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quarta-feira, 26 de julho de 2017

Mais de 200 aves silvestres são apreendidas em Guarabira, PB, em julho

Duas pessoas foram detidas e 65 aves apreendidas. Ao todo, oito pessoas já foram autuadas.
 
Por G1 PB 


Mais de 200 aves silvestres foram apreendidas em Guarabira, Agreste da Paraíba, no mês de julho (Foto: Ten. Jerônimo/4º BPM)
Mais de 200 aves silvestres foram apreendidas em Guarabira,
Agreste da Paraíba, no mês de julho (Foto: Ten. Jerônimo/4º BPM)

Mais de 200 aves silvestres foram apreendidas no mês de julho em Guarabira, Agreste da Paraíba, e oito pessoas presas. Nesta quarta-feira (26), duas pessoas foram detidas e 65 aves silvestres que estavam sendo vendidas ilegalmente foram apreendidas em operação do Batalhão de Polícia Ambiental, na feira de troca do bairro Cordeiro.
As duas pessoas presas assinaram um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) na Delegacia de Polícia Civil de Guarabira e vão pagar multa pela posse dos pássaros das espécies golado, papa-capim, azulão, sabiá, bigodinho, sangue de boi e galo de campina.

A operação comandada pelo Tenente Renan teve como objetivo coibir crimes ambientais na cidade. No dia 8 de julho foram apreendidos 143 pássaros também em Guarabira e seis pessoas detidas na Operação Voo Livre, realizada na feira livre da cidade.

3 mil animais silvestres resgatados
Neste ano já foram apreendidos mais de 3 mil animais silvestres na Paraíba. O superintendente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) na Paraíba, Thiago Maranhão, disse que “se existe o traficante é porque existe o mercado final, o consumidor. O grande responsável pelo tráfico animal não é aquele que vai buscar e vender, mas aquele que vai adquirir”.

As pessoas que criam animais silvestres sem registro podem devolver voluntariamente ao Ibama ou à Polícia Ambiental que não vão ser penalizados.


Apreensão desta terça-feira (26) em Guarabira, coibiu a venda ilegal das aves na feira de troca do bairro Cordeiro (Foto: Ten. Renan/4º BPM)
Apreensão desta terça-feira (26) em Guarabira, coibiu a venda ilegal
das aves na feira de troca do bairro Cordeiro (Foto: Ten. Renan/4º BPM)
Apreensão desta terça-feira (26) em Guarabira, coibiu a venda ilegal das aves na feira de troca do bairro Cordeiro (Foto: Ten. Renan/4º BPM)

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Fazendeiro é detido com oito aves silvestres no Sertão da Paraíba

Segundo a PRF, caso ocorreu na cidade de Patos. Suspeito foi encaminhado para a delegacia da Polícia Civil. 

Por G1 PB
PRF apreendeu oito animais silvestres na casa de um fazendeiro em Patos. (Foto: Divulgação/PRF)
PRF apreendeu oito animais silvestres na casa de um fazendeiro
em Patos. (Foto: Divulgação/PRF)
 
Um fazendeiro foi detido com oito aves silvestres no município de Patos, no Sertão paraibano. Uma espingarda também foi encontrada no interior da residência do suspeito, que fica localizada às margens da BR-361.

Segundo informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), policiais que faziam rondas próximas ao local avistaram uma das aves em uma gaiola e abordaram o fazendeiro. Ao revistar a casa dele, avistaram outros pássaros, sendo dois canários da terra, dois fogo-pagou e um galo de campina, além de dois papagaios.

Foram encontradas ainda, no interior da residência do suspeito, uma espingarda calibre 40 e 28 cartuchos. O homem foi encaminhado até a Delegacia da Polícia Civil, onde foi aberto um inquérito para apurar os crimes de posse ilegal de arma de fogo e pela propriedade ilícita das aves. 

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Cagepa flagra desvio de água de esgoto para suposta irrigação na PB

26/12/2016 20h10 - Atualizado em 26/12/2016 20h10

Flagrante aconteceu em tubulação de esgoto em Campina Grande.
Cagepa viu água indo para barreiro e suspeita de irrigação com esgoto.

Canos que desviavam esgoto para barreiro foram apreendidos (Foto: Ronaldo Menezes/Cagepa)
Canos que desviavam esgoto para barreiro foram apreendidos
(Foto: Ronaldo Menezes/Cagepa)

Uma fiscalização do Companhia de Águas e Esgotos da Paraíba (Cagepa) flagrou o furto esgoto para uma propriedade privada em Campina Grande, no Agreste paraibano. A água poluída estaria sendo encaminhada um pequeno reservatório e há suspeita de que ela esteja sendo usada para irrigar capim e vegetais. A Cagepa acionou a Polícia Militar, mas não foi autorizada a entrar na propriedade para confirmar onde a água era usada. Os canos que desviavam o esgoto foram apreendidos.
Segundo o gerente regional da Cagepa, Ronaldo Menezes, o flagrante ocorreu nesta segunda-feira (26). Segundo ele, há alguns meses a companhia percebeu uma redução na chegada de esgoto na estação de tratamento de Campina Grande, que fica no Sítio Caiçara.

“Todo o esgoto de Campina Grande vai para a antiga estação de tratamento que fica no Bairro Catingueira. De lá ele é bombeado para a nova estação no sítio Caiçara, que fica a cerca de 8 km. Nesta segunda-feira, nós começamos uma fiscalização e percebemos que havia o desvio do esgoto para dentro de uma propriedade, neste trecho entre as duas estações. Foi possível ver os canos levando a água poluída para um barreiro”, explicou o gerente.

Os canos foram encontrados nas saídas de ar da tubulação e, segundo o gerente, ainda foi possível ver que existem animais sendo criados na propriedade. A vegetação verde levantou a suspeita do uso do esgoto para irrigação, o que vai ser apurado.

