Mostrando postagens com marcador Agreste. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Agreste. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 19 de julho de 2017

ANA autoriza irrigação com água da transposição e fim de racionamento na PB

Açude de Boqueirão ainda não saiu do volume morto, mas Cagepa já tem autorização de vazão.

Por G1 PB


Resolução da ANA autorizou Cagepa a retirar a vazão suficiente para que órgão encerre racionamento de água na região (Foto: Artur Lira/G1/Arquivo)
Resolução da ANA autorizou Cagepa a retirar a vazão suficiente para que
órgão encerre racionamento de água na região
(Foto: Artur Lira/G1/Arquivo)

O Diário Oficial da União divulgou na terça-feira (18) uma resolução da Agência Nacional da Águas (ANA) autorizando que uso da água da transposição do Rio São Francisco para irrigação na Paraíba. Também foi liberada uma vazão suficiente para que a Companhia de Águas e Esgotos da Paraíba (Cagepa) finalize o racionamento de água em Campina Grande e outras 18 cidades. A nova resolução já está em vigor e é válida até 26 de março de 2018.

A resolução é aplicada em toda a área do sistema hídrico do Rio Paraíba, em Monteiro, até o açude Epitácio Pessoa, conhecido como Boqueirão. Para a irrigação, a resolução vai beneficiar mil agricultores para a prática de irrigação para agricultura familiar, na qual cada família de agricultores vai pode plantar e irrigar até meio hectare.

O modelo de irrigação liberado vai ser limitado às técnicas de gotejamento e microaspersão. O descumprimento das regras pode resultar em infração, onde os agricultores serão punidos como embargo, lacre de bombas, apreensão de equipamentos e multas em dinheiro. Os órgãos também vão ficar responsáveis por controlar o uso da água na irrigação.

A medida vai valer até o dia 26 de março de 2018, quando termina a fase chamada de pré-operação do Rio São Francisco, ou seja, enquanto não é cobrada taxa pelo uso das águas transpostas. Depois disso, a irrigação vai depender de uma nova resolução. 


Mesmo com autorização, Cagepa informou que só vai encerrar racionamento quando açude sair do volume morto (8,2%)  (Foto: Artur Lira /G1)
Mesmo com autorização, Cagepa informou que só vai encerrar racionamento
quando açude sair do volume morto (8,2%) (Foto: Artur Lira /G1)

Racionamento
Através da resolução, a Ana também autoriza que a Cagepa possa retirar uma média mensal de até 1.300 litros de água por segundo do açude de Boqueirão. Essa vazão é suficiente para que seja encerrado o racionamento de água em Campina Grande e outras 18 cidades do Agreste paraibano. 

Apesar de já ter a permissão da ANA, a Cagepa informo que só vai encerrar o racionamento quando o açude de Boqueirão sair do volume morto, ou seja, quando ele chegar ao nível de pelo menos 8,2% da capacidade total. Nesta quarta-feira (19) o manancial está com 7,3%.

Reunião

As novas normas da resolução publicadas foram discutidas e decididas durante uma reunião realizada em 7 de julho deste ano, na cidade de Boqueirão, no Cariri paraibano, entre a ANA, Cagepa, Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa) e Ministério Público da Paraíba (MPPB), além de agricultores da região.


 
 

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Grupo faz arrastão e degola pássaro de família na zona rural de Puxinanã, na Paraíba

Durante a ação, os criminosos rasgaram sofás, quebraram janelas e ameaçaram os moradores do sítio Lagoa Grande. 
 
 
Três pessoas são suspeitas de invadir casas em Puxinanã
Três pessoas são suspeitas de invadir casas em Puxinanã
 
Pelo menos três criminosos fizeram um arrastão em três casas no sítio Lagoa Grande, zona rural da cidade de Puxinanã, no Agreste paraibano, na segunda-feira (26). O grupo roubou os pertences da família, revirou as residências e degolou um pássaro de estimação de uma das famílias, que foi deixado dentro da geladeira da casa.

Na primeira casa, os criminosos roubaram uma TV e uma bicicleta que foram escondidas dentro de um matagal que fica próximo à residência. Na outra casa, o grupo rasgou um sofá, derramou pacotes de café no chão, quebrou vidros de janelas e degolou um passarinho.

Depois, o grupo se dirigiu a uma terceira casa onde outra família estava reunida. Eles renderam os moradores e roubaram mais pertences, ameaçando matá-los se denunciassem o crime à polícia.

Uma das vítimas do assalto informou que havia sido abordada pelos mesmos criminosos há pouco mais de uma semana.

Ainda na terça-feira dois jovens foram presos e um menor apreendido sob suspeita de serem os responsáveis pelos arrastões na zona rural de Puxinanã. Eles foram detidos no sítio Grotão, que fica próximo ao local onde ocorreu o crime. Com eles, a polícia encontrou todos os objetos que haviam sido roubados. 


 

sábado, 11 de março de 2017

Arqueólogos escavam cemitério indígena em Pocinhos, na Paraíba

11/03/2017 16h57 - Atualizado em 11/03/2017 16h57
 
Sítio fica no Lajedo do Cruzeiro e faz parte de um estudo de doutorado.
Objetivo é entender um pouco mais sobre a vida dos índios Cariris.

