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terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Incêndio em mata é contido com água de carro pipa no Cariri da Paraíba

14/02/2017 12h25 - Atualizado em 14/02/2017 12h25
 
Fogo começou num terreno baldio localizado no bairro Alto do Jorge.
Nenhuma casa foi atingida e nenhum morador ficou ferido.
 
Do G1 PB

Incêndio em Sumé, na Paraíba (Foto: Jacqueline Oliveira/Arquivo pessoal)
Incêndio em Sumé, na Paraíba (Foto: Jacqueline Oliveira/Arquivo pessoal)

Um incêndio assustou os moradores do bairro Alto do Jorge, na Cidade de Sumé, Cariri paraibano, na noite de segunda-feira (13). O fogo se alastrou rapidamente pela mata e só foi contido depois da chegada de carros-pipa da prefeitura municipal. Nenhuma casa foi atingida e nenhum morador ficou ferido no incidente.

Segundo o secretário de Obras e Serviços Urbanos, Isca Vianna, o incêndio teve início em um terreno baldio, que fica localizado por trás de uma igreja católica do bairro. Como havia uma parte de vegetação mais seca no local e ventava forte, o fogo se espalhou rapidamente pela mata e alcançou a altura de 1 metro.

Alguns moradores chegaram a acionar a Polícia Militar, mas como o Corpo de Bombeiros mais próximo fica em Campina Grande, há  cerca de 136 km de distância da cidade, carros-pipa que trabalham para a prefeitura de Sumé foram usados para combater as chamas, que foram controladas duas horas depois.

Ainda conforme o secretário de obras e serviços urbano o fogo se estendeu por uma área de 20 à 30 metros. As causas do incêndio ainda são desconhecidas. A principal suspeita é que alguma faísca provocada por biolas de cigarro possam ter começado o fogo.

Fonte

sábado, 2 de maio de 2015

Animais de rua doentes poderão ser mortos para proteger saúde pública na Paraíba

Alegação de especialistas em saúde pública é de que os cães e gatos que vivem nas ruas podem transmitir doenças que oferecem risco a saúde humana, como a raiva e o Calazar, que pode ser transmitida

Cidades | Em 01/05/15 às 13h12, atualizado em 01/05/15 às 13h30 | Por Halan Azevedo

  Alisson Correia
Prefeituras estudam situações
Prefeituras estudam situações
Os animais doentes que vivem abandonados e espalhados em ruas de cidades paraibanas poderão ter que ser sacrificados. As autoridades alegam que a medida é para proteger saúde pública, mas grupos de defesa de animais dizem que cidades do interior estariam armazenando cães em locais inadequados, sem estrutura mínima e defendem o controle populacional com medidas de castração.

A alegação de especialistas em saúde pública é de que os cães e gatos que vivem nas ruas podem transmitir doenças que oferecem risco a saúde humana, como a raiva e o calazar, que pode ser transmitida através de mosquitos infectados, que picam os animais doentes e podem passar a doença se entrarem em contato com a pele humana. A doença tem cura para os humanos, mas não para os animais.

A prefeitura do Município de Sumé, a 265 km de João Pessoa, é uma das cidades que vem se reunindo para tentar solucionar o problema. De acordo com o secretário de Saúde municipal, Antônio Carlos, existe uma estrutura local e a possibilidade de sacrifício de cães é levada em conta.

“Nós temos uma estrutura aqui na cidade e estamos tentando resolver a situação dos animais de rua. São muitos e temos que tomar providências porque é uma questão de saúde pública e eles podem transmitir doenças. Ainda estamos em fase de planejamento, mas a intenção é de sacrificar os animais que estejam doentes e sem condições de tratamento”, disse o secretário.

Em nota, a prefeitura de Sumé informou ao Portal Correio que "não se tomará uma política pública de extermínio indiscriminado de cães e gatos, mas sim, unicamente, o sacrifício de animais doentes que sejam nocivos à saúde humana, desde que haja prévio exame clínico atestado por órgão competente".

No entanto, Lindally Gonzaga, representante da ONG Harpias, que cuida e promove ações de adoção de animais de rua em João Pessoa, as cidades do interior não possuem suporte para custear ou garantir o tratamento correto e as devidas acomodações desses animais, que muitas vezes sofrem com a má alimentação, falta de cuidados e chegam a morrer nos canis.

“Uma prefeitura de cidade do interior não consegue manter um centro com uma estrutura minimamente possível se não houver planejamento. No caso de Sumé, recebemos denúncias de que animais mortos estão no mesmo local que os vivos, em local a céu aberto e sem cuidados. Não podemos tolerar esse tipo de descaso com os animais, que só podem ser sacrificados com confirmação de laudos”, afirmou Lindally Gonzaga. A prefeitura de Sumé nega.

