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domingo, 18 de dezembro de 2016

A fauna invisível do Município de Conceição

18/12/2016 - 04:06:52

No percurso foram captadas imagens de diversos animais, que ainda existem na caatinga deste município.

Durante quase 50 dias, noite e dia, o repórter Gilberto Angelo e o ambientalista e pastor da Igreja Batista da cidade de Conceição, Frederico Acaz Sonntag percorreram por várias regiões do Município de Conceição em busca de uma fauna, que até então era invisível para a população local. No percurso foram captadas imagens de diversos animais, que ainda existem na caatinga deste município.



A maioria das espécies encontradas foram aves. Porém, uma grande quantidade de répteis, anfíbios e mamíferos também foi encontrada pela equipe. Com o auxílio do ambientalista, o repórter descobriu, por exemplo, que a maioria das cobras que ocorrem na região são inofensivas e não possuem peçonhas (veneno). De todas as espécies do réptil somente as corais verdadeiras, jararacas e cascavéis possuem o veneno, capaz de matar um ser humano.

Outra descoberta agradável foi a quantidade de espécie de pica-pau que ocorre no município. Ao todo foram encontradas nove espécies, uma mais linda do que a outra. Entre elas, o pica-pau do desenho animado, conhecido em todo o mundo, pela sua risada, tão característica e única.


Muitas pessoas acreditam que a caatinga é um bioma pobre, pois o clima é árido e com pouca presença de vegetação. Porém, a caatinga é rica em espécies animais e vegetais, muitas delas endêmicas. Este bioma brasileiro possui importante biodiversidade e deve ser preservado e valorizado. São cerca de de mais de 170 espécies de mamíferos, mais 500 espécies de aves, 45 de anfíbios, 235 de peixes e de 200 espécies de répteis.

Infelizmente, existem vinte espécies de animais da caatinga que estão ameaçados de extinção. Entre eles, podemos citar: jacu verdadeiro, ave encontrada, durante a expedição, convivendo com animais domésticos. O deslocamento da ave, que saiu do meio do mato para conviver com as galinhas ainda deve fazer parte de alguns estudos mais aprofundados, dada a informações de que o jacu é uma ave arisca ao homem. No caso em tela, a equipe não encontrou nenhuma residência para conseguir as imagens da ave.
 


Clique aqui e conheça fotos de vários animais, que habitam na caatinga, através do blog do ambientalista, Frederico Acaz Sonntag.

Assim como outros biomas brasileiros, a caatinga vem sofrendo com o desmatamento e outras ações predatórias (caça e ocupação humana desordenada). Se não houver preservação da caatinga, poderemos ter a extinção de diversas espécies animais e vegetais típicas deste bioma. Outro problema ambiental, que já está ocorrendo em função do desmatamento, é o aumento da desertificação na caatinga.

No Município de Conceição não é diferente. Além da estiagem prolongada, outros fatores contribuíram ao longo dos anos para o desaparecimento de algumas espécies de animais, que eram facilmente vistas pelo homem, como o guará, a onça parda, cutia, entre outras. Nos dias atuais, ainda é possível encontrar muitas espécies, porém muitas delas são invisíveis ao homem, que desconhece algumas existências, que ocorrem no município.

A maior concentração da equipe aconteceu no sítio Roçado, um dos lugares no município de Conceição, que ainda não recebeu muita alteração e degradação. A exemplo de outras regiões, cerca de 80% da caatinga do Município de Conceição já foi alterado. A caatinga é considerada um dos ecossistemas mais degradados do planeta. Assim, importante garantir a preservação do bioma, visto que está fragilizado decorrente da devastação causada por ações humanas (caça, queimadas, desmatamento), bem como das mudanças climáticas. Essas ações têm culminado no desaparecimento de diversas espécies vegetais ou animais (inclusive endêmicas) e consequentemente no desequilíbrio do ecossistema.



O Município de Conceição, localizado na região do vale do Piancó paraibano, possui uma extensão territorial de 579 km² e uma população estimada em quase 19 mil habitantes, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística-IBGE. O município está incluído na área geográfica de abrangência do semiárido brasileiro, definida pelo Ministério da Integração Nacional em 2005. Esta delimitação tem como critérios o índice pluviométrico, o índice de aridez e o risco de seca. O clima é semiárido, com pluviosidade média de 862,6 mm/ano, irregularmente distribuída. A estação seca vai de setembro a dezembro. A vegetação é a caatinga xerofítica, com arbustos e árvores de pequeno e médio porte. O município está inserido na bacia hidrográfica do Rio Piancó.

Os principais cursos d'água são os Rio Piancó e os Riachos Coelho, Humaitá, do Catolé, do Barro Vermelho, do Criminoso, do Poço Redondo, da Possa, da Cana, das Cabaças e Papa Mel, todos de regime intermitente. O norte do município apresenta uma altitude mais elevada atingindo 730 metros nas regiões habitadas, especificamente na Vila do Distrito de Mata Grande, já na Vila do Distrito de Montevidéo a altitude máxima é de 720 metros.

