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segunda-feira, 18 de maio de 2015

Polícia detém 36 pessoas e apreende mais de 200 animais em rinha na PB

18/05/2015 09h58 - Atualizado em 18/05/2015 09h58
   
Os suspeitos foram detidos em um espaço usado para briga de animais.
Ação policial aconteceu em Mari.  
 
Do G1 PB

Local tinha estrutura para arenas e espectadores (Foto: Assessoria de Imprensa / Polícia Militar)
Local tinha estrutura para arenas e espectadores (Foto: Assessoria de Imprensa / Polícia Militar)


A polícia deteve 36 pessoas e apreendeu 205 aves silvestres e três galos em uma rinha de canários no Sítio Várzea Grande, em Mari, Zona da Mata paraibana, neste domingo (17). De acordo com a Polícia Ambiental, a ação aconteceu após uma denúncia anônima.

Os detidos foram autuados por maus tratos e ainda oito deles também foram autuados por manter em cativeiro, sem autorização, animais de fauna silvestres. Entre as aves apreendidas, estão 199 eram canários que eram usados nas rinhas. No local ainda havia um caboclinho, um tiziu e um curió.
 
Conforme informações da polícia, o espaço onde houve a apreensão tinha estrutura para acomodar espectadores e realizar as brigas entre os animais. “Quem é encontrado nas rinhas apenas assistindo, também incorre nas mesmas penas de maus tratos e é imediatamente conduzido até a delegacia para se submeter às sanções administrativas [multa] e penais”, explicou o comandante do Batalhão Ambiental, major Tibério Leite.

Todos os detidos foram levados para a delegacia de Sapé. Os que foram autuados só por maus tratos, podem ser condenados a três meses a um ano de prisão e multa de R$ a R$ 3.000. As oito pessoas que também foram autuados por manter em cativeiro, sem autorização, animais de fauna silvestres correm o risco de serem condenados a seis meses ou até um ano de detenção, além de multa de R$ 500.


Na propriedade animais ficavam em cativeiro (Foto: Assessoria de Imprensa / Polícia Militar)
Na propriedade animais ficavam em cativeiro (Foto: Assessoria de Imprensa / Polícia Militar)

 

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Cana-de-açúcar é o produto agrícola mais produzido na PB, aponta IBGE

16/12/2014 12h54 - Atualizado em 16/12/2014 12h54
 
Paraíba produziu 6 milhões de toneladas do produto, um aumento de 3,9%.
Santa Rita foi a cidade da PB que mais produziu cana-de-açúcar em 2013.
 
Do G1 PB
A cana-de-açúcar é o produto agrícola mais produzido na Paraíba, conforme mostra a Pesquisa da Produção Agrícola Municipal (PAM) 2013, divulgada nesta terça-feira (16) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com o levantamento, foram produzidas 6.094.359 toneladas do produto em 2013, um aumento de 3,9% em relação a 2012.

O valor da produção de cana-de-açúcar em 2013 foi de R$ 386 milhões, ainda segundo o IBGE. A área destina à colheita do produto foi de 122.070 hectares, sendo que o rendimento médio é de 49.927 kg por hectare.
 
A cidade paraibana que mais produziu cana-de-açúcar em 2013 foi Santa Rita, com 930 mil toneladas do produto. O valor da produção foi de R$ 58,5 milhões no município. A lista segue com Pedras de Fogo (900 mil toneladas), Sapé (855 mil toneladas) e Rio Tinto (600 mil toneladas).

O segundo produto agrícula com maior produção na Paraíba foi o abacaxi, com uma produção de 285.715 toneladas em 2013. O valor da produção neste ano foi de R$ 325 milhões. Itapororoca é a cidade que mais produziu abacaxi no passado, com 75 mil toneladas produzidas. Porém, a quantidade de abacaxi produzida no estado teve uma queda de 3,03% de 2012 para 2013.

Extração vegetal
O IBGE também divulgou dados sobre a Produção de Extração Vegetal e da Silvicultura (PEVS) 2013. O produto mais explorado na Paraíba é a lenha, com 470.697 toneladas produzidas em 2013. O valor da produção foi de R$ 9,6 milhões.

Em relação aos produtos alimentícios, o mais explorado é a castanha de caju. A Paraíba produziu 239 toneladas do produto em 2013, um crescimento de 4,82% em relação a 2012. O Brasil, no entanto, teve uma queda de 4,03% na produção desse produto.

O produto de extração vegetal que teve o maior aumento de produção na Paraíba em 2013 foi a mangaba, com um crescimento de 6,74%. Em contrapartida, o Brasil teve uma queda de 5,61%. Foram 95 toneladas produzidas na Paraíba em 2013.


 

quarta-feira, 12 de março de 2014

Canal de Acauã-Araçagi emprego e renda para a Paraíba

Construção do canal Acauã-Araçagi gerou 1,5 mil empregos diretos e outras centenas de indiretos na região do Vale do Mamanguape.

Publicado em 12/03/2014 às 06h00

Fotos: Kleide Teixeira/ Amanda Araújo
Os dez primeiros quilômetros do canal devem ser entregues até o final do primeiro semestre deste ano
Aos 54 anos de idade, João Batista de Lima, casado e pai de dois filhos, já passou por maus bocados em casa, quando, por falta de trabalho, tinha dificuldades para fazer a feira e garantir o sustento da família. Ele, que aprendeu o ofício de carpinteiro ainda na adolescência, agora comemora o emprego de carteira assinada e todos os direitos trabalhistas garantidos. Seu João Batista, há cinco meses, trabalha na construção das obras do canal Acauã-Araçagi e não consegue esconder a felicidade.
 
Seu João chega cedo ao canteiro de obras do lote 1 do canal, localizado na zona rural do município de Itatuba. Por ser morador de outra cidade, Gurinhém, ele dorme em alojamento montado para os trabalhadores da obra e vai para casa aos finais de semana. Esse emprego, para o carpinteiro, é uma oportunidade de contribuir positivamente com o futuro dos filhos. “Um homem desempregado não é ninguém. Graças a Deus, depois que arranjei esse emprego aqui nas obras do canal nunca mais me faltou dinheiro para fazer a feira. Já passei por momentos difíceis, só Deus sabe”, afirmou.
 
