Mostrando postagens com marcador Queimadas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Queimadas. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 12 de maio de 2015

Polícia fecha rinha de galo e detém suspeito de maus-tratos na Paraíba

11/05/2015 16h31 - Atualizado em 11/05/2015 16h31 

Rinha funcionava em sítio na Zona Rural de Queimadas, no Agreste.
Seis animais foram resgatados; um galo foi encontrado morto pela PM.
 
Do G1 PB
 
Polícia Militar esteve no sítio onde funcionava a rinha e deteve um suspeito de maus-tratos (Foto: Divulgação/Polícia Militar da Paraíba)
Polícia Militar esteve no sítio onde funcionava
rinha (Foto: Divulgação/Polícia
Militar da Paraíba)
Uma rinha de galos que funcionava em um sítio na Zona Rural da cidade de Queimadas, no Agreste da Paraíba, foi desarticulada no domingo (10). Uma equipe da Polícia Militar Ambiental resgatou seis animais e encontrou um outro morto. Um homem de  49 anos, suspeito de manter a rinha, foi detido e encaminhado para a delegacia de Queimadas.
 
De acordo com o comandante do 1º Pelotão Ambiental de Campina Grande, tenente Rodrigo Rodrigues, os policiais chegaram até o local com a ajuda de denúncias anônimas feitas ao Centro Integrado de Operações Policiais (Ciop). “Quando os policiais chegaram estava acontecendo uma disputa e vários participantes conseguiram fugir, mas o proprietário da residência foi detido e conduzido até a delegacia”, contou.
 
O oficial detalhou ainda que na casa onde acontecia a rinha foram apreendidas balanças de precisão que pesavam os galos competidores antes das lutas, bolsas para o transporte dos animais e esporões sintéticos. O suspeito de manter a rinha foi autuado em flagrante por maus tratos e multado no valor de R$ 4,2 mil, segundo a PM.



 

domingo, 19 de janeiro de 2014

Municípios da PB ainda não regulamentaram Plano de Resíduos

18/01/2014 20h59 - Atualizado em 18/01/2014 21h41 

Lei Federal determina criação de Planos de Resíduos Sólidos.
Apenas 19 cidades já regulamentaram o plano, segundo o MP-PB.
 
Do G1 PB
 
 

Dados levantados pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB), mostram que 204 dos 223 municípios paraibanos continuam sem regulamentar seus Planos Municipais de Resíduos Sólidos.

O prazo para que todas as cidades fechem seus lixões e comecem a destinar o lixo para aterros sanitários acaba em agosto deste ano, mas apesar disso 91,4% dos gestores públicos ainda não têm os planos prontos.  As duas maiores cidades do Estado, João Pessoa e Campina Grande ainda não conseguiram regulamentar a lei, entre as cidades paraibanas que têm o plano estão Pocinhos, Soledade, Mari, Queimadas e Cuité.

Segundo informações do MPPB apenas 19 cidades do Estado já conseguiram regulamentar o plano através de lei municipal, outras 22 cidades estão elaborando o documento. A estimativa do Ministério Público é de que apenas 40 cidades consigam regulamentar os planos municipais até agosto deste ano.
 
"Hoje o plano de gestão de resíduos sólidos é uma exigência da Política Nacional de Resíduos Solídos, toda cidade hoje tem seu plano de gestão e isso Campina Grande está fazendo e com certeza entregaremos este plano pronto até o mês de maio. Nós convocamos todos os representantes de bairros, das sociedades de amigos de bairros, de associações e líderes comunitários para que a gente possa fazer um plano de gestão em consonância com as necessidades deles", informou Geraldo Nobre, secretário de Serviços Urbanos e Meio Ambiente da Prefeitura de Campina Grande. 

O prazo para extinção dos lixões foi estipulado pela lei federal 12.305/2010, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos. A lei entrou em vigor em 2 de agosto de 2010 e fixou um prazo de dois anos, a partir de sua publicação, para que estados e municípios elaborem seus respectivos planos. A lei federal exige que as cidades adotem a coleta seletiva do lixo e façam reciclagem, além de autorizar a contratação de associações de catadores, sem licitação.

Fonte

 

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Esgotos de 40 cidades chegam até Boqueirão

Ausência de sistema de tratamento de esgoto em 40 municípios da região próxima ao reservatório é preocupante.