Esgoto era desviado da saídas de ar da tubulação da Cagepa (Foto: Ronaldo Menezes/Cagepa)
Esgoto era desviado da saídas de ar da tubulação
da Cagepa (Foto: Ronaldo Menezes/Cagepa)
“Como se trata de uma propriedade privada, a gente não pôde entrar, pois é necessário autorização judicial. Mas, percebemos que havia gado no local e capim. Então foi levantada uma suspeita de que a água pode estar sendo usada para irrigar”, frisou Ronaldo Menezes.

De acordo com a Cagepa, o que mais preocupa a companhia é o uso da água poluída. “A Cagepa destina todo o esgoto para a Estação de Caiçara, que passa por um tratamento e depois é destinada ao meio ambiente sem  causar nenhum dano à natureza. Entretanto, a água que está sendo desviada é de esgoto bruto”, disse o gerente.

A Cagepa acionou a Polícia Militar para acompanhar a fiscalização no perímetro da tubulação de esgoto e também procurou a Polícia Civil para registrar um boletim de ocorrência. Ainda segundo Ronaldo Menezes, a Cagepa vai enviar um relatório da fiscalização para o Ministério Público da Paraíba (MPPB).



domingo, 30 de outubro de 2016

Operação do IBAMA e PRF apreende 90 aves em feira de Campina Grande

30/10/2016 14h08 - Atualizado em 31/10/2016 10h23
Ação integrada aconteceu neste domingo (30) na Feira da Prata. 
Multa pela apreensão das aves chega a R$ 45 mil.

Do G1 PB


Aves estavam sendo vendidas em mercado público da cidade (Foto: Reprodução/Tv Paraíba)
Aves estavam sendo vendidas em mercado público da cidade (Foto: Reprodução/Tv Paraíba)

Cerca de 90 pássaros foram apreendidos durante uma operação integrada, realizada na manhã deste domingo (30), em Campina Grande, no Agreste paraibano. Os animais estavam sendo comercializados de forma ilegal, no Mercado Púbico do Bairro da Prata, conhecido como Feira da Prata. As multas pelas apreensões das aves totalizam R$ 45 mil.

A ação ocorreu de maneira integrada entre a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e agentes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Ao todo, 18 policiais e nove agentes do instituto participaram da ação.

Os suspeitos flagrados na operação, em posse das aves silvestres, foram conduzidos para a Distrito de Polícia Civil, no Centro da cidade, onde foram lavrados Termos Circunstanciados de Ocorrência (TCO). Os autuados também estão sendo multados em R$ 500 por cada passado apreendido.

O chefe da operação, representante do Ibama, Roberto Cabral Borges disse que a venda de aves ilegais nas feiras é absurda e descarada. “Infelizmente não é comum só em Campina Grande, mas em vários municípios e feiras. A gente tem desenvolvido ações rotineiras, entre Ibama e PRF, só que, infelizmente, a gente identifica as pessoas, mas a legislação não é suficiente para que essas pessoas possam ficar retidas, porque o crime tem pena de seis meses a um ano e, em geral isso dá em TCO e elas são liberadas.

Ainda segundo o Ibama, as aves que tiverem condições vão ser reintegradas à natureza de imediato. Já as debilitadas, vão passar por um processo de reabilitação antes de voltarem ao habitat. A operação integrada deve continuar ao longo dos próximos dias em outras cidades da Paraíba.




domingo, 16 de outubro de 2016

Moradores de Intermares denunciam que incêndios criminosos atingem a Mata do Amém

Os moradores acreditam que os incêndios que começaram desde a última quinta-feira (13) possam ser criminosos


Os incêndios começaram acontecer na última quinta-feira (Foto: WhatsApp)

Moradores do bairro de Intermares, em Cabedelo, na Grande João Pessoa, estão assustados com os constantes incêndios que estão ocorrendo nas proximidades da Mata do Amém, unidade de conservação brasileira de uso sustentável da natureza. Eles acreditam que os incêndios que começaram desde a última quinta-feira (13) possam ser criminosos. “A área e de especulação imobiliária” disse uma das moradoras do loteamento Boa Vista, que fica próximo do local.
 
De acordo com d. Aila Ferreira, câmara de segurança de uma das residências, nas proximidades de onde aconteceu o incêndio, flagrou um motoqueiro com um galão, provavelmente de combustível,  na mão, entrando na área e pouco tempo depois começou o incêndio. “Gostaria de lembrar que no dia anterior havia chovido e a terra estava molhada e não dava para acontecer um incêndio do nada”.





Ela revelou que sábado os moradores da região voltaram a notar a presença de um motoqueiro na área e em seguida começou um incêndio misterioso. Os bombeiros conseguiram debelar o fogo.

Ela conta que à tarde, às 15h, os militares retornaram para verificar se ainda havia algum foco de incêndio e não encontraram nada. Por volta das 18h de ontem o mesmo motoqueiro foi visto e novamente começou o incêndio que só foi apagado na manhã de hoje, às 5h. “Em decorrência disso uma casa ainda foi incendiada", disse a moradora.

“Todos acreditam que os incêndios que estão acontecendo aqui são criminosos. As construtoras já tentaram  comprar a área de patrimônio federal e não conseguiram” desabafou d. Aila que, segundo ela, com o desmatamento fica mais fácil à negociação da área.

O Corpo de Bombeiros Militares de Cabedelo e a Delegacia de Polícia Civil do Município (7ª DD) ainda não se manifestaram sobre os incêndios. 

Fonte


quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Olaria na PB é incendiada um mês após ser alvo da operação Descarte

11/10/2016 13h56 - Atualizado em 11/10/2016 13h57
 
Local foi alvo de operação da Polícia Civil no início de setembro.
Delegacia de Defraudações e Falsificações não descarta incêndio criminoso.