Nesse mesmo dia, a reportagem encontrou Edmilson de Lima, que aos 55 anos mostra, com orgulho, as mãos calejadas de uma vida inteira de trabalho. Seu Edmilson, natural de Itabaiana, pai de família, passou anos desempregado.

Dependia exclusivamente de trabalhos informais e esporádicos, os chamados 'bicos'. “É muito ruim quando você não tem um emprego. Quando eu fiquei sabendo que a obra tinha vaga, vim correndo e fui contratado”, declarou.

Em sua simplicidade, seu Edmilson olha para o canal Acauã-Araçagi e segura o choro. Ele sabe que através desse canal, a maior obra hídrica do governo do Estado, chegarão as águas do rio São Francisco, pelo eixo leste do projeto do governo federal.

O canal representa um marco para seu Edmilson: há anos ele não conseguia um emprego de carteira assinada. “Isso foi um presente para mim e para minha família. Nosso salário é pago direitinho todo mês, temos refeição, não falta nada”, declarou.

O ajudante de produção Antônio Lúcio da Silva, 47 anos, também estava desempregado até que iniciaram as obras do canal Acauã-Araçagi. Antes, ele já havia pensado, inclusive, em tentar a sorte em São Paulo ou no Rio de Janeiro, onde há promessas de emprego para nordestinos. Para isso, deixaria para trás a pequena casa que lutou para construir, em Itabaiana, e o mais importante: a mulher e o filho.

Há 11 meses, Antônio Lúcio trabalha na construção do canal. O canteiro de obras, em alguns momentos, mais parece um recanto de lazer, não porque eles não trabalham, mas sim porque é notória a satisfação dos trabalhadores. “Aqui a gente trabalha feliz, cantando, assobiando, é uma festa só, porque quem tem um emprego tem motivos de sobra para comemorar”, afirmou.

OBRAS GERAM EMPREGOS NO VALE DO MAMANGUAPE
A construção do canal Acauã-Araçagi possibilitou a criação de 1,5 mil empregos diretos e outras centenas de indiretos na região do Vale do Mamanguape. A maioria dos trabalhadores é de Itatuba, Mogeiro, Itabaiana, Salgado de São Félix e outras cidades próximas. Quando as vagas foram criadas, as prefeituras anunciaram as oportunidades e logo apareceram os interessados. Um deles foi José Soares da Silva, 41, que havia nove meses amargava o peso do desemprego.

Ele contou que sua vida financeira mudou bastante, desde que começou a trabalhar na construção do canal como carpinteiro. A pouca escolaridade dele sempre foi um problema a mais para conseguir um emprego. “Nem meu currículo as empresas aceitavam, mas aqui nas obras do canal nos deram uma grande oportunidade de trabalhar e ganhar nosso dinheiro com honestidade”, frisou José Soares.

Para Leonardo Oliveira da Silva, 28, trabalhar nas obras do canal Acauã-Araçagi tem uma representatividade ainda maior.

“Eu nasci e cresci nessa região, já sofri com a seca, vi meus pais chorarem pela falta de água. Agora tenho orgulho de ajudar na construção do canal, sei que nunca mais nossas vidas serão as mesmas. Quero dizer aos meus netos, futuramente, que o avô deles trabalhou diretamente nessa obra”, declarou Leonardo, que há um ano ocupa a função de armador na construção.

Também chamado de Canal das Vertentes Litorâneas, a obra trouxe oportunidades de empregabilidade para operários (entre armadores, carpinteiros, motoristas, auxiliar de serviços gerais, etc) e profissionais de nível superior, sendo a maioria engenheiros das áreas civil e de produção. O lote 1 do canal tem 40,85 km de extensão. Quando os três lotes estiverem em execução, o número de empregos diretos deve saltar para três mil e transformar as vidas de trabalhadores, a exemplo das histórias que foram contadas nessa reportagem.

COMÉRCIO FICA AQUECIDO
A geração de emprego está atrelada ao aquecimento da renda na região do Vale do Mamanguape. Os 1,5 mil operários consomem, diariamente, cerca de 80 quilos de feijão, 60 quilos de macarrão, 25 quilos de arroz e 200 quilos de carne. Boa parte desses alimentos é adquirida pelo consórcio da obra no comércio do município de Mogeiro, mudando a realidade também de comerciantes locais, que antes viam os produtos se estragarem nas prateleiras pela falta de clientela.

Os dez primeiros quilômetros do canal devem ser entregues até o final do primeiro semestre deste ano, enquanto a obra deve ser concluída em 2015. A previsão inicial era de que a conclusão se desse em 2016. A obra do canal Acauã-Araçagi está dividida em três lotes: o 1 (em Itatuba); o lote 2 (que passa por Sapé, Mari, Sobrado e Riachão do Poço); e o lote 3 (que inclui Cuité de Mamanguape, Araçagi, Itapororoca e Curral de Cima). A obra cortará fisicamente 12 cidades, mas vai beneficiar 35. Serão quase 600 mil paraibanos beneficiados com a chegada da água, que sairá da barragem de Acauã e percorrerá por gravidade 112,5 km de extensão.

Em março do ano passado a presidente Dilma Rousseff autorizou o início das obras da segunda etapa do empreendimento que está sob responsabilidade do Ministério da Integração Nacional em parceria com o governo do Estado da Paraíba. O canal faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC-2) e tem investimento aproximado de R$1 bilhão.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Canal Acauã-Araçagi levará água a 600 mil paraibanos

Acauã-Araçagi é a segunda maior obra hídrica do Nordeste e receberá transposição.


 


Fotos: Amanda Araújo
Canal tem 112,4 km de extensão e corta 12 cidades e vai garantir a segurança hídrica na região
As máquinas não param no canteiro de obras do lote 1 do canal Acauã-Araçagi, no município de Mogeiro. É nessa obra que a população de 35 municípios da Paraíba deposita a esperança de dias melhores. É através do canal Acauã-Araçagi, a segunda maior obra hídrica do Nordeste, que passarão as águas da transposição do rio São Francisco. Mais de 600 mil paraibanos serão beneficiados. Os dias de sofrimento pela falta de água ficarão apenas na lembrança.

