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sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

TRF determina criação de aterros sanitários no Cariri paraibano

12/12/2013 20h53 - Atualizado em 12/12/2013 20h53 

MPF e Ibama conseguiram condenação de quatro municípios.
Lixões devem ser substituídos em até 90 dias.
 
Do G1 PB
 

O Tribunal Regional Federal da 5ª determinou liminarmente que três municípios do Cariri paraibano devem instalar aterros sanitários. As ações movidas pelo Ministério Público Federal (MPF) dizem respeito a São Sebastião do Umbuzeiro, São João do Tigre e Ouro Velho, que devem criar os aterros em até 90 dias. A decisão proferida no último dia 6 de dezembro foi divulgada nesta quinta-feira (12).
 
Os agravos foram interpostos em ações propostas pelo Ibama, na Justiça Federal da Paraíba, contra quatro municípios – os três já citados e o Congo (PB), sendo que ainda não houve decisão do TRF5 quanto ao recurso deste último município.
 
As prefeituras terão que apresentar cronograma indicando qual o destino que será dado ao lixo não aproveitável de sua população, seja através de construção de aterro sanitário próprio ou por consórcio com outros municípios. Também terão que apresentar projeto de recuperação da área degradada, onde existe o atual “lixão”.
 
Segundo o MPF, os municípios ainda devem implantar, até o dia 3 de agosto de 2014, medidas de “disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos”, bem como recuperar a área degradada, sob pena de multa diária de R$ 1 mil. As decisões são da desembargadora relatora Joana Carolina Lins Pereira.
 
Nos recursos, o Ministério Público Federal destacou a urgência de afastar completamente os riscos imediatos decorrentes da colocação inadequada de resíduos, impondo-se a cessação de remessa de novos dejetos para os locais de “lixão”. No município de São Sebastião do Umbuzeiro, por exemplo, constatou-se o total descontrole dos resíduos remetidos para o local, verificando-se a disposição de dejetos hospitalares sem nenhum cuidado especial no acondicionamento e manipulação.
 
Nas quatro ações propostas pelo Ibama, em abril de 2013, pediu-se a condenação dos municípios referidos ao pagamento de indenização por dano ambiental extrapatrimonial, em razão de danos já causados pela inadequada destinação de resíduos no seu território.
 
Fonte
 
 

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Sertão paraibano sofre com 2º ano de seca

Paraíba apresentou queda de 69,3% na produção de grãos e chuvas não são suficientes para salvar a plantação e recuperar capacidade dos açudes.





Francisco França
Diversos açudes paraibanos estão em situação crítica, com capacidade abaixo de 5% do seu volume total
Fome e sede. Assim podem se resumir as principais privações enfrentadas pelos sertanejos e pequenos produtores paraibanos, que já enfrentam dois anos consecutivos de seca (2012/2013). Do chão tórrido já não brota nem alimentação para o rebanho.

Segundo a Federação dos Trabalhadores na Agricultura da Paraíba (Fetag-PB) 40% dos animais morreram. As perdas na safra do sertanejo alcançaram 97% no primeiro semestre e até agora não há sinal de chuva suficiente para salvar mais a plantação. Em Patos, um dos principais reservatórios que abastece a cidade, o Jatobá, só oferece água enlameada. Ele e mais 16 açudes paraibanos estão em situação crítica, com capacidade abaixo de 5% do seu volume total.
 
No outro reservatório, o Farinha, a situação é menos crítica, mas ele não tem suporte para atender as comunidades que ficam no seu entorno. As principais culturas da região de Patos, milho e feijão, foram dizimadas. Enquanto no Litoral e Brejo, as chuvas apareceram em julho, dando esperança aos trabalhadores da região de recuperar algumas culturas, no Sertão, tudo tende a piorar neste segundo semestre.
 
Para o presidente da Fetag-PB, Liberalino Ferreira, a situação é uma das piores dos últimos anos. “Há dificuldade até para o carro-pipa buscar água. Para o sertanejo, só resta agora aguardar o próximo inverno que começa em janeiro. O principal temor é enfrentar mais um ano de estiagem. No Brejo e Litoral ainda podem ocorrer chuvas e alguns produtos podem ser recuperados”, frisou.
 