Do G1 PB
 

Arqueólogos buscam achar vestígios ósseos que expliquem mais dos índios Cariris, em Pocinhos, na Paraíba (Foto: Thomas Bruno/Arquivo Pessoal)
Arqueólogos buscam achar vestígios ósseos que expliquem
mais dos índios Cariris, em Pocinhos, na Paraíba
(Foto: Thomas Bruno/Arquivo Pessoal)

Um sítio arqueológico na cidade de Pocinhos, no Agreste paraibano, teve escavações iniciadas por um grupo de pesquisadores. O local é conhecido como Lajedo do Cruzeiro e consiste em um cemitério dos índios Cariris. O o objetivo do trabalho é coletar materiais ósseos para uma tese de doutorado que será apresentada na Universidade de Coimbra, em Portugal.

O trabalho é desenvolvido pelo Laboratório de Arqueologia e Paleontologia da Universidade Estadual da Paraíba (Uepb) com o apoio da Sociedade Paraibana de Arqueologia e Museu de História Natural.

Outro resultado esperado após a escavação é compreender melhor como os índios Cariris viviam, se comportavam, seus hábitos alimentares e que tipos de doenças existiam naquela época.

Para um dos arqueólogos da expedição, o professor Juvandi Santos, explicou que o trabalho deve ir até segunda-feira, mas os primeiros resultados da escavação só devem ser conhecido nos meses seguintes. “Coletamos algumas coisas, os primeiros resultados devem sair em seis meses, pois levamos os materiais coletados para o laboratório” afirmou.

O professor destacou ainda que o trabalho desempenhado vai possibilitar um conhecimento mais profundo do povo paraibano. “Quando se faz um trabalho como esse nós estamos contando um pouco da história desse povo, dando a oportunidade de conhecer as nossas raízes” finalizou.

Judivan Santos revelou também que outros trabalhos de escavação devem ser realizados em outras cidades da Paraíba. Um dos locais escolhidos foi a cidade de Boqueirão, que também possui registros de povoados indígenas da tribo Cariri.


Fonte




quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Vídeo flagra dois homens ateando fogo em vegetação na Paraíba

20/12/2016 11h49 - Atualizado em 20/12/2016 11h49

Dupla usa galhos para espalhar fogo por vegetação em Alagoa Nova.
Incêndio chegou a ficar próximo de rede elétrica. 

Do G1 PB 

 
Um vídeo feito pelo repórter cinematográfico Volney Andrade, na TV Cabo Branco, flagrou o momento em que dois homens ateiam fogo na vegetação de uma propriedade rural na Cidade de Alagoa Nova, no Agreste paraibano. A gravação, feita na segunda-feira (19), mostra os dois homens espalhando o fogo com galhos.
 
Outro fato que chama atenção é a falta de equipamentos que ofereçam segurança aos trabalhadores. O fogo chegou a se espalhar e ficar próximo a poste elétrico. Apesar do flagrante, nenhum acidente foi registrado.
A concessionária de energia elétrica na Paraíba, Energisa, iniciou em 2015 uma campanha para combater as queimadas nos canaviais que acabam gerando a interrupção do abastecimento elétrico no interior do estado.

Fonte


 

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

PRF encontra aves em ônibus e prende homem no Agreste da PB

23/09/2015 09h23 - Atualizado em 23/09/2015 15h29 

Aves estavam em gaiola e caixas no compartimento de bagagens.
Animais estavam sendo levados para Campina Grande




 
Do G1 PB



Filhotes de gangarra foram encontrados em uma gaiola e duas caixas (Foto: Divulgação/PRF)
Filhotes de gangarra foram encontrados em uma gaiola e duas caixas (Foto: Divulgação/PRF)

Um total de 44 filhotes de gangarra, uma espécie de pássaro, foram encontrados dentro de um compartimento de bagagens de um ônibus na manhã desta quarta-feira (23). A apreensão foi feita por policiais rodoviários federais em uma fiscalização no Posto Policial da Farinha, em Pocinhos, no Agreste da Paraíba. Um homem foi preso.
 
De acordo com a PRF, o ônibus seguia da cidade de Boa Vista para Campina Grande e foi parado em uma ação de rotina. Durante a revista, os patrulheiros encontraram uma gaiola e duas caixas onde estavam as aves. Pela identificação da bagagem, se chegou ao dono dos animais.
 
O homem foi detido e encaminhado para a Delegacia da Polícia Rodoviária Federal em Campina Grande. As aves foram recolhidas e serão entregues ao Batalhão da Polícia Ambiental ainda nesta quarta-feira.



domingo, 8 de fevereiro de 2015

Onze açudes da PB estão secos e outros 24 em estado crítico, diz Aesa

07/02/2015 09h00 - Atualizado em 07/02/2015 09h00 

Relatório apontou que 74 de 121 açudes estão com menos 20% do volume.
Gerente da Aesa explica que não existe possibilidade de fazer análise geral.
 
Do G1 PB
 
Nem os maiores açudes, como o da Gamela, têm resistido à seca deste ano (Foto: Taiguara Rangel/G1)
Mais da metade dos açudes monitorados estão
em situação crítica (Foto: Taiguara Rangel/G1)
Onze açudes paraibanos estão secos e outros 24 estão abaixo de 5% da sua capacidade. Conforme relatório de monitoramento da Agência Executiva de Gestão de Águas da Paraíba (Aesa), atualizado na quinta-feira (5), um total de 35 reservatórios paraibanos estão em estado crítico e outros 39 estão em sob observação, totalizando 74 reservatórios com menos de 20% da capacidade.
 
