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terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Flanelinha reutiliza água para lavar carros

12/02/2018 às 18h00 • atualizado em 13/02/2018 às 09h42


Mesmo sem saber, Ivanildo Lima dá lição de sustentabilidade
(Foto: Juliana Santos/MaisPB)

Nas cidades é normal ver água sair dos aparelhos condicionadores de ar instalados em prédios. Muitas vezes, gotículas caem sobre quem anda pela ruas. Mas para um flanelinha aqueles pingos tem um valor muito especial. De gota em gota, por dia ele transforma nove baldes de água em dinheiro lavando veículos em um estacionamento no Centro de João Pessoa.

Ivanildo Lima da Silva, 50 anos, estudou até a 8º ano do ensino fundamental e apesar de não ter conhecimento sobre sustentabilidade, a necessidade e vontade de trabalhar para si, fez com que ele tornasse a atividade de lavador de carro uma função sustentável. Ele decidiu utilizar a água que sai de aparelhos de ar condicionados depois que foi proibido de pegar água em uma repartição pública. “Vi quanta água estava saindo de um cano acoplando a vários aparelhos de uma agência bancária, então coloquei o balde e vi que juntava muita água”, comentou.

Quando o flanelinha notou, estava enchendo nove baldes de 20 litros, no total de 180 litros diários. A água que seria descartada serviu de ferramenta para que Ivanildo continuasse com sua única fonte de renda. “Ás vezes fico aguando as plantas das repartições públicas, porque é muita água que junta”, afirma.

De gota em gota o flanelinha enche nove baldes de água (Foto: Juliana Santos/MaisPB)

Com a água em abundância ele conseguiu um cliente, em seguida outro e todos satisfeitos com o serviço. Sua postura e forma com que trabalha conquistaram os clientes. Apesar de não saber dirigir, Ivanildo tem todas as noções de como orientar um motorista a estacionar em uma vaga. “Toda semana eu assisto um programa sobre carros, vejo as matérias que ensinam como estacionar”, conta.
 
A servidora pública Rafaela Cristofoli deixa o carro todos os dias no estacionamento do lado do seu trabalho e sempre pede para que o Ivanildo lave o veículo. Ao saber que o lavador de carro utiliza água de ar condicionado, Rafaela revela que ficou surpresa e muito feliz com a atitude. “Hoje temos que ter essa preocupação de não desperdiçar e o uso consciente feito pelo flanelinha me deixa tranquila, pois ele utiliza água reaproveitada”, disse.

Para o gestor ambiental Fábio Carvalho, tudo que não é retirado da fonte, como água de ar condicionado, é uma forma de poupar o meio ambiente e evitar desperdícios. De acordo com Carvalho, dependendo do tamanho, um prédio com sistema de reaproveitamento da água desses aparelhos pode tornar-se auto sustentável. “A água reaproveitada pode ser utilizada para limpeza e descargas dos banheiros do prédio, por exemplo”, comenta.

Segundo o Fábio, para montar um sistema de reaproveitamento, é necessário fazer um estudo aprofundado e desenvolver um projeto específico para cada finalidade.

Juliana Santos – MaisPB


 

segunda-feira, 24 de abril de 2017

UFPB convida comunidade universitária para discutir Política Ambiental

A Prefeitura Universitária (PU) vai realizar no dia 5 de maio, às 9h, no Auditório do Bloco Multimídia do Centro de Tecnologia da Universidade Federal da Paraíba (CT/UFPB), Campus de João Pessoa, audiência pública para a formulação da Política Ambiental da instituição. A Comissão de Gestão Ambiental está solicitando, da comunidade universitária, sugestões que serão elencadas e discutidas durante o debate. Os interessados podem enviar suas propostas até sexta-feira (28), para o endereço de e-mail: politica.ambiental@prefeitura.ufpb.br.

O prefeito universitário João Marcelo Alves Macêdo, em entrevista à Agência de Notícias (AgN), falou dos objetivos da Política Ambiental da Universidade. Ele revelou que durante os seus 60 anos de existência, a instituição nunca obteve regularização de licença para desenvolver esse plano.

O trabalho está sendo feito em parceria com a Superintendência de Administração do Meio Ambiente (SUDEMA) e deve ser implementado após consulta feita aos estudantes, professores, técnico-administrativos e à comunidade extra universitária, depois da aprovação do Conselho Universitário (CONSUNI) no mês de maio.

