospitalar, de maneira criminosa, em uma olaria situada na zona rural de Santa Rita”. O descarte irregular representa um grau elevado de contaminação e risco epidemiológico, com possível contaminação do lençol freático do Rio Paraíba, que corre às margens do terreno onde está localizada a olaria.

Com a operação Descarte, a Polícia, o Gaeco e o IPC esperam que encontrar fraudes nas licitações públicas vencidas pelas empresas, desvios de valores resultantes destes contratos e identificar todas as pessoas beneficiadas pelo possível esquema fraudulento. Novas fases da operação podem ser deflagradas em breve, de acordo com a evolução das investigações e das informações descobertas.

Fonte


 

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Operação 'estoura' olaria em Santa Rita estocando lixo hospitalar irregularmente

A investigação também envolve fraudes em licitações públicas, utilização de documentos falsos, desvio de recursos públicos, crimes ambientais e outras condutas criminosas

A investigação também envolve fraudes em licitações
públicas (Foto: Graça Macena)
Uma operação foi desencadeada pelo Ministério Público (GAECO) em conjunto com a Polícia Civil na manhã desta quinta-feira (1º) em Santa Rita, na Região Metropolitana de João Pessoa, para investigar o descarte irregular de lixo hospitalar. O descarte irregular de lixo era feito pela empresa contratada como responsável pelo recolhimento dos resíduos.

O Portal ClickPB apurou que a Servlimp, empresa que fazia o descarte irregular do lixo hospitalar, presta serviço à prefeitura de Santa Rita e dezenas de outras prefeituras do interior do estado, de acordo com o delegado Lucas Sá. Quem primeiro denunciou o esquema da Prefeitura de Santa Rita com a Servlimp foi o presidente da Câmara Municipal, vereador Anésio Miranda, no mês de junho deste ano. 

O delegado Lucas Sá ainda destaca que a empresa “coletava lixos de grandes hospitais aqui em João Pessoa, hospitais públicos e privados também. Trazia os lixos para o depósito da empresa e também para a olaria”.

A Olaria Redenção, onde foi encontrado o lixo, fica localizada às margens do Rio Paraíba com toneladas de material descartado. O total de lixo acumulado no local ainda está sendo calculado, mas sabe-se que o depósito tem uma extensão de 70 metros.


A investigação também envolve fraudes em licitações públicas, utilização de documentos falsos, desvio de recursos públicos, crimes ambientais e outras condutas criminosas supostamente praticadas por empresas de serviços ambientais localizadas em Santa Rita e João Pessoa.


De acordo com o promotor Otávio Paulo Neto, a movimentação da empresa já vinha sendo acompanhada “e nós percebemos que essa empresa não vinha fazendo o descarte correto do lixo e que ela vinha acumulando esse lixo hospitalar nessa olaria”.
 
Este descarte irregular do lixo hospitalar no local apresenta um “risco epidemiológico descomunal para a população até porque a olaria fica nas margens do Rio Paraíba”, como explica o promotor.


Nesta primeira fase da Operação Descarte, segundo apurou o ClickPB, estão sendo cumpridos cinco mandados de busca e apreensão deferidos pela Justiça Criminal de Santa Rita. Dois mandados devem ser cumpridos nas sedes das empresas localizadas em Santa Rita e João Pessoa, dois mandados nos endereços pessoais dos proprietários das empresas e um mandado ainda na sede de uma olaria localizada em Santa Rita.
 
No mês de junho o presidente da Câmara de Vereadores de Santa Rita, Anésio Miranda, denunciou a contratação da empresa de descarte de lixo com dispensa de licitação. Ele denunciou o esquema da Prefeitura de Santa Rita com a Servlimp, depois de deixar de pagar ao aterro sanitário que recebia o lixo anteriormente.  
 
"Fiz as denúncias na minha função de fiscalizar. A prefeitura estava cometendo crime ambiental, má versação do dinheiro público e pondo em risco a saúde pública", disse o vereador ao ClickPB, nesta quinta-feira, dia 1º.  
  