O gerente de monitoramento dos reservatórios da Aesa, Alexandre Magno, comentou que a situação não pode ser analisada sob uma perspectiva geral, mas caso a caso. “Alguns reservatórios são construídos com prazo de validade, para durarem cerca de um ano, dois anos. Outros de fato podem estar em uma situação crítica por conta da falta de recarga. Por isso não podemos afirmar que a Paraíba passa por um problema com seus reservatórios”, comentou.

A maior parte dos açudes que secaram fica na Região da Borborema da Paraíba. Ao todo, sete reservatórios que entraram em colapso estão na região. Outros três ficam no Sertão da Paraíba e um no Agreste. O levantamento mostra que as chuvas caídas entre a quarta-feira e quinta-feira em 54 cidades da Paraíba não foram suficientes para recarregar os reservatórios. Segundo os dados divulgados pela agência de meteorologia, os maiores índices foram registrados em São José dos Cordeiros, no Cariri paraibano, onde choveu 156,1 mm; e no distrito de São Gonçalo, onde fica o açude localizado no município de Sousa, no Sertão. A área recebeu chuva de 108,9 mm.
 
Os açudes que chegaram a 0% do volume por ordem alfabética são: Algodão, na cidade de Algodão de Jandaíra, no Agreste; Bichinho, em Barra de São Miguel, na Borborema; Bom Jesus, em Carrapateira, no Sertão; Caraibeiras, em Picuí, na Borborema; Lagoa do Meio, em Taperoá, na Região da Borborema; Paraíso, na Cidade de São Francisco, no Sertão; Santa Luzia, na Cidade de Santa Luzia, na Borborema; Serrote, em Monteiro, também na região da Borborema; São José IV, em São José do Sabugi, na Borborema; Taperoá II, em Taperoá, na Borborema Paraibana; e por fim, o açude Novo II, na Cidade de Tavares, no Sertão.

Ainda de acordo com Alexandre Magno, a maior parte dos açudes com volume abaixo de 20% não recebe uma recarga considerável há pelo menos dois anos. “Estamos entrando no nosso período chuvoso agora, em fevereiro. Então é normal que alguns deles estejam abaixo, até porque a demanda aumenta gradativamente com o tempo. Vamos aguardar o período chuvoso e então avaliar a situação”, concluiu o gerente da Aesa.

 Fonte


sexta-feira, 21 de março de 2014

Após chuvas, açudes da Paraíba recebem recarga de água, diz Aesa

21/03/2014 12h03 - Atualizado em 21/03/2014 12h03

Complexo Coremas-Mãe D'água recebeu 25 milhões de m³ de água.
Dois açudes estão sangrando e previsão é de que outros possam encher.




 
Do G1 PB, com informações da TV Paraíba

As chuvas registradas este mês já foram suficientes para recuperar o volume de água em alguns reservatórios da Paraíba. De acordo com a Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa), nesta sexta-feira (21) dois açudes estão sangrando e a previsão é de que outros açudes possam encher nos próximos dias.

Na quinta-feira (20), a Aesa divulgou os dados sobre os principais açudes que receberam água com a chuva registrada nesta semana. O complexo Coremas-Mãe D’água, no Sertão do estado, recebeu 25 milhões de metros cúbicos de água.

Além dele, os açudes de Farinha e Jatobá, na cidade de Patos, receberam dois milhões e três milhões de metros cúbicos, respectivamente. Já os mananciais de Araçagi (na cidade de mesmo nome) e Olho D’água, no município de Mari, estão sangrando desde a quinta-feira (13).

De acordo com o diretor de Acompanhamento e Controle da Aesa, Porfírio Loureiro, a previsão é de que outros açudes recebam água com as chuvas previstas para os próximos dias. Entre eles, o açude Epitácio Pessoa, em Boqueirão, que abastece a cidade de Campina Grande e outros municípios do Cariri e Agreste. “O Rio Taperoá recebeu muita água com as chuvas recentes e ele é uma das principais fontes que abastecem o manancial”, explicou.

Apesar destes dados, o boletim da Aesa também mostra que 34 dos 121 açudes monitorados pelo órgão estão em situação crítica, com menos de 5% do volume total. Outros 28 mananciais estão em estado de observação, com menos de 20% da capacidade.


quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Prefeitura quer criar aterro sanitário

PMCG deve apresentar o Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos em abril; aterro é uma das principais necessidades.
 

 


Leonardo Silva
Em média 500 toneladas de lixo são transportadas até o aterro em Puxinanã, por dia
 
O Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos (PGRS) de Campina Grande será apresentado à Câmara Municipal no dia 1º de abril e prevê a implantação do aterro sanitário da cidade e a construção de quatro unidades de coleta, separação e tratamento de lixo, que serão distribuídas por região – Norte, Sul, Leste, Oeste. O plano também prevê a instituição da coleta seletiva no município, já a partir do início de 2015. Ontem pela manhã, o secretário municipal de Serviços Urbanos e Meio Ambiente (Sesuma), Geraldo Nobre, apresentou os estudos que nortearão a elaboração do plano durante solenidade na sede do Instituto de Previdência do Servidor Municipal (Ipsem).

De acordo com o secretário Geraldo Nobre, o aterro sanitário é uma das principais necessidades traçadas pelo plano, mas só deve ser instalado a longo prazo. Segundo ele, o lixo de Campina continuará a ser encaminhado para o aterro de Puxinanã, no Agreste – que continua funcionando por força de liminar –, por tempo indeterminado.
 
