Mostrando postagens com marcador Teixeira. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Teixeira. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Técnicos do Instituto Chico Mendes avaliam que área da Serra de Teixeira está apta para criação de parque

quarta-feira, 12 de julho de 2017 - 17:29
Técnicos da Secretaria Executiva de Meio Ambiente e representantes do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), órgão do Governo Federal ligado ao Ministério do Meio Ambiente, estão realizando visita técnica na Serra de Teixeira para avaliar as condições físicas para a criação do Parque Nacional da Serra de Teixeira, que engloba mais de 10 municípios paraibanos com predominância do Bioma Caatinga. Numa primeira avaliação, eles consideraram apta a área para criação do parque.

Por meio de um sobrevoo de avião, os ambientalistas puderam fazer um reconhecimento de toda a área que engloba a Serra de Teixeira. De acordo com Aldilzio Lima, coordenador substituto da coordenação de criação de unidades de conservação do ICMBIo, fez um breve relato do que foi constatado na visita técnica até o momento, destacando que foi observado que há uma grande área conservada apta para a criação de unidade de conservação federal. “Já aqui em terra, com a visita de campo, constatamos que a área também é propícia para a prática do turismo ecológico. Nós também conversamos com alguns moradores da área e eles apresentaram interesse na preservação da Serra de Teixeira”, relatou.

O secretário executivo de Meio Ambiente, Fabiano Lucena, que também integra a equipe que está no local, ressalta a importância da criação do parque para a Paraíba e para o Brasil. “Será um Parque de grande importância para o nosso Estado. Entendemos a importância de protegermos o bioma da caatinga e percebemos o potencial da área para o desenvolvimento do turismo sustentável”, observou.

Nesta quarta-feira (12), a equipe realizou uma reunião no Casarão do Jabre com os prefeitos da região e o fórum permanente Salve o Pico do Jabre. Nesta quinta-feira (13), haverá visitas às Serras do Melado (Cajazeirinhas) e Santa Catarina (São José de Lagoa Tapada).  As atividades se encerram na sexta-feira (14), com uma reunião interna de avaliação e planejamento das etapas futuras. Posteriormente, o ICMBio vai elaborar uma consulta pública  para que a população se manifeste apoiando ou não a existência do parque e também para escolher um nome para o local.

A Serra de Teixeira possui uma grande riqueza da fauna e da flora, além das nascentes existentes no local, em torno de 70, é possível encontrar na serra animais como veados, macaco-prego, onça puma, e novas espécies de lagartos e borboletas.

Fonte


quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Bombeiros suspeitam de incêndio criminoso no Pico do Jabre, na PB

21/09/2016 17h23 - Atualizado em 21/09/2016 17h26
 
Equipe do Corpo de Bombeiros encontrou baldes com combustível no local.
Incêndio que atingiu ponto turístico no Sertão da Paraíba já dura cinco dias.
 
Do G1 PB



Incêndio já atingiu 50 hectares de mata nativa (Foto: Felipe Valentim/TV Paraíba)
Incêndio já atingiu 50 hectares de mata nativa (Foto: Felipe Valentim/TV Paraíba/Arquivo)

O Corpo de Bombeiros suspeita que pode ter sido um ato criminoso o incêndio que já dura cinco dias no Pico do Jabre, na cidade de Teixeira, Sertão paraibano. A hipótese informada nesta quarta-feira (21) surgiu depois que equipes de combate ao incêndio encontraram baldes com combustíveis na região. O incêndio começou na tarde da sexta-feira (16).

Segundo o Batalhão do Corpo de Bombeiros de Patos, no Sertão, todos os dias 50 homens estão se empenhando no combate às chamas, com apoio dos batalhões de João Pessoa, Sousa e Cajazeiras. De acordo com o oficial de operações tenente Jamir Laurentino, as equipes acharam estranho a aparição de novos focos de incêndio na região, durante a operação.

“As equipes começaram a achar estranho, pois quando o fogo era controlado em uma região, um novo foco aparecia a cerca de 2 quilômetros. Nesta terça-feira (20) foram encontrados baldes com combustível e isso levantou a suspeita de que alguém esteja ateando fogo na região, caracterizando um incêndio criminoso”, disse ele.

Por conta da suspeita, nesta quinta-feira (22) a região atingida pelas chamas vai passar por uma perícia específica de uma equipe do Corpo de Bombeiros, que pode indicar a ocorrência de incêndio criminoso. “A polícia já foi comunicada da suspeita e dependendo do que for apurado nessa perícia as medidas vão ser tomadas. Vale destacar que ainda não existe nada confirmado. É apenas uma suspeita”, desse o tenente.

Conforme o Corpo de Bombeiros, o local é de difícil acesso e possui uma mata nativa. A vegetação seca dificulta o trabalho de combate as chamas. O oficial de operações do Corpo de Bombeiros acredita que se a situação seguir sob controle, todo o fogo seja apagado até a sexta-feira (23).

Água usada na operação
Ainda de acordo com o tenente Jamir Laurentino, devido à seca que assola a região do Sertão da Paraíba, a água que está sendo usada na operação de combate ao incêndio no Pico do Jabre é de vários açudes pequenos da região, que não são usados para o abastecimento das cidades, e de poços artesianos. Como o local é de difícil acesso para a chegada de caminhões, os combatentes usam mochilas e abafadores para apagar as chamas.


 

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Incêndio no Pico do Jabre, no Sertão da Paraíba, já dura quase três dias

19/09/2016 09h56 - Atualizado em 19/09/2016 10h10
Incêndio começou na sexta-feira (16), mas apenas um foco se mantém.
Corpo de Bombeiros já controlou maioria dos focos.