Para o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Patos, José Martins Ermínio, pelo menos 700 agricultores que dependem do Jatobá e do Farinha estão sem ter o que comer e beber por causa da estiagem. “A produção de milho e feijão dos últimos 2 anos caiu cerca de 85%. A batata-doce, mais resistente ao solo seco, a queda foi menor, mais ou menos 70%. Em Patos, o povo produz para o seu sustento, mas com a falta de chuva muitos estão passando necessidade”, afirmou José Martins.
 
Os programas assistenciais do governo federal como Bolsa Estiagem e Bolsa Família são atualmente as principais fontes de renda para milhares de sertanejos. A água que chega à cidade vem de carro-pipa, que abastece as cisternas uma vez por mês. “Com essa água o pessoal tem de economizar para passar os 30 dias”, declarou José Martins.
 
Até meados do ano, a Paraíba apresentou queda de 69,3% na produção de grãos plantados no mês de maio quando relacionada à projeção de fevereiro. Em relação à superfície cultivada no mesmo período, as perdas são de 57% segundo a pesquisa Mensal de Previsão e Acompanhamento da Safra Agrícola, do Grupo de Coordenação das Estatísticas Agropecuárias, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
 
A seca foi a responsável pela baixa na produção de leguminosas, oleaginosas e cereais no Estado. Os produtos que tiveram maiores quedas na produção foram arroz (-96%), algodão (-81%) e milho (-75,9%). Em maio foram colhidos 76.516 toneladas de grãos e em fevereiro este montante foi de 249.703 toneladas, o que representa 173.187 toneladas a menos.
 
RESERVATÓRIOS EM BAIXA REDUZEM 50% DA PESCA
A situação em Patos e também das cidades circunvizinhas não atinge apenas as famílias de agricultores. Quem vive da pesca está recorrendo a outros açudes, já que o alimento no Jatobá e no Farinha não é mais encontrado. O esvaziamento dos reservatórios reduziu a atividade pesqueira em até 50% na região e prejudica a vida de pelo menos 100 famílias na cidade.
 
De acordo com secretário da Colônia de Pescadores de Patos Itamar Targino Ramos, os pescadores da cidade estão desempenhando a atividade em outros municípios como Piancó, Olho D'Água e Catingueira. “Nos açudes destes locais ainda encontramos Tilápia, Piau, Curimatã e Tucunaré. No Jatobá só tem peixe morto, sem oxigênio”, frisou.
 
Na Colônia de Pescadores pode-se dizer que a situação dos moradores não é tão crítica porque o local é saneado e, segundo Itamar Targino, ainda chega água nas torneiras. O problema maior é com a fonte de renda, que está cada vez mais ameaçada.
 
Além da estiagem, Itamar Targino disse que os dois principais açudes estão assoreados. Em maio os pescadores realizaram uma mobilização chamada “Patos: Pró Água”, numa tentativa de chamar a atenção das autoridades para a limpeza do Jatobá e Farinha. “Fizeram uma limpeza no Jatobá, mas precisamos do desassoreamento tanto dele quanto o do Farinha. Se isso não ocorrer, eles não vão poder armazenar muita água”, afirmou.
 
AESA: 17 AÇUDES EM SITUAÇÃO CRÍTICA
A Paraíba conta com 17 açudes em situação crítica segundo a última pesquisa da Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa). Entre eles está o Jatobá, que de todo o seu potencial de armazenamento (17.516.00 m³) conta apenas com 708.795 m³ de água, ou seja, 4%. O Farinha está numa situação um pouco melhor, ou seja, é um dos reservatórios que está em observação e está 20% abaixo do seu volume total.
 
Sete açudes paraibanos estão com menos de um por cento de seu volume total, segundo dados da Aesa. São eles: Serrote, em Monteiro (0,3%); Ouro Velho, em Ouro Velho (0,6%); Caraibeiras, em Picuí (0,2%); São José IV, em São José do Sabugi (0%); Bastiana, em Teixeira (0,7%); São Francisco II, em Teixeira (0,4%) e Várzea, em Várzea (0,4%).
 