“A construção do aterro requer um investimento da ordem de R$ 12 milhões e uma área de 100 hectares. Campina não tem estes recursos, teremos que buscá-los junto ao governo federal, mas somente após a elaboração de um projeto que precisa estar em consonância com as exigências de vários órgãos ambientais. Não é uma ação imediata, assim como o prognóstico não é conclusivo. A própria legislação preconiza que as prefeituras têm prazo de 20 anos para aplicação do plano, com revisão a cada 4 anos”, explicou.
 
Nobre acrescentou que a prefeitura gasta cerca de R$ 400 mil por mês para encaminhar o lixo coletado na cidade até o aterro de Puxinanã. Em média 500 toneladas são transportadas até o aterro, por dia, conforme o secretário.

“A coleta em Campina é feita em 25 roteiros, contamos com 14 caminhões coletores, 12 caminhões caçamba, duas retroescavadeiras, duas motos e duas pás mecânicas. Uma das coisas positivas que o diagnóstico traçou é que 95% do município está coberto pela coleta regular”, completou. O PGRS é elaborado de acordo com a Lei de Saneamento Básico 11.445/2007 e com a Política Nacional de Resíduos Sólidos, Lei 12.305/2010, com objetivo de melhorar a coleta, o transporte, o manejo e a disposição final dos resíduos sólidos.

CG CONTA COM 962 TERRENOS BALDIOS
O secretário Geraldo Nobre informou que Campina tem 962 terrenos baldios e eles representam um dos principais problemas na coleta de resíduos sólidos da cidade, porque viram grandes depósitos de lixo a céu aberto. Segundo ele, a prefeitura realiza limpeza periódica destes locais, mas o lixo volta a se acumular e representa um custo extra para a prefeitura.

“Metade do lixo que segue para Puxinanã é coletada nestes terrenos, que são particulares. A prefeitura irá notificar os proprietários para que eles cerquem os terrenos com muros e façam a limpeza periódica do local. Daremos prazo de 90 dias a partir da notificação, sob pena de multa que pode variar entre 1 e 100 unidades fiscais”, esclareceu.

Para facilitar a coleta nos bairros, o PGRS prevê a construção de quatro unidades de coleta e tratamento, que poderão gerar até 100 postos de trabalho, cada uma. Os galpões deverão ter investimento médio de R$ 500 mil.
 

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Açude na Paraíba está com apenas 1% da capacidade total, diz Aesa

11/12/2013 11h10 - Atualizado em 11/12/2013 11h11 

Dos 121 açudes da Paraíba, 28 estão com menos de 5% da capacidade.
Previsão da Aesa é de aumento na temperatura nos próximos dias.
 
Do G1 PB, com informações da TV Paraíba
 
 

O Açude Manoel Marciolino, no Município de Taperoá, no Cariri paraibano, está com apenas 1% da sua capacidade total, divulgou a Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa). O órgão explica que dos 121 açudes do estado monitorados pela agência, 28 estão em situação crítica, com menos de 5% do volume total.

Segundo a Aesa, o manancial de Taperoá, que atende cerca de 16 mil pessoas, tem capacidade para armazenar 15 milhões de metros cúbicos de água, mas atualmente se encontra com pouco mais de 150 mil metros cúbicos, sendo considerado em estado alarmante. A agência explica que a qualidade da água do açude está comprometida, devido à quantidade de barro existente por conta da redução do volume.
 
O motivo da escassez de água é a estiagem que atinge a região do semiárido brasileiro. Na cidade de Taperoá, os moradores estão retirando a pouca água do açude utilizando baldes e garrafas. A cidade está em racionamento há três meses e há 15 dias a população precisa comprar água em carros pipas para o consumo.
  
Aumento na temperatura
A Aesa explica que na Paraíba os termômetros estão marcando temperaturas de até 39,9º. De acordo com Marle Bandeira, meteorologista do órgão, a previsão é de que nas próximas semanas a temperatura continue a subir. A agência deve divulgar na próxima semana detalhes sobre a previsão do clima para o primeiro trimestre de 2014.
 
Segundo a meteorologista, o aumento da temperatura se deve à atuação de uma massa de ar quente e seco sobre o Nordeste brasileiro. “É comum nessa época do ano o registro destas temperaturas, principalmente com a chegada da estação do verão, no próximo dia 21 de dezembro”, disse Marle.
 
Na Cidade de Campina Grande, o órgão já registrou uma temperatura de 32,6 ºC. Já no litoral, os termômetros chegam a marcar 31 ºC por volta das 15 h (horário local). A previsão para a região do Cariri é de 35 ºC. De acordo com a Aesa, há a previsão de chuvas isoladas no Sertão paraibano, mas não existem previsões para chuvas na região do Agreste, Cariri e Litoral.

Fonte

 

sábado, 15 de junho de 2013

Aesa prevê chuva neste domingo, 16, em João Pessoa

15/06/2013 - 14:57

A temperatura deve ficar entre 29º e 22º, com nebulosidade variável e ocorrência de chuvas.

 
Apesar do sol deste sábado, 15, na Capital paraibana, a Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa) informou que o domingo, 16, deverá ser de chuva.

A temperatura deve ficar entre 29 ºC e 22 ºC, com nebulosidade variável e ocorrência de chuvas.
 