Do G1 PB

Incêndio aconteceu de forma direcionada, concentrada no lixo descartado (Foto: Lucas Sá/Divulgação)
Incêndio aconteceu de forma direcionada, concentrada no lixo
descartado (Foto: Lucas Sá/Divulgação)


Uma olaria pegou fogo na manhã desta terça-feira (11) na cidade de Santa Rita, por volta das 5h. De acordo com o delegado Lucas Sá, da Delegacia de Defraudações e Falsificações (DDF) de João Pessoa, o local foi foi alvo de uma operação da Polícia Civil no dia 1º de setembro, para investigar a suspeita de crime ambiental e descarte irregular de lixo hospitalar. Um inquérito vai ser aberto para investigar o que teria motivado o fogo, sendo o terceiro instaurado em menos de dois meses contra a mesma empresa prestadora de serviços de coleta de resíduos hospitalares.

A Polícia Civil não descarta que o incêndio tenha sido criminoso e dois funcionários do local foram detidos para prestar esclarecimentos. Segundo o delegado Lucas Sá, a principal suspeita é a de destruição de provas ou para evitar as despesas com o descarte correto de material. O fogo atingiu apenas o local que era usado pelas autoridades policiais como prova do suposto crime ambiental praticado pela olaria.

O incêndio começou na madrugada e aconteceu de forma direcionada, concentrado no lixo, que deveria ser retirado do local até o dia 17 de outubro. O delegado Lucas Sá informou que os dois funcionários levados para depor foram liberados após esclarecimentos.

Operação Descarte
A Operação Descarte aconteceu no dia 1º de setembro em duas empresas de serviços ambientais sediadas em Santa Rita e João Pessoa. De acordo com a polícia, o objetivo da operação foi investigar as duas empresas pela suposta prática de crime ambiental, fraude em licitações públicas, utilização de documentos falsos e desvio de recursos públicos. As empresas investigadas atuam na Paraíba há nove anos e têm contratos firmados com dezenas de prefeituras na Paraíba, que já resultaram no pagamento de mais de R$ 9,4 milhões por parte dos cofres públicos.

Segundo a polícia, “existem fortes indícios de que as empresas prestadoras de serviços de coleta de resíduos hospitalares teriam celebrado contratos fraudulentos em diversas prefeituras da Paraíba, além de descartar lixo hospitalar, de maneira criminosa, em uma olaria situada na zona rural de Santa Rita”.

O descarte irregular representa um grau elevado de contaminação e risco epidemiológico, com possível contaminação do lençol freático do Rio Paraíba, que corre às margens do terreno onde está localizada a olaria.



Polícia investiga suposto incêndio criminoso em olaria contratada por Servlimp

Por Redação

Publicado em 11.10.2016 às 11:36
Atualizado em 11.10.2016 às 15:10

O delegado titular da Defraudações e Falsificações, Lucas Sá, disse que será instaurada uma investigação em conjunto com a Operação Descarte



O incêndio, segundo a polícia, foi direcionado ao lixo (Foto: Divulgação)


A Polícia Civil está investigando um incêndio possivelmente criminoso na Olaria Redenção, em Santa Rita, na manhã desta terça-feira (11). No local era armazenado lixo hospitalar da empresa Servlimp, que foi alvo de uma operação no mês de setembro. A suspeita é de que o incêndio tenha sido provocado para destruir provas.

O delegado titular da Defraudações e Falsificações, Lucas Sá, disse que será instaurada uma investigação em conjunto com a Operação Descarte, porque a suspeita é que esse incêndio foi criminoso, para destruir provas importantes para a operação. A suspeita inicial recai sobre a empresa alvo da Operação Descarte, que é a Servlimp.

A Operação Descarte foi desencadeada no mês de setembro pelo Ministério Público (GAECO) em conjunto com a Polícia Civil. Durante as investigações, foi descoberto que a empresa não estava realizando corretamente o descarte de lixo.


 


sábado, 3 de setembro de 2016

Operação fecha empresas e prende suspeitos por descarte irregular de lixo hospitalar

 Por Da Redação

Publicado em 02.09.2016 às 07:33

Os suspeitos vão responder na Justiça por associação criminosa e poluição ambiental. As penas para estes crimes podem chegar até 7 anos de reclusão. A operação continua para prender os outros suspeitos


Novas fases da operação podem ser deflagradas em breve, de acordo com a evolução das investigações
e das informações descobertas. (Foto: Graça Macena)


Duas pessoas foram presas na tarde desta quinta-feira (01) durante a Operação Descarte, realizada pela Polícia Civil em conjunto com o Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público da Paraíba (MPPB) e Instituto de Polícia Científica (IPC).

A ação foi realizada duas empresas de serviços ambientais sediada em João Pessoa e Santa Rita, região metropolitana da Capital.

De acordo com a Polícia Civil, as buscas também aconteceram nas casas dos proprietários das empresas e em uma olaria localizada às margens do Rio Paraíba.

Segundo o delegado da DDF, Lucas Sá, o objetivo da operação foi desarticular um esquema criminoso envolvendo as empresas Servlimp e a Olaria Redenção.

Os donos delas estariam praticando crime ambiental, fraude em licitações públicas, utilização de documentos falsos e desvio de recursos públicos. As empresas investigadas atuam na Paraíba há nove anos e têm contratos firmados com dezenas de prefeituras na Paraíba, que já resultaram no pagamento de mais de R$ 9,4 milhões por parte dos cofres públicos conforme consulta realizada no sistema do Sagres do Tribunal de Contas do Estado.

A autoridade policial também afirmou que “existem fortes indícios de que as empresas prestadoras de serviços de coleta de resíduos hospitalares teriam celebrado contratos fraudulentos em diversas prefeituras da Paraíba, além de descartar lixo hospitalar, de maneira criminosa, em uma olaria situada na zona rural de Santa Rita. O descarte irregular representa um grau elevado de contaminação e risco epidemiológico, com possível contaminação do lençol freático do Rio Paraíba, que corre às margens do terreno onde está localizada a olaria”, disse Lucas Sá.

