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Causa do fogo não foi detectada pelo Corpo de Bombeiros. Incêndio foi apagado.
Por G1 PB
Incêndio em Boa Ventura, no Sertão da Paraíba (Foto: Reprodução/TV Paraíba)
Um incêndio atingiu cerca de 6 quilômetros de vegetação nativa na tarde
deste domingo (1), na zona rural da cidade de Boa Ventura, no Sertão da
Paraíba. De acordo com o tenente Laurentino, do Corpo de Bombeiros, foi
preciso trabalhar aproximadamente mais de quatro horas para que o fogo
fosse apagado.
Ainda segundo o tenente, alguns animais foram mortos, uns queimados e
outros por asfixia. A causa do início do fogo ainda não foi identificada
pelos bombeiros. Eles estudam duas possibilidades; a alta temperatura
ou por causa de uma piola de cigarro.
Devido à vegetação na região ser bastante seca, o fogo se alastrou
rapidamente. Inicialmente os moradores tentaram apagar as chamas por
conta própria, mas não conseguiram e acionaram o Corpo de Bombeiros do
município de Patos.
A
estiagem prolongada que atinge o Nordeste brasileiro, há cinco anos,
vem sendo contornada - ou minimizada - pelas ações oriundas da
transposição do Rio São Francisco, que estabeleceu um fluxo de água
permanente para suprir as necessidades hídricas dos estados mais
castigados pela seca - Paraíba, Pernambuco, Ceará e Rio Grande do Norte.
Mas há outro fenômeno que vem se alastrando nas regiões semiáridas: a
desidratação do solo, em patamares que podem levar ao chamado processo
de desertificação.
Um dos últimos mapeamentos feitos pelo Laboratório de Análise e
Processamento de Imagens de Satélites da Universidade Federal de Alagoas
(Lapis) revelou que a região tem hoje 230 mil km² de terras atingidas
de forma grave ou muito grave pela desertificação. De acordo com esse
levantamento, na Paraíba, apenas na microrregião de Patos, 74,99% das
terras tem alto nível de desidratação - que leva à desertificação - e
54,99% do território paraibano é classificado como em alto nível de
desertificação.
De acordo com o secretário estadual de Infraestrutura e Recursos
Hídricos, João Azevedo, dos 223 municípios paraibanos, 200 estão
suscetíveis a processos de desertificação. O fenômeno causa problemas
para as populações que vivem nas áreas mais degradadas, por que aumenta a
temperatura ambiental e torna o solo infértil, prejudicando a
agricultura e, consequentemente, afetando a produção de alimentos e a
economia.
Homens não tinham a licença para o porte de armas e nem para a caça de aves.
Por G1 PB
Uma espingarda artesanal, uma calibre 36 e 89 cartuchos estão entre os
materiais apreendidos em Patos pela PRF (Foto: Divulgação/PRF)
Em Patos, Sertão da Paraíba, 48 aves arribaçã e duas armas de fogo
foram apreendidas com dois homens, que foram presos. A dupla estava em
um Chevrolet Celta na BR-361 quando agentes da Polícia Rodoviária
Federal (PRF) parou os suspeitos para uma abordagem de rotina no
quilômetro 9 da rodovia.
Durante a revista no veículo, uma espingarda artesanal e outra de
calibre 36 (ambas sem registro), 89 cartuchos, pólvora, esferas de
chumbo e “outros apetrechos usados para a caça” foram encontrados com os
homens, segundo a PRF. Eles não tinham a licença para o porte de armas e
nem para a caça de aves.
A dupla presa e o material apreendido foram encaminhados para a
Delegacia de Polícia Civil de Patos e vão responder por porte ilegal de
arma de fogo e crime ambiental.
Segundo a PRF, caso ocorreu na cidade de Patos. Suspeito foi encaminhado para a delegacia da Polícia Civil.
Por G1 PB
PRF apreendeu oito animais silvestres na casa de um fazendeiro em Patos. (Foto: Divulgação/PRF)
Um fazendeiro foi detido com oito aves silvestres no município de
Patos, no Sertão paraibano. Uma espingarda também foi encontrada no
interior da residência do suspeito, que fica localizada às margens da
BR-361.
Segundo informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), policiais que
faziam rondas próximas ao local avistaram uma das aves em uma gaiola e
abordaram o fazendeiro. Ao revistar a casa dele, avistaram outros
pássaros, sendo dois canários da terra, dois fogo-pagou e um galo de
campina, além de dois papagaios.
Foram encontradas ainda, no interior da residência do suspeito, uma
espingarda calibre 40 e 28 cartuchos. O homem foi encaminhado até a
Delegacia da Polícia Civil, onde foi aberto um inquérito para apurar os
crimes de posse ilegal de arma de fogo e pela propriedade ilícita das
aves.
Equipe do Corpo de Bombeiros encontrou baldes com combustível no local.