No caso do Farinha, em Patos, dados da Aesa mostram que ele conta com apenas 6,6% de sua capacidade máxima (25.738.500 m³). Seu volume atual é de 1.705.400 m³. Os dados são referentes às últimas pesquisas da Aesa realizadas entre primeiro de junho e primeiro de agosto.



terça-feira, 25 de junho de 2013

Chuvas no Litoral fazem Gramame/Mamuaba sangrar; no Sertão, açudes estão secos

Estado vive dois extremos. Segundo a Aesa, no Sertão paraibano o déficit pluviométrico já teve um desvio negativo de 43,5%. No Litoral, em três dias da semana passada choveu mais do que a média histórica do mês 


Cidades | Em 25/06/2013 às 09h16, atualizado em 25/06/2013 às 15h18 | Por Priscila Andrade e Hermes de Luna

Reprodução/Internet

sexta-feira, 29 de março de 2013

Açude do Sertão é primeiro a sangrar em 2013 na Paraíba, aponta Aesa


29/03/2013 13h41 - Atualizado em 29/03/2013 13h41

Açude em Serra Grande, no Sertão, registrou sangria na terça-feira.
Segundo Aesa, 51 reservatórios estão com até 20% da capacidade.
 
Do G1 PB

Açude do Serrote, em Monteiro, entrou em colapso (Foto: Taiguara Rangel/G1)
Apesar de início do período de chuvas, açude
do Serrote secou (Foto: Taiguara Rangel/G1)
O período de chuvas começou e conforme previsão dos analistas da Agência Executiva de Gestão das Águas (Aesa) da Paraíba, alguns açudes já estão retomando seus volumes. O órgão registrou o primeiro sangramento de um reservatório este ano no açude Cafundó, localizado no município de Serra Grande, no Sertão paraibano. O manancial do Cafundó tem capacidade para 313.680 metros cúbicos de água e ultrapassou o limite de sua lâmina máxima na última terça-feira (26).

O Açude do Serrote, em Monteiro, no Cariri, foi também o primeiro a entrar em colapso este ano e secou no último dia 18 de março, quando a Aesa registrou no local uma medição de 0,0% do seu volume. Conforme medição da Aesa, 51 reservatórios ainda estão com até 20% da capacidade, sendo 36 em observação e 15 em situação considerada crítica.
 
Ainda de acordo com a agência, oito municípios tiveram chuvas, segundo registro da última quarta-feira (27). As precipitações atingiram as estações de monitoramento nas cidades de Baraúnas, Cuité, Emas, Frei Martinho, Ouro Velho, Serra Branca, São Bento e Taperoá, no Curimataú, Cariri e Sertão do estado. A previsão dos meteorologistas da Aesa é de que o período chuvoso deve se estender até o mês de maio.
 
"Continuamos apresentando a mesma situação prevista na reunião climática, com início da temporada de chuvas. Já tivemos chuvas isoladas nos últimos dias no Sertão, que devem continuar", disse a meteorologista da Aesa, Marle Bandeira. Segundo o gerente de bacias hidrográficas Lucílio Vieira, as precipitações registradas ainda são insuficientes para que haja uma recarga nos volumes dos açudes.


 

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Açudes praticamente sem água

Quatro reservatórios estão praticamente sem água e não estão mais sendo operados pela Cagepa.


 

Dos 120 açudes em uso no Estado, e que são monitorados pela Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa), quatro deles estão em situação crítica. Os reservatórios de Ouro Velho, no município de mesmo nome; Serrote, em Monteiro; São Francisco II, em Teixeira; e São José IV, em São José de Sabugi, estão praticamente sem água e não estão mais sendo operados pela Cagepa.

Segundo Lucíolo Vieira, meteorologista da Aesa, a situação nos demais reservatórios do Estado ainda não é de racionamento, contudo, devido ao ano atípico em relação às precipitações, a construção de novos reservatórios ajudaria na prevenção pela falta de chuva. “O que temos (açudes) à disposição dá para atender a população, principalmente quando temos regularidade nas chuvas. Como este ano está sendo bastante seco, alguns reservatórios acabaram sofrendo mais”, disse.

De acordo com Francisco Leonam, estão sendo preparados projetos para a construção de dois açudes, um em Cuité e outro em Alagoa Grande. Sem capacidade ainda definida, o gerente executivo afirmou que ambos estão em fase de estudo, sendo que o segundo mais perto de ser lançada a licitação para a sua construção. “São duas obras que serão financiadas pelo governo federal. Não podemos adiantar a capacidade de cada açude, mas serão duas importantes construções que irão beneficiar muitos paraibanos”, projetou Leonam.