As investigações mostraram ainda que a empresa Servlimp é administrada diretamente por Waldmir Martorelli e a esposa dele Daniele Martorelli.

Contra o suspeito tramitam quatro ações judiciais na Comarca de Santa Rita, pelos crimes de improbidade administrativa. Os levantamentos policiais também revelaram que a licença ambiental da empresa tinha validade até o dia 10 de agosto de 2016 e que os incineradores delas estavam desativados a pelo menos três meses, com grande quantidade de material acumulado na sede da empresa e na olaria em desconformidade com as normas de vigilância sanitária e ambientais.

Durante a operação foram apreendidos nas empresas e nas residências dos proprietários vários documentos e equipamentos eletrônicos. O material será analisado pelas equipes do Gaeco e da DDF.

Eles vão verificar se houve fraudes nas licitações públicas vencidas pelas empresas, desvios de valores resultantes destes contratos e identificar todas as pessoas beneficiadas pelo possível esquema fraudulento. Novas fases da operação podem ser deflagradas em breve, de acordo com a evolução das investigações e das informações descobertas.

As prisões - Na ação foi preso em flagrante Antonio Alves de Souza Filho, 56 anos.

Ele é o gerente da empresa Servlimp e o responsável por intermediar as negociações entre a empresa que trabalha e a Olaria Redenção, local onde o lixo hospitalar era armazenado.

Já no início da tarde, a polícia conseguiu prender o empresário Waldmir Martorelli. Eles vão responder na Justiça por associação criminosa e poluição ambiental. As penas para estes crimes podem chegar até 7 anos de reclusão. A operação continua para prender os outros suspeitos.



sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Operação investiga crime ambiental e fraude em licitações públicas na PB

01/09/2016 11h08 - Atualizado em 01/09/2016 15h21
 
Duas empresas de serviços ambientais da Paraíba são alvo da operação.
Descarte irregular de lixo hospitalar é uma das suspeitas da polícia.
 
Do G1 PB
 
Cinco mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos em uma operação conjunta da Polícia Civil, do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público da Paraíba (MPPB) e do Instituto de Polícia Científica (IPC) na manhã desta quinta-feira (1º) em duas empresas de serviços ambientais sediadas Santa Rita e João Pessoa. De acordo com a polícia, a operação de busca também ocorre nas casas dos proprietários das empresas.

Ainda conforme a polícia, o objetivo da operação é investigar as duas empresas pela suposta prática de crime ambiental, fraude em licitações públicas, utilização de documentos falsos e desvio de recursos públicos. As empresas investigadas atuam na Paraíba há nove anos e têm contratos firmados com dezenas de prefeituras na Paraíba, que já resultaram no pagamento de mais de R$ 9,4 milhões por parte dos cofres públicos.

Segundo a polícia, “existem fortes indícios de que as empresas prestadoras de serviços de coleta de resíduos hospitalares teriam celebrado contratos fraudulentos em diversas prefeituras da Paraíba, além de descartar lixo hospitalar, de maneira criminosa, em uma olaria situada na zona rural de Santa Rita”. O descarte irregular representa um grau elevado de contaminação e risco epidemiológico, com possível contaminação do lençol freático do Rio Paraíba, que corre às margens do terreno onde está localizada a olaria.

Com a operação Descarte, a Polícia, o Gaeco e o IPC esperam que encontrar fraudes nas licitações públicas vencidas pelas empresas, desvios de valores resultantes destes contratos e identificar todas as pessoas beneficiadas pelo possível esquema fraudulento. Novas fases da operação podem ser deflagradas em breve, de acordo com a evolução das investigações e das informações descobertas.

Fonte

 

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Operação 'estoura' olaria em Santa Rita estocando lixo hospitalar irregularmente

A investigação também envolve fraudes em licitações públicas, utilização de documentos falsos, desvio de recursos públicos, crimes ambientais e outras condutas criminosas

A investigação também envolve fraudes em licitações
públicas (Foto: Graça Macena)
Uma operação foi desencadeada pelo Ministério Público (GAECO) em conjunto com a Polícia Civil na manhã desta quinta-feira (1º) em Santa Rita, na Região Metropolitana de João Pessoa, para investigar o descarte irregular de lixo hospitalar. O descarte irregular de lixo era feito pela empresa contratada como responsável pelo recolhimento dos resíduos.

O Portal ClickPB apurou que a Servlimp, empresa que fazia o descarte irregular do lixo hospitalar, presta serviço à prefeitura de Santa Rita e dezenas de outras prefeituras do interior do estado, de acordo com o delegado Lucas Sá. Quem primeiro denunciou o esquema da Prefeitura de Santa Rita com a Servlimp foi o presidente da Câmara Municipal, vereador Anésio Miranda, no mês de junho deste ano. 

O delegado Lucas Sá ainda destaca que a empresa “coletava lixos de grandes hospitais aqui em João Pessoa, hospitais públicos e privados também. Trazia os lixos para o depósito da empresa e também para a olaria”.

A Olaria Redenção, onde foi encontrado o lixo, fica localizada às margens do Rio Paraíba com toneladas de material descartado. O total de lixo acumulado no local ainda está sendo calculado, mas sabe-se que o depósito tem uma extensão de 70 metros.


A investigação também envolve fraudes em licitações públicas, utilização de documentos falsos, desvio de recursos públicos, crimes ambientais e outras condutas criminosas supostamente praticadas por empresas de serviços ambientais localizadas em Santa Rita e João Pessoa.


De acordo com o promotor Otávio Paulo Neto, a movimentação da empresa já vinha sendo acompanhada “e nós percebemos que essa empresa não vinha fazendo o descarte correto do lixo e que ela vinha acumulando esse lixo hospitalar nessa olaria”.
 