Do G1 PB


Incêndio já atingiu 50 hectares de mata nativa (Foto: Felipe Valentim/TV Paraíba)
Incêndio já atingiu 50 hectares de mata nativa (Foto: Felipe Valentim/TV Paraíba)

Já dura quase três dias o incêndio florestal que atinge o Pico do Jabre, um dos principais pontos turísticos da Paraíba, que fica entre as cidades de Matureia e Teixeira, na Região do Sertão, mas apenas um foco de fogo permanece nesta segunda-feira (19). O início do fogo registrado foi registrado às 14h da sexta-feira (16) e até a manhã desta segunda-feira equipes do Corpo de Bombeiros se revezavam no combate.

De acordo com o comandante do Corpo de Bombeiros, tenente-coronel Saulo Laurentino, o fogo já está sendo controlado. "No início existia quatro grandes focos e após o começo da operação e todo um trabalho realizado, só temos um. Mas ainda requer cuidados porque o fogo está perto de atingir a parte norte do Pico do Jabre", explicou.

Pelo menos 60 militares trabalham no local, de acordo com o Corpo de Bombeiros. O fogo ainda ameaçou antenas de telefonia, TV, rádio e internet. "No princípio houve essa grande preocupação, mas conseguimos afastar as chamas. Ainda não podemos garantir que as torres não vão ser atingidas, mas a probabilidade é muito pequena", disse Saulo Laurentino.
 
O Corpo de Bombeiros informou que ainda não há expectativa de apagar totalmente as chamas. Na terça-feira (20), mais militares de outras cidades vão ser deslocados para o combate.


sábado, 17 de setembro de 2016

Incêndio no Pico do Jabre dura mais de um dia e devastou 50 hectares de matas

 
 
Mais de 43 homens trabalham no combate ao fogo. 
 

Mais de 24 horas de incêndio e a vegetação do Pico do Jabre já perdeu cerca de 50 hectares com as chamas. A área florestal do local, que fica entre os Municípios de Teixeira e Matureia, fica próxima à antenas de TV, rádio, telefone e internet. Se atingidas, a região sertaneja pode ter serviços de comunicação afetados.

Atualmente trabalham no combate ao foco de incêndio 43 homens, sendo 23 do Corpo de Bombeiros e 20 da Defesa Civil de Matureia. A partir de amanhã, homens do efetivo do Corpo de Bombeiros de Campina Grande passarão a atuar no combate às chamas. Por conta do horário de trabalho dos bombeiros, a operação será interrompida durante a noite e só voltará às 5h da manhã.

A flora e a fauna da região tem sido ameaçada pelo fogo. Muitos animais foram vistos fugindo ou mortos nas áreas já devastadas pelas chamas.

Da redação


 


Incêndio pode afetar comunicação na região do Pico do Jabre, na Paraíba

17/09/2016 17h06 - Atualizado em 17/09/2016 17h44
Chamas já atingiram cerca de 50 hectares de mata nativa.
Incêndio dura mais de vinte horas, desde a tarde da sexta-feira (16)

Do G1 PB



Incêndio já atingiu 50 hectares de mata nativa (Foto: Felipe Valentim/TV Paraíba)
Incêndio já atingiu 50 hectares de mata nativa (Foto: Felipe Valentim/TV Paraíba)

Durante as vinte horas de incêndio florestal no Pico do Jabre, localizado entre os municípios de Matureia e Teixeira, o fogo já queimou boa parte da vegetação que fica próxima das antenas de várias empresas de telefonia, TV, rádio e internet. Se as chamas atingirem esses equipamentos, todo o Sertão da Paraíba e parte do Estado de Pernambuco podem ficar sem comunicação. Segundo o Corpo de Bombeiros, cerca de 50 hectares de mata nativa já foram devastados.

São 23 homens do Corpo de Bombeiros e 20 da prefeitura de Matureia tentando controlar as chamas. Dezessete homens do Corpo de Bombeiros de Campina Grande vão participar do trabalho de combate às chamas a partir desse domingo (18). O incêndio começou na tarde de sexta-feira (16), em um dos principais pontos turísticos e considerado o ponto mais alto da Paraíba.

De acordo com o tenente coronel Saulo Laurentino, a alta temperatura no local aumenta a dificuldade em combater as chamas. Além disso, uma dos grandes desafios nesse tipo de operação é o horário de trabalho para o Corpo de Bombeiros. A equipe precisa parar a operação durante a noite e só reinicia os trabalhos às 5h.

Incêndio pode afetar comunicação na região (Foto: Felipe Valentim/TV Paraíba)
Incêndio pode afetar comunicação na região
(Foto: Felipe Valentim/TV Paraíba)
O avanço do fogo está ameaçando espécies da fauna e da flora na região do Pico do Jabre. O sargento tenente Idygleikson Medeiros, do Corpo de Bombeiros, acrescentou que muitos animais foram vistos fugindo do fogo e outros já foram encontrados mortos. Uma perícia deve ser feita para indicar o que provocou o início do incêncio.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, até o início da manhã deste sábado, os focos tinham sido reduzidos e concentrado em apenas um. O tenente Dawys, do Corpo de Bombeiros de Patos, explicou que a umidade da madrugada ajudou a baixar as chamas e facilitou no controle do incêndio. "Embora ainda exista risco de reignição por conta da ventilação do local, estamos trabalhando duro para evitar", comentou o tenente.