Incêndio que atingiu ponto turístico no Sertão da Paraíba já dura cinco dias.
Do G1 PB
Incêndio já atingiu 50 hectares de mata nativa (Foto: Felipe Valentim/TV Paraíba/Arquivo)
O Corpo de Bombeiros suspeita que pode ter sido um ato criminoso o
incêndio que já dura cinco dias no Pico do Jabre, na cidade de Teixeira,
Sertão paraibano. A hipótese informada nesta quarta-feira (21) surgiu
depois que equipes de combate ao incêndio encontraram baldes com
combustíveis na região. O incêndio começou na tarde da sexta-feira (16).
Segundo o Batalhão do Corpo de Bombeiros de Patos,
no Sertão, todos os dias 50 homens estão se empenhando no combate às
chamas, com apoio dos batalhões de João Pessoa, Sousa e Cajazeiras.
De acordo com o oficial de operações tenente Jamir Laurentino, as
equipes acharam estranho a aparição de novos focos de incêndio na
região, durante a operação.
“As equipes começaram a achar estranho, pois quando o fogo era
controlado em uma região, um novo foco aparecia a cerca de 2
quilômetros. Nesta terça-feira (20) foram encontrados baldes com
combustível e isso levantou a suspeita de que alguém esteja ateando fogo
na região, caracterizando um incêndio criminoso”, disse ele.
Por conta da suspeita, nesta quinta-feira (22) a região atingida pelas
chamas vai passar por uma perícia específica de uma equipe do Corpo de
Bombeiros, que pode indicar a ocorrência de incêndio criminoso. “A
polícia já foi comunicada da suspeita e dependendo do que for apurado
nessa perícia as medidas vão ser tomadas. Vale destacar que ainda não
existe nada confirmado. É apenas uma suspeita”, desse o tenente.
Conforme o Corpo de Bombeiros, o local é de difícil acesso e possui uma
mata nativa. A vegetação seca dificulta o trabalho de combate as
chamas. O oficial de operações do Corpo de Bombeiros acredita que se a
situação seguir sob controle, todo o fogo seja apagado até a sexta-feira
(23).
Água usada na operação
Ainda de acordo com o tenente Jamir Laurentino, devido à seca que
assola a região do Sertão da Paraíba, a água que está sendo usada na
operação de combate ao incêndio no Pico do Jabre é de vários açudes
pequenos da região, que não são usados para o abastecimento das cidades,
e de poços artesianos. Como o local é de difícil acesso para a chegada
de caminhões, os combatentes usam mochilas e abafadores para apagar as
chamas.
Um grande
incêndio, ainda descontrolado pelo Corpo de Bombeiros, toma conta desde
o inicio da tarde do Pico do Jabre e já afeta as antenas de televisão. O
pico é o ponto culminante do estado da
Paraíba e está localizado na
cidade de Matureia, região metropolitana de Patos.
Esse desastre ambiental e tecnológico pode deixar todo o interior da Paraíba e parte de Pernambuco sem comunicação.
O prefeito Daniel já foi
pessoalmente para o local do incêndio e mobilizou todas as equipes da
prefeitura que podem ajudar de alguma forma no combate às chamas: Defesa
Civil, Transportes, Meio Ambiente, Limpeza e Saúde.
Corpo de Bombeiros monta operação para controlar chamas. Chamas atingiram vegetação e até as 18h se espalhavam pela serra.
Do G1 PB
Um incêndio florestal de grande proporção atingiu o Pico do Jabre, um
dos principais pontos turísticos da Paraíba, entre os Municípios de
Matureia e Teixeira,
na tarde desta sexta-feira (16). As chamas atingiram a vegetação seca e
o Corpo de Bombeiros tenta controlar o fogo e evitar que o incêndio se
espalhe pela região serrana.
De acordo com as primeiras informações divulgadas pelo Corpo de Bombeiros, com sede na cidade de Patos,
na mesma região, 15 homens da corporação estão empanhados no combate as
chamas, com o apoio de duas viaturas. O local é difícil acesso e a
equipe está tendo que usar mochilas para carregar água e abafadores para
tentar controlar as chamas.
O incêndio foi registrado por volta 15h e até 17h20 as equipes seguiam
no local. Segundo o comandante do Corpo de Bombeiros, tenente coronel
Saulo Laurentino, a prioridade da equipe está sendo evitar que as chamas
atinjam antenas de transmissão de operadoras de telefones móveis,
internet e televisão.
O batalhão confirmou que está solicitando apoio de outras unidades no Estado da Paraíba, para ajudar no combate as chamas. Até 17h30 não houve
nenhuma confirmação de feridos ou mortes por causa de incêndio.