Agradecimentos: 

Emissora de rádio 91FM, juiz de Conceição Antônio Eugênio, Promotor de justiça, Osvaldo Barbosa, Subseção da OAB de Piancó, Engenheiro Lamberto Gonzaga, Arliston Jerônimo, Farmacon, Funcionários do Banco do Brasil de Conceição, Glauber Fontes, Instituto João Siqueira de Figueiredo, Advogado Marcelo Matias.

Colaboraram com as gravações
Valberto Cds, Del Ferreira e Ricardo Dantas.














Fonte: Redação do portal Vale do Piancó Notícias.

Fonte


 

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Polícia Militar resgata mais de 70 aves em feira livre de João Pessoa

12/10/2015 09h48 - Atualizado em 12/10/2015 09h48
 
Animais estavam presos em gaiolas na Feira de Oitizeiro, segundo polícia.
Responsáveis pelos pássaros abandonaram o local com a chegada da PM.
 
Do G1 PB
  
Setenta e oito aves foram apreendidas na manhã de domingo (11) na feira de Oitizeiro, no bairro de mesmo nome, em João Pessoa. Segundo informações da Polícia Militar Ambiental, quando a equipe chegou ao local onde as aves estavam, os responsáveis haviam abandonado as gaiolas e fugido.

As aves foram recolhidas pela equipe policial e encaminhadas para o Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), localizado na Mata da Amem, na cidade de Cabedelo, na Grande João Pessoa. No Cetas, os bichos recolhidos na feira vão passar por uma avaliação médica veterinária e os liberados na avaliação serão devolvidos à natureza. Até a manhã desta segunda-feira (12), os suspeitos não tinham sido localizados.

Apreensão no Sertão
Na Zona Rural de Piancó, no Sertão paraibano, a polícia apreendeu seis pássaros e sete espingardas no sábado (10). Os suspeitos foram autuados em flagrante por posse ilegal de arma e por manter aves em cativeiro.




segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Metade dos açudes da PB está com volume abaixo de 20%, aponta Aesa

20/01/2014 16h52 - Atualizado em 20/01/2014 16h52 

Segundo o órgão, são 64 reservatórios com menos de 20% do volume.
Aesa afirma ainda que 34 estão em situação crítica.
 
Do G1 PB
 
Apesar das chuvas que caíram na Paraíba durante o fim de semana, 64 açudes no estado (52% do total) estão com volume abaixo de 20% da capacidade máxima. O levantamento foi divulgado nesta segunda-feira (20) pela Agência Executiva de Gestão das Águas (Aesa). São 123 reservatórios monitorados pela instituição, estando 30 atualmente sob observação e 34 em situação considerada crítica, com volume abaixo de 5%.
 
Foram registradas neste fim de semana (dias 18 e 19) precipitações pluviométricas em 56 dos 223 municípios da Paraíba. Os maiores índices foram na região do Sertão. O complexo Coremas-Mãe d'Água recebeu uma recarga de 2,6 milhões de metros cúbicos.
 
Durante o fim de semana, as maiores chuvas aconteceram nas cidades de Aguiar (63mm), São José da Lagoa Tapada (70mm), Cajazeirinhas (75mm), Piancó (92mm) e Coremas (120,5mm). "Tivemos um aumento de 12 centímetros na linha da água do açude de Coremas e 22 centímetros em Mãe d'Água", informou o gerente de Monitoramento e Hidrometria da Aesa, Lucílio Vieira. 

Porém, as chuvas continuam a não gerar recargas significativas para os reservatórios. "Eventos como os deste final de semana são animadores, pois se tivermos outras chuvas, ainda que de menor intensidade, a recarga pode ser maior. Isso porque o leito do rio está saturado e vamos ter um melhor escoamento desta água", acrescentou.

Previsão
O boletim de análise meteorológica divulgado na manhã desta segunda-feira (20) pela Aesa prevê ainda uma variação térmica de até 16°C, com a máxima chegando aos 36°C no Sertão e a mínima de 20°C no Brejo. "A previsão para hoje é de sol entre nuvens em praticamente todas as regiões do Estado. Poderão ocorrer chuvas isoladas no Sertão paraibano. Nas demais regiões, chuvas ocasionais", informou o meteorologista Emerson Rodrigues.
 
Fonte
 
 

domingo, 17 de novembro de 2013

As condições atuais da CAGEPA de Piancó

 
A ONG S.O.S. RIO PIANCÓ observou e constatou nesta tarde do sábado 16 de novembro de 2013, as condições nas quais a Companhia de Abastecimento de Água e Esgoto da Paraíba (CAGEPA) faz a captação e distribuição do liquido até as torneiras das residências dos seus consumidores da Cidade de Piancó-PB.