Este descarte irregular do lixo hospitalar no local apresenta um “risco epidemiológico descomunal para a população até porque a olaria fica nas margens do Rio Paraíba”, como explica o promotor.


Nesta primeira fase da Operação Descarte, segundo apurou o ClickPB, estão sendo cumpridos cinco mandados de busca e apreensão deferidos pela Justiça Criminal de Santa Rita. Dois mandados devem ser cumpridos nas sedes das empresas localizadas em Santa Rita e João Pessoa, dois mandados nos endereços pessoais dos proprietários das empresas e um mandado ainda na sede de uma olaria localizada em Santa Rita.
 
No mês de junho o presidente da Câmara de Vereadores de Santa Rita, Anésio Miranda, denunciou a contratação da empresa de descarte de lixo com dispensa de licitação. Ele denunciou o esquema da Prefeitura de Santa Rita com a Servlimp, depois de deixar de pagar ao aterro sanitário que recebia o lixo anteriormente.  
 
"Fiz as denúncias na minha função de fiscalizar. A prefeitura estava cometendo crime ambiental, má versação do dinheiro público e pondo em risco a saúde pública", disse o vereador ao ClickPB, nesta quinta-feira, dia 1º.  
  

 

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Ex-vereador é preso na PB por porte ilegal de arma e crime ambiental

06/05/2015 10h50 - Atualizado em 06/05/2015 10h50
 
Ele também é suspeito de ameaçar pessoas de morte, diz polícia.
Caso aconteceu em Parari.
 
Do G1 PB
  
Um ex-vereador da cidade de Parari, região da Borborema da Paraíba, foi preso nesta quarta-feira (6) com armas e um pássaro silvestre. De acordo com a Polícia Civil, existia um mandado de busca e apreensão contra ele, que é suspeito de ameaçar um atual vereador da cidade e outras pessoas.
 
Ainda conforme a Polícia Civil, por volta das 3h30 policiais militares interceptaram o suspeito no meio da rua com uma espingarda calibre 12 e um revólver calibre 38. Ele foi detido e levado para a delegacia.
 
Já durante a manhã, policiais civis cumpriram o mandado de busca e apreensão na casa do homem. Foram encontrados mais uma espingarda calibre 12 e uma ave silvestre dentro de uma gaiola. 
 
Segundo o delegado Rodrigo Monteiro, o suspeito foi autuado por dois crimes. "Ele foi autuado por porte ilegal de arma e crime ambiental, o que se torna inafiançável. Nós já o encaminhamos para a cadeia. Agora vamos investigar sobre as denúncias de ameaças sofridas por diversas pessoas", explicou o delegado.
 
Fonte
 
 

domingo, 22 de março de 2015

Mais de 40 aves são apreendidas na zona rural de Campina Grande


22/03/2015 08h25 - Atualizado em 22/03/2015 08h25 

Dono da casa fugiu antes da chegada dos policiais
No local aconteciam rinhas de canários.

G1 PB

Quarenta e seis aves silvestres foram apreendidas pela Polícia Ambiental na zona rural de Campina Grande, no sábado (21). O dono da casa onde os animais estavam fugiu antes da chegada dos policiais. Segundo informações da polícia, no local eram realizadas rinhas de canários.
 
A polícia descobriu a criação ilegal após uma denúncia. Além das aves, também foram apreendidas diversas gaiolas. Dos 46 pássaros encontrados, 36 são da espécie canário da terra. Todas elas foram entregues na Central de Polícia de Campina Grande.
A esposa do responsável pelas aves se apresentou espontaneamente à Polícia Civil, mas foi liberada porque a delegada Hertha França, que registrou o caso, entendeu que ela não poderia responder pelo marido.



terça-feira, 23 de dezembro de 2014

MPPB elabora campanha para combater a poluição sonora

22 de dezembro de 2014 às 12:51

Decibelimetro
Decibelímetro.
Mais de 24 mil atendimentos de perturbação do sossego foram registrados no serviço “190”, entre janeiro e novembro deste ano, na Paraíba, sendo que 81,2% das ocorrências são provenientes de quatro municípios da Grande João Pessoa: João Pessoa, Santa Rita, Bayeux e Cabedelo. Apenas a Capital paraibana é responsável por 13.175 registros desse tipo (o equivalente a 54,8% do total). Em média, isso equivale a 72 registros por dia ou três reclamações de barulho excessivo por hora.

O problema levou o Ministério Público da Paraíba (MPPB), através do Centro de Apoio Operacional (Caop) às Promotorias de Justiça de Defesa do Meio Ambiente, a elaborar, junto com as polícias civil e militar do estado, uma campanha de combate à poluição sonora intitulada “Som legal – cidade sossegada”. A campanha foi discutida na última quarta-feira (17), na sede da Procuradoria-Geral de Justiça, em João Pessoa, pela coordenadora do Caop do Meio Ambiente, promotora Andrea Bezerra Pequeno, pelo promotor Raniere Dantas, pelo major da PM, Luiz Tibério Leite, pela delegada Cassandra Duarte e pelo juiz Antonio Eimar de Lima.

De acordo com a promotora de Justiça Andrea Bezerra Pequeno, que coordena o Caop do Meio Ambiente, vários são os entraves que dificultam, atualmente, o combate à poluição sonora no estado da Paraíba, como a falta de um protocolo padrão de atendimento das ocorrências por parte das forças policiais; a falta de educação da população em relação ao assunto e a ausência de um órgão estadual ou municipal de fiscalização atuante e ativo em praticamente todas as cidades da Paraíba, com técnicos capacitados para o uso de decibelímetros. “Hoje, a Sudema só se encontra instalada nas cidades de João Pessoa, Campina Grande e Patos. Mesmo assim, nesse último caso, com precárias condições de funcionamento, principalmente, por falta de efetivo humano”, explicou.