Incêndio florestal de grande proporção atingiu o Pico do Jabre, na Paraíba (Foto: Rafaela Gomes/TV Paraíba)
O
Pastor John Philip Medcraft foi o entrevistado na noite desta
sexta-feira, dia 26, no programa Polêmica, levado ao ar das 18 às 19h00
na Rádio Espinharas de Patos. John está encabeçando, juntamente com
outros ambientalistas, uma campanha para que algo seja feito pelos
governos para impedir a devastação no Pico do Jabre, localizado no
Município de Mutureia (PB).
O Pico
do Jabre é o ponto natural mais alto da Paraíba e um dos mais bonitos
cartões postais do sertão. Essas particularidades têm atraído centenas
de pessoas para desfrutar da vista privilegiada e da paisagem peculiar.
Por falta de leis e criação de mecanismos de defesa da fauna e da flora, o Pico do Jabre
também tem sido alvo de devastação, caça indiscriminada, derrubada de
árvores, problemas com lixo deixado por visitantes e enfrentado
problemas com as próprias empresas de telecomunicações que exploram o
lugar, pois restos de equipamentos, quantidade excessiva de antenas e
construções irregulares tem poluído visualmente e ambientalmente o
local.
De
acordo com John Philip se faz necessário, a princípio, a criação de um
parque estadual através do Governo do Estado da Paraíba, pois uma medida
tomada em 2002 para tal criação do parque não fez as indenizações e
demais meios que garantissem a efetiva criação, desde então, as terras
pertencem a particulares que usam como bem entendem cada espaço não faz a
preservação necessária.
20/05/2015 - 18:19 - Atualizado em 20/05/2015 - 18:32
Ao todo, 75 pessoas foram detidas e 1.315 animais mortos, 263 vivos e 4,8 toneladas de pescado.
Crimes foram flagrados em municípios da Paraíba e do Rio Grande do Norte (Crédito: Divulgação)
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) concluiu na tarde desta quarta-feira
(20), a Operação Temática de Combate à Crimes Ambientais (Otecca), que
teve a duração de duas semanas e abrangeu os estados da Paraíba e Rio
Grande do Norte. Ao todo, 75 pessoas foram detidas e 1.578 animais
apreendidos, sendo 1.315 mortos e 263 vivos.
Durante a operação ainda foram apreendidas 46,1 m³ de madeira; 4,8
toneladas de pescado; três armas de fogo; 108 munições; 61,5 toneladas
de minérios; 8 m³ de carvão; e três veículos roubados recuperados. A operação foi realizada pela PRF em parceria com o Ibama, Batalhão
de Polícia Ambiental e a Sudema. O alvo foram os crimes que ferem a
legislação ambiental, a exemplo da extração de minérios, madeira ou
criação de animais sem autorização do órgão competente; maus-tratos de
animais; transporte de produtos químicos com risco de contaminação ao
meio ambiente; despejo de resíduos em mananciais, entre outros.
A operação planejada pela PRF foi dividida em duas fases. A primeira
teve início na semana passada no Estado do Rio Grande do Norte. Já a
segunda foi desencadeada na Paraíba. O diferencial destas ações foi a
participação de órgãos parceiros, que proporcionaram muito mais
eficiência e celeridade nas ações, otimizando os resultados. Os
parceiros foram o IBAMA, Ministério Público Estadual da Paraíba,
Batalhão de Policiamento Ambiental da PMPB e Sudema/PB.
Um dos casos mais curiosos foi registrado na Cidade de Patos, Sertão Paraibano, onde um homem, que se apresentou como sargento da Polícia
Militar da Paraíba, foi preso em sua casa com mais de 1.200 aves mortas,
sete tatus-peba, além de uma ave silvestre viva, que não tinha a
autorização do Ibama para criá-la. Os agentes da PRF descobriram que ele
comercializava estes animais para o consumo humano.
O
sargento da Polícia Militar, José de Sousa, foi flagrado pela Polícia
Rodoviária Federal (PRF), na tarde desta quinta-feira (14), por volta
das 17h00, na Rua Juca Fiscal, Bairro Jardim Bela Vista, em Patos,
Sertão paraibano, com animais silvestres abatidos para comercialização.
Foram
apreendidas 1.260 arribaçãs e 17 tatus-peba abatidos e prontos para
comercialização, além de uma ave silvestre viva que estava em uma
gaiola.
A operação contou com o apoio de fiscais da
Superintendência de Administração do Meio Ambiente (SUDEMA), Núcleo
Regional de Patos, e aconteceu após uma denúncia anônima.
De
acordo com informações, o sargento comercializava as aves na sua
residência há bastante tempo, mas essa foi a primeira vez que houve uma
operação na residência.
Uma
operação conjunta entre a Superintendência do Meio Ambiente do Estado da
Paraíba – SUDEMA e Polícia Rodoviária Federal na tarde desta
quinta-feira (14/05) resultou na prisão de dois homens acusados de crime
ambiental.