Para a representante da ONG, as cidades devem promover a castração de animais de rua, que é o método mais indicado para o controle populacional. “A melhor maneira de se cuidar e evitar um aumento dessa população é a castração. O que não pode é recolher animais de rua e colocá-los em um local sem condições. Apenas jogá-los para adoção não resolve, até porque a taxa de adoção desses animais é de apenas 10%”, garantiu Lindally.

Centro de Zoonoses em João Pessoa
Na Capital, o trabalho do Centro de Vigilância Ambiental e Zoonoses, ligado a Secretaria de Saúde, é de recolher animais que estejam doentes, oferecendo risco a população ou ao trânsito.

Segundo a médica veterinária Suely Silva, os animais que chegam ao local passam por um período de observação para avaliação da saúde e exames. “Os animais chegam e são feitos exames para detectar doenças. Estando bem de saúde, o animal vai para adoção e fica conosco até ser adotados, mas se estiver com alguma doença, como o Calazar, ele tem que ser sacrificado porque a doença não tem cura nos animais e eles podem ajudar a infectar os outros”, falou.

Além dos testes de saúde, os animais não dóceis também correm o risco de serem sacrificados. “Se for dócil e não apresentar comportamento agressivo, vai direto para adoção. Se o animal for de comportamento difícil, nós tentamos ressocializá-lo para que seja adotado”, concluiu a veterinária.

Outras cidades pretendem adotar medidas
Além de João Pessoa e Sumé, outras cidades da Paraíba, como Bayeux, Cabedelo e Santa Rita também estariam com ações de controle populacional de animais de rua.

Segundo o coordenador do Núcleo de Zoonoses da Secretaria Estadual de Saúde, Assis Azevedo, as cidades devem tomar precauções para poder realizar serviços de recolhimento e sacrifício de animais de rua.

“A partir do momento que a prefeitura recolhe esses animais, ela fica responsável por eles. As cidades devem ter estrutura para fazer isso. Elas podem procurar o Zoonoses estadual para orientações. Quanto à eutanásia de animais, a prefeitura só pode realizar isso com os devidos laudos que confirmem a doença e se houver também algo no código de postura do Município. Se o sacrifício for feito sem autorização no código, o Município cometerá um crime”, alertou Assis Azevedo.


 

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Intensidade dos raios UV chega a nível extremo na PB, segundo CPTEC


09/01/2014 18h25 - Atualizado em 09/01/2014 18h25 

Secretaria de Saúde alerta para cuidados durante a exposição ao sol.
Foram registrados raios UV de intensidade 10 na capital e em Campina.
 
Do G1 PB
 
O índice de radiação UV (ultravioleta) atingiu nível extremo na Paraíba, nesta quinta-feira (9), de acordo com o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (CPTEC). De acordo com os dados CPTEC, às 10h30 desta quinta-feira, foram registrados índices de raios ultravioleta de intensidade 8 em Sumé, considerado muito alto, além de 10 em João Pessoa e Campina Grande, 11 em Patos e 12 em Cajazeiras e Pombal, níveis considerados extremos.
 
Até o próximo domingo (12), ainda segundo o CPTEC, o índice deve chegar a 12 em outras regiões. A Secretaria de Estado da Saúde (SES) alerta que os raios UV podem causar sérios danos à saúde. Entre os malefícios, estão o envelhecimento precoce, câncer de pele, problemas oculares e até mesmo alterações no sistema imunológico.

A dermatologista do Complexo Hospitalar Clementino Fraga, Luciana Trindade, alerta que a população deve tomar alguns cuidados para evitar os efeitos nocivos dos raios UV. “São cuidados que temos que ter diariamente, como evitar a exposição ao sol no horário das 9h às 15h, e, neste período de alta estação, até as 16h. Caso a pessoa tenha que se submeter a essa exposição, deve sempre usar protetor solar com fator igual ou maior que 30, principalmente crianças, gestantes, idosos e pessoas com a pele e olhos mais claros. Tudo isso sem abrir mão de uma hidratação permanente”, explicou.
 
 
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domingo, 21 de abril de 2013

Cooperativa da Paraíba aproveita água baixa e vende 8 toneladas de peixe


21/04/2013 06h00 - Atualizado em 21/04/2013 06h00 

1.200 pescadores de 17 cidades se unem para fornecer pescado.
Água baixa está facilitando a captura dos peixes e a pescaria artesanal.
 
Do G1 PB
 
 
Pescadores do Cariri paraibano estão unindo forças durante o período de estiagem. A Cooperativa de Agronegócios do Cariri, em Monteiro, vendeu oito toneladas de tilápias, traíras e curimatãs, durante a Semana Santa. A água baixa está facilitando a captura dos peixes e a pescaria artesanal acelerou muito. “Somente em Sumé chegamos a pescar quatro toneladas”, comemorou o presidente da Cooperativa, José de Deus Barbosa. Na cooperativa, existem pescadores de várias associações, somando 1.200 trabalhadores.
 