Enquanto os habitantes da zona urbana da Cidade de Piancó esperam por água nas torneiras de suas residências o que acontece é uma grande irresponsabilidade por parte da CAGEPA que desperdiça água sem parar, mas é claro, ela não sabe quanto custa, por isso permanece irresponsável e desastrada.


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terça-feira, 13 de agosto de 2013

Sertão paraibano sofre com 2º ano de seca

Paraíba apresentou queda de 69,3% na produção de grãos e chuvas não são suficientes para salvar a plantação e recuperar capacidade dos açudes.





Francisco França
Diversos açudes paraibanos estão em situação crítica, com capacidade abaixo de 5% do seu volume total
Fome e sede. Assim podem se resumir as principais privações enfrentadas pelos sertanejos e pequenos produtores paraibanos, que já enfrentam dois anos consecutivos de seca (2012/2013). Do chão tórrido já não brota nem alimentação para o rebanho.

Segundo a Federação dos Trabalhadores na Agricultura da Paraíba (Fetag-PB) 40% dos animais morreram. As perdas na safra do sertanejo alcançaram 97% no primeiro semestre e até agora não há sinal de chuva suficiente para salvar mais a plantação. Em Patos, um dos principais reservatórios que abastece a cidade, o Jatobá, só oferece água enlameada. Ele e mais 16 açudes paraibanos estão em situação crítica, com capacidade abaixo de 5% do seu volume total.
 
No outro reservatório, o Farinha, a situação é menos crítica, mas ele não tem suporte para atender as comunidades que ficam no seu entorno. As principais culturas da região de Patos, milho e feijão, foram dizimadas. Enquanto no Litoral e Brejo, as chuvas apareceram em julho, dando esperança aos trabalhadores da região de recuperar algumas culturas, no Sertão, tudo tende a piorar neste segundo semestre.
 
Para o presidente da Fetag-PB, Liberalino Ferreira, a situação é uma das piores dos últimos anos. “Há dificuldade até para o carro-pipa buscar água. Para o sertanejo, só resta agora aguardar o próximo inverno que começa em janeiro. O principal temor é enfrentar mais um ano de estiagem. No Brejo e Litoral ainda podem ocorrer chuvas e alguns produtos podem ser recuperados”, frisou.
 
Para o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Patos, José Martins Ermínio, pelo menos 700 agricultores que dependem do Jatobá e do Farinha estão sem ter o que comer e beber por causa da estiagem. “A produção de milho e feijão dos últimos 2 anos caiu cerca de 85%. A batata-doce, mais resistente ao solo seco, a queda foi menor, mais ou menos 70%. Em Patos, o povo produz para o seu sustento, mas com a falta de chuva muitos estão passando necessidade”, afirmou José Martins.
 
Os programas assistenciais do governo federal como Bolsa Estiagem e Bolsa Família são atualmente as principais fontes de renda para milhares de sertanejos. A água que chega à cidade vem de carro-pipa, que abastece as cisternas uma vez por mês. “Com essa água o pessoal tem de economizar para passar os 30 dias”, declarou José Martins.
 
Até meados do ano, a Paraíba apresentou queda de 69,3% na produção de grãos plantados no mês de maio quando relacionada à projeção de fevereiro. Em relação à superfície cultivada no mesmo período, as perdas são de 57% segundo a pesquisa Mensal de Previsão e Acompanhamento da Safra Agrícola, do Grupo de Coordenação das Estatísticas Agropecuárias, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
 
A seca foi a responsável pela baixa na produção de leguminosas, oleaginosas e cereais no Estado. Os produtos que tiveram maiores quedas na produção foram arroz (-96%), algodão (-81%) e milho (-75,9%). Em maio foram colhidos 76.516 toneladas de grãos e em fevereiro este montante foi de 249.703 toneladas, o que representa 173.187 toneladas a menos.
 
RESERVATÓRIOS EM BAIXA REDUZEM 50% DA PESCA
A situação em Patos e também das cidades circunvizinhas não atinge apenas as famílias de agricultores. Quem vive da pesca está recorrendo a outros açudes, já que o alimento no Jatobá e no Farinha não é mais encontrado. O esvaziamento dos reservatórios reduziu a atividade pesqueira em até 50% na região e prejudica a vida de pelo menos 100 famílias na cidade.
 
De acordo com secretário da Colônia de Pescadores de Patos Itamar Targino Ramos, os pescadores da cidade estão desempenhando a atividade em outros municípios como Piancó, Olho D'Água e Catingueira. “Nos açudes destes locais ainda encontramos Tilápia, Piau, Curimatã e Tucunaré. No Jatobá só tem peixe morto, sem oxigênio”, frisou.
 
Na Colônia de Pescadores pode-se dizer que a situação dos moradores não é tão crítica porque o local é saneado e, segundo Itamar Targino, ainda chega água nas torneiras. O problema maior é com a fonte de renda, que está cada vez mais ameaçada.
 