O local é de difícil acesso e a equipe está tendo que usar mochilas para carregar água e abafadores para tentar controlar as chamas. Segundo Saulo Laurentino, a prioridade da equipe está sendo evitar que as chamas atinjam as antenas de transmissão de operadoras de telefones móveis, internet e televisão.

Fonte



Incêndio pode afetar comunicação na região do Pico do Jabre, na Paraíba

17/09/2016 17h06 - Atualizado em 17/09/2016 17h44
Chamas já atingiram cerca de 50 hectares de mata nativa.
Incêndio dura mais de vinte horas, desde a tarde da sexta-feira (16)

Do G1 PB



Incêndio já atingiu 50 hectares de mata nativa (Foto: Felipe Valentim/TV Paraíba)
Incêndio já atingiu 50 hectares de mata nativa (Foto: Felipe Valentim/TV Paraíba)

Durante as vinte horas de incêndio florestal no Pico do Jabre, localizado entre os municípios de Matureia e Teixeira, o fogo já queimou boa parte da vegetação que fica próxima das antenas de várias empresas de telefonia, TV, rádio e internet. Se as chamas atingirem esses equipamentos, todo o Sertão da Paraíba e parte do Estado de Pernambuco podem ficar sem comunicação. Segundo o Corpo de Bombeiros, cerca de 50 hectares de mata nativa já foram devastados.

São 23 homens do Corpo de Bombeiros e 20 da prefeitura de Matureia tentando controlar as chamas. Dezessete homens do Corpo de Bombeiros de Campina Grande vão participar do trabalho de combate às chamas a partir desse domingo (18). O incêndio começou na tarde de sexta-feira (16), em um dos principais pontos turísticos e considerado o ponto mais alto da Paraíba.

De acordo com o tenente coronel Saulo Laurentino, a alta temperatura no local aumenta a dificuldade em combater as chamas. Além disso, uma dos grandes desafios nesse tipo de operação é o horário de trabalho para o Corpo de Bombeiros. A equipe precisa parar a operação durante a noite e só reinicia os trabalhos às 5h.

Incêndio pode afetar comunicação na região (Foto: Felipe Valentim/TV Paraíba)
Incêndio pode afetar comunicação na região
(Foto: Felipe Valentim/TV Paraíba)
O avanço do fogo está ameaçando espécies da fauna e da flora na região do Pico do Jabre. O sargento tenente Idygleikson Medeiros, do Corpo de Bombeiros, acrescentou que muitos animais foram vistos fugindo do fogo e outros já foram encontrados mortos. Uma perícia deve ser feita para indicar o que provocou o início do incêncio.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, até o início da manhã deste sábado, os focos tinham sido reduzidos e concentrado em apenas um. O tenente Dawys, do Corpo de Bombeiros de Patos, explicou que a umidade da madrugada ajudou a baixar as chamas e facilitou no controle do incêndio. "Embora ainda exista risco de reignição por conta da ventilação do local, estamos trabalhando duro para evitar", comentou o tenente.

O local é de difícil acesso e a equipe está tendo que usar mochilas para carregar água e abafadores para tentar controlar as chamas. Segundo Saulo Laurentino, a prioridade da equipe está sendo evitar que as chamas atinjam as antenas de transmissão de operadoras de telefones móveis, internet e televisão.

Fonte



Incêndio no Pico do Jabre, na PB, dura mais de 20 horas, diz bombeiro

17/09/2016 10h55 - Atualizado em 17/09/2016 10h55
 
Focos foram combatidos e agora está concentrado em apenas um.
Mais de 40 pessoas trabalham para apagar o incêndio florestal. 

Do G1 PB

Dura mais de 20 horas o incêndio florestal de grande proporção que atingiu o Pico do Jabre, um dos principais pontos turísticos e considerado o ponto mais alto da Paraíba, entre os Municípios de Matureia e Teixeira, no Sertão paraibano. As primeiras chamas foram vistas por volta das 14 h de sexta-feira e até as 10h25 deste sábado continuavam queimando a vegetação seca do local.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, até o início da manhã deste sábado, o focos tinham sido reduzidos e concentrado em apenas um. O tenente Dawys, do Corpo de Bombeiros de Patos, explicou que a umidade da madrugada ajudou a baixar as chamas e facilitou no controle do incêndio. "Embora ainda exista risco de reignição por conta da ventilação do local, mas estamos trabalhando duro para evitar", comentou o tenente.

Na manhã deste sábado, cerca de 43 pessoas trabalhavam no combate ao fogo, cerca de 23 bombeiros e outros 20 servidores da Prefeitura de Matureia. Foram enviados bombeiros de Sousa, Cajazeiras e Pombal para ajudar na ação. "Ainda não temos como afirmar a proporção do estrago causado pelo fogo", completou o tenente do Corpo de Bombeiros.

O local é difícil acesso e a equipe está tendo que usar mochilas para carregar água e abafadores para tentar controlar as chamas. Segundo o comandante do Corpo de Bombeiros, tenente coronel Saulo Laurentino, a prioridade da equipe está sendo evitar que as chamas atinjam antenas de transmissão de operadoras de telefones móveis, internet e televisão.