Dezessete cidades do Cariri produzem pescados e vendem grande parte da sua produção para o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). Até o final do ano, deverá ser inaugurada a Usina de Beneficiamento de Pescado, na cidade de Camalaú, o que poderá aumentar ainda mais as vendas.

De acordo com a presidência da Cooperativa, os pescadores querem vender seus produtos no Estado todo. “Por enquanto estamos vendendo em Monteiro, Camalaú e Sumé. Três açudes, de Camalaú, Sumé e Congo, estão ainda com boas produções de pescados, fora alguns açudes menores, que não deixam de ter peixes, como de Livramento, São Sebastião do Umbuzeiro e Coxixola”, afirma.
 
 
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quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Chuvas em alguns municípios castigados pela seca trazem esperanças, mas inverno ainda não chegou

As chuvas que caíram em alguns municípios nas regiões castigadas pela seca no Estado trouxeram esperanças de que o período de estiagem que já dura mais de seis meses tivesse chegado ao fim.

De acordo com o serviço de Meteorologia da Agência de Gestão das Águas (Aesa), as chuvas que têm caído, apesar de intensas, têm sido muito rápidas, não dando para acumular água no solo ou nos açudes.

De acordo com a meteorologista da Aesa, Carmem Becker, essas chuvas ainda não representam o fim da seca e o início do inverno. "As precipitações são pequenas e não dão para acumular água nos açudes", explicou. Ela informou que a previsão para o início do período de chuvas nas regiões que estão sendo castigadas pela seca é para os meses de fevereiro e março.

A meteorologista acrescentou que somente nos próximos meses é que as precipitações serão mais significantes a ponto de acumular água e melhorar os níveis de armazenamento nos reservatórios do Estado.

As chuvas que estão caindo, no entanto, estão servindo para que o agricultor acumule água nos reservatórios domésticos para amenizar os efeitos da estiagem que tanto tem penalizado, principalmente as regiões do Sertão, Cariri e Agreste.

Os municípios que registraram maiores índices pluviométricos neste fim de semana foram Mãe d'Água, no Sertão do Estado, com 26,2 milímetros; Campina Grande, no Agreste, com 23,3 milímetros; Boa Vista, também no Agreste, com 19,6 milímetros; Cajazeirinhas, no Sertão do Estado, com 18 milímetros; e são Sebastião do Umbuzeiro, no Sertão, com 10,6 milímetros.

Desde o início do ano, as cidades que tiveram os maiores índices pluviométricos registrados pela Aesa foram Jericó, no Sertão, com 28 milímetros; Mãe d'Água, com 26,2 milímetros; Juripiranga, na Zona da Mata, com 23,5 milímetros; Campina Grande, com 23,3 milímetros; e Sumé, no Cariri, com 21 milímetros.

De acordo com o serviço de meteorologia da Aesa, o sol vai predominar em todo o Estado nas próximas horas, mas há previsão e chuvas isoladas que devem ocorrer entre a tarde e a noite, principalmente nas regiões mais castigadas pela seca, a exemplo do Cariri, Sertão e Agreste.

Luciana Rodrigues
 
 
 

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Chove em regiões da Paraíba que estavam secas há 6 meses, diz Aesa


03/01/2013 18h30 - Atualizado em 04/01/2013 10h30 

Sumé teve a maior precipitação, registrando 21mm de chuvas.
Aesa prevê mais chuvas para as próximas 48 horas na região.

Do G1 PB
 
 

Começou a chover em regiões que passam por um grande período de estiagem da Paraíba. Segundo o meteorologista Alexandre Magno, da Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa), apesar de serem precipitações consideradas moderadas, elas ainda não provocam impactos significativos nem para agricultura e nem para os recursos hídricos devido ao solo, que está muito seco. Os registros mostram que chove desde o dia 28 de dezembro, mas esta quinta-feira (3) registrou a maior precipitação.
 
A Aesa registrou chuvas em oito municípios paraibanos. A maior precipitação aconteceu em Sumé, no Cariri paraibano, que teve 21mm de chuvas. Na região do Sertão e do Cariri paraibano, a estiagem vem desde o fim de julho. Em Sumé, por exemplo, choveu pela última vez no dia 3 de dezembro, mas não foi significativa.
 
De acordo com Alexandre Magno, a previsão é que continue chovendo pelo menos pelas próximas 48 horas na região. Ele ainda explicou que está chovendo em uma área de 40 a 60% do Sertão, variando de precipitações moderadas a fracas, e que 100% da região está nublada.


