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quarta-feira, 2 de novembro de 2016

PRF apreende 300 quilos de lagosta e polvo impróprios para consumo

02/11/2016 09h35 - Atualizado em 02/11/2016 12h24
Segundo PRF, apreensão aconteceu na BR-101, em Mamanguape. 
Carga saiu do RN e seria comercializada no mercado de peixes de Tambaú.

Do G1 PB


Carga de lagosta e polvo estava sendo transportada indevidamente, diz PRF (Foto: Comunicação/PRF)
Carga de lagosta e polvo estava sendo transportada indevidamente,
diz PRF (Foto: Comunicação/PRF)

Cerca de 300 kg de lagosta e polvo impróprios para o consumo humano, foram apreendidos pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) na tarde de terça-feira (1º), na BR-101, no Município de Mamanguape, Zona da Mata da Paraíba. A carga estava em uma caminhonete armazenada em caixas de isopor. 

Os produtos tinham como destino João Pessoa. O condutor do veículo disse aos policiais que os alimentos seriam comercializados no Mercado de Peixes, em Tambaú.

Segundo a PRF, o veículo vinha do Estado Rio Grande do Norte. Ao abrirem o compartimento de carga, os agentes encontraram o carregamento, que estava sem nenhum tipo de documento fiscal. 

Ainda de acordo com a PRF, este tipo de carga precisa ser transportada e armazenada em câmara frigorífica, o que mantém o produto na temperatura ideal para evitar a deterioração.

Equipes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (IBAMA) e do Ministério da Agricultura foram acionados para verificar a adequação da carga de frutos do mar. O carregamento de lagosta descumpria o que determina a lei de crimes ambientais, estando com o tamanho inferior permitido para a pesca.



segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Polícia da PB apreende caranguejo e lagosta vendidos em tempo de defeso


26/01/2015 15h53 - Atualizado em 26/01/2015 15h54 

Ao todo foram 819 caranguejos-uçá e mais de 25 kg de lagosta.
Apreensão aconteceu em Cabedelo e João Pessoa.
 
Do G1 PB


Um total de 819 caranguejos-uçá e mais de 25 kg de lagosta foram apreendidos durante operações de fiscalização no fim de semana (24 e 25) no litoral da Paraíba. Segundo informações do Batalhão de Polícia Ambiental, as apreensões foram feitas porque as duas espécies estão no período de defeso.

No caso dos caranguejos-uçá, apreendidos na Praia do Jacaré, em Cabedelo, os catadores abandonaram os bichos e fugiram ao perceber a presença dos policiais. Os animais foram pegos vivos e foram devolvidos à natureza, na Ilha da Restinga, na mesma cidade.
 
Já as lagostas, das espécies ‘vermelha’ e ‘cabo verde’, foram apreendidas mortas e estavam com um pescador na Praia da Penha, em João Pessoa. Os animais estavam sendo vendidos em uma barraca de pescados e o proprietário foi multado. Elas foram doadas ao asilo Lar da Providência, em João Pessoa.

O chefe da seção de planejamento do Batalhão Ambiental, tenente Wellington Aragão, explicou o período de defeso foi dividido entre os dias 6 e 11 de janeiro, 21 e 26, 4 a 9 de fevereiro, 6 a 11 e 21 a 26 de março. Nesses dias fica proibida a captura, transporte, comercialização e industrialização dos caranguejos, disse. Em relação à lagosta, o período começou no dia 1º de dezembro e vai até 31 de maio.

A multa para quem não observa o período de pesca proibida é de R$ 700 a R$ 100 mil reais, com acréscimo de R$ 20 por quilo ou fração do produto da pescaria.


 

Mais de 800 caranguejos-uçá foram apreendidos durante o final de semana

 
 
Animais apreendidos estão no período de defeso e, como foram pegos vivos, foram devolvidos à Natureza, na Ilha da Restinga. 
 