Incêndio florestal de grande proporção atingiu o Pico do Jabre, na Paraíba (Foto: Rafaela Gomes/TV Paraíba)
Incêndio florestal de grande proporção atingiu o Pico do Jabre, na Paraíba
(Foto: Rafaela Gomes/TV Paraíba)

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Comandante dos Bombeiros diz que incêndio no Pico do Jabre continua incontrolável

16 de setembro de 2016, 22:22
 
 
Saulo.jpg


Em contato com o site folhapatoense.com o tenente-coronel Saulo Laurentino, comandante do 4° Batalhão de Bombeiro Militar, disse que o incêndio no Pico do Jabre começou nas primeiras horas da tarde de hoje (sexta-feira, 16) e rapidamente tomou uma proporção muito grande. “Nós fomos acionados, demos a pronta resposta, que era o efetivo disponível pra esse tipo de situação, tendo em vista que combates assim em incêndio florestal é preciso mobilizar muita gente, principalmente o pessoal de folga, porque é importante também que a cidade não fique desguarnecida. O tenente Dawys  está à frente da operação e nós estamos aguardando ele retornar para termos uma ideia mais precisa da situação”, disse o comandante.

Incêndio no Jabre
O comandante informou que o combate está sendo interrompido na parte da noite por questões de segurança, pois o fogo continua incontrolável, e às cinco horas da manhã será reiniciado. “Amanhã iremos trabalhar juntamente com alguns voluntários da Prefeitura de Matureia. Serão 22 bombeiros e mais 22 pessoas da comunidade. Levaremos abafadores, mochilas costais, viaturas, e outros equipamentos para que os esforços continuem no sentido de controlar o fogo”, disse.

O comandante informou que não se sabe ainda a causa do incêndio e que uma perícia será realizada. Também não existe ainda uma estimativa do tamanho da área atingida. "É uma região entre serras e nós não tivemos ainda a capacidade de visualizar a área queimada na sua totalidade", enfatizou.

Segundo o tenente-coronel a preocupação inicial para o combate de hoje foi tentar impedir que o fogo chegasse às antenas de comunicação e os bombeiros tiveram muita dificuldade de chegar até o fogo, tendo em vista que é um local sem estradas, sem trilhas. Os bombeiros estão tendo dificuldades até de chegar às áreas queimadas.

Amanhã os trabalhos continuarão.

Wandecy Medeiros – folhapatoense.com


Incêndio descontrolado no Pico do Jabre pode deixar PB e PE sem comunicação

16 de setembro de 2016, 22:15


Fogo Pico do Jabre.jpg


Um grande incêndio, ainda descontrolado pelo Corpo de Bombeiros, toma conta desde o inicio da tarde do Pico do Jabre e já afeta as antenas de televisão. O pico é o ponto culminante do estado da 

Paraíba e está localizado na cidade de Matureia, região metropolitana de Patos. 

Esse desastre ambiental e tecnológico pode deixar todo o interior da Paraíba e parte de Pernambuco sem comunicação.

O prefeito Daniel já foi pessoalmente para o local do incêndio e mobilizou todas as equipes da prefeitura que podem ajudar de alguma forma no combate às chamas: Defesa Civil, Transportes, Meio Ambiente, Limpeza e Saúde.


 

Incêndio no Pico do Jabre dura mais de 20 horas; focos foram reduzidos

 
Incêndio toma conta desde o início da tarde.
O prefeito já foi para o local do incêndio mobilizou todas as equipes da prefeitura 
 
 
Créditos: Divulgação
Um grande incêndio tomou conta, desde o início da tarde desta sexta-feira (16), do Pico do Jabre e afetou as antenas de televisão. O pico é o ponto culminante do Estado da Paraíba e está localizado na Cidade de Matureia, região metropolitana de Patos.

O prefeito Daniel foi pessoalmente para o local do incêndio e mobilizou todas as equipes da prefeitura que podem ajudar de alguma forma no combate às chamas: Defesa Civil, Transportes, Meio Ambiente, Limpeza e Saúde.

Mais de 43 homens trabalham no combate às chamas, mas o incêndio ainda não terminou. De acordo com os Bombeiros, os focos de incêndio foram reduzidos a apenas um.
 
Por Redação - WSCOM


Incêndio atinge Pico do Jabre no Sertão da PB, segundo Bombeiros

16/09/2016 17h30 - Atualizado em 17/09/2016 07h42

Corpo de Bombeiros monta operação para controlar chamas.
Chamas atingiram vegetação e até as 18h se espalhavam pela serra.

Do G1 PB

Um incêndio florestal de grande proporção atingiu o Pico do Jabre, um dos principais pontos turísticos da Paraíba, entre os Municípios de Matureia e Teixeira, na tarde desta sexta-feira (16). As chamas atingiram a vegetação seca e o Corpo de Bombeiros tenta controlar o fogo e evitar que o incêndio se espalhe pela região serrana.
 
De acordo com as primeiras informações divulgadas pelo Corpo de Bombeiros, com sede na cidade de Patos, na mesma região, 15 homens da corporação estão empanhados no combate as chamas, com o apoio de duas viaturas. O local é difícil acesso e a equipe está tendo que usar mochilas para carregar água e abafadores para tentar controlar as chamas.

O incêndio foi registrado por volta 15h e até 17h20 as equipes seguiam no local. Segundo o comandante do Corpo de Bombeiros, tenente coronel Saulo Laurentino, a prioridade da equipe está sendo evitar que as chamas atinjam antenas de transmissão de operadoras de telefones móveis, internet e televisão.

O batalhão confirmou que está solicitando apoio de outras unidades no Estado da Paraíba, para ajudar no combate as chamas. Até 17h30 não houve nenhuma confirmação de feridos ou mortes por causa de incêndio.