O canal tem 112,4 km de extensão e corta 12 cidades. O secretário dos Recursos Hídricos, João Azevêdo, disse que a obra vai garantir a segurança hídrica na região. “Através desse canal será possível implantar programas de irrigação de até 16 mil hectares. O canal Acauã-Araçagi faz parte das obras complementares da transposição e está em plena execução. As máquinas não param e isso todo mundo pode comprovar”, declarou.
 
Além de garantir água para centenas de famílias que já enfrentaram anos difíceis de estiagem, o canal Acauã-Araçagi está mudando o cenário econômico da região. As cidades estão mudando, o desenvolvimento não para. Em Mogeiro, por exemplo, a construção de novos imóveis ganhou novo fôlego, os aluguéis dispararam, novos restaurantes abriram.
 
Com a conclusão da obra, o desenvolvimento será ainda mais evidente. “O canal vai trazer uma nova realidade para os municípios, pois há muitas terras férteis onde é possível viver da agricultura e agropecuária, só faltava mesmo a água, que chegará através do canal Acauã-Araçagi”, explicou o secretário.
 
A ideia do governo do Estado é apoiar e orientar a população desses 35 municípios para que sejam implantados sistemas de irrigação.
 
Os investimentos no canal ultrapassam R$ 1 bilhão, contando com convênios feitos com o Ministério da Integração. Segundo João Azevêdo, a obra foi incluída no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2). Por anos, a obra só existia no papel, e foi destravada após empenho do governador Ricardo Coutinho junto ao governo federal. A participação do Estado é de aproximadamente 10% do total investido, conforme explicou o secretário, que acompanha semanalmente o andamento da obra.
 
Em pouco mais de um ano de execução foram investidos cerca de R$ 210 milhões. Graças ao trabalho intenso, a previsão é que até o final do primeiro semestre deste ano seja entregue o primeiro trecho (que compreende 10 km de obra, do total de 112,4 km).
 
Dentre os municípios por onde o canal passa, estão Itatuba, Mogeiro, São José dos Ramos, Sapé, Mari e Curral de Cima. “É importante lembrar que a garantia hídrica se estende aos municípios que estão na zona de influência, que chega a 35”, frisou Azevêdo.
 
Depois que o canal Acauã-Araçagi estiver concluído, e a transposição do rio São Francisco se tornar realidade, as famílias paraibanas terão água todos os dias, o dia todo. A situação será bem diferente da já vivida pela aposentada Maria Glória de Souza, que por muitos anos teve de percorrer quilômetros a pé, para pegar água em açude e garantir a preparação de alimentos. “Esse canal é um sonho para nós que moramos no interior. Deus ouviu nossas preces”, afirmou dona Glória, que mora na zona rural do município de Itatuba.
 
Quando não tem muitos afazeres domésticos, a aposentada faz questão de chegar perto do canteiro de obras só para ter o gosto de ver os trabalhadores e as máquinas. “É uma felicidade só”, disse, esperançosa. Dona Glória está certa em suas colocações. O canal Acauã-Araçagi vem para mudar definitivamente a realidade no Vale do Mamanguape e Brejo paraibano. A escassez de água está perto de acabar.

RUMO AO DESENVOLVIMENTO
Antes mesmo de ser concluído, o canal Acauã-Araçagi já possibilita o desenvolvimento econômico nos municípios beneficiados. A arrecadação de Imposto Sobre Serviços (ISS) pelas prefeituras de Itatuba e Mogeiro, por exemplo, aumentou consideravelmente. Segundo o secretário João Azevêdo, foram transferidos mais de R$ 1,5 milhão de ISS para cada uma dessas cidades. Sem a obra, esse repasse seria utopia. O recebimento do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) é de R$ 400 mil. Como uma espécie de efeito dominó, todos acabam se beneficiando com a obra. Novos estabelecimentos comerciais são abertos (como restaurantes e lanchonetes) para atender os trabalhadores; proprietários de imóveis que lucram com o aluguel da casa, etc. Até mesmo o comércio informal aumenta o lucro, tendo em vista que a cidade acaba recebendo mais visitantes.
 
Na obra em si, estão empregados diretamente cerca de 1,5 mil trabalhadores, entre ferreiros, armadores, carpinteiros, mestres de obras, entre outras funções. Um deles é Edvaldo José da Cruz, que há dez meses estava desempregado e enfrentando situação difícil com a família. Quando soube que estavam precisando de trabalhadores para a obra, não perdeu tempo e foi contratado. “Já estou aqui há dez meses. Trabalhar na construção do canal é um orgulho para mim, pois sei que muitas famílias serão beneficiadas”, contou Edvaldo, que é casado e tem três filhos.
 
A obra também trouxe um emprego para Luiz Carlos Chagas, que mora em Mamanguape e ficou sabendo da oportunidade através de um conhecido, que trabalha no local. Chagas estava desempregado há três anos, vivia de 'bicos'. Desde que começou a trabalhar nas obras do canal, em novembro de 2013, consegue mandar dinheiro para a família e exibe com orgulho a carteira de trabalho assinada formalmente pela primeira vez.
 
ESTADO QUER ANTECIPAR CONCLUSÃO
A obra do canal Acauã-Araçagi está dividida em três lotes. Os dois primeiros estão em execução. O governo do Estado aguarda autorização do Ministério da Integração para início do lote 3. “Nossa expectativa é que a autorização aconteça ainda no mês de fevereiro”, declarou o secretário João Azevêdo. A conclusão do canal está prevista para abril de 2016, mas a intenção do governo é antecipar esse prazo para 2015. “O ritmo das obras é crescente, nunca houve um problema sequer de intervenção, então estamos otimistas”, disse.
 
O trabalho é feito através de um consórcio com três empresas (Queiroz Galvão, Via Engenharia e Marquise). No canteiro de obras foi montada uma estrutura na qual ficam os engenheiros e demais profissionais envolvidos no processo, como arqueólogos (que fazem a escavação da área em busca de possíveis achados arqueológicos); biólogos (que catalogam as espécies de fauna e flora existentes na extensão da obra); e técnicos da segurança do trabalho (que inspecionam diariamente se os trabalhadores estão com os equipamentos de segurança).
 