Leonardo Silva
Esgotos são lançados nas bacias dos rios Paraíba e Taperoá que deságuam no açude de Boqueirão

O açude Epitácio Pessoa, localizado no município de Boqueirão, é responsável pelo abastecimento de Campina Grande e de 19 cidades da região, e a poluição é motivo de preocupação para mais de um milhão de pessoas que dependem da água do manancial.
 
Um dos aspectos mais preocupantes é a ausência de sistema de tratamento de esgoto em 40 municípios da região próxima ao reservatório, que fica no Cariri da Paraíba. Parte dos esgotos produzidos nessas cidades é lançada nas bacias hidrográficas dos rios Paraíba e Taperoá que deságuam no açude de Boqueirão. O alerta foi feito pelo pesquisador da Embrapa Algodão Ramiro Pinto, que constatou o problema durante a pesquisa para sua tese de doutorado em Recursos Naturais na Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) concluída no ano passado.
 
Segundo o pesquisador, ao longo do curso do rio Paraíba são jogados esgotos de 17 municípios e no rio Taperoá esse número chega a 23. Ramiro destaca que o mais preocupante é o lançamento de chorume (mistura de água e resíduos da decomposição do lixo) nos rios e que pode levar à contaminação da água. “Além disso, os rios recebem materiais como baterias de celulares, lâmpadas e produtos eletrônicos, que são altamente poluidores”, afirmou.
 
Além da falta de aterros sanitários nos municípios, outro problema que contribui para o lançamento de lixo nos rios é a degradação da caatinga que já atinge 70% do território paraibano. “A degradação da vegetação contribui para que esse material vá para os rios com mais facilidade e chegue até o açude de Boqueirão”, ressaltou Ramiro.
 
O tratamento dos resíduos sólidos de forma adequada deverá se tornar realidade até agosto do próximo ano, quando se vence o prazo para que os municípios implantem os planos municipais de gestão integrada de resíduos sólidos.
 
CONSUMO
Construído na década de 50, o açude de Boqueirão vem sofrendo com constantes riscos de colapso. Na crise hídrica do período de 1997 a 1999 o açude abastecia apenas seis cidades (Campina Grande, Boqueirão, Queimadas, Pocinhos, Caturité, e Riacho de Santo Antônio) com aproximadamente 600 mil habitantes e hoje abastece mais cidades. “O habitante do semiárido necessita mudar seus hábitos e as cidades se adequarem ao fato de termos limitação de água para sobrevivência”, alertou Ramiro.


sábado, 27 de abril de 2013

Municípios do Cariri devem fazer consórcio para coleta de resíduos

Consórcio pode reduzir custos em até 30% para municípios; sistema pode ser benéfico para cidades participantes do projeto.





No próximo ano, todos os municípios brasileiros terão que se adaptar a Política Nacional de Resíduos Sólidos, inclusive com a implantação de aterros sanitários para a disposição dos dejetos.

Uma das alternativas encontradas por alguns municípios paraibanos, especialmente os menores, é a realização de um consórcio, que reduzirá os custos e impactará menos no meio ambiente. Ontem, 15 municípios da região do Cariri Oriental discutiram sobre a possibilidade de se unirem pelo bem da população.

A Lei Federal 12.305/10 determina que o município crie metas para a destinação final dos resíduos, de forma ambientalmente adequada, com a implantação de aterros sanitários. O projeto deverá ser colocado em prática a partir de 2014, podendo o administrador municipal sofrer penalidades, como improbidade administrativa e até responder por crimes ambientais, que podem resultar na prisão dos responsáveis.

Ontem pela manhã, representantes de 15 municípios do Cariri Oriental discutiram, em Campina Grande, a possibilidade da criação de um consórcio para a criação de um sistema de coleta dos resíduos. Conforme o secretário Executivo da Associação dos Municípios do Cariri e Agreste Paraibano (Amcap). Luiz Carlos Gomes, a realização de um consórcio pode trazer inúmeros benefícios aos municípios menores.

“Além da redução do custo, que pode ser de até 30% em relação ao município que resolva criar um sistema de coleta de forma individual, existe a possibilidade de criações de cooperativa para a reutilização dos resíduos, que podem ser aproveitados em até 90%”, informou. Durante a reunião, um projeto foi apresentado através da Empresa Suna Engenharia.

Conforme o diretor da empresa, Sebastião Araújo, a proximidade entre os municípios viabiliza a criação de um sistema de coleta.