Segundo João Marcelo, a política ambiental, com um prazo de 180 dias para ser implantada, abrangerá todos os quatro Campi da UFPB. O prefeito é da opinião que ainda falta à comunidade universitária uma consciência ambiental e a que instituição pode ser autossustentável.

AgN/UFPB: A Prefeitura Universitária (PU), em audiência pública, vai debater com os seus segmentos, órgãos públicos e outras organizações municipais, estaduais e federais, sua política ambiental para os próximos anos. Qual é o objetivo principal do Plano Ambiental da UFPB?
João Macedo (JM): A Universidade há muito tempo viveu à margem da legislação por decisões equivocadas, por achar que ela só se submetia as decisões e legislação de âmbito federal, porque tinha uma autonomia. A autonomia universitária foi confundida. Por exemplo, nós tivemos obras sem alvará e uma série de complicadores. Diante de tudo isso, quando assumimos, começamos a discutir justamente um trabalho de regularização. Então, o que nos fizemos? Primeiro nós buscamos a SUDEMA e fizemos a regularização da licença de operações. O Campus nunca foi licenciado. Em seus 60 anos, a Universidade nunca teve uma licença ambiental. Com a SUDEMA, acertamos 17 condicionantes, que são pontos que devemos cumprir ao longo de 180 dias. Temos prazo para cada uma dessas situações e estamos dando cumprimento. Um dos itens, por exemplo, é manter atualizado um contrato ou um convênio com as cooperativas e associações de catadores, porque devemos fazer a chamada reciclagem. Precisamos separar o nosso lixo.

AgN/UFPB: Quais seriam os demais pontos a serem cumpridos?
JM: Outro ponto que nós temos é a criação de uma política ambiental, ou seja, imagine que o Campus I está dentro de um resquício de Mata Atlântica. Nós temos uma reserva. Salvo engano, são aproximadamente 82 hectares. Os limites da Universidade vão até ao rio lá embaixo, ou seja, o rio que divide o Castelo Branco dos Bancários ou daquela parte lá que tem o Conjunto Paulo Miranda, que é a ponta dos Bancários, depois das três ruas. Então aquela divisão ali, aquela Mata pertence à Universidade e ela deve ser preservada. A gente tem uma cerca que delimita o Campus de João Pessoa e as pessoas acham que ali é do público, mas pertence à UFPB. Na Unidade de Mangabeira, são aproximadamente 40 hectares. Nós temos que dar conta de tudo isso. Dentro de toda essa política ambiental, nós lançamos uma chamada pública para discutir tudo isso.

AgN/UFPB: O que será repensado dentro dessa politica ambiental voltada à melhoria da UFPB? O que pretende contemplar?
JM: Nesse sentido, a política ambiental vai discutir tudo que é de responsabilidade da Universidade e daqueles que convivem com a Universidade, para preservação do meio ambiente. Vamos contemplar desde a A3P, que é a Agenda do Ministério do Meio Ambiente, até toda discussão ambiental. Ou seja, nós temos aqui um espaço riquíssimo e que precisa de cuidados. Então, hoje nós estamos convocando toda a comunidade universitária (estudantes, professores e técnico-administrativos), bem como os órgãos ambientais. Nós expedimos ofício convidando a SUDEMA; Secretaria do Municipal do Meio Ambiente (SEMAM); Polícia Florestal; o Ministério Público Estadual; Ministério Público Federal; Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) para discutirem essa politica ambiental da UFPB. Precisamos repensar toda essa estrutura ambiental dentro da universidade, que vai desde o estudo sobre a coleta de resíduos; ao tratamento dado aos resíduos químicos; à política de gestão de processos; ao uso de construções inteligentes e construções sustentáveis; e à regularização fundiária, ou seja, ao uso do solo. Tudo isso está contemplado dentro dessa política.

AgN/UFPB: Essa política vai contemplar todos os Campi da UFPB?
JM: Sim. Todos os quatros Campi. Campus I, no bairro Castelo Branco, Unidade de Mangabeira, Unidade de Santa Rita; Campus II, Areia; Campus III, Bananeiras; Campus IV, Rio Tinto e Mamanguape. Considere também que nós temos outros locais como o futuro Museu de Medicina, que vai funcionar no antigo Instituto de Medicina Legal, onde funcionou a Faculdade de Medicina, perto do Cemitério Boa Sentença; a antiga Fundação José Américo, onde hoje funciona a Clínica de Psicopedagogia; a antiga Faculdade de Direito, onde funciona a Prática Forense, no centro da Capital, entre outros espaços que são de propriedade da UFPB.