Segundo a Aesa, as chuvas devem permanecer no Litoral, Agreste e Brejo da Paraíba até o mês de julho, já que este é o período chuvoso da região.
 
Para as regiões do Sertão, Cariri e Curimataú, o período característico de chuvas já se encerrou, o que se pode esperar são apenas precipitações isoladas.

da redação
WSCOM Online


sábado, 1 de junho de 2013

Temperatura pode atingir 15ºC na PB

Chegada do inverno não representa aumento de chuvas, mas no Brejo e no Agreste o período coincide, deixando temperaturas amenas. 


 


O inverno está se aproximando e com ele dias mais frios. Em algumas regiões da Paraíba, como Agreste, Brejo e Litoral, as temperaturas tendem a cair cada vez mais. Segundo a meteorologista da Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa), Marle Bandeira, o inverno começa às 2h40 do dia 21 de junho, mas em agosto, algumas cidades podem registrar temperaturas de 15 ºC.
 
A meteorologista explicou que as temperaturas são ainda mais amenas nas regiões do Brejo e Agreste, porque o período de inverno coincide com a estação chuvosa. “O mês mais chuvoso nessas regiões acontece em julho e a temperatura tende a cair ainda mais, podendo chegar a 15 ºC no mês de agosto em alguns municípios do Brejo, como Areia. Já em Campina Grande, a temperatura pode chegar a 16 ºC”, contou.
 
A especialista também afirmou que nas demais regiões do Estado, o período de chuvas está se encerrando. “É importante destacar que o inverno oficial não representa altos índices pluviométricos em todas as regiões da Paraíba. Muita gente ainda confunde inverno com chuva. No Alto Sertão, Sertão, Cariri e Curimataú acontece o inverso: as precipitações vão diminuindo gradualmente”, explicou.
 
Ela disse que as chuvas deste ano serão esparsas. De acordo com Marle, as temperaturas já começaram a cair. No Agreste, o registro é de máxima de 29 ºC e mínima de 19 ºC. “Isso é um alívio considerando que a cidade chegou a atingir até 34 ºC em dias mais quentes”, disse. Já no Brejo, a máxima é de 26 ºC e mínima de 16 ºC. No Litoral, as temperaturas variam entre 23 ºC e 30 ºC.

sábado, 18 de maio de 2013

Chuvas destroem feira livre, avenidas e provocam alagamentos em Rio Tinto

Publicado em 18/05/2013 00h00

De acordo com a Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa), a previsão é de tempo instável e abrange também as regiões do Agreste e Brejo.


Por Felipe França

As fortes chuvas que caíram nas primeiras horas da tarde desta sexta-feira em Rio Tinto, litoral norte paraibano, provocaram transtornos aos transeuntes e feirantes da feira de frutas e verduras do mercado público da cidade.
 
 
De forma surpreendente, um grande volume de água que desceu da parte alta da cidade em direção ao centro provocou estragos nos calçamentos nas imediações do mercado, e muito entulho misturado com barro e água invadiu o setor de frutas e verduras do comercio central, levando parte das frutas e danificando bancos dos vendedores da ‘feira livre’.
Outro ponto da cidade que ficou alagado foi a Avenida Santa Elizabeth, próximo a antiga cogerência. Por mais de 1 hora o trecho ficou submersos e o transito ficou lento, dificultando a passagem de alguns veículos.

Foto: Internet
A Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Rural da Prefeitura de Rio Tinto mobilizou de imediato cerca de 20 homens, uma retroescavadeira, uma catrepilha e duas caçambas para a retirada dos entulhos e da areia trazidas pelas chuvas no entorno do mercado público.
Segundo Aesa, chuvas vão continuar
"As frutas tiveram que ser recolhidas na calçada"
A chuva que começou na manhã desta sexta-feira e atinge o litoral paraibano deve continuar até a noite.
De acordo com a Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa), a previsão é de tempo instável e abrange também as regiões do Agreste e Brejo.
“Para as próximas horas, o tempo deve permanecer favorável à ocorrência de chuva de intensidade moderada a forte no setor leste do Estado. Nas demais regiões, a previsão é de nebulosidade variável”, explicou a meteorologista da Aesa, Marle Bandeira.
Temperatura
Em todo o Estado, a expectativa é de que os termômetros variem entre a máxima de 36°C e mínima de 20°C graus. Para quem pretende programar atividades ao ar livre neste final de semana, a dica é ficar de olho no site da Aesa (www.aesa.pb.gov.br). Diariamente são divulgados dois boletins com a previsão meteorológica, sempre no começo da manhã e no final da tarde.
Mais fotos:
"Máquinas tiveram que tirar as areias da rua ao lado do mercado"

 
"Bancos foram arrastados e ficaram danificados"

 

"Trecho de acesso Centro às ruas do Porto e da Linha também ficou submerso"
Fonte: PBVale
  Fonte
 
 

terça-feira, 30 de abril de 2013

Em três dias Aesa registra metade das chuvas de abril em João Pessoa


29/04/2013 11h55 - Atualizado em 29/04/2013 12h00 

Da última sexta (26) até esta segunda-feira (29) foram registrados 110 mm.
Defesa Civil atendeu ocorrências em nove áreas de risco da capital.
 