 

segunda-feira, 30 de julho de 2012

14 açudes da Paraíba têm menos de 20% de água

Cidades | Em 30/07/12 às 06h57, atualizado em 30/07/12 às 06h58 | Por Daniel Mota, Jornal Correio da PB
 
Aesa: chuvas ocasionais não são suficientes para aumentar a capacidade de mananciais e outros podem entrar em colapso


Catorze açudes estão com menos de 20% da capacidade de armazenamento na Paraíba. Destes, três deles estão com volume inferior a 5%, o que torna a situação crítica. Dos doze açudes, nove ficam no Sertão, quatro no Cariri e um no Curimataú do Estado. Além disso, até ontem a Agência Estadual de Gestão das águas (Aesa) tinha registrado oito reservatórios sangrando, e um totalmente seco, localizado em São José de Sabugi, no Sertão. Outros quatro reservatórios estão próximos de chegar aos 20% de volume armazenado. Em São Gonçalo, perímetro irrigado de Sousa, o Ministério Público determinou racionamento de água.

De acordo com o gerente regional de Bacia da hidrográfica da Aesa, Isnaldo Candido da Costa, as chuvas ocasionais que vem caindo nos últimos dias não serão o suficiente para aumentar a capacidade dos açudes.

“Ainda temos quase sete meses de seca e de lá pra cá não acredito que possa aumentar a capacidade desses açudes. A tendência é que outros que já estão chegando à capacidade mínima entrem em estado crítico. Por outro lado, temos que levar em consideração que os maiores mananciais, como Coremas, Boqueirão e Engenheiro Ávidos, estão com capacidade acima da metade e não oferece muita preocupação”, explicou.

Os açudes que estão com capacidade abaixo dos 20% são ‘Bichinho’, em Barra de São Miguel, com 15,9%, ’Serrote’, em Monteiro, com 5,4% e ‘Ouro Velho’, em Ouro Velho, no Cariri, com 2,9% e ‘Prata II”, em Prata, com18,3%.

Já no Sertão, o açude ‘Carneiro’, em Jericó está com apenas 16,6% da capacidade total, ‘Saco’, em Nova Olinda com 7,1%, ‘Chupadouro I’, em São João do Rio do Peixe, com 9,6%, ‘São Mamede’, em São Mamede, com 18,2, “Farinha’ em Patos, com 18,7%, Novo II’, em Tavares, com 17,6% ‘Bastiana’, em Teixeira, com 5,6%, além dos reservatórios de ‘Sabonete’ e ‘São Francisco II’ também com 9,5% e 2,8%, respectivamente.

No Curimataú paraibano, reservatório de Caraibeiras, em Picuí, está com apenas 13,8% de sua capacidade, que é de mais de 2,7 milhões de m³.

Sangrando


Dos oito açudes que estão sangrando, seis ficam na Zona da Mata e dois no Agreste da Paraíba.

Os reservatórios de ‘Aracagi’, em Aracagi, ‘Brejinho’, em Juarez Távora, ‘Chã das Pereiras’ em Ingá, ‘São Salvador’, em Sapé, ‘Tauá’, em Cuitegi, ‘Gramame/Mamuaba’, no Conde, ‘Jangada’, em Mamanguape e ‘Olho d’água’, em Mari.


sexta-feira, 27 de julho de 2012

Justiça Eleitoral Apreende Máquina Perfuratriz

quinta-feira, 26 de julho de 2012

22:45 | Postado por Dema Macedo 
 



A Justiça Eleitoral da 74ª Zona, com sede no Município de Prata, determinou a apreensão de veículos e maquinários que estavam perfurando poços no município de Ouro Velho.

A partir de denúncia formulada pela coligação “100% Ouro Velho”, através do coordenador jurídico da coligação o advogado Josedeo Saraiva, a Justiça Eleitoral constatou que as máquinas estavam perfurando poços em propriedades particulares, no Município de Ouro Velho.

Segundo a denúncia, a coligação “Ouro Velho Avante” estaria perfurando poços em troca de votos para as eleições de outubro, como forma de beneficiar a candidatura de Natália de Doutor Júnior, do PSD.

A ação foi proposta pela coligação “100% Ouro Velho”, formada pelos partidos PSB, PT, Democratas e PDT, que tem como candidata a prefeita Ravena Farias e vice João de Lilia.