 

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Sertão, Cariri e Curimataú registra bancadas de chuva na noite desta quinta

30/11/2012 - 00:20 - Atualizado em 30/11/12 - 08:29

Internautas comemoram início das chuvas nas redes sociais


Pancadas de chuva registrada no início da noite desta quinta-feira (29) animaram moradores das regiões do Sertão, Cariri e Curimataú paraibano. O fato foi bastante comemorado por internautas destas regiões, que postaram inúmeras fotos nas redes sociais.

Além do início das chuvas, que neste período são chamadas de trovoadas no Sertão e Cariri, os internautas também comemoraram a mudança do clima, uma vez que as temperaturas começaram a cair.

Entre as cidades citadas pelos internautas estão Patos, Santa Luzia, Triunfo, São Bento, Monteiro, Sumé, Poço de José de Moura, São José dos Cordeiros e Soledade.

“Nas cidades de Patos e Santa Luzia está chovendo”, comemorou o twitteiro Dan Barbosa.

“Que cheiro bom é o cheiro da chuva”, disse Toni Lúcio.


Da Redação
Foto: Facebook/ Flaviano Bezerra
 
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sábado, 17 de novembro de 2012

PB vai incluir Sertão, Brejo e Cariri no Mais Irrigação

Lançado na última terça-feira (13) pela presidenta Dilma Rousseff. programa 'Mais Irrigação' irá incluir três perímetros na Paraíba. 



Três perímetros irrigados nas regiões do Sertão, Brejo e Cariri foram incluídos no programa 'Mais Irrigação', lançado na última terça-feira pela presidenta Dilma Rousseff. O programa, coordenado pelo Ministério da Integração Nacional, visa valorizar o agricultor familiar e desenvolver, por meio de parcerias público-privadas, projetos de irrigação em áreas produtivas, fortalecendo a economia regional e gerando mais emprego e renda.

A previsão é de investimentos da ordem de R$ 3 bilhões, por meio do PAC, e mais R$ 7 bilhões da iniciativa privada.

No “Mais Irrigação” foram incluídos os perímetros de São Gonçalo, em Sousa, com 2.404 hectares; de Sumé, com 275 hectares, e os projetos e estudos das Vertentes Litorâneas com mais 3.000 hectares.

O governador Ricardo Coutinho destacou o esforço do governo federal em adotar medidas emergenciais e preventivas para minimizar os efeitos da seca no semiárido nordestino junto com os Estados. Ele afirmou que a utilização de parcerias público-privadas nestes perímetros poderão melhorar o funcionamento dos sistemas de irrigação que já existem ou que funcionam de forma precária. “O programa se adequa bem às áreas como as do distrito de Lagoa do Arroz, do perímetro irrigado de Piancó e distritos de São Gonçalo, e de Sumé, mas vamos trabalhar para incluir outras áreas irrigáveis no Estado”, comentou.

Ricardo Coutinho afirmou ainda que esses projetos citados se adequariam bem ao regime de PPP, mas outras experiências que já existem têm que ter uma ação direta do poder público. “São situações diferenciadas, mas acho que esse programa é uma luz muito forte no fim do túnel. E pode ser para o Brasil e para o Nordeste uma redenção em áreas produtivas que não têm motivo para não serem utilizadas para produzir alimentos”, enfatizou.

Para o governador, um grande problema verificado em vários sistemas de irrigação é o desperdício de água por conta dos equipamentos ultrapassados, sendo necessária a modernização das técnicas utilizadas.

“O programa vem num momento importante para promover a verdadeira inclusão produtiva no Nordeste”, completou o governador.

A presidenta Dilma Rousseff disse que o projeto terá um papel decisivo no enfrentamento à estiagem no semiárido nordestino.

“Hoje, ao lançar o Mais Irrigação, eu reafirmo um compromisso: nós vamos derrotar a seca e vamos usar para isso o que existe de melhor no mundo da tecnologia. Nós não vamos medir esforços. A irrigação permanente e terras constantemente aproveitadas, sem sombra de dúvidas, são a melhor resposta para seca também. Nós queremos esse modelo bem sucedido e esperamos que ele se espalhe pelo Brasil, recriando oportunidades de produção e esperança”.

De acordo com o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra, a PPP em irrigação irá oferecer terras através da seção do uso por 45 anos, e sem nenhum tipo de alienação. Bezerra explicou os produtores ou empresas terão acesso a linhas de financiamento de bancos públicos para implantar e ampliar a estrutura de irrigação para se produzir mais e melhor.

Fonte

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

PB vai incluir Sertão, Brejo e Cariri no Mais Irrigação

Lançado na última terça-feira (13) pela presidenta Dilma Rousseff. programa 'Mais Irrigação' irá incluir três perímetros na Paraíba. 