Incêndio florestal de grande proporção atingiu o Pico do Jabre, na Paraíba (Foto: Rafaela Gomes/TV Paraíba)
Incêndio florestal de grande proporção atingiu o Pico do Jabre, na Paraíba
(Foto: Rafaela Gomes/TV Paraíba)


terça-feira, 9 de agosto de 2016

Corpo de Bombeiros diz que incêndio na Serra do Teixeira está controlado

Apesar disso, o Corpo de Bombeiro mantém três equipes no local (20 homens) para apagar os últimos rescaldos

Após dois dias, o Corpo de Bombeiros consegue controlar o incêndio (Foto: Patosonline)

 
O incêndio que devastou uma grande parte da área da Serra do Teixeira, na microrregião de Patos, Sertão paraibano, está praticamente controlado.  Apesar disso, o Corpo de Bombeiro mantém três equipes no local (20 homens) para apagar os últimos rescaldos.

De acordo com o tenente Laurentino, oficial de plantão do 4º BBM , o incêndio teve inicio no último sábado (06) e consumiu grande parte da vegetação. De acordo com o militar bombeiro, após o retorno das equipes é que será feita uma avaliação dos prejuízos causados pelo fogo.

Ainda segundo tenente Laurentino, o Corpo de Bombeiro deve abrir investigação para apurar as causas do incêndio. “Pode ter sido provocado por vários fatores, principalmente devido à temperatura”.   

Neste fim de semana, moradores da zona rural do município de Teixeira, onde fica encrava a Serra, temiam pelo pior: as chamas se alastraram em direção ao município e ameaçavam moradores e animais da zona rural. A vegetação seca facilitava a propagação do fogo.

Os militares bombeiros informaram que a área é de difícil acesso e isso dificultou ainda mais o combate ao incêndio.

A serra que recebeu o nome em 1791 apresenta no seu relevo altitudes médias de 700 metros, culminando com o Pico do Jabre, o ponto mais elevado da Paraíba, com 1.197 metros.


segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Incêndio em vegetação já dura dois dias em serra no Sertão da Paraíba

08/08/2016 07h23 - Atualizado em 08/08/2016 07h23
 
Corpo de Bombeiros realiza operação para combater as chamas.
Fogo começou na madrugada do sábado (6).
 
Do G1 PB

 
Um incêndio está sendo acompanhado pelo Corpo de Bombeiros em uma vegetação entre as cidades de São José do Bonfim e Teixeira, localidade conhecida como Serra de Teixeira, no Sertão paraibano. As chamas começaram na madrugada do sábado (6) e no domingo (7) tomaram proporções maiores, assustando moradores da região.

Segundo o Corpo de Bombeiros, duas viaturas estão no local combatendo o fogo há algumas horas. Mais uma viatura de combate e outra de busca e salvamento vão ser enviadas por volta das 8h desta segunda-feira (8) e cerca de 15 militares participam da operação. "Apesar das grandes proporções, nenhum morador corre risco", afirmou o cabo João Brasiliano. A primeira informação do Corpo de Bombeiros é que a causa do incêndio seria o tempo seco. O cabo João Brasiliano ainda disse que os militares estão com dificuldade no controle porque o incêndio ocorre em um local íngreme e de difícil acesso.

Fonte

domingo, 31 de maio de 2015

Prefeito fixa cartaz escrito a mão para proibir entrada de pipeiros em açude da PB



Não há previsão para solucionar o problema e o abastecimento deve continuar sendo feito por carros pipa
 
Cidades | Em 31/05/2015 às 08h30, atualizado em 31/05/2015 às 08h29 | Por Halan Azevedo
 
 
Mensagem foi fixada em cerca de arame farpado
Mensagem foi fixada em cerca de arame farpado.
Reprodução/Facebook/Thércio Rocha
Um cartaz fixado em uma das entradas que levam ao Açude São Francisco 2, no Município de Teixeira, Sertão paraibano, a 315 km de João Pessoa, vem alertando condutores de carros pipa de outros estados sobre a proibição de captação da água do açude. A determinação, imposta pela Prefeitura Municipal de Teixeira, serve para resguardar a população, que sofre com a escassez e a iminência de colapso total no abastecimento. A situação, segundo o prefeito da cidade, Nego de Gury, é crítica e a água deve acabar em pouco tempo.
  
O Município, embora tenha um clima frio e com chuvas razoáveis, é uma das 170 cidades que tiveram a situação de emergência reconhecida pelo governo federal e que sofrem com a escassez de água e a falta de chuvas.


A cidade é abastecida pelos Açudes de Riacho das Moças, com capacidade de 6,4 milhões de metros cúbicos (m³) de armazenamento; São Francisco 2, com capacidade de 4,9 milhões de m³; Sabonete, com capacidade de 1,9 milhões m³; e Bastiana, com capacidade de 1,3 milhões de m³.

Porém, de acordo com dados da Agência Estadual de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa), o primeiro açude está com 1,4% da capacidade total; o segundo tem 6,6%; o terceiro tem 1,3% e o quarto está com 8% de capacidade.

Segundo o prefeito, a proibição da entrada dos pipeiros, que também foi feito através de um decreto municipal, é uma das alternativas de resguardar a população e garantir mais alguns dias de abastecimento.

“A determinação serve apenas para os pipeiros de outros estados. Tem uma estrada que leva ao açude e nós bloqueamos o acesso. A Secretaria de Agricultura esta fazendo o controle e fiscalizando, mas a determinação esta sendo cumprida. Temos que resguarda a nossa população de qualquer forma, já que a água que temos nos mananciais vai secar completamente em três meses”, afirmou Nego de Gury.
 
"Do governo federal nós temos 19 carros pipa,  com serviços feitos pelo Exército, para socorrer a população da Zona Rural, mas sabemos que esse número é muito pouco", disse o gestor.
 