AgN/UFPB: No momento atual, a UFPB tem estrutura representativa para discutir essa política ambiental?
JM: Nesse sentido, nós temos toda uma estrutura que vai contemplar e ser afetada por essa política ambiental. Nós não pensamos coisas mirabolantes. Na verdade, por isso é que nós estamos convidando a comunidade universitária a contribuir com essa discussão e a debater, para que nós possamos colocá-la em prática. Não adiantaria que nós, aqui, no Gabinete da Prefeitura Universitária, discutíssemos uma política ambiental, fizéssemos uma redação belíssima com todo o cientificismo necessário para colocar no papel, mas que, quando chegasse à comunidade, não fosse implementada, não tivesse a adesão dos nossos estudantes, professores e servidores técnico-administrativos. Convidamos também as entidades representativas do segmento universitário como Sindicato dos Trabalhadores em Ensino Superior da Paraíba (SINTESPB), Associação dos Docentes da UFPB (ADUFPB) e Diretório Central do Estudante (DCE), para que se façam presente a essa discussão, pois nós precisamos pensar tudo isso.

AgN/UFPB: Em sua opinião, falta, ainda, na comunidade universitária, uma consciência ambiental?
JM: Sim. Como instituição educacional, nós precisamos pensar nisso. De vez em quando, penso em nossos netos que não vão ter os recursos naturais abundantes. Hoje, o que mais assola a gente é um calor, que é fruto do uso desregrado de recursos ambientais, ou seja, devastação de matas ou uso de combustíveis fósseis, e uma série de outras coisas. Então, se nós não tivermos essa consciência ambiental, nós vamos ter sérios problemas. Digo isso, preocupado com esses dez 10 ou 15 anos que temos pela frente, não é coisa para 50 ou 100 anos. Vejamos o problema hídrico que nós passamos, estamos saindo, mas nós não podemos nos descuidar. E a Universidade tem um papel fundamental, porque aqui estamos formando novos recursos humanos. Aqui é onde temos cursos de engenharia, se tivermos construções inteligentes e sustentáveis que usem, por exemplo, luz solar, que recolham resíduos sólidos e reutilizem a água. Se tudo isso ocorrer, o que vai acontecer? Nós vamos formar melhor nossos engenheiros. Então, a Universidade tem que ser exemplo nas suas ações, mas não exemplos ruins como, infelizmente, em alguns momentos nós fomos.

AgN/UFPB: Como corrigir esse erro institucional de 60 anos?
JM: Reconhecendo esse erro institucional da Universidade, nós buscamos corrigir. Então a discussão dessa nova política é isso. Existe todo um simbolismo também. Daí levamos essa discussão para dentro do CT, que é um Centro de Tecnologia e que é responsável por isso, já que lá tem Curso de Engenharia Ambiental, de Engenharia Civil e de Arquitetura que podem impactar essa política. Vamos começar a discussão por lá. Agora é um momento ímpar. Essa discussão que nós vamos levar ao CONSUNI da UFPB, precisa passar por uma etapa antes. Estou muito feliz porque desde o dia 18 de abril deste ano, quando expedimos memorando solicitando sugestões para a melhoria da nossa política ambiental, recebemos diversas contribuições. As pessoas realmente estão vindo até a instituição se mostrando preocupadas e querendo discutir isso. Uma demonstração que nós podemos ter sucesso nessa nova política ambiental.

AgN/UFPB: Qual é o prazo para implantação desse Plano Ambiental?
JM: O prazo é de 180 dias. Nós assinamos no dia 20 de fevereiro deste ano. Então temos até 20 de agosto para entregar o Plano junto à SUDEMA. Vamos fazer a discussão no dia 5 de maio. Pretendemos fechar o mês de maio com esse processo chegando ao CONSUNI e tendo um relator designado.