 
Três perímetros irrigados nas regiões do Sertão, Brejo e Cariri foram incluídos no programa 'Mais Irrigação', lançado na última terça-feira pela presidenta Dilma Rousseff. O programa, coordenado pelo Ministério da Integração Nacional, visa valorizar o agricultor familiar e desenvolver, por meio de parcerias público-privadas, projetos de irrigação em áreas produtivas, fortalecendo a economia regional e gerando mais emprego e renda.

A previsão é de investimentos da ordem de R$ 3 bilhões, por meio do PAC, e mais R$ 7 bilhões da iniciativa privada.

No “Mais Irrigação” foram incluídos os perímetros de São Gonçalo, em Sousa, com 2.404 hectares; de Sumé, com 275 hectares, e os projetos e estudos das Vertentes Litorâneas com mais 3.000 hectares.

O governador Ricardo Coutinho destacou o esforço do governo federal em adotar medidas emergenciais e preventivas para minimizar os efeitos da seca no semiárido nordestino junto com os Estados. Ele afirmou que a utilização de parcerias público-privadas nestes perímetros poderão melhorar o funcionamento dos sistemas de irrigação que já existem ou que funcionam de forma precária. “O programa se adequa bem às áreas como as do distrito de Lagoa do Arroz, do perímetro irrigado de Piancó e distritos de São Gonçalo, e de Sumé, mas vamos trabalhar para incluir outras áreas irrigáveis no Estado”, comentou.

Ricardo Coutinho afirmou ainda que esses projetos citados se adequariam bem ao regime de PPP, mas outras experiências que já existem têm que ter uma ação direta do poder público. “São situações diferenciadas, mas acho que esse programa é uma luz muito forte no fim do túnel. E pode ser para o Brasil e para o Nordeste uma redenção em áreas produtivas que não têm motivo para não serem utilizadas para produzir alimentos”, enfatizou.

Para o governador, um grande problema verificado em vários sistemas de irrigação é o desperdício de água por conta dos equipamentos ultrapassados, sendo necessária a modernização das técnicas utilizadas.

“O programa vem num momento importante para promover a verdadeira inclusão produtiva no Nordeste”, completou o governador.

A presidenta Dilma Rousseff disse que o projeto terá um papel decisivo no enfrentamento à estiagem no semiárido nordestino.

“Hoje, ao lançar o Mais Irrigação, eu reafirmo um compromisso: nós vamos derrotar a seca e vamos usar para isso o que existe de melhor no mundo da tecnologia. Nós não vamos medir esforços. A irrigação permanente e terras constantemente aproveitadas, sem sombra de dúvidas, são a melhor resposta para seca também. Nós queremos esse modelo bem sucedido e esperamos que ele se espalhe pelo Brasil, recriando oportunidades de produção e esperança”.

De acordo com o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra, a PPP em irrigação irá oferecer terras através da seção do uso por 45 anos, e sem nenhum tipo de alienação. Bezerra explicou os produtores ou empresas terão acesso a linhas de financiamento de bancos públicos para implantar e ampliar a estrutura de irrigação para se produzir mais e melhor.

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sábado, 29 de setembro de 2012

UFCG oferece dados meteorológicos de três cidades da PB pela internet

27/09/2012 16h47 - Atualizado em 27/09/2012 16h47

Dados de João Pessoa, Campina Grande e Sumé estão disponíveis.
Até outubro mais sete cidades terão dados acessíveis, diz UFCG.
 
Do G1 PB
 
A Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) tornou disponível o acompanhamento meteorológico da cidade de Sumé, no Cariri do estado. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (27). O acesso se tornou possível após a UFCG disponibilizar informações da estação meteorológica instalada no campus de Sumé no site do Centro de Desenvolvimento Sustentável do Semiárido (CDSA). Além da cidade do Cariri, as cidades de João Pessoa e Campina Grande, no Agreste, podem ter o acompanhamento meteorológico. Dados como quantidade de chuva, velocidade do vento, temperatura e umidade do ar e do solo podem ser consultadas pela população.

Para a consulta, no portal do CDSA , o visitante deverá clicar no botão “Dados Agrometeorológicos” (lado direito da página). No site da AESA , o usuário fará a consulta, colocando o mouse sobre a palavra “Meteorologia” no menu localizado no canto inferior esquerdo da página e clicar em “Estações Agrometeorológicas”. Feito isso, basta escolher a cidade que você deseja as informações.
 
O portal da Agência Executiva de Gestão de Águas da Paraíba (Aesa) também disponibiliza os dados. Além das três cidades que já possuem o acompanhamento, mais outras sete devem ter os relatórios disponibilizados até o final de outubro. Os dados são enviados via satélite para a Sala de Situação na sede da Aesa, em Campina Grande. Em seguida, são analisados e disponibilizados na internet.

A instalação destas estações agrometeorológicas faz parte do projeto “Estudo dos Impactos das Mudanças Climáticas no Estado da Paraíba”, realizada em parceria com a Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), a AESA, a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), a Fundação Parque Tecnológico da Paraíba e o Instituto Nacional do Semiárido (INSA).