Na maioria dos casos, a poluição sonora é provocada pelo uso irregular de carros de som, paredões, estabelecimentos comerciais e até mesmo templos religiosos, principalmente nas pequenas cidades, onde há o costume de uso de caixas difusoras de som em postes.

A campanha
Para enfrentar e coibir a poluição sonora, a campanha “Som legal – cidade sossegada” foi idealizada de modo a atender a dois grandes objetivos: promover cursos de capacitação de forma integrada e pautados na legalidade para que as polícias cumpram seu dever de fiscalização e combate às infrações de perturbação ao sossego alheio ou poluição sonora, com intuito de preservar a ordem pública e promover um atendimento padronizado em relação a esse problema pelas forças policiais. A campanha deve ser iniciada em janeiro, com a realização do primeiro curso de capacitação para policiais.

Para isso, a Polícia Militar deverá designar guarnições para participarem da operação do projeto-piloto, inclusive com uso de decibelímetro e capacitar, por meio de Centros de Ensino e da Acadepol, os policiais militares de todo o Estado no atendimento padronizado, conscientizando-os da seriedade dessas infrações, que costumeiramente estão associadas à prática de outros crimes mais graves, como: alcoolemia ao volante; lesões corporais; uso ou tráfico de entorpecentes; menores de 18 anos de idade consumindo bebidas alcoólicas; homicídios e exploração sexual infantil. “O Ciop deverá encaminhar, mensalmente, ao Caop do Meio Ambiente relatório estatístico de todas as denúncias verificadas, para fins de acompanhamento, fiscalização e mapeamento das áreas com maior incidência desde tipo de delito e, consequentemente, uma atuação ministerial mais enfática e precisa”, explicou a promotora de Justiça.

Já a Polícia Civil deve designar equipe policial para compor a Delegacia do Meio Ambiente que deverá agir de forma proativa em investigações especializadas e, sempre que possível, agir de forma integrada com a PM.

Para isso, a Acadepol e o Centro de Ensino deverão capacitar os policiais civis do Estado quanto ao atendimento padronizado e célere, para a rápida e efetiva resolução das ocorrências trazidas pela Polícia Militar, referentes à perturbação de sossego alheio e poluição sonora, evitando a ausência demorada das guarnições e viaturas nas áreas destinadas ao patrulhamento.

Outra medida que deverá ser adotada pela Polícia Civil é a remessa célere do procedimento elaborado ao Judiciário, comunicando o fato ao Caop do Meio Ambiente para fins de acompanhamento e fiscalização do trâmite processual. “A ideia é fomentar e recomendar entre as autoridades policiais entendimento quanto ao enquadramento do artigo 42 da Lei das Contravenções Penais, como a coletividade sendo a vitima (delito de ação penal pública incondicionada), não necessitando da indicação de uma vítima determinada para constatação do delito”, acrescentou a representante do MPPB.

Andréa Bezerra informou que o Ministério Público estadual também deverá atuar de forma padronizada nos procedimentos policiais relacionados à poluição sonora e à perturbação do sossego alheio, inclusive, com a estipulação de cláusulas especiais nas transações penais e termos de ajustamento de conduta sobre cursos de educação ambiental a ser ministrado pelo Batalhão Ambiental; a destinação de multas aplicadas no Juizado Especial Criminal, sobre a aquisição de decibelímetros e outros equipamentos destinados ao combate à poluição sonora, por exemplo.

O MPPB vai participar dos cursos de capacitação da Acadepol e do Centro de Ensino da PM, ministrando palestras voltadas à educação ambiental e ao enfrentamento da poluição sonora, além de analisar os dados remetidos pelo Ciop e pela polícia civil, encaminhado aos promotores de Justiça que atuam nos municípios onde forem feitos os registros de poluição sonora. “Também vamos trabalhar junto a templos religiosos, por meio de termos de ajustamento de conduta, fazendo com estes se enquadrem aos limites sonoros permitidos, através de licenciamento ambiental”, disse a promotora de Justiça.

Assessoria

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quarta-feira, 16 de julho de 2014

Promotorias do Meio Ambiente recomendam que partidos políticos cumpram legislação ambiental

15/07/2014 - 19:03
 
MP espera que partidos observem a legislação quanto aos limites da emissão de sons e ruídos e o licenciamento ambiental de equipamentos de som.
 
As 1ª e 2ª Promotorias do Meio Ambiente e Patrimônio Social de João Pessoa expediram recomendação aos representantes legais de partidos e coligações e aos candidatos aos cargos eletivos das Eleições 2014 que observem a legislação quanto aos limites da emissão de sons e ruídos e ao licenciamento ambiental de equipamentos de som para a veiculação de propaganda eleitoral.
 
As Promotorias recomendaram ainda que a Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) e à Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Semam) que elaborem um plano de trabalho para priorizar e agilizar a tramitação de processos de licenciamento ambiental dos equipamentos sonoros de propaganda eleitoral bem como fiscalizem de forma adequada esses equipamentos, em todo o território estadual, no caso da Sudema, e em João Pessoa, no caso da Semam. Todas as licenças concedidas deverão ser encaminhadas à Promotoria do Meio Ambiente da Capital.
 
Foi recomendado também à Secretaria de Segurança e Defesa Social e às Policias Civil e Militar que, ao constatarem prática de poluição sonora, estética ou visual e ausência de licença ambiental, requisitem uma equipe de fiscalização ambiental da Sudema ou da Semam para verificação da licença, aferição da potência e frequência do equipamento sonoro e autuação administrativa do infrator. Nestes casos, o veículo deve ser retido e o condutor levado à delegacia para as providências policiais.
 