O canal Acauã-Araçagi terá trechos com largura de 120 metros em aberto que receberão revestimento impermeável; em outros trechos com 80 metros de largura, passarão três tubos de 1,9 metro de diâmetro. A água seguirá os 112,4 km por gravidade média de três centímetros a cada quilômetro, conforme dados técnicos dos engenheiros. No lote 1 estão sendo construídas duas pontes sobre os Rios Surrão e Ingá, além de um aqueduto.
 

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Radiação em nível extremo

Previsão do Inpe é de que o índice de radiação Ultravioleta se mantenha acima de 11 na PB, que é considerado um nível extremo.
 


 


Rizemberg Felipe
Nas crianças, o protetor solar precisa ser passado a cada duas horas, orienta a dermatologista Zuleika Andrade
 
Apesar de o verão começar oficialmente apenas em 21 de dezembro, em dias de céu aberto e sol forte na Paraíba, o Índice de radiação Ultravioleta (IUV) já chega a níveis extremos, acima de 11, o que é muito prejudicial à saúde.
  
De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), em nove das dez maiores cidades da Paraíba (João Pessoa, \Campina Grande, Santa Rita, Bayeux, Sousa, Cajazeiras, Guarabira, Cabedelo e Sapé), a previsão até o dia 4 de dezembro é que o Índice Ultravioleta mantenha-se em 12, a partir das 10h, ocasionado principalmente pela ocorrência de sol com poucas nuvens nos próximos dias. Normalmente, quando há nuvens no céu, esse índice varia entre 6 e 7. Já em Patos, no Sertão, de hoje até sábado, o IUV deve chegar a 13.
 
Entre os dias 2 e 4 de dezembro, o índice deve se manter em 12, o que também é considerado extremo.
  
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o IUV é considerado extremo quando varia de 11 a 14, tornando-se potencialmente ofensivo para o desenvolvimento de doenças na pele ou nos olhos.
 
De acordo com a dermatologista Zuleika Andrade, o correto é usar no mínimo um protetor solar com fator 30 no corpo e nada de passar óleo depois, ainda que a intenção seja o bronzeamento. “Se quiser hidratar a pele, é melhor um produto que contenha hidratante na fórmula”, diz a especialista.
 
Segundo ela, a exposição direta ao sol, principalmente das 10h às 16h, quando o IUV em nível extremos pode causar queimaduras, deve ser evitada. "Os efeitos do sol são cumulativos, provocando envelhecimento precoce e até mesmo câncer de pele”, alertou.
 
Para as pessoas que reclamam que os protetores são ruins de passar porque ficam grudando nos pelos do corpo, a dermatologista afirma que não há desculpa para ficar sem proteção, pois existem atualmente no mercado produtos de excelente qualidade em aerosol, em gel e que garantem proteção a seco.
 
“O ideal é que antes da aquisição do produto, seja realizada uma consulta com dermatologista, pois há um tipo específico para cada pele, seja ela oleosa, seca, com tendência a espinhas, além de filtros solares que possuem outros agentes agregadores, como hidratantes e antioxidantes”, explicou a dermatologista Zuleika Andrade.

Outra preocupação da dermatologista é com as crianças. Com o IUV em nível extremo, eles devem receber apenas os efeitos saudáveis do sol, sendo expostos por um curto período de tempo, impreterivelmente antes das 7h. 
 
"Não existe protetor recomendável para a pele do bebê que é tão sensível. Já para as crianças, que precisam estar muito bem protegidas, o protetor precisa ser passado a cada duas horas", conclui a médica.
 
A administradora de empresas, Yonah Gomes, de 25 anos, não descuida da atenção com a pele, e passa protetor solar fator 30 no corpo e no rosto, diariamente antes de se expor ao sol, além de utilizar sempre óculos para proteger os olhos.
 
“Há cerca de 2 anos busquei atendimento com uma dermatologista porque estava sentindo ardência no corpo devido à exposição ao sol. Por ser muito branquinha, ela recomendou o uso diário de protetor solar fator 30 e óculos também com filtros protetores. De lá para cá não me descuido nenhum dia. Ainda que no fim de semana a pedida seja pelo mar ou piscina eu reaplico o produtor e aproveito o sol”, contou.
 
Para os adeptos de esportes radicais ou ao ar livre, a proteção deve ser redobrada. Victor Araújo, 30 anos, pratica ciclismo e se preocupa com a proteção do corpo. Apesar da cor morena e olhos bem pretos, ele não dispensa nunca os óculos escuros.
 
“Busco adquirir as roupas de treinamento feitas com tecidos que possuem proteção solar, e escolho sempre as camisas que possuem mangas compridas. Os óculos me protegem tanto da incidência direta do sol, quanto da poeira levantada pelos veículos pesados nas estradas”, afirmou.


 

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Ciclistas desbravam as belezas da Serra do Talhado, em Santa Luzia



Assessoria
Ciclistas desbravam as belezas da Serra do Talhado, em Santa Luzia


Conhecida mundialmente por servir de cenário para o curta-metragem "Aruanda" (1960) - documentário de Linduarte Noronha -, a serra que abriga a comunidade quilombola "Talhado", localizada na zona rural do município de Santa Luzia, será palco do "2º Eco Pedal Talhado", no próximo dia 10 de março. O evento já se consolida como um dos mais importantes para os praticantes do ciclismo, no Sertão paraibano.

Este ano, são esperados em torno de 250 participantes. Ciclistas de várias regiões da Paraíba, além dos Estados do Rio Grande do Norte e de Pernambuco já confirmaram presenças. A primeira edição do evento, em 2012, registrou pouco mais de 200 participações.

De acordo com um dos organizadores do "EcoPedal Talhado", o advogado Petrônio Nóbrega, o evento tem o objetivo de se tornar uma grande confraternização entre os praticantes do esporte, que cresce a cada dia em todo o Estado. "Além da pratica sadia do ciclismo, o evento tem esse cunho de promover um grande encontro entre os adeptos do pedal", salienta.