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sábado, 11 de agosto de 2012

Estudantes do CDSA aplicam na prática os conceitos da Agroecologia através da produção sustentável

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UFCG

Um projeto em andamento no Centro de Desenvolvimento Sustentável do Semiárido da Universidade Federal de Campina Grande, em Sumé, está proporcionando a estudantes do Curso Superior de Tecnologia em Agroecologia a experimentação de técnicas de cultivo de vegetais de forma orgânica e consorciados com a criação de galinhas caipiras e utilização de irrigação por declive. Trata-se do Programa "Produção Agroecológica Integrada Sustentável (PAIS)", instalado no Centro através de parceria do Núcleo de Produção Agropecuária do CDSA com o SEBRAE.

Esta unidade do PAIS está permitindo que estudantes do curso de Tecnologia em Agroecologia possam exercitar os conteúdos vistos em sala de aula. Além de ampliar os seus conhecimentos, o projeto permite a aplicação do conceito de sustentabilidade e de alternativas de produção para as comunidades rurais, uma vez que há a integração dos alunos com alguns produtores da região que também receberam o experimento.

Os alunos Vera Lúcia Nunes, Carolina Monteiro, Daniel Vilar, Hérica Rayane, Rodolfo Antonino, Márcio Fernandes, Ezequiel Sóstenes, Romário Lacerda e Larissa Brito, todos do 5º período do curso de Tecnologia em Agroecologia do CDSA, orientados pela professora Carina Seixas Dornelas, coordenadora do curso, participam do projeto, destes, cinco são bolsistas e os demais voluntários. Nos meses de janeiro e fevereiro deste ano, esses estudantes passaram por uma capacitação para a instalação e manutenção da Unidade. No local, já estão sendo produzidas diversas hortaliças e legumes.

Os estudantes estão adquirindo conhecimento diariamente, exercitando e experimentando as técnicas agroecológicas, buscando alternativas que gerem equilíbrio e controle biológico de pragas sem o uso de agrotóxicos. "Essa prática tem o objetivo de evitar a dependência de insumos externos no processo de produção e isso para nós, é um aprendizado ímpar, quando podemos vivenciar a realidade vivida pelos produtores do campo", disse Vera Lúcia.

"Para os estudantes o projeto objetiva o desenvolvimento e implementação de sistemas agrícolas sustentáveis, os quais dependem de mudanças profundas do paradigma local e regional. A utilização do conceito de sustentabilidade exige uma reflexão sobre a possibilidade de se instituir políticas públicas para alcançar um desenvolvimento rural de caráter sustentável, o PAIS vem transformando realidades rurais, proporcionando uma melhoria na alimentação, na produção e participação na economia local através de vendas dos produtos em feiras agroecológicas", lembra Vera Lúcia Nunes. "Nós, que estamos envolvidos nesse projeto, temos a certeza de que é preciso que a produção seja competitiva economicamente, e não há motivo algum para que não seja, há exemplos de redução de custos e aumento da lucratividade com a adoção de princípios agroecológicos".

A professora Ana Cristina Chacon Lisboa, coordenadora do Nupagro, falou que é mais uma oportunidade para que os alunos possam praticar e aprender sobre o manejo das hortaliças e da produção de galinhas. Ela informou que esses alunos também atuam no projeto prestando assistência técnica aos produtores rurais que também receberam do SEBRAE unidades desse sistema. "Os alunos estão sempre no intercâmbio entre o PAIS e o produtor rural, funcionando da seguinte forma: o aluno vai até o produtor e quando detecta uma praga ou uma doença nas plantas ou nas galinhas, trazem o problema para avaliação por professores das áreas de estudo envolvidas. É feita a discussão do problema para que seja indicada a solução ao produtor".

De acordo com o estudante Ezequiel Sóstenes, o PAIS é um projeto que trabalha de forma bem próxima ao tripé do desenvolvimento sustentável que é uma produção ambientalmente correta, socialmente justa e economicamente viável. Ele explica que "é economicamente viável porque todo o processo de produção requer um custo mínimo para o agricultor e ele recebe do Sebrae a maior parte dos equipamentos necessários para essa produção, tendo como contrapartida apenas alguns incrementos nessa produção como no caso, a construção para a base da caixa de água; é um projeto ambientalmente correto porque requer um espaço pequeno para a produção, ou seja, o desmatamento  não é necessário, haja vista que as pequenas propriedades da nossa região em geral já dispõem dessa área; por fim, é um projeto também  socialmente justo porque abraça as famílias mais carentes, o custo de produção é mínimo e também é trabalhada a questão da segurança alimentar em que essas famílias poderão aumentar e melhorar sua alimentação decorrente da produção advinda do PAIS e ainda poderão comercializar os produtos excedentes".