Segundo informações apuradas pela
equipe Patosonline.com, o fato se deu após uma denúncia anônima de que
os acusados entrariam em Patos com várias silvestres abatidas, prontas
para o consumo.
Uma barreira foi montada e a
veracidade da denuncia foi confirmada. A PRF conseguiu interceptar um
veículo, pertencente a um taxista (que não teve o nome revelado). No
veículo foram encontrados aproximadamente 100 kg (cem quilos) das
referidas aves. Elas estavam abatidas e embaladas.
Existe a informação de que um
policial militar estaria envolvido no crime, porém essa informação não
foi confirmada pelo Inspetor M.Silva da PRF de Patos.
Segundo Corpo de Bombeiros, não há previsão para extinção do fogo.
Cerca de dois hectares foram atingidos pelas chamas.
Do G1 PB
Um incêndio iniciado na noite de segunda-feira (1º) ainda dura até esta quarta-feira (3), no lixão de Patos,
no Sertão paraibano. Segundo o tenente-coronel Saulo Laurentino, os
bombeiros tentam controlar as chamas, a prefeitura disponibilizou
máquinas para abrir corredores e isolar os materiais inflamáveis e há
caçambas no local despejando terra para tentar evitar a propagação do
incêndio. Apesar disso, não há previsão de extinção do fogo. De acordo
com o Corpo de Bombeiros de Patos, cerca de dois hectares de terra foram
atingidos pelas chamas.
O tenente-coronel explicou que apesar da fumaça provocada pelo
incêndio, o trabalho do Corpo de Bombeiros do município tem conseguido
reduzir o problema com a terra que está sendo colocada no local das
queimadas. Ainda segundo o oficial, o motivo do incêndio é desconhecido,
pode ser de causa natural ou criminoso.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, o incêndio está controlado de forma
que não há perigo de propagação do fogo para propriedades que estejam
localizadas próximo ao lixão.
Entre os
paraibanos, as viagens realizadas a pé e em bicicleta são maioria,
seguidas pelo transporte individual motorizado, diz relatório.
Jaine Alves Francisco FrançaNúmeros da Paraíba acompanha tendência nacional., aponta pesquisa
Entre os paraibanos, as viagens realizadas a
pé e em bicicleta são maioria, seguidas pelo transporte individual
motorizado (autos e motocicletas) e pelo transporte coletivo. É o que
revela o Relatório 2012 – Sistema de Informações da Mobilidade Urbana da
ANTP – julho 2014 da Associação Nacional de Transportes Públicos,
realizado com dados de transporte público e tráfego urbano dos
municípios brasileiros com população superior a 60 mil habitantes. A
Paraíba acompanha a tendência nacional.
A coleta e tratamento dos dados começaram em 2003, e incluem os 438
municípios brasileiros que nesse ano possuíam 60 mil habitantes ou mais.
Para efeito de diversas análises ao longo do relatório, os municípios
em estudo foram agregados por faixa de população. Na relação de
municípios que compõem o sistema de informação da ANTP na Região
Nordeste, seis cidades paraibanas foram citadas, sendo elas João Pessoa,
Bayeux, Santa Rita, Campina Grande, Patos e Sousa.
Conforme a pesquisa, a população do grupo de municípios com o número
de habitantes entre 60 mil e 100 mil, como Bayeux, Patos e Sousa, teve
uma mobilidade média de 1,06 viagem por habitante por dia, onde 0,56
foram realizadas em Transporte Não Motorizado (TNM) - a pé e em
bicicleta. A quantidade de viagens feitas em Transporte Individual (TI) –
automóvel e motocicleta, e em Transporte Coletivo (TC) – ônibus, trens e
metrô foi a mesma, 0,25.
Quando essa mobilidade é estimada por municípios de maior porte,
observa-se uma variação de 0,70 viagem por habitante por dia: elas caem
de 1,90 nas cidades com população de 500 mil a 1 milhão de habitantes,
grupo o qual João Pessoa está inserido, para 1,21 nas cidades entre 100 a
250 mil, como Santa Rita, na Região Metropolitana da capital.
Em João Pessoa, a pesquisa constatou que 0,74 das viagens são
realizadas a pé ou por bicicleta; 0,64 em carro ou motocicleta e 0,51 em
transporte coletivo. Já Campina Grande faz parte do conjunto de
municípios que possuem de 250 mil a 500 mil habitantes, onde a maior
parte das viagens foi realizada a pé e por bicicleta (0,59), seguida dos
meios de transporte individual motorizado (0,41) e do transporte
público (0,37).
A partir desses dados, a pesquisa mostrou que quando as viagens são
classificadas pelo porte dos municípios, o transporte público reduz
consistentemente sua participação em função do tamanho da cidade,
passando de 27% para 24% entre os municípios com até 1 milhão de
habitantes para os que possuem no máximo 100 mil. O fenômeno se repete
quando analisada a participação do transporte individual (auto e moto),
que passa de 34% para 24%. Entretanto, a participação do TNM (bicicletas
e a pé) eleva-se com a redução do tamanho do município, passando de 39%
para 52% entre os municípios maiores para os menores.