Percurso
O "Eco Pedal Talhado" dispõe de dois percursos parecidos, porém, o que muda é à distância e o nível de dificuldade. O primeiro possui 55 quilômetros e é indicado pela organização aos ciclistas de nível técnico elevado, que curtem uma boa trilha de montain bike com dificuldade moderada. Já o outro é de 42 km, indicado para os praticantes de nível intermediário.

Além disso, o aspecto visual do local chama a atenção dos participantes. A trilha é composta de serras, além de vegetação seca, forte presença de arbustos com galhos retorcidos e com raízes profundas, proveniente da caatinga que assola a região do semiárido nordestino.

"O que seria então uma trilha de percurso técnico e dificuldade moderada? O percurso é um mix de tudo isso e foi à solução encontrada pela organização do evento, juntar algumas trilhas e assim fazer um caminho só pela enigmática Serra do Talhado, com trechos suaves, algumas subidas e muitos períodos técnicos em suas ladeiras, para que todos que se inscrevam no evento, consigam fazer o trajeto de forma tranquila, porém, com algumas dificuldades para apimentar um pouco o evento", diz Petrônio Nóbrega.

Inscrições

As inscrições para o "2º Eco Pedal Talhado" estão abertas. O valor é de R$ 50 por ciclista. Todos os inscritos receberão camisetas personalizadas do evento. Além disso, os participantes contarão com um café da manhã reforçado, e com o apoio de ambulâncias e uma equipe de socorristas, pontos de hidratação e carros para o transporte dos ciclistas que não conseguirem concluir o percurso.

 Os interessados podem se inscrever individualmente ou por equipes.  Já confirmaram participação grupos dos municípios de João Pessoa, Campina Grande, Juripiranga, Bananeiras, Sôlanea, Guarabira, Alagoinha, Sapé, Patos, Sousa, Cajazeiras, Picuí e São Mamede, todos da Paraíba; além de Recife e Timbaúba, em Pernambuco; e de cidades como Natal, Parelhas, Currais Novos, Jaçanã e Tangará, no Rio Grande do Norte.

Fonte

 

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Vazamentos causam falta d'água na Paraíba

15/02/2013 - 13:07

Em João Pessoa, dez bairros foram atingidos 


Para os moradores de dez bairros de João Pessoa e de sete municípios paraibanos, a sexta-feita, 15, está sendo sem água nas torneiras. De acordo com a Cagepa, através da sua página do Twitter, o serviço poderá ser normalizado no período da tarde ou noite, dependendo da localidade.

Na Capital paraibana, a falta d’água no Bairro dos Estados e Pedro Gondim ocorreu por causa de um vazamento na rua Alfredo Coitinho Lira, e a normalização está prevista para 18h. No caso dos Funcionários II, III e IV, Esplanada, Grotão, João Paulo II, Costa e Silva e Ernani Sátiro, o abastecimento foi suspenso para o conserto de um vazamento na rua Anacleto de Souza. O serviço deve retornar às 15h.

Para as cidades de Sapé, Mari, Sobrado, Mulungu, Gurinhém, Caldas Brandão e Cajá, o a água deve voltar para as torneiras às 19h, e a falta d’água foi motivada por um vazamento.

da Redação
WSCOM Online


 

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Queimadas provocam falta de luz na Paraíba


Energisa orienta para que não sejam realizadas queimadas próximo à rede elétrica.


Mais um desligamento devido a queimadas de canaviais ocorreu na tarde desta terça-feira, 30, das 13h06 às 13h09. Desta vez, a queimada provocou o desligamento de toda a subestação Sapé, que supre uma população de aproximadamente 100 mil pessoas dos municípios de Sapé, Mari, Cruz do Espírito Santo, Sobrado, Riachão do Poço, Cuité de Mamanguape e Capim. 
“O número de desligamentos, em 2012, causados pelas queimadas próximas as redes de distribuição tem nos surpreendIdo. A Polícia Ambiental foi acionada e nossa equipe está aguardando para fazer os devidos registros e autuações.”, afirmou o gerente de Manutenção da Transmissão da Energisa, Tércius Cassius Melo de Morais 
As queimadas nos canaviais foram as causas das sucessivas suspensões no fornecimento de energia para cerca de 87 mil pessoas no último sábado, 27. As ocorrências foram registradas pela manhã e afetaram a distribuição de energia para municípios do litoral sul e norte. As cidades atingidas foram Mataraca, Jacaraú, Lagoa de Dentro, Curral de Cima, Pedro Regis, ao norte, e Caaporã, Pitimbí, Acaú e Condado ao sul. 
Em todas as ocorrências, houve desrespeito à faixa de segurança determinada pela lei que proíbe o uso de fogo em áreas próximas à rede elétrica. “Para as linhas de transmissão, a faixa de segurança é de, no mínimo, 20 metros, e para a distribuição, 15 m. O problema é que, quando os limites não são respeitados, o calor afeta a composição do ar, provocando curtos-circuitos entre os condutores e até mesmo entre os condutores e os postes”, explica o gerente de Manutenção da Transmissão da Energisa, Tércius Cassius Melo de Morais.
A Energisa lamenta o desconforto e reforça a orientação para que não sejam realizadas queimadas próximo à rede elétrica.
Em setembro, a Energisa lançou, em parceria com a Sudema, a campanha “Evite queimadas” cujo principal objetivo é alertar a população dos perigos e prejuízos que as queimadas podem causar ao meio ambiente e à economia do Estado. Estavam presentes na reunião de lançamento da campanha representantes de prefeituras, dos usineiros, da Associação dos Plantadores de Cana-de-açucar, da Polícia Ambiental, do Ibama, entre outros. 
Segundo Tércius Cassius, do Departamento de Manutenção da Transmissão da Energisa, cerca de 430 mil pessoas estão sujeitas a sofrer com a interrupção do fornecimento de energia elétrica decorrente das queimadas. Desde 2010, ocorreram cerca de 25 interrupções no fornecimento de energia elétrica por ano.
O problema não atinge apenas os clientes residenciais, mas também indústrias de grande porte, chegando a média de quatro ocorrências por ano. Os números apontam que três usinas eólicas deixaram de gerar cerca de 60 megawatt de energia elétrica em conseqüência das queimadas. 
Entre outros impactos, estão as sobretensões que podem causar a queima de equipamentos e  o aumento de acidentes nas áreas atingidas, devido ao risco de rompimento de condutores.
A campanha “Evite as queimadas” está sendo veiculada diariamente nas rádios, além do trabalho educativo nas comunidades e usinas, por meio da distribuição de uma cartilha alertando sobre os perigos das queimadas. A Energisa vem realizando o monitoramento das queimadas por GPS e repassa as informações a Sudema, responsável por tomar as providências legais para punir os descumpridores da legislação.
Assessoria de Imprensa

domingo, 2 de setembro de 2012

Juíza restringe propaganda sonora em Sapé, Mari, Sobrado e Riachão

Para coibir o excesso de carros de som, juíza da 4ª Zona Eleitoral proíbe o uso de veículos adaptados durante campanha.