 

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Lixo hospitalar é achado despejado em terreno baldio de Campina Grande

20/02/2015 16h28 - Atualizado em 20/02/2015 18h27 

No local há lençóis manchados de sangue, esparadrapos e outros itens.
Direção de maternidade afirma que não houve descarte incorreto.
 
Do G1 PB




Lixo hospitalar foi encontrado despejado em um terreno baldio na cidade de Campina Grande, na manhã desta sexta-feira (20). Após relato dos moradores do bairro do Jardim Quarenta, a reportagem da TV Paraíba constatou no local lençóis do Instituto de Saúde Elpídio de Almeida (Isea) manchados de sangue, além de sacolas, máscaras hospitalares, esparadrapos e pinças usadas em procedimentos médicos.
 
Segundo a direção do Isea, o material teria sido utilizado pela maternidade há bastante tempo e não foi descartado recentemente, a exemplo dos lençóis, que seriam antigos. Portanto, não teria havido um despejo realizado pela unidade, mas por terceiros.
 
O terreno fica localizado no cruzamento das Ruas Iaiá de Melo e Rua do Sol. A área não possui nenhum tipo de cerca ou muro e, além do lixo hospitalar, entulho e lixo doméstico também foram depositados no local.
 
No momento da reportagem, um caminhão de lixo da Prefeitura de Campina Grande passou pelo local, mas a equipe foi informada que o lixo hospitalar não poderia ser recolhido pelo veículo.

Fonte

 

sábado, 18 de maio de 2013

Sudema multa hospital universitário por 5 toneladas de lixo exposto na PB

17/05/2013 11h30 - Atualizado em 17/05/2013 12h01
 
Sudema identificou reincidência de hospital em Campina Grande.
Segundo HU, novo contrato de recolhimento será fechado.
Do G1 PB
  
Hospital Universitário de Campina Grande reincidiu na falta de recolhimento do lixo (Foto: Reprodução/TV Paraíba)
Hospital Universitário de Campina Grande reincidiu ao
não recolher lixo (Foto: Reprodução/TV Paraíba)
Seis meses após a primeira multa, o Hospital Universitário de Campina Grande foi multado nesta sexta-feira (17) mais uma vez pela Superintendência do Meio Ambiente (Sudema), por expor cinco toneladas de lixo hospitalar em depósito a céu aberto. A fiscalização foi realizada após determinação do promotor da Saúde, Luciano de Almeida Maracajá.

O diretor administrativo do hospital, Roberto Gomes, informou que na próxima semana será fechado um novo contrato para recolhimento do lixo. O problema estaria sendo ocasionado por um problema no contrato. O Hospital Universitário Alcides Carneiro (HUAC) produz quase 500 kg de lixo por dia e a empresa terceirizada é contratada para o recolhimento de apenas 180 kg.
 
De acordo com a Sudema, o HUAC foi notificado em R$ 10 mil devido à reincidência. Uma notificação e outra multa já tinham sido aplicadas em novembro do ano passado, devido à mesma irregularidade. Segundo o chefe da Sudema em Campina Grande, Roberto Almeida, o hospital também é o único da Paraíba sem licença ambiental.
 
O depósito de lixo hospitalar irregular também ficaria ao lado do centro cirúrgico do Hospital Pedro I, vizinho ao HUAC. "Estou entregando notificação e me informaram que hoje mesmo já seria dado encaminhamento. É um absurdo porque tem seringa, material perfurante e produtos de enfermaria e centro cirúrgico acumulados há mais de 90 dias, trazendo prejuízos e risco enorme de contaminação por bactérias", assegurou Roberto Almeida.
 
Fonte

sábado, 27 de abril de 2013

Lixo volta a ficar acumulado no Hospital Alcides Carneiro

Quase meia tonelada de lixo hospitalar está acumulada nos fundos do Hospital Universitário Alcides Carneiro, em Campina Grande.



