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quinta-feira, 15 de junho de 2017

Centro de Zoonoses diagnostica 30 animais com leishmaniose em João Pessoa por mês

Doença não tem cura e orientação do Ministério da Saúde é sacrificar.
 
Por G1 Paraíba
 
Pelo menos 30 animais são infectados pela leishmaniose em João Pessoa
Pelo menos 30 animais são infectados pela leishmaniose em João Pessoa
 
 
Pelo menos 30 animais são infectados pela leishmaniose em João Pessoa todos os meses e a situação já é considerada crítica pelo Centro de Controle de Zoonoses. Mais conhecida como ‘calazar’, a doença visceral é transmitida pelo mosquito-palha e atinge mais os cães. 

Em algumas áreas da cidade, a situação é considerada endêmica, como Mangabeira, Valentina, Oitizeiro, Altiplano, Cabo Branco, Penha, Gramame e Bairro das Indústrias, onde a presença do mosquito é constante, segundo a médica veterinária Suely Ruth Silva. 

A testagem para diagnosticar a doença é oferecida gratuitamente no Centro de Zoonoses, mas o tratamento, que é considerado caro, não é oferecido na rede pública. O teste rápido deve ser feita antes do animal ser vacinado. A doença não tem cura e a recomendação do Ministério da Saúde é sacrificar o animal doente, mas muitos proprietários lutam para tratar seus animais. 


sábado, 3 de março de 2012

Mais de 400 cães com calazar são sacrificados em João Pessoa

Número é do Centro de Zoonozes e se refere ao ano de 2011.
Apenas em janeiro de 2012, 14 cães já tiveram a doença na capital.

Maurício Melo e Angélica Nunes 

Do G1 PB
 
Segundo o Centro de Controle de Zoonoses de João Pessoa, 407 cachorros tiveram que ser sacrificados em 2011 após terem sido diagnosticados com leishmaniose, doença também conhecida como calazar e que tem atacado cada vez mais humanos, segundo dados do Ministério da Saúde.

De acordo com dados do Ministério, em 2011 foram 28 ocorrências em pessoas e em janeiro de 2012 já foram duas. Em 2010, foram contados 23 casos confirmados na Paraíba. Em todo o Brasil, a soma chegou a 3.526 em 2010 e 3.540 em 2011.

O número de incidência canina, no entanto pode ser maior, uma vez que a contagem é feita, na maioria das vezes, a partir de casos que são levados ao Centro de Zoonoses de forma espontânea. Não há uma campanha os fiscalização que saia em busca de animais doentes.

A transmissão da doença acontece por meio da picada do mosquito da palha. É uma doença que costuma se desenvolver em cães, podendo ser transmitida ao homem. Comprometendo os órgãos viscerais, principalmente o fígado, o baço e a medula óssea. Ao picar o homem sadio, o mosquito inocula formas promastigotas, que levam o calazar, através do sangue, para o fígado, baço e médula óssea, produzindo graves lesões.

A pessoa infectada passa a se sentir febril, cansado, nota um aumento de volume em seu fígado e seu baço. Com a evolução da doença, surgem anemia, hemorragias nasais, gengivais e intestinais, queda dos cabelos entre outros sintomas e sinais. A doença pode ser fatal.

No caso dos cães, apesar de, com tratamento, não haver mais sintomas, o animal continua tendo a doença que pode ser transmitida através do mosquito, por isso, normalmente o cachorro é sacrificado.

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