Além da estiagem, Itamar Targino disse que os dois principais açudes estão assoreados. Em maio os pescadores realizaram uma mobilização chamada “Patos: Pró Água”, numa tentativa de chamar a atenção das autoridades para a limpeza do Jatobá e Farinha. “Fizeram uma limpeza no Jatobá, mas precisamos do desassoreamento tanto dele quanto o do Farinha. Se isso não ocorrer, eles não vão poder armazenar muita água”, afirmou.
 
AESA: 17 AÇUDES EM SITUAÇÃO CRÍTICA
A Paraíba conta com 17 açudes em situação crítica segundo a última pesquisa da Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa). Entre eles está o Jatobá, que de todo o seu potencial de armazenamento (17.516.00 m³) conta apenas com 708.795 m³ de água, ou seja, 4%. O Farinha está numa situação um pouco melhor, ou seja, é um dos reservatórios que está em observação e está 20% abaixo do seu volume total.
 
Sete açudes paraibanos estão com menos de um por cento de seu volume total, segundo dados da Aesa. São eles: Serrote, em Monteiro (0,3%); Ouro Velho, em Ouro Velho (0,6%); Caraibeiras, em Picuí (0,2%); São José IV, em São José do Sabugi (0%); Bastiana, em Teixeira (0,7%); São Francisco II, em Teixeira (0,4%) e Várzea, em Várzea (0,4%).
 
No caso do Farinha, em Patos, dados da Aesa mostram que ele conta com apenas 6,6% de sua capacidade máxima (25.738.500 m³). Seu volume atual é de 1.705.400 m³. Os dados são referentes às últimas pesquisas da Aesa realizadas entre primeiro de junho e primeiro de agosto.



quarta-feira, 29 de maio de 2013

'Cidade Expressa' debate mobilidade urbana em Campina Grande

29/05/2013 11h35 - Atualizado em 29/05/2013 18h15

Seminário acontecerá no dia 7 de junho, no Teatro da Facisa.
Região metropolitana de Campina Grande foi criada em 2009.
 
Do G1 PB
 
 
Vice-governador Rômulo Gouveia compareceu à abertura do 'Cidade Expressa' (Foto: Taiguara Rangel/G1)
Vice-governador Rômulo Gouveia compareceu à abertura do
'Cidade Expressa' (Foto: Taiguara Rangel/G1)

Uma solenidade de abertura nesta quarta-feira (29) marcou o início do seminário 'Cidade Expressa' em Campina Grande. O debate visa despertar a atenção para a mobilidade urbana e concretização da região metropolitana de Campina Grande. O evento acontece no próximo dia 7 de junho, no Teatro da Facisa.



O lançamento do seminário aconteceu na sede da Associação Comercial de Campina Grande (ACCG) e contou com a presença do vice-governador da Paraíba, Rômulo Gouveia, do secretário de de Planejamento de Campina Grande, Marcio Caniello, do consultor em cooperativismo e desenvolvimento regional Rosalvo Meneses Filho e do superintendente da Rede Paraíba de Comunicação, Guilherme Lima, além da presença de empresários e pesquisadores do tema.

Para o vice-governador, a importância da região metropolitana e do debate em torno da mobilidade urbana passam pela própria preponderância de Campina Grande enquanto entreposto comercial da Paraíba. "É um esforço importante para a geração de emprego e renda. Fico muito feliz pelo compromisso firmado pela nossa cidade. O desenvolvimento da Paraíba passa muito por Campina Grande e precisamos descobrir novos ciclos para alavancar o crescimento da cidade", afirmou Rômulo Gouveia.
 
Segundo o superintendente da Rede Paraíba de Comunicação, Guilherme Lima, "será prestado todo apoio e adesão do grupo na divulgação das propostas. Campina Grande é uma cidade que precisa dessa discussão em torno da mobilidade". De acordo com o consultor da ACCG, Rosalvo Meneses Filho, é importante que a Região Metropolitana de Campina Grande, criada através da Lei Complementar 92/2009, saia do papel. "Precisamos que se torne instrumento de ação, pensando os problemas que já se acumulam para resolver em um futuro próximo", alegou.
 
O secretário de Planejamento de Campina Grande, Marcio Caniello, afirmou que a Prefeitura vem tomando medidas que possam ajudar a sanar os problemas de mobilidade e implementar definitivamente a Região Metropolitana. "Queremos parabenizar a iniciativa. Precisamos discutir planos para que o crescimento de Campina Grande não se transforme em transtorno", disse.
 
No próximo dia 7 de junho, a programação contará, dentre os vários debates, com a palestra do ministro das Cidades Aguinaldo Ribeiro, o pernambucano doutor em engenharia do transporte Osvaldo Lima Neto, o potiguar doutor em arquitetura Ruskin Freitas, o secretário de Meio Ambiente e Sustentabilidade de Pernambuco, Helvio Polito Lopes Filho, o vice-presidente do Fórum Nacional das Regiões Metropolitanas, Luciano Pinto, e o secretário de Planejamento da Paraíba, Gustavo Nogueira.