O estudo sugere que esses números indicam a necessidade de diferentes
olhares em relação às políticas de mobilidade urbana em função do porte
do município. Enquanto os municípios maiores possuem maior quantidade
de viagens nos modos motorizados, os municípios menores possuem maior
quantidade de viagens a pé e por bicicleta.
DESLOCAMENTOS
Em uma análise especial do Sistema de Informações da Mobilidade Urbana
da Associação Nacional de Transportes Públicos, sobre os deslocamentos
feitos pelas pessoas, o relatório revela que quando as viagens das
pessoas classificadas por modo principal (TNM, TI e TC) são decompostas
em trechos de modos diferentes, por exemplo, o trecho andado a pé para
chegar ao ônibus, obtém-se o número de deslocamentos feitos por elas,
que é evidentemente maior do que o número de viagens. Isso pode ser
comprovado nas estatísticas apresentadas no relatório, que mostram que
as pessoas fazem 99,1 bilhões de deslocamentos por ano, valor 58% maior
do que o valor das viagens classificadas por modo principal (62,7
bilhões/ano), enquanto o número de viagens e deslocamentos feitos em TI
(19,4 bilhões/ano) e TC (18,2 bilhões/ano) são os mesmos nas duas
situações.
De acordo com o documento, o valor dos deslocamentos é muito útil
para estudar com mais precisão, por exemplo, a exposição dos pedestres
aos riscos do trânsito. (Colaborou Katiana Ramos)
POPULAÇÃO UTILIZADA NA PESQUISA
Segundo dados do Censo Demográfico 2000 do Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística (IBGE), utilizados na pesquisa para dividir os
grupos de municípios por quantidade populacional, João Pessoa possui
597.934 habitantes, e Campina Grande, 355.331. Já Santa Rita conta com
115.844 habitantes, Patos, 91.761, Bayeux, 87.561, e Sousa 62.635
habitantes. Depois desse período, o IBGE já divulgou o Censo 2010 com
dados mais atualizados.
O QUE DIZEM AS PREFEITURAS
Em Bayeux, segundo informações da assessoria de Comunicação Social da
prefeitura, ainda não há um projeto de mobilidade urbana voltada para
quem utiliza a bicicleta como meio de transporte. Contudo, segundo a
assessoria, as principais vias de diversos bairros da cidade estão sendo
pavimentadas e até o final deste ano 66 logradouros serão beneficiados
com melhorias na infraestrutura. Somente no bairro de Mário Andrezza
serão 40 ruas que receberão os serviços.
Já em Santa Rita, está em execução um projeto orçado em R$35 milhões
para asfaltar o anel viário em diversos pontos da cidade, principalmente
no bairro de Tibiri II. Segundo o secretário de Comunicação do
município, Sandro Nóbrega, outro projeto para a melhoria das vias
públicas da cidade que terá espaço reservado aos ciclistas está em fase
de planejamento e ainda não tem previsão para ser executado.
A reportagem do JORNAL DA PARAÍBA procurou por telefone os responsáveis
pelos órgãos de trânsito dos municípios de Campina Grande, Patos e
Sousa. Mas até o fechamento desta edição, nossas ligações não foram
atendidas.
Também tentamos contato com o superintendente de Mobilidade Urbana da
capital, Roberto Pinto, mas a assessoria de comunicação informou que o
gestor estava em reunião e não poderia comentar o assunto.
Bairros do Jatobá e Santo Antônio são os que mais apresentaram focos do mosquito da dengue, segundo Vigilância Ambiental.
Givaldo Cavalcanti
Nelsina VitorinoEquipes recolherem mais de 1.300 pneus que estavam servindo como pontos de proliferação do mosquito
A Vigilância Ambiental de Patos intensificou o
recolhimento de pneus de veículos abandonados em terrenos baldios para
buscar diminuir os focos do mosquito da dengue naquele município. Até o
final do primeiro semestre deste ano, o índice de infestação predial de
residências com focos do mosquito foi de 6,1%. Após a ampliação do
trabalho que começou no último mês de maio, as equipes recolherem mais
de 1.300 pneus velhos que estavam servindo como pontos críticos de
proliferação do mosquito em todo o município.
O recolhimento dos pneus já deu resultado positivo no município, o
Levantamento de Índice Rápido (LIRA) do município mostra que reduziu de
6,1% para 4,1% de infestação, mas o número ainda coloca a cidade em
situação de risco pelo alto índice de infestação. De acordo com a
coordenação da Vigilância Sanitária de Patos, os bairros do Jatobá e
Santo Antônio são os que mais apresentaram focos do mosquito e a maior
parte dos pneus abandonados foram recolhidos em terrenos abertos dessas
localidades.