Leonardo Silva
Sacos de lixo contendo materiais infecto-contagiosos, objetos cortantes e perfurantes já chega a dois metros de altura


Pela terceira vez em menos de seis meses, o lixo hospitalar do Hospital Universitário Alcides Carneiro (HUAC), em Campina Grande, está se acumulando. Até ontem, quase meia tonelada de lixo continuava empilhada nos fundos da unidade de saúde, esperando ser coletada. Segundo o diretor administrativo do HUAC, Roberto Gomes, os resíduos não estão prejudicando os pacientes, mas um pregão emergencial será realizado e em 15 dias, o lixo acumulado deverá ser retirado do local. A Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) deverá realizar mais uma vistoria e poderá triplicar a multa pela irregularidade.

Os sacos de lixo contendo materiais infecto-contagiosos, objetos cortantes e perfurantes, como estiletes e seringas, além de outros como luvas descartáveis e vidros de medicamentos, já atingem cerca de dois metros de altura. Segundo o coordenador da Sudema, Roberto Almeida, se não for tratado de forma adequada, o lixo hospitalar pode trazer danos como o aumento da resistência de bactérias, causando doenças, como hepatite e HIV ou até piorando o quadro dos pacientes.

“Não importa a quantidade de lixo que está acumulada, mesmo que ela fosse pequena, não se justifica. Vamos fazer uma nova vistoria no local e o hospital pode receber uma nova multa, que desta vez pode até ser triplicada”, disse. O coordenador contou que o HUAC já foi autuado e multado em R$ 5 mil e agora é reincidente. Contudo, de acordo com o diretor da unidade, todo o cuidado está sendo tomado, para que os resíduos não interfiram no bem-estar dos pacientes.

Ele informou que dentro do hospital a limpeza acontece normalmente, cumprindo as exigências de uma unidade hospitalar do porte do HUAC. “O que está acontecendo é que a empresa terceirizada e que realiza a coleta do lixo hospitalar, a Serquip, só recolhe a quantidade que está no contrato. Como o hospital passou a funcionar em quase 100% depois de suas reformas, o lixo aumentou. O que vamos fazer agora é um pregão emergencial para a retirada do lixo que está acumulado e outro pregão com prazos normais, para aumentar a quantidade de coleta mensal”, explicou.

Conforme disse, o lixo acumulado deverá ser retirada completamente em até 15 dias e a coleta normal continuará acontecendo três vezes por semana e encaminhada para incineração em João Pessoa. Para aumentar a quantidade de lixo recolhido será realizado um outro pregão, desta vez com prazo normal, que pode durar até 60 dias, até que a empresa vencedora inicie os trabalhos. “A Procuradoria Federal já autorizou os pregões, então já estamos iniciando os processos”, frisou. No hospital são produzidos diariamente cerca de 860 quilos de lixo hospitalar, por dia.

sábado, 8 de dezembro de 2012

MP encontra irregularidades em hospital infantil de João Pessoa

07/12/2012 12h36 - Atualizado em 07/12/2012 12h36 

Inspeção constatou déficit em profissionais de enfermagem e médicos.
Direção do hospital afirmou que problemas serão normalizados em um mês.
 
Do G1 PB 


O Ministério Público da Paraíba (MPPB) e o Conselho Regional de Enfermagem (Coren) encontraram inúmeras irregularidades no Hospital Infantil Rodrigues de Aguiar, em João Pessoa. Segundo informou o Centro de Apoio Operacional às Promotorias (Caop) da Saúde, após inspeção realizada na última terça-feira (4), o hospital apresentou problemas na acessbilidade, no armazenamento do lixo hospitalar, além de déficit de profissionais de enfermagem e ausência de médicos na enfermaria. A relatório da inspeção foi divulgado somente nesta sexta-feira (7). 

A direção do hospital informou que após a fiscalização e a notificação do Ministério Público e do Coren sobre as irregularidades, foi realizada uma reunião em que a direção do hospital se comprometeu a regularizar todos os problemas apontandos no prazo de um mês.