A Polícia Civil deverá apreender o equipamento sonoro utilizado para a prática de crime ambiental e realizar uma perícia nele. Já os veículos devem ser encaminhados ao Departamento Estadual de Trânsito (Detran-PB) para a lavratura do auto de infração, conforme o artigo 228 do Código de Trânsito Brasileiro.
 
As Promotorias recomendaram ainda à Superintendência de Mobilidade Urbana (Semob) que discipline a circulação de veículos de propaganda nos principais corredores de tráfego de João Pessoa a fim de evitar impactos ao meio ambiente e ao bem-estar provocados pelos grandes congestionamentos.

Legislação
A recomendação destaca que os veículos que realizam serviços de publicidade, divulgação, entretenimento e comunicação só podem circular com autorização emitida por órgão do Sistema Nacional de Meio Ambiente (Sisnama). A Resolução nº 204/2006, do Conselho Nacional de Trânsito, disciplina que os veículos não podem produzir som acima dos 80 decibéis.

A recomendação, os promotores ressaltam que os carros de som, minitrios ou qualquer outra fonte de emissão de som para propaganda eleitoral, mesmo autorizado pela legislação eleitoral, deve respeitar a legislação ambiental. Também é ressaltado que, caso seja comprovada a prática de crime ambiental, a responsabilidade civil, criminal e administrativa recairá também sobre os partidos e candidatos beneficiários da propaganda poluidora.


Da Redação com Assessoria



sábado, 14 de junho de 2014

Ministério Público é contra festa junina na orla de João Pessoa

13/06/2014 18h25 - Atualizado em 13/06/2014 18h25
 
Órgão apontou desrespeito a TAC e implicações ambientais e de mobilidade.
Prefeitura disse que vai analisar argumentos do MP para se posicionar.
Do G1 PB
 
O Ministério Público da Paraíba solicitou, nesta sexta-feira (13), que a prefeitura de João Pessoa não promova os festejos juninos na orla marítima. Segundo a Promotoria de Defesa do Meio Ambiente e do Patrimônio Social, a transferência para a região da praia contraria um termo de ajustamento de conduta firmado em 2005, que estabeleceu que o evento deveria ser realizado no Centro Histórico. Além disso, o órgão apontou implicações ambientais e também de mobilidade urbana.
 
A questão da realização do São João da capital paraibana foi discutida em uma audiência realizada durante a manhã no Ministério Público com a participação de representantes da prefeitura, das polícias Civil e Militar, do Corpo de Bombeiros e também do governo estadual. Após o MP, apresentar os argumentos contrários à festa, a reunião foi suspensa e será retomada na segunda-feira (16), quando a prefeitura deverá apresentar uma solução.

Originalmente, o São João de João Pessoa estava programado para acontecer no Ponto de Cem Réis, mas após o Corpo de Bombeiros limitar a quantidade de público no local a administração municipal resolveu fazer a mudança para a praia.

Procurada pelo G1, nesta quinta, a assessoria da prefeitura informou que os argumentos do Ministério Público vão ser analisados e na continuação da audiência será dada uma resposta oficial sobre o lugar do evento. O São João está programado para acontecer entre os dias 21 e 29 de junho.

Segundo o promotor João Geraldo Barbosa, a realização da festa na praia vai causar um sério comprometimento da mobilidade urbana e também pode gerar incômodo aos moradores da região, principalmente pela poluição sonora que pode ser gerada durante os shows do evento. Ele também ressaltou que o MP está preocupado com a preservação ambiental do local.

“Essa mudança também esvazia a tradição e a cultura dos festejos juninos, pois a praia não tem relação com o São João”, disse o promotor. João Geraldo ressaltou que o São João é diferente de outros eventos que a prefeitura realiza na praia, como o réveillon e o festival Extremo Cultural, que acontece no começo do ano, porque serão nove dias seguidos.

O promotor não quis dar detalhes das  providências que o Ministério Público vai tomar se a prefeitura insistir na realização das festas. Mas, disse que a questão pode resultar inclusive em um procedimento judicial.
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sábado, 22 de março de 2014

Bar é interditado em João Pessoa por falta de licença ambiental, diz Sudema


22/03/2014 09h59 - Atualizado em 22/03/2014 09h59 

Próximo ao bar, quatro adolescentes foram detidos com droga, diz polícia.
Ações aconteceram dentro da operação Risco Zero, com Sudema e PM.
 
Do G1 PB com TV Cabo Branco
 

Um bar foi interditado no bairro de Tambaú, em João Pessoa, durante a Operação Risco Zero da Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema), das Polícias Militar e Civil, Ministério Público e Vigilância Sanitária na noite de sexta-feira (21). Segundo informações da polícia, o estabelecimento estava funcionando sem alvará de licença ambiental.
 
De acordo com a Sudema, o bar havia sido autuado outras duas vezes, mas as razões das autuações não foram informadas. Nas imediações do local, na Rua Targino Marques, a polícia apreendeu uma pequena quantidade de maconha com quatro jovens, além de papelotes para confeccionar cigarros e um triturador para preparar a droga. 
 
Os jovens foram encaminhados pela polícia para delegacia para prestar depoimentos, conforme informou a Polícia Militar. A Operação Risco Zero tem como objetivos combater o uso de drogas ilícitas, inibir o consumo de bebidas alcoólicas por menores de 18 anos e fiscalizar as condições de funcionamento de bares e restaurantes.
 