Segundo Gorete Batista, coordenadora da Vigilância Ambiental, o mal
hábito das pessoas em descartar esse tipo de produto prejudica o
controle endêmico no município que apresenta índices ainda longe do
ideal. Ela ainda apontou que o trabalho dos agentes comunitários de
saúde também tem sido prejudicado, uma vez que em algumas residências os
proprietários dificultam a entrada desses profissionais para averiguar e
combater possíveis focos da doença.
“A população tem que receber bem o agente. Se ele visita um
quarteirão, mas apenas uma casa não o deixa entrar, o trabalho inteiro
fica comprometido. Sobre os pneus, nós temos nos esforçado e recebido
pelo menos uma ligação por dia de pessoas denunciando a existência
desses itens em terrenos baldios. Até agora foram mais de 360 denúncias
que atendemos. Tentamos conscientizar as pessoas, mas é um trabalho que
precisa ter a cooperação da população”, disse Gorete Batista.
Sobre a fiscalização nessas áreas onde os pneus velhos são
despejados, a coordenadora da Vigilância Sanitária de Patos disse que
não tem como impedir que as pessoas joguem lixo nos terrenos. Ela
apontou que os agentes de saúde também trabalham na conscientização das
pessoas, mas que não há condições de impedir o abandono dos pneus nem
criar qualquer tipo de multa que impeça as pessoas de realizar essa
prática.
Complexo Coremas-Mãe D'água recebeu 25 milhões de m³ de água.
Dois açudes estão sangrando e previsão é de que outros possam encher.
Do G1 PB, com informações da TV Paraíba
As chuvas registradas este mês já foram suficientes para recuperar o
volume de água em alguns reservatórios da Paraíba. De acordo com a
Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa), nesta
sexta-feira (21) dois açudes estão sangrando e a previsão é de que
outros açudes possam encher nos próximos dias.
Na quinta-feira (20), a Aesa divulgou os dados sobre os principais
açudes que receberam água com a chuva registrada nesta semana. O
complexo Coremas-Mãe D’água, no Sertão do estado, recebeu 25 milhões de metros cúbicos de água.
Além dele, os açudes de Farinha e Jatobá, na cidade de Patos, receberam dois milhões e três milhões de metros cúbicos, respectivamente. Já os mananciais de Araçagi (na cidade de mesmo nome) e Olho D’água, no município de Mari, estão sangrando desde a quinta-feira (13).
De acordo com o diretor de Acompanhamento e Controle da Aesa, Porfírio
Loureiro, a previsão é de que outros açudes recebam água com as chuvas
previstas para os próximos dias. Entre eles, o açude Epitácio Pessoa, em
Boqueirão, que abastece a cidade de Campina Grande
e outros municípios do Cariri e Agreste. “O Rio Taperoá recebeu muita
água com as chuvas recentes e ele é uma das principais fontes que
abastecem o manancial”, explicou.
Apesar destes dados, o boletim da Aesa também mostra que 34 dos 121
açudes monitorados pelo órgão estão em situação crítica, com menos de 5%
do volume total. Outros 28 mananciais estão em estado de observação,
com menos de 20% da capacidade.
São previstas chuvas de intensidade moderada e forte na região.
Chuvas deixaram 140 famílias desabrigadas em Patos, no Sertão.
Do G1 PB
A Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa)
emitiu, nesta quinta-feira (20), um alerta de estado de atenção para o
Sertão e o Cariri/Curimataú da Paraíba devido à previsão de chuvas de
intensidade moderada e forte na região.
No município de Patos,
no Sertão do estado, a chuva registrada desde a noite da terça-feira
(18) deixou 140 famílias desabrigadas, de acordo com a Defesa Civil. Em
algumas casas o nível da água chegou até 1,5m de altura.
De acordo com o boletim da Aesa, existem áreas de instabilidade
associadas à atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), que é
o principal gerador de chuvas no Nordeste do país nesta época do ano.
Por isso, existe a expectativa de ocorrências das chuvas de intensidade
moderada e forte. Não estão descartadas chuvas em pontos isolados das
demais áreas.
Chuva destruiu canal
Só na noite da terça, a Aesa registrou 149mm de chuva em menos de três
horas em Patos. A água invadiu residências e destruiu parte de um canal
que havia sido inaugurado em agosto do ano passado. De acordo com a
secretária de Infraestrutura do município, Assunção Trindade, o volume
da água superou o esperado no projeto da obra.
Assunção explicou em entrevista à TV Paraíba que o canal foi criado com
o objetivo de controlar cheias e evitar inundações. “Durante a chuva, a
água desafoga por aquela área e, passada a chuva, o canal volta para a
sua normalidade”, disse a secretária.