Segundo informações da coordenadora do Caop da Saúde, promotora Adriana Amorim, também foram constatadas insuficiência do número de máscaras para nebulização, condições inadequadas para o exercício da enfermagem, falta de Central de Material e Esterilização e ausência de Comissão de Controle de Infecção Hospitalar.“O hospital é privado, porém conveniado ao SUS, que representa cerca de 90% dosatendimentos. Na ocasião da visita, havia cerca de 25 a 30 crianças internas, acompanhadas por mães aflitas, reclamando da qualidade do atendimento”, disse a coordenadora.

Ao final da fiscalização, a coordenação do Caop e os representantes do Coren se reuniram com a direção que relatou algumas dificuldades enfrentadas pela instituição. Também relatou uma greve de alguns profissionais de enfermagem, bem como do bloqueio de verbas do SUS, determinado judicialmente, para o pagamento de débitos trabalhistas, o que estaria impedindo o bom funcionamento do local.

“O hospital é contratualizado com o município de João Pessoa e, por receber verbas públicas, deve cumprir seu papel, garantindo às crianças e adolescentes que buscam seus serviços, a dignidade garantida constitucionalmente”, ressaltou Adriana Amorim. Também foram solicitadas as fiscalizações do Conselho Regional de Medicina e do Conselho Regional de Farmácia, uma vez que no momento não foi constatada a presença de profissional farmacêutico, que é obrigatória numa unidade hospitalar.


 

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Lixo do Trauma vira artesanato

Hospital realiza trabalho de coleta seletiva e destina cerca de 220 quilos de material reciclável para catadoras de Cooperativa do bairro do Mutirão.



 

Leonardo Silva
Através do processo de coleta seletiva, lixo do hospital é transformado em artesanato

Um projeto pioneiro na Paraíba é realizado há um ano e quatro meses no Hospital de Trauma Dom Luiz Gonzaga Fernandes, em Campina Grande, através do processo de coleta seletiva e transformação do lixo em artesanato. No local são produzidos diariamente cerca de 1.250 quilos de resíduos, sendo que 220 passam pelas mãos das catadoras da Cooperativa de Resíduos Vítreos do bairro Mutirão, que antes recolhiam entulhos no antigo lixão da cidade.

Segundo uma das coordenadoras do projeto Gerenciamento de Resíduos Sólidos do hospital, Iracema Sobreira, a coleta começa dentro da unidade de saúde, através das caixas coletoras de resíduos em papel, metais, orgânicos e vidros. “Existem sete conjuntos dessas caixas espalhadas pelo hospital. Por incrível que pareça, os acompanhantes dos pacientes reciclam mais do que os próprios funcionários”, disse.

Diariamente são produzidos cerca de 800 quilos de lixo comum, 250 kg de lixo hospitalar, 120 kg de resíduos como papel e papelão e 100 kg de resíduos em plástico. “O material que pode ser reciclado é recolhido diariamente pelas catadoras, que o transforma em artesanato. São muitas ideias bacanas, através da utilização de vários materiais”, contou. O hospital possui uma área específica, onde o lixo recolhido passa por uma triagem, quando dois funcionários distribuem em departamentos separados os resíduos recicláveis, comum e infectado.

O trabalho começa cedo, às 7h, e só para depois de 12 horas de serviço. De lá, o material comum é recolhido pelo sistema de limpeza público do Município e o recolhimento do material infectado, através de um processo específico, é realizado por uma empresa terceirizada. A iniciativa criou o primeiro fórum sobre Utilização de Resíduos de Serviços de Saúde como Mecanismo de Inclusão Social e Sustentabilidade, que será iniciado às 8h de hoje e só terminará por volta das 18h, no auditório do hospital. Um dos assuntos abordados será a Infecção Hospitalar Relacionada ao Descarte de Resíduos de Serviços de Saúde.


 

Sudema aplica multa em hospital universitário por lixo hospitalar na PB

05/12/2012 13h24 - Atualizado em 05/12/2012 13h24

Multa aplicada pelo órgão foi de de R$ 5 mil.
Hospital alega que já pediu a regularização do contrato de coleta do lixo.
 