Mais de 800 caranguejos-uçá foram apreendidos na Praia do Jacaré, em Cabedelo, neste final de semana. Os animais apreendidos estão no período de defeso e, como foram pegos vivos, foram devolvidos à Natureza, na Ilha da Restinga, no mesmo município. Durante a abordagem, os catadores perceberam a presença dos agentes do Batalhão de Polícia Ambiental, abandonaram os bichos e fugiram. Também foram apreendidos mais de 25 kg de lagosta

O chefe da seção de planejamento do Batalhão Ambiental, tenente Wellington Aragão, destacou que as ações têm o objetivo de proteger a reprodução da espécie, que começou este mês e vai até março. “O período foi dividido entre os dias 6 e 11 de janeiro, 21 e 26, 4 a 9 de fevereiro, 6 a 11 e 21 a 26 de março. Nesses dias fica proibida a captura, transporte, comercialização e industrialização”, disse.

O oficial explicou ainda que as ações do Batalhão são intensificadas para garantir a reprodução dos animais. “É um período que coincide com a época do fenômeno conhecido como ‘andada’, que é quando os machos e fêmeas da espécie saem das tocas e andam pelo manguezal, momento em que ocorre o acasalamento e liberação dos ovos”, detalhou.

Já as lagostas, das espécies ‘vermelha’ e ‘cabo verde’, foram apreendidas mortas com um pescador, na Praia da Penha, em João Pessoa. Os animais estavam sendo vendidos em uma barraca de pescados e o proprietário foi multado. Os animais foram doados para o asilo Lar da Providência, localizado na capital.

O período defeso da lagosta começou no dia 1º de dezembro e vai até 31 de maio. Até lá, o Batalhão Ambiental intensificará as fiscalizações em bares, peixarias, distribuidoras de pescados e empresas. Os estabelecimentos devem apresentar declaração de estoque dos crustáceos.

A multa para quem não observa o período de pesca proibida é de R$ 700 a R$ 100 mil reais, com acréscimo de R$ 20 por quilo ou fração do produto da pescaria.
 
 
 

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Polícia apreende 151 kg de lagosta ilegal em Igarassu, PE

04/09/2013 17h15 - Atualizado em 04/09/2013 17h15 

Tamanho das caudas estava abaixo do permitido por lei, diz fiscal do Ibama.
Motorista foi autuado na Polícia Federal, esta quarta (4), por crime ambiental.
 
Do G1 PE
  

Motorista transportava três sacos, de 151 kg, com caudas de lagosta. (Foto: PRF/ Divulgação)
Motorista transportava três sacos com caudas de lagosta,
com peso total de 151 quilos (Foto: PRF/ Divulgação)
Agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Igarassu, na Região Metropolitana do Recife, apreenderam 151 kg de lagosta, nesta quarta (4). A mercadoria, considerada ilegal pelo fato de os crustáceos serem muito jovens para a comercialização, vinha da Praia de Acaú, na Paraíba, e seria entregue no Pina, na Zona Sul da capital pernambucana.

De acordo com a PRF, os agentes de João Pessoa estavam monitorando a caminhonete que transportava os crustáceos e passaram as informações ao posto de Igarassu. Na abordagem, foram encontrados três sacos com caudas de lagosta, das espécies vermelha e cabo-verde, medindo menos 10 cm.

Segundo Cláudio de Melo Pessoa, fiscal de pesca do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), esse tamanho aponta que os animais não chegaram à idade de reprodução. "Configura-se como crime ambiental porque as caudas medem menos que o permitido por lei, que é 13 cm para as do tipo vermelha e 11 cm para as do tipo cabo-verde", explicou.

O motorista foi autuado pela Polícia Federal por crime ambiental e pode pegar até três anos de prisão, se for condenado. O suspeito também deve pagar uma multa que varia de R$ 700 a R$ 100 mil, mais R$ 20 para cada quilo. Será estabelecida uma fiança e, caso o suspeito não pague, ele será preso.

O veículo que transportava a lagosta também foi apreendido e ficará em poder do Ibama, até que saia o resulado do julgamento. A lagosta apreendida já foi doada ao Hospital do Câncer de Pernambuco.