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quinta-feira, 7 de maio de 2015

Ex-vereador é preso na PB por porte ilegal de arma e crime ambiental

06/05/2015 10h50 - Atualizado em 06/05/2015 10h50
 
Ele também é suspeito de ameaçar pessoas de morte, diz polícia.
Caso aconteceu em Parari.
 
Do G1 PB
  
Um ex-vereador da cidade de Parari, região da Borborema da Paraíba, foi preso nesta quarta-feira (6) com armas e um pássaro silvestre. De acordo com a Polícia Civil, existia um mandado de busca e apreensão contra ele, que é suspeito de ameaçar um atual vereador da cidade e outras pessoas.
 
Ainda conforme a Polícia Civil, por volta das 3h30 policiais militares interceptaram o suspeito no meio da rua com uma espingarda calibre 12 e um revólver calibre 38. Ele foi detido e levado para a delegacia.
 
Já durante a manhã, policiais civis cumpriram o mandado de busca e apreensão na casa do homem. Foram encontrados mais uma espingarda calibre 12 e uma ave silvestre dentro de uma gaiola. 
 
Segundo o delegado Rodrigo Monteiro, o suspeito foi autuado por dois crimes. "Ele foi autuado por porte ilegal de arma e crime ambiental, o que se torna inafiançável. Nós já o encaminhamos para a cadeia. Agora vamos investigar sobre as denúncias de ameaças sofridas por diversas pessoas", explicou o delegado.
 
Fonte
 
 

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Cidades do Cariri recebem o maior volume de chuvas na PB em maio

14/05/2014 09h30 - Atualizado em 14/05/2014 09h35 

Em Serra Branca já choveu três vezes o volume esperado para o mês.
Parari também teve destaque, mas Aesa diz que chuva é irregular na região.




 
Jocélio Oliveira  

Do G1 PB

As cidades de Serra Branca e Parari, ambas situadas na região do Cariri paraibano, foram as duas onde mais choveu nos primeiros 12 dias do mês de maio, segundo informações da Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado (Aesa). Ao todo foram registrados 127,7 milímetros de chuva em Parari e 126,3 mm em Serra Branca. Na região, a previsão para esta quarta-feira (14) é de nebulosidade variável com possibilidade de chuvas em áreas localizadas.
 
Segundo a meteorologista da Aesa, Marle Bandeira, a média para o mês de maio em Serra Branca é de 38,4 milímetros de chuva. O volume registrado até agora já é mais de três vezes superior à média. Contudo, Marle faz o alerta de que esse mês a chuva foi pontual na região e não implica numa mudança de perfil climático da cidade.
"O mês de maio é geralmente chuvoso no Cariri. No semi-árido paraibano como um todo é comum que haja pancadas de chuvas fortes e localizadas”, explicou Marle Bandeira. Mas, ainda de acordo com a meteorologista, as precipitações naquela região são irregulares. 
Uma demonstração desse comportamento irregular pode ser verificado com as chuvas do mês de maio. De acordo com as informações da Aesa, em Parari choveu quatro vezes nos doze primeiros dias do mês. Em apenas uma dessas chuvas caiu um volume de 89,8 milímetros no domingo (11). Já em Serra Branca, foram seis precipitações, sendo que a maior aconteceu também no dia 11, com um volume de 106,5 milímetros, que por si só ultrapassou em cerca de 64% a média mensal na cidade.

A agência ainda não tem dados sobre o comportamento das chuvas no município de Parari. Segundo Marle, para meteorologia "é preciso uma série histórica de 30 anos para que se possa estabelecer o perfil climatológico de uma região", disse. A meteorologista comentou ainda que esse quadro já havia sido previsto pela Aesa no mês de dezembro, durante um encontro nordestino de meteorologia.

Sem chuvas em Várzea
No outro extremo, as cidade de Várzea (0,0mm) e Sousa (1,5 mm), no sertão paraibano, foram as localidades que menos receberam água da chuva durante o mês de maio. Segundo a Aesa, a previsão é chuvas localizadas na região. As duas cidades estão na lista de municípios onde foi decretado estado de emergência por conta da estiagem.
Fonte

sábado, 20 de outubro de 2012

158 poços já perfurados

Perfuração de poços continua em mais seis cidades da Paraíba, beneficiando 27.595 pessoas residentes na zona rural.
 
 

Famílias da zona rural do interior paraibano vêm sofrendo esse ano por falta de chuvas, que prejudicou principalmente quem trabalha com a agricultura. Uma das medidas para amenizar a situação dessas pessoas é a construção dos poços artesianos.

Este ano, 158 poços já foram perfurados em comunidades rurais do Estado e a programação segue na próxima semana em mais seis municípios (Mamanguape, São João do Cariri, Parari, Nazarezinho, Cajazeiras e Catingueira), beneficiando 27.595 pessoas residentes em localidades da zona rural.

O baixo índice pluviométrico em várias cidades da Paraíba está refletindo no tempo seco e na falta de água. Uma das soluções são os poços que são perfurados em pequenas comunidades rurais e cada um atende em média a demanda de cinco ou mais famílias. Segundo o chefe da Divisão de Hidrogeologia e Sondagens da CDRM, Milton Mafra, a profundidade máxima desses poços, também chamados cacimbas no Nordeste, é de 50 metros, mas a média tem sido 35 metros.

A vida útil de um poço pode chegar a mais de 20 anos, de acordo com a vazão de 1.500 litros por hora. Em muitas localidades, como no Cariri, essa água dos poços serve para atender os rebanhos. No ano passado, foram perfurados apenas 26 poços artesianos. “Esse número foi baixo em comparação a esse ano porque passamos o primeiro semestre organizando a equipe e solicitando as máquinas para o trabalho, que só começou a partir de junho. Já em 2012 vamos ter um salto significativo de perfurações de poços, podendo chegar até 200”, informou Milton.

A estiagem e a escassez de água são os pré-requisitos para solicitar a perfuração de poços. Segundo Milton Mafra, as demandas podem surgir por meio do Projeto Cooperar e Fundo Estadual de Combate e Erradicação da Pobreza (Funcep), em atendimento a pleitos de associações de comunidades rurais. O chefe da Divisão de Hidrogeologia e Sondagens da CDRM informou que a solicitação de poços também chega por meio de projetos apresentados nas plenárias do Orçamento Democrático Estadual (ODE).

Dos seis municípios que vão ser beneficiados com os poços artesianos na próxima semana, todos eles registraram chuvas abaixo da média este ano. Segundo a meteorologista Marle Bandeira, o município de Cajazeiras deveria ter atingido uma média de 822 milímetros (mm) de chuva, mas só registrou 720mm. Como Cajazeiras, outras cidades também não atingiram a média de chuvas. “Esse ano foi um ano seco, podendo ser comparado a 1998”, disse.

Outra maneira para amenizar os efeitos da estiagem é a abertura das comportas dos açudes da Paraíba. Do total de mananciais monitorados (121) diariamente pela Aesa, 26 estão com capacidade inferior a 20%, até essa semana, e cinco têm menos de 5%. (Especial para o JP)