Não há previsão para solucionar o problema e o abastecimento deve continuar sendo feito por carros pipa. 


quarta-feira, 12 de março de 2014

Bombeiros capturam jiboia de três metros em área urbana no Sertão

Cobra foi encontrada por morador que cercou o animal e chamou o Corpo de Bombeiros; orientação é para não mexer no bicho até a chegada dos militares

Polícia | Em 12/03/2014, às 14h42, atualizado em 12/03/2014, às 16h42 | Por Luciana Rodrigues

Reprodução/ Patosonline


Jiboia de três metros capturada no Sertão
Jiboia de três metros capturada no Sertão.
O Corpo de Bombeiros da Cidade de Patos, a 320 quilômetros de João Pessoa, capturou na manhã desta quarta-feira (12) uma jiboia de três metros de comprimento. O animal teria procurado a área urbana após as últimas chuvas que aumentaram o nível das águas do rio Espinharas, que corta a cidade.
De acordo com informações do sargento Rogério, o morador conseguiu cercar o animal e chamou os Bombeiros. Uma equipe formada por cinco militares capturou a cobra que estava próximo a área conhecida como ponto do Juá Doca, na Zona Norte da cidade.
O animal foi solto ainda pela manhã numa área de mata, na zona rural do Município vizinho de São José do Bonfim.
O sargento Rogério informou que recentemente outra cobra da mesma espécie foi capturada no Município de Teixeira, localizado ao Sul de Patos. A jiboia estava dentro de uma geladeira e a dona da casa tomou o maior susto quando percebeu que o eletrodoméstico, que não estava em uso, tinha se transformado num esconderijo para o réptil que tinha cerca de dois metros de comprimento.
O Corpo de Bombeiros orientou a população para que não mexam nos animais quando os encontrarem e chamem imediatamente a corporação.
"É importante que não mexam nos animais porque ninguém sabe a reação deles. Esse tipo de cobra, por exemplo, não é venenosa e nem ataca as pessoas mas mesmo assim a recomendação é de não tentar caputrá-los até a chegada dos bombeiros”, explicou.
O militar informou que nessa época de chuvas é comum que os animais que habitam matas, margens de rios e açudes procurem as residências para se proteger, por isso é necessário manter a atenção redobrada porque eles procuram sempre locais arejados e que sirvam de esconderijo como telhados, debaixo de camas e dentro de móveis, como guarda-roupas.
Além de cobras e outros répteis, abelhas também são muito capturadas nessa época do ano, conforme o militar.


 

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Sertão paraibano sofre com 2º ano de seca

Paraíba apresentou queda de 69,3% na produção de grãos e chuvas não são suficientes para salvar a plantação e recuperar capacidade dos açudes.





Francisco França
Diversos açudes paraibanos estão em situação crítica, com capacidade abaixo de 5% do seu volume total
Fome e sede. Assim podem se resumir as principais privações enfrentadas pelos sertanejos e pequenos produtores paraibanos, que já enfrentam dois anos consecutivos de seca (2012/2013). Do chão tórrido já não brota nem alimentação para o rebanho.

Segundo a Federação dos Trabalhadores na Agricultura da Paraíba (Fetag-PB) 40% dos animais morreram. As perdas na safra do sertanejo alcançaram 97% no primeiro semestre e até agora não há sinal de chuva suficiente para salvar mais a plantação. Em Patos, um dos principais reservatórios que abastece a cidade, o Jatobá, só oferece água enlameada. Ele e mais 16 açudes paraibanos estão em situação crítica, com capacidade abaixo de 5% do seu volume total.
 
No outro reservatório, o Farinha, a situação é menos crítica, mas ele não tem suporte para atender as comunidades que ficam no seu entorno. As principais culturas da região de Patos, milho e feijão, foram dizimadas. Enquanto no Litoral e Brejo, as chuvas apareceram em julho, dando esperança aos trabalhadores da região de recuperar algumas culturas, no Sertão, tudo tende a piorar neste segundo semestre.
 
Para o presidente da Fetag-PB, Liberalino Ferreira, a situação é uma das piores dos últimos anos. “Há dificuldade até para o carro-pipa buscar água. Para o sertanejo, só resta agora aguardar o próximo inverno que começa em janeiro. O principal temor é enfrentar mais um ano de estiagem. No Brejo e Litoral ainda podem ocorrer chuvas e alguns produtos podem ser recuperados”, frisou.
 
Para o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Patos, José Martins Ermínio, pelo menos 700 agricultores que dependem do Jatobá e do Farinha estão sem ter o que comer e beber por causa da estiagem. “A produção de milho e feijão dos últimos 2 anos caiu cerca de 85%. A batata-doce, mais resistente ao solo seco, a queda foi menor, mais ou menos 70%. Em Patos, o povo produz para o seu sustento, mas com a falta de chuva muitos estão passando necessidade”, afirmou José Martins.
 
Os programas assistenciais do governo federal como Bolsa Estiagem e Bolsa Família são atualmente as principais fontes de renda para milhares de sertanejos. A água que chega à cidade vem de carro-pipa, que abastece as cisternas uma vez por mês. “Com essa água o pessoal tem de economizar para passar os 30 dias”, declarou José Martins.
 
Até meados do ano, a Paraíba apresentou queda de 69,3% na produção de grãos plantados no mês de maio quando relacionada à projeção de fevereiro. Em relação à superfície cultivada no mesmo período, as perdas são de 57% segundo a pesquisa Mensal de Previsão e Acompanhamento da Safra Agrícola, do Grupo de Coordenação das Estatísticas Agropecuárias, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
 
A seca foi a responsável pela baixa na produção de leguminosas, oleaginosas e cereais no Estado. Os produtos que tiveram maiores quedas na produção foram arroz (-96%), algodão (-81%) e milho (-75,9%). Em maio foram colhidos 76.516 toneladas de grãos e em fevereiro este montante foi de 249.703 toneladas, o que representa 173.187 toneladas a menos.
 