A Paraíba tem 11 regiões metropolitanas regulamentadas por leis: Araruna, Cajazeiras, Esperança, Itabaiana, Guarabira, Vale do Piancó, Sousa, Mamanguape, Patos, João Pessoa e Campina Grande.
 
Seminário Cidade Expressa
Data: sexta-feira (7)
Horário: 8h
Local: Teatro da Facisa

Fonte

 

domingo, 6 de janeiro de 2013

Fim de tarde com muita chuva no Vale do Piancó após meses de estiagem: Internautas comemoraram a mudança de clima. Confira!


Após meses de estiagem no Sertão da Paraíba, pelo menos no Vale do Piancó entrou a noite desta sexta-feira (04) com muita chuva e a sensação térmica em 24°C. Conforme informação de um viajante, durante um percurso que ele fez no trecho que liga a cidade de Patos a Conceição, choveu bastante.

Na cidade de Diamante, a população foi surpreendida com a chuva forte repentina. Choveu por quase uma hora. De acordo com o agricultor Luis Pereira o clima vem mudando nos últimos dias, fazendo com que a esperança de dias melhores chegue mais perto.
 
Click para ampliar

Os internautas comemoraram a mudança de clima postando mensagens em suas paginas, nas redes sociais. A chuva já serviu de esperança para os moradores que sofrem com a estiagem desde o ano passado.

Para as próximas semanas os meteorologistas preferem adotar a cautela no que se refere a aguardar que o fenômeno se repita.

De acordo com Carmem Becker, as previsões da Aesa apontaram que até o final do mês de março as chuvas devem aparecer, mas de forma muito irregular. Segundo ela apontou, essas precipitações são referentes a uma época denominada de pré-estação, que nas áreas do Cariri e Sertão indicam chuvas bastante irregulares e esparsas.

DiamanteOnline
 
 
 

sábado, 29 de dezembro de 2012

ONG faz campanha para ajudar macacos que estão morrendo de fome por causa da seca

Pontos de arrecadação foram disponibilizados em vários estabelecimentos comerciais no município de Piancó, no Sertão paraibano

Cidades | Em 28/12/2012 às 18h47, atualizado em 28/12/2012 às 21h18 | Por Felipe Silveira



Macacos estão morrendo de fome e sede.
Foto: ONG S.O.S. Rio Piancó.
A Organização Não-Governamental SOS Rio Piancó está realizando uma campanha de doações de alimentos e dinheiro para ajudar macacos que, segundo ela, estão morrendo de fome e de sede. O motivo das mortes é o efeito devastador da seca na serra de Santo Antônio, no município de Piancó (distante 391 quilômetros de João Pessoa, na região do Sertão paraibano).

Sensibilizada com a situação dos primatas, a ONG, em parceria com alguns estabelecimentos comerciais da cidade, resolveu unir forças para amenizar a falta de alimentos e de água. Alguns pontos de arrecadação foram disponibilizados em vários pontos da cidade. A ONG também tem o cuidado de levar esses alimentos arrecadados para pontos estratégicos, de modo que não mude o comportamento silvestre, o qual estão habituados os pequenos macacos.

O presidente da SOS Rio Piancó, José Rodrigues Filho, informou que, em apenas um dia, cerca de 200 quilos de donativos foram doados. "Começamos esta campanha na quinta-feira. Em um dia, conseguimos sensibilizar a população e arrecadar cerca de 200 quilos de donativos, entre milho, frutas, sementes, nozes e até dinheiro para aquisição desses produtos e custeio da mão de obra atinente", ressaltou.

Desde a fundação da cidade de Piancó, existe uma população de macacos-pregos que habitam a Serra de Santo Antônio. Atualmente, com uma das piores secas dos últimos 30 anos que assolam essa região, agravada com a presença humana, os problemas para a convivência dos primatas aumentaram. O principal deles, porém, conforme relata o presidente da ONG, é mesmo a falta de alimentos causada pela escassez das chuvas. "A seca vem provocando a morte desses animais", alerta Rodrigues.

A SOS Rio Piancó enviou propostas à Secretaria de Meio Ambiente dos Recursos Hídricos da Ciência e Tecnologia do Estado da Paraíba (SERHMACT) com a finalidade de transformar a serra em um Jardim Étnico Botânico. "Com isso, estaremos diversificando a flora existente com o plantio de mais espécies frutíferas nativas, visando aumentar a oferta de mais alimentos para os macacos, como também, com constante acompanhamento e monitoramento das ações, visando mais presença de agentes ambientais e servindo de visitação para estudantes do município e de outras regiões conhecerem este ecossistema", afirmou o presidente da Organização.