Do G1 PB

 
Sudema fiscalizou depósito irregular de lixo e notificou hospital. (Foto: Waléria Assunção/TV Paraíba)
Sudema fiscalizou lixo e notificou hospital há uma semana.
(Foto: Waléria Assunção/TV Paraíba)
A Superintendência do Meio Ambiente (Sudema) aplicou multa de R$ 5 mil ao Hospital Universitário Alcides Carneiro (HUAC), em Campina Grande, após identificar que o depósito de lixo hospitalar misturado a lixo comum continua acumulado no local. A irregularidade havia sido identificada no dia 27 de novembro e a Sudema tinha notificado a direção da unidade oferecendo prazo para corrigir o problema.
Segundo funcionários no local, o amontoado de lixo está acumulado há mais de cinco meses. Agulhas, seringas, frascos de remédios, luvas cirúrgicas e demais materiais hospitalares estão sendo despejados em local de livre circulação por trás do prédio do HUAC, sem o devido recolhimento e misturado a restos de comida e lixo comum.

Seringas, luvas cirúrgicas e remédios foram encontrados. (Foto: Waléria Assunção/TV Paraíba)
Seringas, luvas cirúrgicas e remédios foram
encontrados na última fiscalização
(Foto: Waléria Assunção/TV Paraíba)
Segundo o coordenador da Sudema, Roberto Almeida, existe grande risco de contaminação e um novo prazo até o dia 12 de dezembro foi concedido. “Isto traz vários problemas devido ao material à céu aberto. A população está em risco, porque aqui se fazem cirurgias e uma série de procedimentos, podendo acarretar alto risco de infecção hospitalar”, afirmou. 

De acordo com Socorro Campos, da diretoria administrativa do HUAC, foi solicitado à Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) um reajuste contratual junto à empresa terceirizada que faz o recolhimento do lixo para normalizar a coleta.


Fonte

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Sudema notifica hospital universitário por lixo hospitalar a céu aberto na PB

27/11/2012 15h19 - Atualizado em 27/11/2012 16h53 

Lixo comum misturado a hospitalar está nos fundos de Hospital Universitário.
Sudema notificou unidade para regularizar situação em 10 dias.
 
Do G1 PB


 
Sudema fiscalizou depósito irregular de lixo e notificou hospital. (Foto: Waléria Assunção/TV Paraíba)
Sudema fiscalizou depósito irregular de lixo e notificou hospital
(Foto: Waléria Assunção/TV Paraíba)

Um depósito de lixo hospitalar misturado a lixo comum está acumulado há mais de cinco meses, nos fundos do Hospital Universitário Alcides Carneiro (HUAC), em Campina Grande. A irregularidade foi identificada na manhã desta terça-feira (27). A fiscalização da Superintendência do Meio Ambiente (Sudema) notificou o hospital.

Segundo funcionários no local, o amontoado de lixo está acumulado desde a metade do ano. Agulhas, seringas, frascos de remédios, luvas cirúrgicas e demais materiais hospitalares estão sendo despejados em local de livre circulação por trás do prédio do HUAC, sem o devido recolhimento e misturado a restos de comida e lixo comum.

Seringas, luvas cirúrgicas e remédios foram encontrados. (Foto: Waléria Assunção/TV Paraíba)
Seringas, luvas cirúrgicas e remédios foram encontrados
(Foto: Waléria Assunção/TV Paraíba)
De acordo com o coordenador da Sudema, Roberto Almeida, existe grande risco de contaminação. “Isto traz vários problemas devido ao material à céu aberto. A população está em risco, porque aqui se fazem cirurgias e uma série de procedimentos, podendo acarretar alto risco de infecção hospitalar”, afirmou.

O Hospital Universitário foi notificado para regularizar a situação em 10 dias. De acordo com Socorro Campos, da diretoria administrativa do HUAC, foi solicitado à Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) um reajuste contratual junto à empresa terceirizada que faz o recolhimento do lixo para normalizar a coleta.