AgN/UFPB: De fato, a UFPB tem condições de ser uma cidade autossustentável?
JM: Com certeza. Uma instituição educacional que não acredita na mudança, não pode ser educacional. A educação é capaz de mudar o mundo; ela muda as pessoas. Se você pegar uma pessoa antes de ser letrada e depois de letrada - como diriam os mais antigos – você vai ver a diferença. É um compromisso nosso, o de ensinar. Na medida que nos policiarmos para ter uma consciência da separação do lixo, uma consciência daqueles espaços de preservação e que pensemos na sustentabilidade de uma maneira geral, nós conseguiremos, sim, fazer diferente e transformar a sociedade. A Universidade se propõe a repensar seus hábitos e, ao repensar os hábitos, nós vamos ter um avanço. É uma série de ações que já existe e que vai ser concatenada e inclusa dentro de um grande plano, que é um plano de política ambiental, ou seja, pensar diferente. A política ambiental é pensar as ações de maneiras diferentes. Nós desenvolvemos e dispomos de diversas tecnologias, mas durante muito tempo não foram fomentadas. O problema é que muitas vezes não era visto isso. Nós hoje estamos tentando descobrir, dentro de tudo que a Universidade produz, as melhores soluções. Temos que separar o que é técnico do que é político, o que não contempla a instituição. Na Prefeitura Universitária, nos buscamos as decisões técnicas. Qual a decisão técnica? Nós precisamos ter uma politica ambiental. Qual a decisão técnica? Nós precisamos reutilizar a água. Qual a decisão técnica? Nós precisamos melhorar a eficiência iluminatória da nossa Instituição, a iluminação dela precisa mudar. Nesse sentido, a Universidade está pensando diferente, está pensando no futuro, numa mudança e numa transformação que está chegando. Primeiro passo: definição de uma política ambiental. Pensar diferente. Transformar. Isso é uma nova UFPB que tem refletido sobre o seu papel diante da sociedade. Quando concluirmos essa política ambiental, ela será exemplo para as demais instituições públicas do nosso Estado. As soluções aqui construídas poderão inspirar outros gestores públicos a pensarem diferente.

Fonte: Agência de Notícias da UFPB - Paulo César Cabral
 
 
 

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Ambientalistas farão campanha para preservação do caranguejo

Paraíba
26.01.2017 - 17:08:06


Ambientalistas farão campanha para preservação do caranguejo

Secretários de Meio Ambiente de vários municípios, além de representantes da Sudema e da ONG SOS Caranguejo-Uçá estiveram reunidos na manhã desta quinta-feira, 26, com o Superintendente do Ibama, Thiago Diniz. O encontro teve como objetivo o planejamento da campanha educativa de preservação do caranguejo porque se aproximam as datas de "andada" do crustáceo, período em que fica proibida sua captura. 

A ação terá início nesta sexta-feira, 27, às 7h30 no Mercado Público de Cabedelo, e as 10h será lançada oficialmente a campanha no "Golfinho Bar". O trabalho educativo será realizado em toda extensão do litoral paraibano e nos mercados livres. 

Confira a programação da campanha:

Dia 27/01 - (Sexta-feira) 
7h30 - Mercado público de Cabedelo
8h30 - Mercado público de Bayeux
9h - Mercado público de Tambaú (João Pessoa)
10h - Bar Golfinhos (Bessa)- Lançamento oficial da campanha.

Dia 03/02 - (Sexta-feira)
9h30 - Barra de Camaratuba 
10h30 - Baia da Traição

Fonte



sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Ações da Emater são destaque no Congresso Brasileiro de Gestão Ambiental

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016 - 09:28
As ações e o trabalho que a Gestão Unificada Emepa/Interpa/Emater realiza para a formação de uma rede da agroecologia sustentável junto aos agricultores familiares foram apresentadas na manhã da quarta-feira (13), durante o Congresso Brasileiro de Gestão Ambiental e Sustentabilidade - Congestas 2016, que aconteceu no auditório da Reitoria da Universidade Federal da Paraíba.

Entre os conferencistas, a bióloga e extensionista rural da Emater, Sandra Vidal, que falou sobre “Agroecologia – Princípios e Conceitos”, levando ao conhecimento dos participantes, as experiências no campo das práticas agroecológicas, a organização da cadeia produtiva e a assistência técnica continuada.

Sandra destacou, entre outras iniciativas executadas pela Gestão Unificada, o acompanhamento das políticas públicas, o assessoramento e gestão das atividades agropecuárias, seguindo todas as ações definidas pelo Programa Assistência Técnica e Extensão Rural e também os programas de aquisição de alimentos PNAE e PAA, a recuperação de áreas degradadas, construção de barragens subterrâneas, feira de comercialização de produtos da agricultura familiar etc.

Outra ação que chamou a atenção foi o Projeto Ecoprodutivo, idealizado pela atual direção da Gestão Unificada, presente em seis comunidades rurais, inclusive assentamentos e comunidades quilombolas.

A experiência de venda direta ao consumidor pelos próprios agricultores, como acontece com a comunidade quilombola Bonfim, no município de Areia, despertou o interesse de alguns participantes do congresso. Com a colaboração do Coletivo Gaia Parahyba, as 22 famílias da Bonfim são organizadas para fazerem suas vendas diretas aos consumidores, a partir das próprias produções agrícolas.