Blog do Sertão 



domingo, 22 de julho de 2012

Açudes da PB ainda apresenta baixo volume de água

Cidades | Em 21/07/12 às 14h52, atualizado em 21/07/12 às 14h59 | Por Jornal Correio da Paraíba 
 
A Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado (Aesa) informou que, dos 121 reservatórios de águas monitorados em toda a Paraíba

A Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado (Aesa) informou que, dos 121 reservatórios de águas monitorados em toda a Paraíba, oito estão sangrando e três estão em situação crítica, ou seja, com volume menor que 5% da sua capacidade. O último açude a sangrar foi o Chã dos Pereiras, em Ingá. Os outros sete são em Araçagi (Araçagi), Conde (Gramame/Mamuaba), Cuitegi (Tauá), Juarez Távora (Brejinho), Mamanguape (Jangada), Mari (Olho D’Água) e em Sapé (São Salvador). Já os três em estado crítico estão localizados nos municípios de São José do Sabugi (São José IV), Teixeira (São Francisco II) e em Ouro Velho (Ouro Velho).
 
Ainda segundo a Aesa, mais um reservatório entrou em observação por apresentar volume menor que 20% da capacidade, o Novo II, no Município de Tavares. Ao todo são 11 nesta situação. Os outros 98 reservatórios estão com capacidade armazenada superior a 20% do volume total. 

Confirma a situação dos açudes monitorados pela AESA 

08 Açudes Sangrando
Araçagi, em Araçagi
Gramame/Mamuaba, no Conde
Tauá, em Cuitegi
Brejinho, em Juarez Távora
Jangada, em Mamanguape
Olho D’Água, em Mari
São Salvador, em Sapé
Chã dos Pereiras, em Ingá

11 Reservatórios em Observação (Menor que 20% do seu volume total)
Bichinho, em Barra de São Miguel
Carneiro, em Jericó
Serrote, em Monteiro
Saco, em Nova Olinda
Caraibeiras, em Picuí
Prata II, em Prata
Chupadouro I, em São João do Rio do Peixe
São Mamede, em São Mamede
Bastiana, em Teixeira
Sabonete, em Teixeira
Novo II, em Tavares

03 Reservatórios em Situação Crítica (Menor que 5% do seu volume total
São José IV, em São José do Sabugi
São Francisco II, em Teixeira
Ouro Velho, em Ouro Velho

Fonte


terça-feira, 19 de junho de 2012

Mesmo com chuvas, maioria dos açudes não sangra na PB, diz Aesa

19/06/2012 10h41 - Atualizado em 19/06/2012 11h19
Dois açudes que estão sangrando são muito pequenos.
'Não há mais como recuperar esses açudes', diz gerente. 

Do G1 PB

Chuva causa transtornos no Centro de João Pessoa (Foto: André Resende/G1)
Choveu 51.6 mm na capital paraibana
(Foto: André Resende/G1)
Mesmo com as chuvas desta semana na Paraíba, apenas dois açudes em todo o estado atingiram seu volume máximo segundo dados desta terça-feira (19) do Monitoramento de Açudes a Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa). O manacial Olho d'Água, em Mari, e Jangada, em Mamanguape, estão sangrando, porém, os açudes são considerados muito pequenos pela Aesa, com menos de 900 mil m³ de capacidade máxima.

De acordo com o gerente de Bacias Hidográficas da Aesa, Isnaldo Cândido, a Paraíba está vivenciando uma situação atípica para o mês. “Normalmente, em março, abril, maio e junho os mananciais atingem as cotas máximas, mas neste ano, eles não tiveram recargas suficientes”, explicou.
 
Um dos principais açudes da Paraíba, o Epitácio Pessoa, também conhecido como Boqueirão, está com apenas 77% da capacidade atingida. Entre outras cidades, o manancial abastece a cidade de Campina Grande. “Isso preocupa principalmente porque sabemos que em agosto, setembro e outubro as chuvas diminuem ainda mais”, revelou Isnaldo.

Ainda de acordo com o gerente, algumas barragens menores têm situações ainda mais críticas, como o açude de Caraibeiras, em Picuí, que só preencheu 14,4% de sua capacidade. Outros pequenos mananciais com o do Serrote, em Monteiro, e o de Ouro Velho, tabém tem índices muito baixos, com 5,4% e 5,8% respectivamente. “Não há mais como recuperar esses açudes este ano. Só de Deus fizer um milagre e mudar a previsão de chuvas”, lamentou Isnaldo.

Fonte