Do G1 PB
 
 
Alguns pontos de alagamento foram registrados em João Pessoa após as chuvas deste domingo (28) (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Alguns pontos de alagamento foram registrados
em João Pessoa após as chuvas deste domingo (28)
Foto: Walter Paparazzo/G1)
Nas últimas 72 horas foram registradas chuvas em todas as regiões da Paraíba, conforme dados da Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa). Os maiores volumes foram encontrados na faixa leste do estado, nas regiões do Litoral, Agreste e Brejo. Somente em João Pessoa choveu cerca de 110 mm entre a sexta-feira (26) e a manhã desta segunda-feira (29), quase metade dos 259 mm que foram registrados durante todo o mês de abril.
 
Em João Pessoa, as chuvas causaram alagamentos em todos os bairros, enchentes em comunidades ribeirinhas e um pequeno deslizamento em uma barreira no bairro do Cristo Redentor. Segundo a Defesa Civil de João Pessoa, o maior problema registrado nas últimas horas na capital é a obstrução de galerias, o que causa alagamentos nas principais vias.
  
“Registramos ocorrências em vários pontos de João Pessoa nesta segunda, devido às chuvas. Principalmente por conta da enchente no Rio Jaguaribe. Tivemos problemas no bairro São José e na comunidade do Timbó, no Bancários. Ainda estamos monitorando as áreas do Cuiá e de Cruz das Armas. Todas as famílias atingidas pela enchente estão sendo levadas para abrigos. Estamos trabalhando juntos com a Seinfra (Secretaria Municipal de Infraestrutura) para desobstruir as galerias que estão com lixo, principal causa dos alagamentos na cidade”, explicou Genival Filho, técnico da Defesa Civil de João Pessoa.
 
De acordo com a Aesa, a previsão é de que o tempo fechado permaneça na área do Litoral, Agreste e Brejo nas próximas 24 horas. Segundo a meteorologista Marle Bandeira, as chuvas que atingiram a faixa leste da Paraíba foram causadas pela umidade vinda do oceano. “Os ventos vindos do Nordeste e Sudeste trouxeram a umidade vinda do oceano e contribuíram para o clima de instabilidade na faixa litorânea, principalmente. A previsão para as próximas horas é de chuvas persistentes no Leste do estado e chuvas isoladas no Sertão, Cariri e Curimataú”, avaliou.
   

 

sábado, 27 de abril de 2013

Sertão, Cariri e Curimataú da PB têm chuva neste fim de semana, diz Aesa

27/04/2013 06h00 - Atualizado em 27/04/2013 06h00 

No Agreste, Brejo e Litoral, o sol aparece, mas há possibilidade de chuvas.
Maior precipitação da quinta foi em São José de Caiana, com 16 mm.
 
Do G1 PB

 
A Paraíba tem previsão de mais chuvas nesse fim de semana, com chuvas isoladas principalmente à noite nas regiões do Sertão, Cariri e Curimataú, confome informou a meteorologista Carmem Becker, da Agência Executiva de Gestão das Águas (Aesa). Ainda segundo ela, no Agreste, Brejo e Litoral, o sol aparece, mas há possibilidade de chuvas ocasionais. Para a próxima semana, há previsão das chuvas serem mais frequentes e mais fortes.
 
Entre as 7h da quinta-feira (25) e as 7h desta sexta-feira (26), a Aesa registrou chuva em 22 das 269 estações pluviométricas monitoradas pelo órgão. As chuvas ocorreram em 22 municípios com maior precipitação em São José de Caiana, onde choveu 16 mm.

O período chuvoso do Sertão, Cariri e Curimataú é de fevereiro a maio e o inverno do Agreste, Brejo e Litoral acontece entre os meses de abril a julho e, com essas primeiras chuvas a temperatura, já começa a baixar um pouco.

De acordo com a meteorologista Carmem Becker, até esta sexta-feira (26), os municípios onde mais choveu são: Vista Serrana (219.5 mm), Belém do Brejo do Cruz (211.7 mm), Diamante (210.7 mm) e São José do Brejo do Cruz (209.5 mm). Em João Pessoa, o acumulado das chuvas de abril registra 150.9 mm e, na cidade de Campina Grande, choveu 95.5 mm.

Os 122 açudes monitorados pela Aesa estão hoje com o volume acumulado de aproximadamente 1,5 bilhão de metros cúbicos (1.488.081.947 m³). A capacidade máxima dessas barragens é de 3.942.343.207 de metros cúbicos d’água.
 
Fonte

domingo, 21 de abril de 2013

Obras da transposição vão começar no Cariri

Ordem de serviço autorizando o início das obras no trecho que passa pela cidade de Monteiro deve ser assinada em junho.



O ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, anunciou que está prevista para junho a assinatura da ordem de serviço autorizando o início das obras da Transposição das Águas do Rio São Francisco no trecho que passa pela cidade de Monteiro, Cariri do Estado. O anúncio foi feito na Câmara Municipal de Monteiro, durante audiência pública promovida pela Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) e pela Comissão do Senado responsável por fiscalizar a execução das obras.

Em Monteiro será construído o último trecho do Eixo Leste da Transposição, que vai trazer as águas do rio São Francisco para a bacia do rio Paraíba. De acordo com o projeto, esta etapa da obra vai beneficiar 72 municípios paraibanos das regiões do Cariri, Agreste, Brejo e Litoral. Entre as cidades beneficiadas, segundo o governo federal, estão João Pessoa, Campina Grande, Itabaiana, Cabaceiras, Bayeux e Santa Rita.