Segundo o reitor da instituição, Thompson Mariz, não houve solicitação.


 

terça-feira, 5 de junho de 2012

Lixo Hospitalar de São Bento-PB será incinerado no município de Sousa

O Lixo Hospitalar produzido nas Unidades Básicas de Saúde do município de São Bento-PB e no Hospital e Maternidade Maria Paulino Lúcio será coletado semanalmente e conduzido para o município de Sousa, onde passará pelo processo de incineração. Segundo a Secretária de Saúde do Município, Sandra Núbia, a medida foi tomada depois de um contrato firmado entre a Prefeitura Municipal de São Bento e a empresa TRASH - Coleta e Incineração de Lixo Hospitalar Ltda, localizada em Sousa-PB, responsável pelos serviços de coleta, transporte e incineração do produto.
 
Para esclarecer melhor o assunto, o Diretor Administrativo da TRASH, o empresário Helton Magno, ministrou, na última quinta-feira (10.05), uma capacitação, na Câmara Municipal de São Bento, tendo como público-alvo profissionais de todas as Unidades Públicas e Privadas do município de São Bento. 

Participaram da capacitação os funcionários das Unidades Básicas de Saúde (UBS) e do Hospital Local, Enfermeiros, Técnicos em Enfermagem, Auxiliares de Serviços Gerais, Representantes de Farmácias e Laboratórios Particulares do município, além de Auxiliares de Consultório Dentário, onde tiveram a oportunidade de receber todas as informações necessárias a respeito da Implantação da Coleta, Incineração e destino adequado do Lixo Hospitalar da ‘Capital Mundial das Redes’. 

“O destino adequado do lixo hospitalar deve mostrar um novo paradigma na cultura do tratamento do resíduo, objetivando promover o bem-estar dos profissionais de saúde no seu ambiente de trabalho, bem como da comunidade em geral”, disse Sandra Núbia.

sábado, 28 de abril de 2012

Internauta flagra lixo hospitalar jogado em calçada de João Pessoa

28/04/2012 08h00 - Atualizado em 28/04/2012 08h00

Internauta disse que luvas e seringas estão espalhadas na calçada. 
Diretor do hospital nega, afirmando que luva seria de funcionário da limpeza. 
Glauco Sales Internauta, João Pessoa, PB
Luva encontrada no lixo de hospital em João Pessoa (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Luva encontrada na calçada
(Foto: Glauco Sales/Vc no G1)
O VC no G1 recebeu uma denúncia de que o Hospital Infantil Dr. João Soares, no Bairro Cruz das Armas em João Pessoa,  estaria armazenando inadequadamente lixo hospitalar, como luvas cirúrgicas, resto de comida e curativos ao alcance de qualquer um que passe pela rua Tenente Gil Toscano. A informação foi passada pelo internauta Glauco Sales.

“Qualquer dia da semana que a coleta não passe, os animais rasgam os sacos do lixo do hospital e fica tudo espalhado pela rua. Luvas e seringas ficam sempre ao alcance das pessoas que passam”, afirmou Glauco. O internauta ainda disse que o lixo hospitalar seria levado pela coleta de lixo comum.

Nota da Redação: Jaelson Sousa, diretor administrativo do Hospital Infantil Dr. João Soares, negou todas as denúncias. “Isso foi um caso isolado. Não são sacos de lixo hospitalar, são de comida. Temos um espaço para o lixo comum e o cadeado fica aberto para que a coleta possa pegar quando passar. Nesse dia, alguém abriu e deixou aberto, então os cachorros e cavalos fizeram essa bagunça”, disse o doutor.

Jaelson comentou ainda que “o lixo hospitalar fica armazenado em uma sala especial e só sai de lá quando a coleta passa. Temos um convênio com uma empresa certificada do Governo Estadual que faz esse trabalho para o hospital.”