 
 
A juíza titular da 4ª Zona Eleitoral, Israela Cláudia Asêvedo, baixou uma portaria proibindo a circulação de veículos de passeio adaptados como carros de som durante a campanha eleitoral nas cidades de Sapé, Mari, Sobrado e Riachão do Poço. A decisão já está em vigor e foi tomada em função do excesso dos carros de som na região.

Com a portaria, só poderão circular nos quatro municípios os carros de som profissionais, que são aqueles que mesmo fora do período eleitoral são utilizados para propaganda. Mas, mesmo assim, eles terão de passar por um recadastramento, que já teve início, no Cartório Eleitoral da 4ª Zona Eleitoral.

Está proibida, por exemplo, a circulação de carros do tipo caminhonete que colocaram caixas sonoras no compartimento de cargas e também os chamados 'paredões de som', que são equipamentos rebocados por veículos. Segundo a decisão da juíza Israela Cláudia, mesmo que esses veículos tenham autorização da Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) eles não poderão fazer propaganda eleitoral nas cidades.

Maurício Sobreira, funcionário do cartório eleitoral, explicou que a proibição determinada por Israela Cláudia ocorreu após uma série de reclamações dos moradores de quatro cidades. Ele disse ainda que os veículos que circularem de forma irregular serão apreendidos e que isso vem sendo fiscalizado pela Justiça Eleitoral em conjunto com a Polícia Militar.

Uma ação na cidade de Mari na quinta-feira terminou com a apreensão de dois veículos que estavam circulando de maneira irregular.

Fonte

 

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Capital registra maior índice de chuvas na PB

Dados da AESA mostram que durante o mês de julho caíram 290,5 milímetros de chuvas sobre a capital; índice é 22,8% maior que a média histórica.
 

Walter Paparazzo
Percentual coloca João Pessoa no primeiro lugar do ranking de chuvas, na Paraíba

João Pessoa registrou no mês de julho, o maior índice pluviométrico dos últimos 30 anos. Segundo a Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado (Aesa), caíram sobre a capital 290,5 mílimetros de chuvas - 22,8% a mais do que a média histórica.

O percentual também colocou João Pessoa no primeiro lugar do ranking de chuvas, na Paraíba, no último mês.

As cidades de Cabedelo (254,6 mm), Santa Rita (239,7 mm), Alhandra (218,5 mm) e Pedras de Fogo (207,8 mm) completaram a lista dos cinco municípios onde mais choveu. "Entre abril e julho, temos o período mais chuvoso do Litoral, Agreste e Brejo.

É exatamente nessas regiões onde se encontram as cidades com maiores índices pluviométricos”, explicou a meteorologista da Aesa, Carmem Becker.

De acordo com a tabela divulgada pelo setor de Monitoramento e Hidrometria da Aesa, Cruz do Espírito Santo e Sapé também tiveram alto índice de chuvas, sendo - respectivamente - 39,2% e 56,5% maior do que a média dos últimos 30 anos durante o mês de julho. As cidades apareceram na sexta e sétima colocação no ranking, com 207,5 mm e 207 mm.

Segundo a meteorologista da Aesa, a tendência é que haja uma diminuição nas chuvas em todo o Estado. "Este mês de agosto deve ser marcado pelo aumento dos ventos e redução dos índices pluviométricos no Litoral, Agreste e Brejo. Para o Cariri, Sertão e Alto Sertão, a maior probabilidade é de chuvas de baixa magnitude. Algumas cidades podem registrar números inferiores a 10 mm”, alertou Carmem Becker.


 

segunda-feira, 30 de julho de 2012

14 açudes da Paraíba têm menos de 20% de água

Cidades | Em 30/07/12 às 06h57, atualizado em 30/07/12 às 06h58 | Por Daniel Mota, Jornal Correio da PB
 
Aesa: chuvas ocasionais não são suficientes para aumentar a capacidade de mananciais e outros podem entrar em colapso


Catorze açudes estão com menos de 20% da capacidade de armazenamento na Paraíba. Destes, três deles estão com volume inferior a 5%, o que torna a situação crítica. Dos doze açudes, nove ficam no Sertão, quatro no Cariri e um no Curimataú do Estado. Além disso, até ontem a Agência Estadual de Gestão das águas (Aesa) tinha registrado oito reservatórios sangrando, e um totalmente seco, localizado em São José de Sabugi, no Sertão. Outros quatro reservatórios estão próximos de chegar aos 20% de volume armazenado. Em São Gonçalo, perímetro irrigado de Sousa, o Ministério Público determinou racionamento de água.

De acordo com o gerente regional de Bacia da hidrográfica da Aesa, Isnaldo Candido da Costa, as chuvas ocasionais que vem caindo nos últimos dias não serão o suficiente para aumentar a capacidade dos açudes.

“Ainda temos quase sete meses de seca e de lá pra cá não acredito que possa aumentar a capacidade desses açudes. A tendência é que outros que já estão chegando à capacidade mínima entrem em estado crítico. Por outro lado, temos que levar em consideração que os maiores mananciais, como Coremas, Boqueirão e Engenheiro Ávidos, estão com capacidade acima da metade e não oferece muita preocupação”, explicou.

Os açudes que estão com capacidade abaixo dos 20% são ‘Bichinho’, em Barra de São Miguel, com 15,9%, ’Serrote’, em Monteiro, com 5,4% e ‘Ouro Velho’, em Ouro Velho, no Cariri, com 2,9% e ‘Prata II”, em Prata, com18,3%.

