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sábado, 8 de setembro de 2012

Campanha utiliza a internet para a revitalização do Riacho das Piabas

Campanha iniciada por ambientalistas, já conta com 200 assinaturas e visa evitar que nascente de água doce desapareça.


 

 
A campanha para revitalização do Riacho das Piabas, que nasce entre o distrito de Jenipapo e os municípios de Lagoa Seca e Puxinanã, alcançou a internet para evitar que a única nascente de água doce da cidade possa desaparecer.

Iniciada por ambientalistas e pessoas ligadas à sociedade civil e religiosa, foi aberta uma petição na internet que já conta com cerca de 200 assinaturas para mobilizar a população e o poder público e projetar a diversidade natural que existe no local.

Para Veneziano Sousa, um dos envolvidos na causa, está havendo uma veloz deterioração da microbacia hidrográfica, que possui uma área com aproximadamente 500 hectares apenas na área rural. Segundo ele, a microbacia abriga uma centena de nascentes de água doce, com flora e fauna ainda desconhecidas e que precisa ser preservada para beneficiar toda a sociedade.

“Nas últimas décadas nós temos assistido a uma perda de biodiversidade muito grande naquela área. Há muitos animais que ainda são caçados e que hoje estão ameaçados de extinção, como é o caso do gato do mato azul. Além disso, já identificamos que em época de chuva aparecem muitos problemas como enxurradas que contribuem com o aparecimento de vários problemas para as pessoas que vivem naqueles arredores”, atestou o pesquisador.

Após a sua nascente, o curso de água chega até a região de Campina Grande conhecida como Conceição, corta o Açude Velho e vai até a Alça Sudoeste da cidade. Lá, ele se estende até o bairro da Catingueira, onde se encontra com o riacho Bodocongó. “O curso da água é bastante extenso, tanto na zona rural como na urbana. Nós estimamos que cada área supera cinco quilômetros de extensão”, avaliou Veneziano.

O secretário de Planejamento de Campina Grande, Ricardo Pedrosa, confirmou que existe um projeto que aborda a revitalização de toda a área por onde passa o Riacho das Piabas.

Segundo ele, o local já vem merecendo uma atenção especial há algum tempo, e que as obras fazem parte do processo de recuperação que se estende até o canal de Bodocongó. “Nós temos pressa em resolver essa situação. O que eu posso adiantar no momento é que nós temos um projeto em andamento que vai contemplar as pessoas que moram naquelas regiões”, disse Pedrosa, que não apontou quando as obras poderão começar.


 

domingo, 13 de maio de 2012

Artista cria ponte com 8 mil garrafas plásticas sobre açude na Paraíba

12/05/2012 17h39 - Atualizado em 12/05/2012 17h40
Estrutura é montada no Açude Velho, em Campina, neste fim de semana.
Objetivo é conscientizar moradores para riscos da poluição do ambiente.

 
Do G1 PB

Ponte de garrafas pet é montada no Açude Velho, em Campina Grande (PB) (Foto: Denise)
Expectativa é de que travessia seja aberta à população no domingo (13)
(Foto: Denise Delmiro/TV Paraíba)

Um artista plástico monta neste fim de semana, em Campina Grande, uma ponte de 150 metros de comprimento, composta por oito mil garrafas plásticas e outros materiais reciclados retirados do lixo. A estrutura começou a ser instalada na sexta-feira (11) no principal cartão postal da cidade, o Açude Velho, construído há mais de 180 anos. A previsão é de que o trabalho seja concluído no domingo (13) para que os moradores e visitantes da cidade possam participar da aventura.

Ponte de 150 metros de comprimento está em fase de finalização (Foto: Flávio Roberto/TV Paraíba)
Ponte de 150 metros de comprimento está
em fase de finalização (Foto: Flávio
Roberto/TV Paraíba)
 As travessias serão acompanhadas por uma equipe do Corpo de Bombeiros, que ficará até o dia 20 de maio na passarela dando apoio com coletes salva-vidas e monitorando as visitas. A passarela liga duas margens do Açude Velho, do Centro Universitário de Cultura e Arte (Cuca) à Casa da Cidadania, na Avenida Doutor Severino Cruz.

A iniciativa tem apoio de voluntários e é coordenada pelo artista plástico Jarrier Alves, que nasceu em Brasília, mas mora na capital paraibana, João Pessoa. Segundo ele, o projeto é uma intervenção artística de cunho ecológico.

O objetivo é chamar atenção da população e das autoridades para o problema da poluição do meio ambiente e a necessidade de revitalização do Açude Velho.

Segundo o artista, a instalação da ponte teve a consultoria do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (Crea) e apoio da prefeitura de Campina Grande. Para ser viabilizado, o projeto foi financiado no valor de R$ 40 mil pelo Fundo de Incentivo à Cultura Augusto dos Anjos (FIC), um programa do governo estadual.

Fonte