Com a chuva, paredes de concreto cederam e estruturas de ferro, árvores
e calçamento que ficam ao redor do canal foram arrancadas. A obra de
reparo do canal será feita por uma empresa contratada para executar o
serviço.
Árvores caíram e o muro de uma casa desabou, segundo os Bombeiros.
Previsão para esta quarta-feira (19) é de chuvas isoladas, diz Aesa.
Do G1 PB
Uma chuva intensa atingiu a cidade de Patos,
no Sertão paraibano, na noite da terça-feira (18), e provocou
alagamentos em diversos bairros do município. De acordo com o Corpo de
Bombeiros, a chuva também causou a queda de diversas árvores e o
desabamento do muro de uma residência. De acordo com a Agência Executiva
de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa), o volume de chuva na
cidade somou 149 milímetros entre as 19h e 23h de ontem.
O Corpo de Bombeiros explicou que pelo menos 11 bairros registraram
pontos de alagamento. O local mais crítico foi na Rua Dom Bosco, no
bairro Belo Horizonte, próximo ao Canal do Frango, onde cerca de 40
casas ficaram alagadas.
“Com a chuva, o canal transbordou e em algumas residências a água
chegou até 1,5m”, disse o comandante do 4º Batalhão de Bombeiros
Militar, major Saulo Laurentino. No bairro Bivar Olínto, o muro de uma
residência chegou a cair e a casa foi condenada pelo Corpo de Bombeiros.
No Centro, diversas árvores caíram e deixaram o trânsito lento. O
comandante explicou que, apesar dos estragos causados pela chuva, os
danos foram apenas materiais e ninguém ficou ferido.
Saulo explicou que a Defesa Civil da cidade está fazendo um
levantamento de quantas famílias ficaram desabrigadas por conta dos
alagamentos, além de uma análise nas regiões mais afetadas, para saber
se existe a necessidade de interdição de alguma casa. A previsão da Aesa
para esta quarta-feira (19) é de que chuvas isoladas possam cair na
região, mas em uma intensidade menor que a de terça-feira.
Cobra
foi encontrada por morador que cercou o animal e chamou o Corpo de
Bombeiros; orientação é para não mexer no bicho até a chegada dos
militares
Polícia | Em 12/03/2014, às 14h42, atualizado em 12/03/2014, às 16h42 | Por Luciana Rodrigues
Reprodução/ Patosonline
Jiboia de três metros capturada no Sertão.
O
Corpo de Bombeiros da Cidade de Patos, a 320 quilômetros de João
Pessoa, capturou na manhã desta quarta-feira (12) uma jiboia de três
metros de comprimento. O animal teria procurado a área urbana após as
últimas chuvas que aumentaram o nível das águas do rio Espinharas, que
corta a cidade.
De acordo com informações do sargento Rogério, o
morador conseguiu cercar o animal e chamou os Bombeiros. Uma equipe
formada por cinco militares capturou a cobra que estava próximo a área
conhecida como ponto do Juá Doca, na Zona Norte da cidade.
O animal foi solto ainda pela manhã numa área de mata, na zona rural do Município vizinho de São José do Bonfim.
O
sargento Rogério informou que recentemente outra cobra da mesma espécie
foi capturada no Município de Teixeira, localizado ao Sul de Patos. A
jiboia estava dentro de uma geladeira e a dona da casa tomou o maior
susto quando percebeu que o eletrodoméstico, que não estava em uso,
tinha se transformado num esconderijo para o réptil que tinha cerca de
dois metros de comprimento.
O Corpo de Bombeiros orientou a
população para que não mexam nos animais quando os encontrarem e chamem
imediatamente a corporação.
"É importante que não mexam nos
animais porque ninguém sabe a reação deles. Esse tipo de cobra, por
exemplo, não é venenosa e nem ataca as pessoas mas mesmo assim a
recomendação é de não tentar caputrá-los até a chegada dos bombeiros”,
explicou.
O militar informou que nessa época de chuvas é comum
que os animais que habitam matas, margens de rios e açudes procurem as
residências para se proteger, por isso é necessário manter a atenção
redobrada porque eles procuram sempre locais arejados e que sirvam de
esconderijo como telhados, debaixo de camas e dentro de móveis, como
guarda-roupas.
Além de cobras e outros répteis, abelhas também são muito capturadas nessa época do ano, conforme o militar.
01/02/2014 - 16:56 - Atualizado em 01/02/2014 - 17:26
O custo "astronômico" de algumas obras também foi alvo de críticas
Foto
postada por Agra no Twiiter: Desertificação, rios mortos, açudes com
água estagnada, política ambiental =0, postou (Crédito: Reprodução
Facebook)
O ex-prefeito de João Pessoa, Luciano Agra (PEN), voltou a usar as redes
sociais para fazer política e fazer oposição ao governo do Estado e ao
governador Ricardo Coutinho. Pelo Twitter, Agra criticou a política
hídrica do governo do estado, o atraso e o abandono de obras e ainda o
custo elevado de alguns projetos do governo estadual. Luciano ainda
pregou união para derrotar Ricardo Coutinho nas próximas eleições e
chamou o governador de déspota.