Já no Sertão, o açude ‘Carneiro’, em Jericó está com apenas 16,6% da capacidade total, ‘Saco’, em Nova Olinda com 7,1%, ‘Chupadouro I’, em São João do Rio do Peixe, com 9,6%, ‘São Mamede’, em São Mamede, com 18,2, “Farinha’ em Patos, com 18,7%, Novo II’, em Tavares, com 17,6% ‘Bastiana’, em Teixeira, com 5,6%, além dos reservatórios de ‘Sabonete’ e ‘São Francisco II’ também com 9,5% e 2,8%, respectivamente.

No Curimataú paraibano, reservatório de Caraibeiras, em Picuí, está com apenas 13,8% de sua capacidade, que é de mais de 2,7 milhões de m³.

Sangrando


Dos oito açudes que estão sangrando, seis ficam na Zona da Mata e dois no Agreste da Paraíba.

Os reservatórios de ‘Aracagi’, em Aracagi, ‘Brejinho’, em Juarez Távora, ‘Chã das Pereiras’ em Ingá, ‘São Salvador’, em Sapé, ‘Tauá’, em Cuitegi, ‘Gramame/Mamuaba’, no Conde, ‘Jangada’, em Mamanguape e ‘Olho d’água’, em Mari.


domingo, 22 de julho de 2012

Açudes da PB ainda apresenta baixo volume de água

Cidades | Em 21/07/12 às 14h52, atualizado em 21/07/12 às 14h59 | Por Jornal Correio da Paraíba 
 
A Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado (Aesa) informou que, dos 121 reservatórios de águas monitorados em toda a Paraíba

A Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado (Aesa) informou que, dos 121 reservatórios de águas monitorados em toda a Paraíba, oito estão sangrando e três estão em situação crítica, ou seja, com volume menor que 5% da sua capacidade. O último açude a sangrar foi o Chã dos Pereiras, em Ingá. Os outros sete são em Araçagi (Araçagi), Conde (Gramame/Mamuaba), Cuitegi (Tauá), Juarez Távora (Brejinho), Mamanguape (Jangada), Mari (Olho D’Água) e em Sapé (São Salvador). Já os três em estado crítico estão localizados nos municípios de São José do Sabugi (São José IV), Teixeira (São Francisco II) e em Ouro Velho (Ouro Velho).
 
Ainda segundo a Aesa, mais um reservatório entrou em observação por apresentar volume menor que 20% da capacidade, o Novo II, no Município de Tavares. Ao todo são 11 nesta situação. Os outros 98 reservatórios estão com capacidade armazenada superior a 20% do volume total. 

Confirma a situação dos açudes monitorados pela AESA 

08 Açudes Sangrando
Araçagi, em Araçagi
Gramame/Mamuaba, no Conde
Tauá, em Cuitegi
Brejinho, em Juarez Távora
Jangada, em Mamanguape
Olho D’Água, em Mari
São Salvador, em Sapé
Chã dos Pereiras, em Ingá

11 Reservatórios em Observação (Menor que 20% do seu volume total)
Bichinho, em Barra de São Miguel
Carneiro, em Jericó
Serrote, em Monteiro
Saco, em Nova Olinda
Caraibeiras, em Picuí
Prata II, em Prata
Chupadouro I, em São João do Rio do Peixe
São Mamede, em São Mamede
Bastiana, em Teixeira
Sabonete, em Teixeira
Novo II, em Tavares

03 Reservatórios em Situação Crítica (Menor que 5% do seu volume total
São José IV, em São José do Sabugi
São Francisco II, em Teixeira
Ouro Velho, em Ouro Velho

Fonte


quinta-feira, 19 de julho de 2012

Mais 4 cidades não vão ter carreatas nas eleições

Para evitar acidentes ou confrontos entre militantes, juíza da 4ª Zona Eleitoral proíbe carreatas em Sapé, Mari, Sobrado e Riachão do Poço.


Francisco França
Proibição também se estende à utilização de carrinhos de som para propaganda eleitoral

Em mais quatro municípios paraibanos está proibida a realização de carreatas: Sapé, Mari, Sobrado e Riachão do Poço. A decisão foi tomada ontem pela juíza da 4ª Zona Eleitoral, Israella Cláudia da Silva Pontes, em reunião com representantes das coligações partidárias das quatro cidades. A medida tem como objetivo evitar acidentes e confrontos entre militantes de coligações e partidos adversários.
A proibição também se estende à utilização de carrinhos de som para propaganda eleitoral.
Ainda no encontro, a magistrada comunicou que os carros de som, trios elétricos e paredões que forem atuar na campanha terão que apresentar autorização da Sudema e órgãos de fiscalização da área a que compete.
Em relação ao município de Mari, as duas coligações que disputam as eleições farão campanha em dias alternados. A Força do Povo, liderada pelo PSB, vai realizar seus eventos nos dias pares, enquanto a coligação "Avança Mari", encabeçada pelo PSDB, terá os dias ímpares. A portaria da juíza entra em vigor hoje.
Na última segunda-feira, a juíza Ana Carmen Pereira Jordão, da 67ª Zona Eleitoral, decidiu proibir as carreatas e passeatas no município de Remígio, permitindo apenas eventos como comícios, visitas a eleitores e panfletagem. O motivo da proibição foi o confronto ocorrido logo no primeiro evento de campanha realizado no município, no último domingo, quando militantes das duas coligações que disputam o pleito municipal se enfrentaram durante a carreata da candidata Wanessa Pontes (PSL), e o caso foi parar na delegacia.
TROPAS FEDERAIS
Os juízes eleitorais que assinaram o ofício solicitando o envio de tropas federais para reforçar a segurança das eleições em Campina também querem a presença do Exército nos municípios de Boa Vista e Massaranduba, segundo o diretor do Fórum Eleitoral e titular da 16ª Zona, Cláudio Antônio de Carvalho Xavier.
Embora reconheça o clima tranquilo da campanha, em Campina e nas demais cidades, o juiz Cláudio Xavier explicou que o histórico de acirramento político nas eleições locais aponta a necessidade de convocação preventiva das tropas. Ele lembrou que o Exército foi convocado em 2004 e 2008 para atuar nos locais de votação dos municípios. Além de Cláudio Xavier, subscreveram o pedido para o envio de tropas federais os juízes Ruy Jander Teixeira (17ª) e Ely Jorge Trindade (72ª Zona).