O estudante Daniel Vilar, disse que a participação dos alunos no projeto potencializa todo conhecimento que é apreendido em sala de aula. Ele lembra que "a sociedade é quem ganha com isso, pois contará com assistentes técnicos capacitados, já que a união da prática com a teoria vai permitir um melhoramento profissional. Esse sistema de plantio/criação de galinhas é uma tecnologia social que tem eficácia comprovada. Estamos vivenciando isso".

Na outra ponta do projeto, o agricultor Pedro Ferreira de Lima (54 anos), que está produzindo pimenta, couve, couve-flor, brócolis, alface, rabanete, tomate, pimentão, berinjela e outras hortaliças sem o uso de agrotóxicos, diz que vê vantagem nesse projeto e destaca a economia de água e de energia, pois "para a irrigação do plantio não é necessário o uso de bomba elétrica e é feito por gotejamento. Tenho outras plantações no meu sítio e acho que com esse sistema elas crescem mais rápido. Dá para irrigar duas vezes ao dia e sem desperdício de água. Estou produzindo para consumo da família mesmo e o que sobra, levo para vender na feira da cidade".



domingo, 1 de julho de 2012

Caça e cativeiros ilegais de animais silvestres são alvo de fiscalização do Ibama no sertão da Paraíba

Foto: Carlos dos Santos Brandão.
João Pessoa (27/06/2012) – O Ibama realizou, no último final de semana, uma operação nos municípios de Patos, Pombal, São João do Rio do Peixe, Cajazeiras e Sumé, no sertão da Paraíba, para atender denúncias de caça e de cativeiro ilegal de animais. Áreas onde há concentração de ninhos de arribaçãs foram percorridas e fiscalizadas, para coibir a caça das aves migratórias.

Três homens flagrados com um tatu-peba abatido foram autuados, e houve apreensão de cerca de 50 pássaros e um macaco em cativeiros ilegais. Também foi apreendido um trator de esteira que fazia um desmatamento ilegal de cerca de 12 hectares de caatinga, encontrado e autuado pelos servidores durante a operação. As atividades na área desmatada foram embargadas, tendo em vista a regeneração da vegetação destruída.

As multas aplicadas aos infratores somaram quase R$ 50 mil. Além das sanções administrativas de multa e apreensão dos animais e equipamentos utilizados para a prática dos ilícitos, aplicadas pelos servidores do Ibama, os autuados devem responder pelos crimes ambientais na Justiça. No caso de crimes contra a fauna, a pena pode ser de seis meses a um ano de detenção e multa.

Os animais apreendidos foram encaminhados ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) do Ibama, em Cabedelo, onde recebem cuidados veterinários e passam por quarentena. Nesse período é avaliado se os animais possuem condições de ser reintroduzidos em seus habitats.

O chefe da fiscalização do Ibama na Paraíba, Rodrigo Escarião, afirma que “o combate aos crimes contra a fauna é uma das prioridades no estado, as operações são realizadas continuamente, e a pessoa que insiste em caçar ou manter animais silvestres em cativeiro ilegal pode ter a certeza que em algum momento será alcançada pela fiscalização do Ibama e sofrerá as penalidades previstas na legislação.”

Christian Dietrich
Ascom -Ibama

 Fonte

sábado, 30 de junho de 2012

Ibama autua mais de 130 empresas na Paraíba por irregularidades no Cadastro Técnico Federal



Assessoria

O Ibama realizou, nas duas últimas semanas, a Operação Cadastro, visando o controle de atividades potencialmente poluidoras ou utilizadoras de recursos naturais, que são obrigadas a manterem registro no Cadastro Técnico Federal (CTF), no estado da Paraíba. Os agentes ambientais federais autuaram mais de 130 empresas no estado, o Ibama estima que mais de R$  200 mil em multas foram aplicados. Os resultados da equipe que atuou na região de Sousa ainda não foram consolidados.

Nesta etapa da Operação Cadastro foram fiscalizados empreendimentos nos municípios de Cabedelo, Bayeux, Santa Rita, Guarabira, Sumé, Serra Branca, Monteiro, Piancó, Itaporanga, Conceição, Sousa, Cajazeiras, Patos e São Bento. As irregularidades mais encontradas foram a falta de inscrição no CTF, informações enganosas nos cadastros e falta de entrega de relatórios anuais de atividades.

"As vistorias nas empresas proporcionaram a oportunidade de verificar as informações prestadas pelas empresas cadastradas no CTF, e também a inclusão de empresas que ainda não tinham o cadastro, após a autuação das mesmas", avalia a coordenadora do Setor de Cadastro do Ibama na Paraíba, Ana Maria Nogueira.