Ele explicou que uma das 15 cidades convidadas a participar do consórcio poderá ser a sede do aterro sanitário, mas isso ainda será discutido. Segundo ele, a criação de um consórcio pode ser a única alternativa que os municípios menores encontrarão, já que se trata de uma lei e que já vai começar a vigorar. “A sede escolhida também terá benefícios como o custo zero com o transporte dos resíduos e ainda poderá receber investimentos de indústrias que transformam o resíduo em energia”, afirmou. As 15 cidades que poderão fazer parte do consórcio são: Boqueirão, Aroeiras, Queimadas, Barra de Santana, Cabaceiras, Fagundes, Riacho de Santo Antônio, Caturité, Gado Bravo, Alcantil, Barra de São Miguel, Caraúbas, Santa Cecília, São Domingos do Cariri e Barra de Santa Rosa.

Fonte

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Contra queimadas, Ministério declara estado de emergência ambiental


17/04/2013 09h21 - Atualizado em 17/04/2013 09h21 

Ato facilita contratação temporária de brigadistas em 19 estados e no DF.
Medida foi publicada pelo Diário Oficial da União.
 
Do G1, em São Paulo
 
 
Foco de incêndio em área da floresta amazônica que está em regeneração. Desde o começo do ano, Pará registrou 4.039 focos de queimada, segundo o Inpe (Foto: Paulo Whitaker/Reuters)
Foco de incêndio em área da floresta amazônica
(Foto: Paulo Whitaker/Reuters/Arquivo)
O Ministério do Meio Ambiente decretou nesta quarta-feira (17) estado de emergência ambiental em 19 estados e no Distrito Federal, já tendo em vista o período de secas, quando são mais comuns os focos de incêndio nas florestas brasileiras. A medida foi publicada no Diário Oficial da União e já está em vigor.
 
A declaração do estado de emergência ambiental agiliza a contratação temporária de brigadistas para o controle dos focos de incêndio. Cada brigadista pode ser contratado por até seis meses, e a lei permite que o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) contrate até 2.520 pessoas para a função.

A medida foi tomada considerando a ameaça que o período seco representa, de acordo com dados históricos, e considerando também o tempo necessário para selecionar e contratar esses brigadistas.

No texto publicado pelo Diário Oficial da União, o Ministério do Meio Ambiente destaca também que as queimadas representam uma das principais fontes de emissão de carbono do Brasil. Desta forma, segundo a pasta, o combate aos focos de incêndio representa também o esforço brasileiro para honrar os compromissos internacionais contra a mudança climática.

O período em que o estado de emergência ambiental fica vigente varia de acordo com as características climáticas de cada área, inclusive com subdivisões dentro dos estados. Há regiões em que a medida vale até os primeiros meses de 2014 – a mais longa vai até maio, na Região Metropolitana de Salvador.
 
No total, a medida vale para 20 unidades da federação: Acre, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rondônia, Roraima, Sergipe e Tocantins.


Fonte


domingo, 10 de junho de 2012

Após assustar moradores de sítios, cobra de 2 m é capturada

10/06/2012 17h24 - Atualizado em 10/06/2012 17h24

Réptil foi capturado na Zona Rural de Queimadas, no Agreste paraibano.
Animal vai receber tratamento adequado no Ibama.

Do G1 PB

Uma cobra de cerca de dois metros foi capturada neste sábado (9) pelos Bombeiros na Zona Rural de Queimadas, no Agreste paraibano. O réptil estava no Sítio Capim de Planta deixando os moradores assustados (Foto: Reprodução/TV Paraíba) 

Uma cobra de cerca de dois metros foi capturada neste sábado (9) pelos Bombeiros na Zona Rural de Queimadas, no Agreste Paraibano. O réptil estava no Sítio Capim de Planta, deixando os moradores assustados (Foto: Reprodução/TV Paraíba)

 
Segundo a equipe do Corpo de Bombeiros que capturou a cobra, ela estava circulando pelos sítios. O animal foi levado ao Ibama, onde vai receber tratamento adequado (Foto: Reprodução/TV Paraíba) 

Segundo a equipe do Corpo de Bombeiros que capturou a cobra, ela estava circulando pelos sítios. O animal foi levado ao Ibama, onde vai receber tratamento adequado (Foto: Reprodução/TV Paraíba)