Pontos de arrecadação na cidade de Piancó:

Bombonieri do Zé Batata
Posto de Manoel Tomaz
Farmácia do Povo
Odilon Calçados
Casa Remígio
Rádio Cidade FM de Piancó
Rádio Nativa FM de Piancó
Águias da Noite
Guardiões da Noite
Grupo Escoteiro Padre Otaviano 13º PB de Piancó

Sede da ONG: Rua Pedro Jerônimo Ângelo, 179, Bairro Ouro Branco, Piancó (PB).


Fonte


sábado, 24 de novembro de 2012

Prefeita usa ambulância de UTI móvel para coletar lixo em Piancó

23/11/12 - 17:02 - Atualizado em 23/11/12 - 17:10

Reportagem tentou falar com a prefeita Flávia, mas ela não foi localizada na prefeitura


A médica e prefeita do município de Piancó (PB), Flávia Galdino, resolveu recolher o lixo da cidade para entregá-la limpa ao sucessor, Sales Lima, usando uma ambulância. A denúncia é do advogado e vereador reeleito, Pádua Leite. Segundo ele, a prefeita resolveu transformar a ambulância em carro de lixo porque não gosta do ex-prefeito Edvaldo Leite de Caldas, que adquiriu o veículo e o transformou em uma UTI Móvel.

Pádua Leite disse que já comunicou o caso ao Ministério da Saúde e que está pedindo providências ao Ministério Público (estadual e federal). Segundo Pádua Leite, a ambulância funciona como carro de lixo há pelo menos dois meses. O advogado afirma ter feito um dossiê com mais de 100 páginas de irregularidades praticadas pela gestão da prefeita Flávia Galdino.

No documento, Pádua Leite denuncia que a prefeita Flávia Galdino alugou um tomógrafo por R$ 320 mil para o Consórcio Intermunicipal de Saúde para atender à população carente da região, mas o equipamento foi retirado logo após as eleições municipais. Ele disse ter feito representação na Justiça solicitando a devolução do equipamento ao consórcio.

A reportagem tentou falar com a prefeita, mas ela não foi localizada na Prefeitura de Piancó.

Da Redação (Com Estadão)
Foto Blog do Pádua


 

sábado, 17 de novembro de 2012

PB vai incluir Sertão, Brejo e Cariri no Mais Irrigação

Lançado na última terça-feira (13) pela presidenta Dilma Rousseff. programa 'Mais Irrigação' irá incluir três perímetros na Paraíba. 



Três perímetros irrigados nas regiões do Sertão, Brejo e Cariri foram incluídos no programa 'Mais Irrigação', lançado na última terça-feira pela presidenta Dilma Rousseff. O programa, coordenado pelo Ministério da Integração Nacional, visa valorizar o agricultor familiar e desenvolver, por meio de parcerias público-privadas, projetos de irrigação em áreas produtivas, fortalecendo a economia regional e gerando mais emprego e renda.

A previsão é de investimentos da ordem de R$ 3 bilhões, por meio do PAC, e mais R$ 7 bilhões da iniciativa privada.

No “Mais Irrigação” foram incluídos os perímetros de São Gonçalo, em Sousa, com 2.404 hectares; de Sumé, com 275 hectares, e os projetos e estudos das Vertentes Litorâneas com mais 3.000 hectares.

O governador Ricardo Coutinho destacou o esforço do governo federal em adotar medidas emergenciais e preventivas para minimizar os efeitos da seca no semiárido nordestino junto com os Estados. Ele afirmou que a utilização de parcerias público-privadas nestes perímetros poderão melhorar o funcionamento dos sistemas de irrigação que já existem ou que funcionam de forma precária. “O programa se adequa bem às áreas como as do distrito de Lagoa do Arroz, do perímetro irrigado de Piancó e distritos de São Gonçalo, e de Sumé, mas vamos trabalhar para incluir outras áreas irrigáveis no Estado”, comentou.

Ricardo Coutinho afirmou ainda que esses projetos citados se adequariam bem ao regime de PPP, mas outras experiências que já existem têm que ter uma ação direta do poder público. “São situações diferenciadas, mas acho que esse programa é uma luz muito forte no fim do túnel. E pode ser para o Brasil e para o Nordeste uma redenção em áreas produtivas que não têm motivo para não serem utilizadas para produzir alimentos”, enfatizou.

Para o governador, um grande problema verificado em vários sistemas de irrigação é o desperdício de água por conta dos equipamentos ultrapassados, sendo necessária a modernização das técnicas utilizadas.

“O programa vem num momento importante para promover a verdadeira inclusão produtiva no Nordeste”, completou o governador.

A presidenta Dilma Rousseff disse que o projeto terá um papel decisivo no enfrentamento à estiagem no semiárido nordestino.