RESERVATÓRIOS EM BAIXA REDUZEM 50% DA PESCA
A situação em Patos e também das cidades circunvizinhas não atinge apenas as famílias de agricultores. Quem vive da pesca está recorrendo a outros açudes, já que o alimento no Jatobá e no Farinha não é mais encontrado. O esvaziamento dos reservatórios reduziu a atividade pesqueira em até 50% na região e prejudica a vida de pelo menos 100 famílias na cidade.
 
De acordo com secretário da Colônia de Pescadores de Patos Itamar Targino Ramos, os pescadores da cidade estão desempenhando a atividade em outros municípios como Piancó, Olho D'Água e Catingueira. “Nos açudes destes locais ainda encontramos Tilápia, Piau, Curimatã e Tucunaré. No Jatobá só tem peixe morto, sem oxigênio”, frisou.
 
Na Colônia de Pescadores pode-se dizer que a situação dos moradores não é tão crítica porque o local é saneado e, segundo Itamar Targino, ainda chega água nas torneiras. O problema maior é com a fonte de renda, que está cada vez mais ameaçada.
 
Além da estiagem, Itamar Targino disse que os dois principais açudes estão assoreados. Em maio os pescadores realizaram uma mobilização chamada “Patos: Pró Água”, numa tentativa de chamar a atenção das autoridades para a limpeza do Jatobá e Farinha. “Fizeram uma limpeza no Jatobá, mas precisamos do desassoreamento tanto dele quanto o do Farinha. Se isso não ocorrer, eles não vão poder armazenar muita água”, afirmou.
 
AESA: 17 AÇUDES EM SITUAÇÃO CRÍTICA
A Paraíba conta com 17 açudes em situação crítica segundo a última pesquisa da Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa). Entre eles está o Jatobá, que de todo o seu potencial de armazenamento (17.516.00 m³) conta apenas com 708.795 m³ de água, ou seja, 4%. O Farinha está numa situação um pouco melhor, ou seja, é um dos reservatórios que está em observação e está 20% abaixo do seu volume total.
 
Sete açudes paraibanos estão com menos de um por cento de seu volume total, segundo dados da Aesa. São eles: Serrote, em Monteiro (0,3%); Ouro Velho, em Ouro Velho (0,6%); Caraibeiras, em Picuí (0,2%); São José IV, em São José do Sabugi (0%); Bastiana, em Teixeira (0,7%); São Francisco II, em Teixeira (0,4%) e Várzea, em Várzea (0,4%).
 
No caso do Farinha, em Patos, dados da Aesa mostram que ele conta com apenas 6,6% de sua capacidade máxima (25.738.500 m³). Seu volume atual é de 1.705.400 m³. Os dados são referentes às últimas pesquisas da Aesa realizadas entre primeiro de junho e primeiro de agosto.



terça-feira, 25 de junho de 2013

Chuvas no Litoral fazem Gramame/Mamuaba sangrar; no Sertão, açudes estão secos

Estado vive dois extremos. Segundo a Aesa, no Sertão paraibano o déficit pluviométrico já teve um desvio negativo de 43,5%. No Litoral, em três dias da semana passada choveu mais do que a média histórica do mês 


Cidades | Em 25/06/2013 às 09h16, atualizado em 25/06/2013 às 15h18 | Por Priscila Andrade e Hermes de Luna

Reprodução/Internet

quinta-feira, 14 de março de 2013

Irrigação será suspensa na área de Boqueirão

Com 54,7% de sua capacidade total, açude deixará de fornecer água para irrigação; última suspensão da irrigação aconteceu em 1998.



 


Leonardo Silva
Sem controle do uso e sem chuvas, água do Boqueirão só vai até outubro de 2014, segundo diretor do DNOCS

Até o fim da próxima semana, haverá suspensão da irrigação na área do Açude Epitácio Pessoa, localizado no Município de Boqueirão, na região de Campina Grande. A informação foi confirmada pelo diretor do Departamento Nacional de Obras contra as Secas (Dnocs), Solon Diniz. Segundo ele, os agricultores já foram informados e o Dnocs só está aguardando a colheita dos produtos que já foram plantados para suspender.

De acordo com o diretor, mesmo sendo necessária a suspensão da irrigação por causa da seca, esta não é a principal causa de consumo da água do “Boqueirão”. “De acordo com as nossas projeções, se continuar sem controle da água e sem chuvas, a água de Boqueirão só vai até outubro de 2014. Com a suspensão da irrigação, esse prazo poderia se estender até dezembro do mesmo ano”, disse.

Conforme o Dnocs, o maior volume de água se perde pelos efeitos do tempo seco, através da evaporação. Por dia, são evaporados 170 mil m³ de água do Epitácio Pessoa, seguidos de 135 m³ utilizados diariamente pela irrigação e 95 mil m³ pelo consumo humano. Atualmente, o manancial chega a perder cerca de 400 mil m³ de água, principalmente pelas altas temperaturas que variam em torno de 30°.

Desde a última medição realizada na manhã de ontem, Boqueirão estava com 54,7% de sua capacidade total de 411.686.287 m³. O diretor explicou que, a partir do momento da suspensão, os agricultores não poderão mais utilizar a água do Boqueirão para a irrigação, conhecida como “superficial”, um método que consiste em aplicar a água sobre a superfície do solo na forma de inundação permanente ou temporária. Dessa forma, o solo pode ser preparado no formato de tabuleiros ou sulcos.