Ao todo, 127 cidades do Estado devem ser beneficiadas pela transposição. Além do eixo leste, via Monteiro, a Paraíba também vai receber os canais do Eixo Norte da Transposição, que vai beneficiar mais 55 cidades do Sertão paraibano. De acordo com o Ministério da Integração, as obras estão em andamento no município de São José de Piranhas, com trabalhos noturnos.

Durante a audiência, o ministro admitiu que a obra está com o cronograma atrasado e chegou a afirmar que “ninguém do governo federal está satisfeito com a situação”. Mesmo diante do panorama adverso, Fernando Bezerra garantiu que a expectativa do governo federal é que as águas do Rio São Francisco possam chegar à Paraíba até o final de 2015. “Superamos os atrasos e a água está chegando, com certeza em 2015 esta obra estará totalmente pronta”, completou.

2ª VISITA
Esta foi a segunda vez que o ministro e a Comissão do Senado vieram à Paraíba em ocasião das obras da transposição no Estado. Em março, o ministro e os senadores visitaram as obras em São José de Piranhas. Mas Fernando Bezerra prometeu voltar a Monteiro assim que concluído o processo licitatório.
“Até o final de abril a licitação será concluída, em maio será contratada e no início de junho já quero estar aqui em Monteiro assinando a ordem de serviço para o trabalho começar”, afirmou.

Novo eixo no Vale do Piancó
Outro anúncio de Bezerra foi que o Ministério da Integração está estudando a viabilidade técnica e financeira de abrir um eixo da obra no rio Piancó, no Sertão da Paraíba, para atender os municípios da região.

O ministro destacou ainda as várias obras estruturantes realizadas nos estados da bacia receptora da obra, a exemplo de recuperação de açudes para receber as águas e o canal vertentes litorâneas da Paraíba estão em plena execução para receber as águas que circularão no Estado.

Ele acrescentou que até a próxima semana também será concluída a licitação para a construção do túnel da serra de Jabitacá, chamado de Meta III, pelo qual a água da transposição entrará em Monteiro, no eixo Leste.

Segundo ele, nesta fase a obra seguirá o sentido inverso, de Monteiro para o estado de Pernambuco. O ministro também ratificou que até 2014 o pagamento das dívidas dos pequenos agricultores familiares e dos agricultores empresariais está suspensa.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Aesa registra chuva em 78 cidades no Litoral, Agreste e Sertão da PB

18/02/2013 12h23 - Atualizado em 18/02/2013 12h25 

Maior precipitação aconteceu em Alhandra, no litoral sul, com 109,3mm.
Açude de Coremas, maior do estado, aumentou lâmina em 20 centímetros.
 
Do G1 PB
 
Defesa Civi disse que até as 8h não havia sido registrado nenhum chamado de emergência em João Pessoa por conta da chuva (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Trecho da Av. Pedro II ficou alagado nesta segunda
na capital (Foto: Walter Paparazzo/G1)
As chuvas que atingiram a Paraíba durante o domingo (17) nesta segunda-feira (18) chegaram a 78 municípios no Litoral, Agreste e Sertão do estado. De acordo com registro pluviométrico da Agência Executiva de Gestão das Águas (Aesa), a maior precipitação aconteceu em Alhandra, no Litoral Sul, que recebeu 109,3 milímetros de chuva. A Paraíba tem 223 municípios.
 
A região mais atingida foi o Sertão paraibano, onde 23 municípios registraram chuvas. De acordo com o gerente de bacias e açudes da Aesa, Lucílio Vieira, em relação ao aumento nos volumes dos recursos hídricos dos 121 reservatórios do estado, a alteração mais significativa foi registrada em Coremas, maior manancial da Paraíba. O açude de Coremas voltou a atingir 40,8% de sua capacidade.
 
"O mais atingido no estado foi o açude de Coremas, no Sertão. O manancial aumentou 20 centímetros de sua lâmina de água", afirmou Lucílio Vieira. Segundo a Aesa, 27 reservatórios continuam sob observação, abaixo de 20% de sua capacidade, e 11 açudes estão em situação crítica com volume abaixo de 5% do total.

Vários estragos também foram registrados com a força das águas e a ação dos ventos. Em Catolé do Rocha, no Sertão paraibano, uma residência desabou. Na capital João Pessoa e no Município de Sousa, no Sertão, várias ruas ficaram alagadas, provocando caos no trânsito e outros transtornos.

A segunda e terceira maiores precipitações foram registradas no Agreste paraibano, no Município de Arara, com 65,6 milímetros de água, e em São Sebastião de Lagoa de Roça, que recebeu 54,3 milímetros de chuva.


 

Aesa prevê continuidade das chuvas nas próximas 24 horas

18/02/2013 - 19:56 - Atualizado em 18/02/2013 - 19:58 

Na capital paraibana, foram registrados 24,5 mm em apenas quatro horas

Nesta terça-feira (19), a previsão é de variação de nuvens e possibilidade de pancadas de chuva nas regiões da Paraíba. Isto se deve ao deslocamento de nebulosidade proveniente da Zona de Convergência Intertropical. O Município de Alhandra, localizado a 48 quilômetros de João Pessoa, foi a cidade onde mais choveu nas últimas 24 horas. De acordo com as estações meteorológicas da Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa), o índice pluviométrico registrado foi 109,3 mm.