Fonte
 
 

terça-feira, 18 de março de 2014

Barracas de praia são derrubadas por ordem judicial em Cabedelo, na PB

18/03/2014 08h47 - Atualizado em 18/03/2014 12h40

Trabalho começou às 6h desta terça-feira, na praia do Poço.
Previsão é de derrubar cinco barracas.
Wagner Lima 
 
Do G1 PB
 
Ao todo, cinco barracas estão sendo derrubadas nesta segunda-feira (18) na praia do Poço, em Cabedelo, por ordem judicial (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Ao todo, cinco barracas estão sendo derrubadas
nesta segunda-feira (18) na praia do Poço, em Cabedelo,
por ordem judicial (Foto: Walter Paparazzo/G1)
 
Funcionários da Prefeitura de Cabedelo começaram às 6h desta terça-feira (18) a demolição de barracas instaladas irregularmente na Praia do Poço, em Cabedelo, em área pertencente à União. A informação foi confirmada pelo chefe da Divisão de Patrimônio da Superintendência do Patrimônio da União, Eduardo Brindeiro. Até o final da tarde desta terça-feira cinco barracas serão retiradas por conta de decisão judicial.
 
Eduardo Brindeiro reforçou que a remoção dos estabelecimentos foi motivada por decisão judicial devido às ações impetradas pelo Ministério Público Federal. “Esse é o primeiro momento de cumprimento dessa decisão. Até o final do dia vamos concluir a retirada das cinco barracas, conforme determinação da Justiça Federal", explicou.
 
Comerciantes tiveram que desocupar barracas que estavam irregulares na praia do Poço, em Cabedelo, Paraíba (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Comerciantes tiveram que desocupar barracas
que estavam irregulares em praia de Cabedelo
(Foto: Walter Paparazzo/G1)
Segundo ele, existem outras barracas para serem retiradas no litoral, no entanto, estão em grau de recurso e a Divisão está aguardando a decisão final. "Essas construções foram erguidas de forma irregular em áreas da União e não possuem nenhuma licença para funcionar”, reforçou.

Para cumprir a decisão, os servidores da Prefeitura de Cabedelo contaram com o acompanhamento da equipe da Superintendência do Patrimônio da União e o apoio das polícias Civil, Federal e Guarda Municipal de Cabedelo. Ação similar já havia sido realizada na praia do Bessa, em João Pessoa, envolvendo oito bares que foram demolidos, após anos de disputa na justiça.
 
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sábado, 15 de março de 2014

MP promete força tarefa contra poluição sonora na Paraíba

15/03/2014 06h00 - Atualizado em 15/03/2014 11h46 

Ação é uma parceria entre Sudema e as polícias Civil e Militar.
Intenção é coibir práticas delituosas.
 
Wagner Lima  

Do G1 PB
 
Uma ação intitulada “Som Legal, Cidade Sossegada” está sendo prometida para ter início até o final deste mês pelo Ministério Público da Paraíba em uma parceria com a Superintendência da Administração do Meio Ambiente (Sudema) e as polícias Civil e Militar. A intenção é coibir práticas delituosas, a exemplo de tráfico de drogas, exploração sexual comercial de crianças e adolescentes e homicídios.
 
Os casos de poluição sonora do Litoral ao Sertão da Paraíba serão resolvidos com notificação, apreensão de paredões de som e podem chegar até a prisão de quem cometer crime ambiental a partir da poluição sonora, segundo a coordenadora do Centro de Apoio às Promotorias do Meio Ambiente (Caop) do Ministério Público da Paraíba (MPPB), Andréa Bezerra Pequeno.
 
A ação deve envolver até 76 promotores do Meio Ambiente existentes na Paraíba, que serão orientados, segundo a coordenadora do Caop Meio Ambiente, a solicitar blitzen, sugerir fiscalizações em determinadas áreas nas cidades em que a poluição sonora é recorrente. Um Boletim de Ocorrência Padrão a ser utilizado pelas polícias Civil e Militar foi gerado e o Caop terá condições de monitorar os casos e dar condições para que o promotor tenha subsídios para oferecer denúncia ou procedimentos administrativos.
Andréa Bezerra reforçou que os casos mais recentes de poluição sonora registrados em todo o estado além de serem expressivos, resultaram em crimes. “Em apenas um feriadão na capital, o registro de três mortes decorrentes de discussão por conta de som alto. Infelizmente, a poluição sonora se tornou um problema generalizado.

De Cajazeiras ao Conde nós identificamos que há um excesso de poluição sonora. Para se ter uma ideia, 90% das ocorrências registradas pelo Centro Integrado de Operações Policiais foram de poluição sonora, o que é preocupante”, afirmou.
 
Penalidades
Nas fiscalizações serão feitas as aferições para identificar o nível de poluição sonora. Ao se constatar o uso de paredões de som, os equipamentos serão apreendidos, segundo a coordenadora Andrea Bezerra, e só retornarão aos proprietários por meio de decisão judicial. “Como os paredões são os mecanismos utilizados por essas pessoas para realizar a poluição sonora e muitas vezes a perturbação da ordem pública, os equipamentos serão apreendidos.
 
Policiais no interior serão capacitados
O Batalhão de Polícia Militar treinou 15 integrantes que estarão aptos para ações itinerantes e, à medida que eles fazem as fiscalizações nas cidades, também treinam outros policiais militares. Andrea Bezerra reforçou que aliado a esse contingente haverá equipes da Sudema e o acompanhamento do Ministério Público nessas ações.

O reforço na capacitação padronizada dos policiais no combate à poluição sonora se deve à precariedade encontrada em várias cidades da Paraíba, segundo a coordenada do Caop do Meio Ambiente. “Não dá para quantificar, mas em todas as reuniões com promotores temos conhecimento de que vários municípios não dispõe de órgãos para fiscalizar e combater esse tipo de crime. Outros tem o serviço, mas não dispõem de infraestrutura ou pessoal para realizar o trabalho. Com esse treinamento os policiais terão como atuar de forma padrão em todo o estado”, disse.

A poluição sonora, apenas no Carnaval de 2014, ocasionou 828 das 950 reclamações feitas ao Centro Integrado de Operações Policiais (Ciop), segundo dados da Polícia Militar. Na capital, a cada final de semana das 22h às 7h, a PM registra até 230 chamados por perturbação da ordem pública ocasionada pelo excesso de som.
 
 
Fonte