Para “puxar” a água do Boqueirão, os agricultores utilizam bombas d'água para irrigar as plantações de verduras, frutas, milho e feijão. A última suspensão da irrigação aconteceu em 1998, com a fiscalização de muitos órgãos públicos, inclusive o Ministério Público. Segundo o diretor do Dnocs, no próximo dia 22, será realizada uma reunião com vários órgãos, que discutirão a situação do manancial.

17 AÇUDES EM ESTADO CRÍTICO
Subiu de 12 para 17 os açudes que estão em estado crítico na Paraíba, de acordo com os dados repassados pela Agência Executiva de Águas do Estado da Paraíba (Aesa). Isso significa que estes mananciais estão com seu volume total menor do que 5%.

O último a entrar em estado crítico foi o Chupadouro I, localizado no Município de São João do Rio do Peixe, no Sertão paraibano, que está com 1,1% de sua capacidade total desde o dia 06 deste mês.

Além do Chupadouro I, também estão com volume baixo o açude de Albino, na Imaculada; Bastiana e São Francisco II, em Teixeira; Bichinho, em Barra de São Miguel; Cachoeira da Vaca, em Cachoeira dos Índios; Caraibeiras, Picuí; Carneiro, Jericó; Novo II, Tavares; Ouro Velho, no município de mesmo nome; Prata II, em Prata; Serra Branca I, em Serra Branca; Serrote, Monteiro; São José III, em São José dos Cordeiros; São José IV, em São José do Sabugi; São Mamede, na cidade de mesmo nome, e Várzea, também no município de mesmo nome; todos localizados no Sertão ou Cariri/Curimataú paraibano.

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Açudes praticamente sem água

Quatro reservatórios estão praticamente sem água e não estão mais sendo operados pela Cagepa.


 

Dos 120 açudes em uso no Estado, e que são monitorados pela Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa), quatro deles estão em situação crítica. Os reservatórios de Ouro Velho, no município de mesmo nome; Serrote, em Monteiro; São Francisco II, em Teixeira; e São José IV, em São José de Sabugi, estão praticamente sem água e não estão mais sendo operados pela Cagepa.

Segundo Lucíolo Vieira, meteorologista da Aesa, a situação nos demais reservatórios do Estado ainda não é de racionamento, contudo, devido ao ano atípico em relação às precipitações, a construção de novos reservatórios ajudaria na prevenção pela falta de chuva. “O que temos (açudes) à disposição dá para atender a população, principalmente quando temos regularidade nas chuvas. Como este ano está sendo bastante seco, alguns reservatórios acabaram sofrendo mais”, disse.

De acordo com Francisco Leonam, estão sendo preparados projetos para a construção de dois açudes, um em Cuité e outro em Alagoa Grande. Sem capacidade ainda definida, o gerente executivo afirmou que ambos estão em fase de estudo, sendo que o segundo mais perto de ser lançada a licitação para a sua construção. “São duas obras que serão financiadas pelo governo federal. Não podemos adiantar a capacidade de cada açude, mas serão duas importantes construções que irão beneficiar muitos paraibanos”, projetou Leonam.


 

domingo, 22 de julho de 2012

Açudes da PB ainda apresenta baixo volume de água

Cidades | Em 21/07/12 às 14h52, atualizado em 21/07/12 às 14h59 | Por Jornal Correio da Paraíba 
 
A Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado (Aesa) informou que, dos 121 reservatórios de águas monitorados em toda a Paraíba

A Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado (Aesa) informou que, dos 121 reservatórios de águas monitorados em toda a Paraíba, oito estão sangrando e três estão em situação crítica, ou seja, com volume menor que 5% da sua capacidade. O último açude a sangrar foi o Chã dos Pereiras, em Ingá. Os outros sete são em Araçagi (Araçagi), Conde (Gramame/Mamuaba), Cuitegi (Tauá), Juarez Távora (Brejinho), Mamanguape (Jangada), Mari (Olho D’Água) e em Sapé (São Salvador). Já os três em estado crítico estão localizados nos municípios de São José do Sabugi (São José IV), Teixeira (São Francisco II) e em Ouro Velho (Ouro Velho).
 
Ainda segundo a Aesa, mais um reservatório entrou em observação por apresentar volume menor que 20% da capacidade, o Novo II, no Município de Tavares. Ao todo são 11 nesta situação. Os outros 98 reservatórios estão com capacidade armazenada superior a 20% do volume total. 

Confirma a situação dos açudes monitorados pela AESA 

08 Açudes Sangrando
Araçagi, em Araçagi
Gramame/Mamuaba, no Conde
Tauá, em Cuitegi
Brejinho, em Juarez Távora
Jangada, em Mamanguape
Olho D’Água, em Mari
São Salvador, em Sapé
Chã dos Pereiras, em Ingá

11 Reservatórios em Observação (Menor que 20% do seu volume total)
Bichinho, em Barra de São Miguel
Carneiro, em Jericó
Serrote, em Monteiro
Saco, em Nova Olinda
Caraibeiras, em Picuí
Prata II, em Prata
Chupadouro I, em São João do Rio do Peixe
São Mamede, em São Mamede
Bastiana, em Teixeira
Sabonete, em Teixeira
Novo II, em Tavares

03 Reservatórios em Situação Crítica (Menor que 5% do seu volume total
São José IV, em São José do Sabugi
São Francisco II, em Teixeira
Ouro Velho, em Ouro Velho

Fonte