Na capital paraibana, foram registrados 24,5 mm em apenas quatro horas. “Este foi resultado do monitoramento entre as 6h e 10h desta manhã, que foi um período mais intenso. Mas os números estão dentro da normalidade. Até o momento não há motivo para preocupação”, explicou a meteorologista Carmem Becker.

Durante o final de semana, o líder no ranking das chuvas foi o município Riacho  dos Cavalos, com 105 mm de chuvas. Catolé do Rocha também esteve entre as cidades mais chuvosas, contabilizando 78,5 mm do sábado para o domingo.

“As condições meteorológicas continuam favoráveis à ocorrência de chuvas em virtude do deslocamento de nebulosidade proveniente da Zona de Convergência Intertropical. Poderão ser registradas chuvas de intensidade moderada a forte tanto no semiárido paraibano quanto em áreas do Agreste, Brejo e Litoral no decorrer das próximas 24 horas”, concluiu a meteorologista.

Da Redação (com Assessoria)

Fonte

 

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

União reconhece territórios de comunidades quilombola na Paraíba


06/02/2013 12h31 - Atualizado em 06/02/2013 12h31 
 
Reconhecimento aconteceu por portarias publicadas no Diário da União.
Próximo passo é a desapropriação das áreas privadas nos territórios.
 
Do G1 PB
 
 
O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) reconheceu mais de 300 hectares de terra como áreas de comunidade quilombola na Paraíba. Os reconhecimentos foram feitos por portarias publicadas na terça (5) e na quarta-feira (6) no Diário Oficial da União, assinadas pela presidente substituta do Incra Érika Galvani Borges. Os territórios estão localizados nas cidades de Riachão do Bacamarte e Mogeiro, ambas no Agreste do estado.
 
Na terça o Incra reconheceu 138,8964 hectares localizados em Riachão do Bacamarte como terras da Comunidade Remanescente do Quilombo Grilo. E hoje foram reconhecidos 214,0022 hectares como da Comunidade Remanescente do Quilombo Matão. Os processos tramitam, respectivamente, desde 2007 e 2005 na superintendência do Incra na Paraíba.
 
Segundo o setor de Serviço de Regularização de Territórios Quilombolas do Incra-PB, no total  28 processos de reconhecimento de áreas de comunidade tramitam no órgão. “Na prática essas portarias são uma etapa do processo de autoidentificação que é pedido pela própria comunidade”, explicou a antropóloga do Incra, Maria Esther Fortes.

Esther disse que o próximo passo é encaminhar para o Incra em Brasília os documentos para que sejam elaborados os decretos de desapropriação das áreas particulares que estão dentro do perímetro dos quilombolas, que foram definidos nas portarias com base em relatórios técnicos. “Dessa forma toda o território será entregue às comunidades”, completou a antropóloga.

O Serviço de Regularização de Territórios Quilombolas do Incra-PB informou que os documentos para que sejam feitas as desapropriações serão enviados imediatamente, mas que a publicação dos decretos depende do governo federal.


terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Aesa registra chuvas no Sertão, Litoral e Agreste da Paraíba

14/01/2013 11h01 - Atualizado em 14/01/2013 11h01 

Chuvas isoladas foram registradas em boa parte da Paraíba.
Meteorologistas acreditam que já é um alerta de que 2013 será chuvoso.
 
Do G1 PB
 
O dia amanheceu chuvoso nesta segunda-feira (14) em João Pessoa. De acordo com meteorologistas da Agência Executiva de Gestão das Águas (Aesa), as chuvas atingiram ainda áreas do Sertão, Agreste e do Litoral da Paraíba. “Já é um bom indício de que as chuvas estão chegando de forma isolada”, disse a meteorologista Carmem Becker. Em 2012, a Paraíba sofreu com os efeitos da estiagem que atingiu quase todo o estado. 

Mesmo com as chuvas registradas nos últimos dias na Paraíba, a Aesa acredita que ela ainda não supriu as necessidades dos agricultores. "Por conta da estiagem, é necessário chuvas mais persistentes e fortes", explicou Carmem. De acordo com a meteorologista, a temperatura também caiu cerca de 2 ºC nas regiões onde foram registradas chuvas e foi registrado um aumento na umidade. No Litoral, por exemplo, a temperatura passou de 30 ºC para 29 ºC. Já no Agreste, passou de 31 ºC para 29 ºC. A previsão da Aesa é de mais chuvas pontuais e sol entre nuvens.
 
Segundo a Defesa Civil de João Pessoa, mesmo com as chuvas que caíram ao longo da madrugada desta segunda-feira, não houve nenhum desabamento em áreas de risco na capital. Ainda conforme o coordenador da Defesa Civil de João Pessoa, Francisco Noé Estrela, será iniciado nesta manhã um cronograma de trabalhos preventivos nas 31 áreas de risco da cidade, começando pela comunidade Saturnino de Brito, em Cruz das Armas.
 
Segundo Noé Estrela, o trabalho preventivo consiste na limpeza das encostas e das galerias. “Iremos fazer o trabalho de corte de árvores, e principalmente de limpeza das galerias e rios, pois é nesta época que as chuvas atingem a cidade com mais intensidade. Na semana passada retiramos um poste porque a inclinação dele oferecia risco as pessoas que moravam na área. Temos a ajuda da Energisa nesses trabalhos de prevenção”, comentou. O calendário de trabalhos de prevenção devem acontecer ao longo do mês de janeiro e se estender por fevereiro.