Sobre a luva que foi vista na foto, o diretor administrativo disse ser usada pelos funcionários para manusear o lixo. “Quando o morador reclamou desse caso específico, nós intensificamos a guarda do local que o lixo comum fica. O local só será aberto quando a coleta passar, para evitarmos que essa sujeira seja feita”.

Lixo de hospital espalhado na calçada de Cruz das Armas, em João Pessoa (Foto: Glauco Sales/VC no G1)
Lixo de hospital espalhado na calçada de Cruz das Armas, em João Pessoa
(Foto: Glauco Sales/VC no G1)

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quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Lixo de laboratório é descartado em calçada de Campina Grande-PB

Material de análise laboratorial foi encontrado no meio da rua em Campina Grande (PB) (Foto: Andréia Brito)Material de análise laboratorial foi encontrado no meio da rua em Campina Grande (PB) (Foto: Andréia Brito)


Frequentadores da Rua Afonso Campos, no Centro de Campina Grande, tiveram um susto na manhã desta quinta-feira (22) ao encontrar na rua material descartado por laboratório de análises. Segundo a secretária Andréia Brito, que fotografou o lixo e denunciou ao G1, ela e os colegas de trabalho ficaram indignados ao ver que nos potes havia urina. As embalagens estavam marcadas com nomes de supostos pacientes.

Ainda conforme Andréia, os moradores e trabalhadores da rua temem riscos à saúde. Ela disse que não conseguiu identificar de qual laboratório seriam os potes. "Conversando com uma colega, soube que nesta rua os próprios moradores costumam jogar lixo de forma desordenada em local de passeio público. Até sofá nós já encontramos nesta mesma calçada", comentou.

Em resposta à denúncia, a Vigilância Sanitária Municipal informou que o procedimento correto indicado aos laboratórios particulares de análises clínicas é a incineração do material. Não foi aberto procedimento investigatório para apurar o caso.

domingo, 4 de dezembro de 2011

Dossiê aponta irregularidades e riscos na coleta de lixo hospitalar em Campina Grande

Um dossiê entregue à Sudema (Superintendência do Meio Ambiente) com quase 30 páginas, composto essencialmente por fotografias, revela que a população de Campina Grande pode até não saber, mas está exposta a um grande risco: a de contaminação por causa da coleta inadequada do lixo hospitalar produzido na cidade.

Entre as irregularidades, conforme apontam as fotografias, lixo hospitalar transportado em caminhões sem identificação do risco e misturado com lixo urbano. E o que é pior: acumulado e exposto ao céu aberto, sem o mínimo de seleção ou proteção à população.

As fotos mostram caixas de remédios usados, seringas, algodões ensaguentados expostos ao ar livre, bem como lixo hospitalar jogado nas ruas de Campina.

A denúncia é do vereador João Dantas (PTN), que entrou todo material à Sudema e ainda as órgãos como a Agência de Vigilância Sanitária, Ibama e Ministério Público. Segundo ele, o processo de coleta, transporte e incineração do lixo hospitalar de Campina Grande desrespeita as normas ambientais e de saúde pública.

O processo está sob a responsabilidade da empresa Ambiental Soluções LTda, de CNPJ nº 01.840.291/0001-99, instalada na Av. Juscelino Kubstchek, nº 3505 – Distrito Industrial Velame, Campina Grande, contratada pela prefeitura.

Ela é acusada de obter licenças irregulares, de funcionar sem um Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) e de não ter o mínimo de condições técnicas pra atuar. O dossiê aponta ainda, além da coleta e do transporte irregular, uso de equipamentos inadequados e ausência de material apropriado para os funcionários.

Para o vereador João Dantas, o processo é tão mal feito que Campina Grande está à beira de uma verdadeira “guerra bacteriológica”. “A população e o meio ambiente estão vulneráveis a problemas gravíssimos por causa de um processo totalmente irregular de destinação do lixo hospitalar de Campina Grande”, destacou.

Ele pretende levar o assunto para uma sessão especial na Câmara de Campina Grande na próxima semana.







Borges Neto - naçãoruralista /p.c.br