Atividades com alto potencial poluidor, como comércio de combustíveis e transporte de produtos perigosos, ou altamente impactantes pelo uso de recursos naturais, como minerações e cerâmicas, foram os principais alvos da operação, que encontrou diversas irregularidades referentes ao CTF e também algumas relativas às licenças ambientais necessárias aos empreendimentos.

Segundo o chefe da Divisão Técnica do Ibama na Paraíba, Rodrigo Escarião, "as empresas que desenvolvem atividades listadas na Instrução Normativa 31/2009 do Ibama e ainda não são cadastradas devem buscar se regularizar o quanto antes, pois a Operação Cadastro continuará em campo no segundo semestre, aplicando as sanções previstas àqueles que descumprirem a legislação ambiental, pois o CTF é um instrumento importantíssimo para a qualidade ambiental."

Criado pela Lei 6938/1981, que institui a Política Nacional do Meio Ambiente, o CTF é uma ferramenta de controle de atividades que impactam ou podem impactar o meio ambiente. Empresas que exercem atividades potencialmente poluidoras ou que utilizam recursos naturais, como lenha, minérios e produtos e subprodutos da fauna  precisam estar inscritas no CTF, para que as atividades possam ser controladas e monitoradas pelos órgãos ambientais.

As empresas com atividades passíveis de exigibilidade do CTF devem se cadastrar, informando os dados do empreendimento, as atividades que desenvolvem e o porte da empresa. O CTF, em alguns casos, obriga ao pagamento da Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental (TCFA). O valor da TCFA varia conforme o porte da empresa e o potencial impacto da atividade ao meio ambiente, e parte desses recursos é revertido para as ações de fiscalização e controle ambiental do Ibama. O cadastro é feito por meio do site do Ibama, no endereço http://servicos.ibama.gov.br/cogeq/.

Também é importante que, ao se cadastrarem ou apresentarem os relatórios anuais de atividades por meio dos serviços online no site do Ibama, as empresas zelem pela exatidão das informações que prestam ao CTF. Os dados são analisados e, em caso de informações omissas ou enganosas, os responsáveis podem ser autuados pelo Ibama. Interessados em obter mais informações sobre o CTF podem ligar para o telefone 83 3244 3228, no setor de Cadastro da Superintendência do Ibama na Paraíba, ou na Sede em Brasília, no número 61 3316 1677.

Fonte


sábado, 16 de junho de 2012

Projeto vai criar 50 unidades

Além do ambiente de feira, os agricultores participarão de um encontro onde trocarão experiências.

Publicado em 16/06/2012 às 06h00 

Neste ano, mais 50 unidades do projeto Agroecológico Integrado Sustentável serão instaladas nas cidades de Campina Grande e Lagoa Seca.

Além do ambiente de feira, os agricultores participarão de um encontro. “Como eles devem se organizar em feiras e torná-las mais um canal de comercialização? Essa é uma questão a ser discutida com os produtores”, afirmou o analista do Sebrae.

Segundo ele, os produtores de Monteiro e Sumé estão mais à frente nas vendas, com faturamento de R$ 800 a R$ 2,5 mil mensalmente. No encontro, as experiências destes produtores serão apresentadas.

“Os produtores das outras cidades, em sua maioria, conseguem um salário mínimo por mês no começo do projeto Pais, podendo crescer e chegar no patamar dos outros”, explicou. O projeto está conseguindo inserir produtores na empresa Rio de Una, do Paraná, além de evitar o êxodo da família agroecológica por causa da escassez dos recursos.



Cariri une festa junina à feira de produtos orgânicos

São João Agroecológico será realizado no Cariri paraibano, a partir deste sábado (16) nas cidades de Congo, Sumé e Monteiro. 

Publicado em 16/06/2012 às 06h00 

Um projeto para unir a cultura junina com a feira, principal local de comércio para os produtos da agricultura. Assim é o São João Agroecológico, que será realizado no Cariri paraibano a partir deste sábado. O objetivo é conscientizar a população de três cidades - Congo, Sumé e Monteiro - sobre os benefícios do consumo de produtos orgânicos.

A primeira cidade a receber o evento será o Congo. A partir das 5h, os moradores poderão comprar cenoura, batatinha e muita verdura com a música regional ao vivo. Até o meio-dia, as pessoas poderão aproveitar as ofertas no município e nas outras duas cidades, no dia 18, em Sumé e no dia 20, em Monteiro.

“Pretendemos reunir o maior número de pessoas possível. A importância deste evento para o agricultor é a certeza que o Sebrae e as instituições parceiras estão apoiando estas ações de comercialização dos produtos orgânicos”, disse o gestor do projeto Agroecológico Integrado Sustentável (Pais) do Sebrae, o analista João Bosco da Silva.
 
Segundo ele, existem mais de 100 unidades desta metodologia nas cidades de Monteiro, Sumé, São João do Cariri, Serra Branca e Campina Grande.