“Hoje, ao lançar o Mais Irrigação, eu reafirmo um compromisso: nós vamos derrotar a seca e vamos usar para isso o que existe de melhor no mundo da tecnologia. Nós não vamos medir esforços. A irrigação permanente e terras constantemente aproveitadas, sem sombra de dúvidas, são a melhor resposta para seca também. Nós queremos esse modelo bem sucedido e esperamos que ele se espalhe pelo Brasil, recriando oportunidades de produção e esperança”.

De acordo com o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra, a PPP em irrigação irá oferecer terras através da seção do uso por 45 anos, e sem nenhum tipo de alienação. Bezerra explicou os produtores ou empresas terão acesso a linhas de financiamento de bancos públicos para implantar e ampliar a estrutura de irrigação para se produzir mais e melhor.

Fonte

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

PB vai incluir Sertão, Brejo e Cariri no Mais Irrigação

Lançado na última terça-feira (13) pela presidenta Dilma Rousseff. programa 'Mais Irrigação' irá incluir três perímetros na Paraíba. 



 
Três perímetros irrigados nas regiões do Sertão, Brejo e Cariri foram incluídos no programa 'Mais Irrigação', lançado na última terça-feira pela presidenta Dilma Rousseff. O programa, coordenado pelo Ministério da Integração Nacional, visa valorizar o agricultor familiar e desenvolver, por meio de parcerias público-privadas, projetos de irrigação em áreas produtivas, fortalecendo a economia regional e gerando mais emprego e renda.

A previsão é de investimentos da ordem de R$ 3 bilhões, por meio do PAC, e mais R$ 7 bilhões da iniciativa privada.

No “Mais Irrigação” foram incluídos os perímetros de São Gonçalo, em Sousa, com 2.404 hectares; de Sumé, com 275 hectares, e os projetos e estudos das Vertentes Litorâneas com mais 3.000 hectares.

O governador Ricardo Coutinho destacou o esforço do governo federal em adotar medidas emergenciais e preventivas para minimizar os efeitos da seca no semiárido nordestino junto com os Estados. Ele afirmou que a utilização de parcerias público-privadas nestes perímetros poderão melhorar o funcionamento dos sistemas de irrigação que já existem ou que funcionam de forma precária. “O programa se adequa bem às áreas como as do distrito de Lagoa do Arroz, do perímetro irrigado de Piancó e distritos de São Gonçalo, e de Sumé, mas vamos trabalhar para incluir outras áreas irrigáveis no Estado”, comentou.

Ricardo Coutinho afirmou ainda que esses projetos citados se adequariam bem ao regime de PPP, mas outras experiências que já existem têm que ter uma ação direta do poder público. “São situações diferenciadas, mas acho que esse programa é uma luz muito forte no fim do túnel. E pode ser para o Brasil e para o Nordeste uma redenção em áreas produtivas que não têm motivo para não serem utilizadas para produzir alimentos”, enfatizou.

Para o governador, um grande problema verificado em vários sistemas de irrigação é o desperdício de água por conta dos equipamentos ultrapassados, sendo necessária a modernização das técnicas utilizadas.

“O programa vem num momento importante para promover a verdadeira inclusão produtiva no Nordeste”, completou o governador.

A presidenta Dilma Rousseff disse que o projeto terá um papel decisivo no enfrentamento à estiagem no semiárido nordestino.

“Hoje, ao lançar o Mais Irrigação, eu reafirmo um compromisso: nós vamos derrotar a seca e vamos usar para isso o que existe de melhor no mundo da tecnologia. Nós não vamos medir esforços. A irrigação permanente e terras constantemente aproveitadas, sem sombra de dúvidas, são a melhor resposta para seca também. Nós queremos esse modelo bem sucedido e esperamos que ele se espalhe pelo Brasil, recriando oportunidades de produção e esperança”.

De acordo com o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra, a PPP em irrigação irá oferecer terras através da seção do uso por 45 anos, e sem nenhum tipo de alienação. Bezerra explicou os produtores ou empresas terão acesso a linhas de financiamento de bancos públicos para implantar e ampliar a estrutura de irrigação para se produzir mais e melhor.

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segunda-feira, 30 de julho de 2012

Vale do Piancó também receberá águas do São Francisco

Cidades | Em 25/07/12 às 09h48, atualizado em 25/07/12 às 09h54 | Por Da Redação, com Assessoria de Comunicação

Uma adutora de 26,5 quilômetros de extensão vai beneficiar a população do Vale do Piancó com águas da transposição do rio São Francisco.

Uma adutora de 26,5 quilômetros de extensão vai beneficiar a população do Vale do Piancó com águas da transposição do rio São Francisco. O pleito antigo da região para tornar o rio Piancó perene vai se tornar realidade graças à aprovação do projeto técnico encaminhado pelo Governo do Estado ao Ministério da Integração Nacional para a chegada das águas no município de Conceição.