Caso seja aprovado o pedido pelo TRE e, posteriormente, pelo TSE, as tropas devem começar a atuar no dia 27 de setembro, dez dias antes do primeiro turno, marcado para 7 de outubro.

Já Lagoa Seca, que pertence à 71ª Zona, sediada em Campina, por enquanto está de fora do pedido encaminhado ao TRE, solicitando a atuação do Exército.
O juiz Giovanni Magalhães Porto, titular da Zona, não assinou o ofício endereçado ao Tribunal, alegando que no momento o clima da campanha, em Campina e Lagoa Seca, está tranquilo, e entende ainda estar cedo para pedir as tropas.
Os juízes apontam como locais de votação em Campina que precisam de reforço o Colégio Estadual da Prata; Embrapa, Caic das Malvinas; Escola Murilo Braga, na Liberdade; Colégio Estadual da Palmeira; Escola Estadual Assis Chateaubriand, em Santo Antônio; Colégio Nenzinha Cunha Lima e Vila Olímpica Plínio Lemos, em José Pinheiro; Escola Polivalente, no Catolé; Senai, na Prata; Faculdade de Comunicação, no São José; e Escola Major Veneziano, na Catingueira.



sábado, 30 de junho de 2012

DER libera tráfego para veículos de pequeno e grande porte na PB-054

SecomPB
 
DER libera tráfego para veículos de pequeno e grande porte na PB-054Imagem (da Internet)
Com a redução das chuvas e ações rápidas do Departamento de Estradas de Rodagem da Paraíba (DER), foi liberado no final da tarde desta sexta-feira (29) o tráfego para veículos de pequeno e grande porte na PB-054, rodovia que interliga a BR-230 a Itabaiana, interditada no dia anterior por causa do grande volume de água no desvio onde está sendo construída uma nova ponte, destruída nas chuvas do ano passado. Na rodovia que liga a BR-230 a Ingá, o tráfego poderá ser liberado na manhã deste sábado (30), nos desvios construídos nos trechos onde o DER executa obras de construção.

As chuvas que caíram esta seman provocaram danos nos desvios construídos nos trechos onde o DER executa obras de construção e recuperação de pontes nas referidas rodovias estaduais. Por causa disso, três estradas foram interditadas desde a tarde desta quinta-feira (28), após inspeção feita pelo DER: a PB-004, nas imediações da Ponte da Batalha, entre os municípios de Santa Rita e Cruz do Espírito Santo, na região metropolitana de João Pessoa; e a PB-054, no trecho que interliga a BR-230 ao município de Itabaiana; e a rodovia que interliga a BR-230 ao município de Ingá.

Em Itabaiana, as águas danificaram o desvio construído por conta das chuvas no ano passado. Na área da Ponte da Batalha, em Cruz do Espírito Santo, a enxurrada também destruiu boa parte do desvio existente. A Polícia Militar e a Polícia Rodoviária Estadual sinalizam os dois trechos com tráfego interrompido, e as equipes de fiscalização do DER também foram deslocadas para auxiliar neste serviço. A previsão é de que até esta segunda-feira (2) os desvios sejam refeitos, segundo avaliou o superintendente do DER, Carlos Pereira.

Máquinas e equipes do órgão estão sendo deslocados para as áreas com problemas com o objetivo de amenizar os transtornos dos usuários e evitar acidentes. "Renovamos nosso apelo para usuários de transportes coletivos, de carros particulares, e a população em geral para que não tentem utilizar os trechos interditados porque a interdição é por absoluta falta de segurança", alertou Carlos Pereira.

Nas obras da Ponte da Batalha, o desvio provisório foi danificado, rompido pela enxurrada das águas do rio Paraíba, que também recebeu água do rio Gurinhém. Nesta obra, os investimentos são da ordem de R$ 2 milhões.
 
Alternativas de tráfego - Para se dirigir a Cruz do Espírito Santo a alternativa é pela PB-073, via Café do Vento e Sapé, ou então por Mulungu. Na área de Itabaiana o acesso alternativo é seguir pela estrada de Juripiranga (PB-048) ou Pedras de Fogo (PB-032). Para acesso ao município de Ingá as pessoas devem trafegar via Riachão do Bacamarte, pela BR-230.

De acordo com o dirigente do DER, na noite de quarta-feira (27) e madrugada de quinta-feira (28), choveu o equivalente à média do que normalmente chove em 15 a 20 dias de inverno.

Fonte
 

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Serraria é interditada por suspeita de comércio ilegal de madeira na PB

11/02/2012 09h06 - Atualizado em 11/02/2012 09h12

Ipês e mourões foram encontrados em sítio de Sapé, na Zona da Mata.
Polícia Ambiental investiga extração de madeira de reservas florestais.

Do G1 PB
 
Policiais ambientais ajudam a recolher madeira extraída ilegalmente (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Policiais ajudam a recolher madeira extraída
ilegalmente (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Uma serraria foi interditada por comércio ilegal de madeira protegida na sexta-feira (10) na cidade de Sapé, situada na Zona da Mata paraibana. A infração foi registrada pela Polícia Militar Ambiental, que apreendeu no local cinco porteiras de madeira pau d'arco, mais conhecida como ipê, além de 28 mourões, que são linhas utilizadas em construções. Conforme os policiais ambientais, o proprietário da serraria assinou um auto de infração contra o seu estabelecimento, localizado no Sítio Várzea Grande.

Segundo o tenente George Handerson Santos, a operação começou com um investigação sobre a retirada de madeira de reservas florestais, mais precisamente na Reserva Jacuité. Após a realização de uma ronda em madeireiras existentes na região, a polícia chegou até à serraria.

“O valor da multa ainda não pode ser definido porque necessita uma inspeção de um engenheiro florestal que possa dar um laudo técnico sobre o volume da madeira”, explicou o tentente. “Além disso, o proprietário responderá através da apreensão de todo o seu material e a suspensão das atividades da serraria por tempo indeterminado”.

Fonte