"Como cidadão exijo transparência e gostaria de respostas objetivas
quanto às questões levantadas sobre a sofrível gestão estadual. Ainda
vou criticar, depois vou apresentar idéias para equilibrar o Estado da
Paraíba", postou Agra após fazer diversas críticas a obras,
principalmente no tocante a questão da água.
O ex-prefeito, que durante os dois mandatos de Ricardo a frente da
Prefeitura de João Pessoa foi o responsável pelo planejamento das obras,
lamentou a situação das Várzeas de Souza e cobrou a interligação das
represas São Gonçalo, Engenheiro Ávidos e Coremas/ Mãe D'água. Ele
criticou ainda o "estado de abandono na represa de Acauã".
"Desertificação, rios mortos, açudes com água estagnada, política
ambiental? Por que Patos ainda não tem autonomia hídrica, será por que é
governada pela oposição?", indagou o ex-prefeito da Capital.
O custo "astronômico" de algumas obras também foi alvo de críticas.
"Vocês acreditam que a passagem em desnível do Geisel vai custar 30
milhões? e o Centro de Convenções?"
Outra crítica de Agra ao governo, foi com relação ao aumento anunciado
pelo governo. "E o reajuste aviltante dos funcionários estaduais?
revolta geral. Vamos derrubar o déspota".
Esquema foi denunciado por pescadores que revelam benefícios a aliados de Juntahy
A Polícia Federal iniciou
investigações sobre graves denúncias de uso político e de desvio de
verbas envolvendo a Superintendência do Ministério da Pesca e
Aquicultura na Paraíba (MPA/PB). Fruto das denúncias, o Ministério
suspendeu, desde o último dia de 2013, a emissão de novas carteiras
profissionais de pescador em todo o Brasil. O teria sido montado para
beneficiar aliados do deputado estadual Juntahy Menezes (PRB) que
indicou o superintendente Samuel Lemos.
Representantes da Federação dos Pescadores e Aquicultores da Paraíba
(Fepesca-PB) e de diversas Colônias de Pescadores denunciaram o esquema
fraudulento neste final de semana. Segundo eles, o MPA/PB estaria
cadastrando falsos pescadores, entregando-lhes carteiras profissionais,
Declarações de Aptidão ao Pronaf (DAPs), cestas básicas e parcelas do
Seguro Defeso (que somam mais de R$ 2 mil), todos benefícios de
programas do Governo Federal. Para isso, no entanto, funcionários do
Ministério cobrariam valores que variam de R$ 300 a R$ 1.000.
“No Ministério da Pesca existe hoje um tratamento diferenciado, dito em
alto e bom som: se o pescador estiver do lado deles, tem tudo, sem
estiver do outro lado, não tem nada. E o lado deles é o lado do deputado
estadual Jutahy Menezes e do superintendente Samuel Lemos”, afirmou o
presidente da Fepesca, Zélio Silva. Segundo ele, as carteiras dos
pescadores filiados a Colônias que se posicionam do lado do MPA são
emitidas em cerca de 30 dias, enquanto existem carteiras de Colônias
não-alinhadas “mofando” há mais de um ano.
A presidente da Colônia de Pescadores de Patos, Ivanilda Souza,
denunciou que no município foram desviadas mais de 200 cestas básicas,
de 300 enviadas pelo Ministério do Desenvolvimento Social via MPA. “Além
das cestas básicas que nunca apareceram, as que chegaram foram
entregues a aliados políticos dos dirigentes do Ministério, quando
deveriam ser repassadas à diretoria da Colônia, e, mesmo assim, ainda
contemplaram pessoas que nem pescadores são”, revelou Ivanilda.
Representantes das Colônias de Aroeiras e Rio Tinto também denunciaram o
favorecimento e a perseguição política por parte de funcionários do
MPA/PB.
Para Janderley Batista, da Colônia de Pescadores de Coremas, existe uma
quadrilha agindo na Paraíba. A organização criminosa seria formada por
cerca de dez pessoas, incluindo funcionários do MPA/PB e outros agentes
contratados. Todos os nomes já foram informados à Polícia Federal e ao
Ministério Público Federal. “A imoralidade, a corrupção no Ministério é
imensa. São registros feitos com data retroativa de pessoas que pagam
por isso ou são do grupo político do superintendente Samuel Coelho de
Lemos, aliado do deputado pastor Jutahy”, garantiu.
A Fepesca e as Colônias representativas dos pescadores esperam agora que
as autoridades competentes tomem as devidas providências para eliminar
do Ministério da Pesca na Paraíba qualquer vestígio de mau uso da
máquina pública e de ação criminosa.