Os estudos foram aprovados por unanimidade pelo Conselho Gestor do São Francisco, que envolve os quatro estados que receberão as águas (Ceará, Rio Grande do Norte, Pernambuco e Paraíba), além do Ministério da Integração Nacional; Ministério das Minas e Energia, Casa Civil da Presidência da República, Agência Nacional das Águas, dentre outros órgãos.

O secretário dos Recursos Hídricos, Meio Ambiente e Ciência e Tecnologia, João Azevedo, explicou que a adutora será implantada desde o eixo Norte da transposição até a Barragem Condado, no Município de Conceição. "Estamos agora na fase de detalhamento do projeto para que em 2013 a gente tente incluir como obra prioritária do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC)”, destacou o secretário, acrescentando que a adutora vai permitir que a água do São Francisco seja melhor distribuída na Paraíba.

As outras três entradas das águas do Rio São Francisco na Paraíba são por Monteiro, via barragem Porções, (eixo Leste) e São José das Espinharas (eixo Norte), esse eixo com duas entradas, uma na barragem Engenheiro Avidos e outra na Lagoa do Arroz. O Governo federal retomou em Pernambuco no mês de abril as obras do lote 12 que vão atingir Monteiro, com previsão de chegada das águas até o final de 2014.

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sábado, 30 de junho de 2012

Ibama autua mais de 130 empresas na Paraíba por irregularidades no Cadastro Técnico Federal



Assessoria

O Ibama realizou, nas duas últimas semanas, a Operação Cadastro, visando o controle de atividades potencialmente poluidoras ou utilizadoras de recursos naturais, que são obrigadas a manterem registro no Cadastro Técnico Federal (CTF), no estado da Paraíba. Os agentes ambientais federais autuaram mais de 130 empresas no estado, o Ibama estima que mais de R$  200 mil em multas foram aplicados. Os resultados da equipe que atuou na região de Sousa ainda não foram consolidados.

Nesta etapa da Operação Cadastro foram fiscalizados empreendimentos nos municípios de Cabedelo, Bayeux, Santa Rita, Guarabira, Sumé, Serra Branca, Monteiro, Piancó, Itaporanga, Conceição, Sousa, Cajazeiras, Patos e São Bento. As irregularidades mais encontradas foram a falta de inscrição no CTF, informações enganosas nos cadastros e falta de entrega de relatórios anuais de atividades.

"As vistorias nas empresas proporcionaram a oportunidade de verificar as informações prestadas pelas empresas cadastradas no CTF, e também a inclusão de empresas que ainda não tinham o cadastro, após a autuação das mesmas", avalia a coordenadora do Setor de Cadastro do Ibama na Paraíba, Ana Maria Nogueira.

Atividades com alto potencial poluidor, como comércio de combustíveis e transporte de produtos perigosos, ou altamente impactantes pelo uso de recursos naturais, como minerações e cerâmicas, foram os principais alvos da operação, que encontrou diversas irregularidades referentes ao CTF e também algumas relativas às licenças ambientais necessárias aos empreendimentos.

Segundo o chefe da Divisão Técnica do Ibama na Paraíba, Rodrigo Escarião, "as empresas que desenvolvem atividades listadas na Instrução Normativa 31/2009 do Ibama e ainda não são cadastradas devem buscar se regularizar o quanto antes, pois a Operação Cadastro continuará em campo no segundo semestre, aplicando as sanções previstas àqueles que descumprirem a legislação ambiental, pois o CTF é um instrumento importantíssimo para a qualidade ambiental."

Criado pela Lei 6938/1981, que institui a Política Nacional do Meio Ambiente, o CTF é uma ferramenta de controle de atividades que impactam ou podem impactar o meio ambiente. Empresas que exercem atividades potencialmente poluidoras ou que utilizam recursos naturais, como lenha, minérios e produtos e subprodutos da fauna  precisam estar inscritas no CTF, para que as atividades possam ser controladas e monitoradas pelos órgãos ambientais.

As empresas com atividades passíveis de exigibilidade do CTF devem se cadastrar, informando os dados do empreendimento, as atividades que desenvolvem e o porte da empresa. O CTF, em alguns casos, obriga ao pagamento da Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental (TCFA). O valor da TCFA varia conforme o porte da empresa e o potencial impacto da atividade ao meio ambiente, e parte desses recursos é revertido para as ações de fiscalização e controle ambiental do Ibama. O cadastro é feito por meio do site do Ibama, no endereço http://servicos.ibama.gov.br/cogeq/.

Também é importante que, ao se cadastrarem ou apresentarem os relatórios anuais de atividades por meio dos serviços online no site do Ibama, as empresas zelem pela exatidão das informações que prestam ao CTF. Os dados são analisados e, em caso de informações omissas ou enganosas, os responsáveis podem ser autuados pelo Ibama. Interessados em obter mais informações sobre o CTF podem ligar para o telefone 83 3244 3228, no setor de Cadastro da Superintendência do Ibama na Paraíba, ou na Sede em Brasília, no número 61 3316 1677.

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