No encerramento do debate, participantes ressaltaram, espontaneamente, o papel da extensão rural praticada pela Emater junto aos agricultores familiares e, de modo geral, em favor da melhoria da qualidade de vida da população que passa a consumir alimentos saudáveis, a ter uma consciência ambiental.

O objetivo do Congresso, o sexto que acontece seguidamente, tem por objetivo debater a importância da gestão ambiental para a garantia do meio ambiente ecologicamente equilibrado, economicamente viável e socialmente justo para esta geração e as futuras. O evento contou com o apoio da Sudema, Universidade Federal da Paraíba, do Ibama e outros órgãos.

Repercussão – O biólogo Ronilson José da Paz, coordenador do Congestas 2016, disse que a palestra de Sandra Vidal foi importante para o conhecimento das ações da Emater com relação à sustentabilidade ambiental, principalmente com relação à agroecologia, uma vez que o uso adequado dos recursos naturais e a adoção de técnicas corretas de manejo da água, dos solos e dos agroquímicos permitirão ao homem do campo uma melhor gestão ambiental, propiciando a segurança alimentar e a sua fixação no ambiente, como vem sendo executados pela empresa estadual de extensão.

Lembrou que a extensionista recordou que a Emater executa ações como a formação de cidadãos preparados para preservar o meio ambiente, a consolidação de sistemas de produção sustentáveis com a adoção de práticas conservacionistas.

E também orienta a utilização de defensivos agrícolas alternativos e menos danosos à saúde do homem e ao meio ambiente, a destinação correta dos resíduos orgânicos e sólidos, a orientação de produção de alimentos seguros. Igualmente, faz a orientação para cumprir a legislação ambiental em todo o processo produtivo, tem feito um diferencial, que vem melhorando a economia do homem do campo.
 
 
 

Ações da Emater são destaque no Congresso Brasileiro de Gestão Ambiental

 
As ações e o trabalho que a Gestão Unificada Emepa/Interpa/Emater realiza para a formação de uma rede da agroecologia sustentável junto aos agricultores familiares foram apresentadas na manhã da quarta-feira (14), durante o Congresso Brasileiro de Gestão Ambiental e Sustentabilidade - Congestas 2016, que aconteceu no auditório da Reitoria da Universidade Federal da Paraíba.
Entre os conferencistas, a bióloga e extensionista rural da Emater, Sandra Vidal, que falou sobre “Agroecologia - Princípios e Conceitos”, levando ao conhecimento dos participantes, as experiências no campo das práticas agroecológicas, a organização da cadeia produtiva e a assistência técnica continuada.
1481-a.jpgSandra destacou, entre outras iniciativas executadas pela Gestão Unificada, o acompanhamento das políticas públicas, o assessoramento e gestão das atividades agropecuárias, seguindo todas as ações definidas pelo Programa Assistência Técnica e Extensão Rural e também os programas de aquisição de alimentos PNAE e PAA, a recuperação de áreas degradadas, construção de barragens subterrâneas, feira de comercialização de produtos da agricultura familiar etc.
Outra ação que chamou a atenção foi o Projeto Ecoprodutivo, idealizado pela atual direção da Gestão Unificada, presente em seis comunidades rurais, inclusive assentamentos e comunidades quilombolas.
A experiência de venda direta ao consumidor pelos próprios agricultores, como acontece com a comunidade quilombola Bonfim, no município de Areia, despertou o interesse de alguns participantes do congresso. Com a colaboração do Coletivo Gaia Parahyba, as 22 famílias da Bonfim são organizadas para fazerem suas vendas diretas aos consumidores, a partir das próprias produções agrícolas.
No encerramento do debate, participantes ressaltaram, espontaneamente, o papel da extensão rural praticada pela Emater junto aos agricultores familiares e, de modo geral, em favor da melhoria da qualidade de vida da população que passa a consumir alimentos saudáveis, a ter uma consciência ambiental.
DSC_0546.JPGO objetivo do Congresso, o sexto que acontece seguidamente, tem por objetivo debater a importância da gestão ambiental para a garantia do meio ambiente ecologicamente equilibrado, economicamente viável e socialmente justo para esta geração e as futuras. O evento contou com o apoio da Sudema, Universidade Federal da Paraíba, do Ibama e outros órgãos.
Repercussão - O biólogo Ronilson José da Paz, coordenador do Congestas 2016, disse que a palestra de Sandra Vidal foi importante para o conhecimento das ações da Emater com relação à sustentabilidade ambiental, principalmente com relação à agroecologia, uma vez que o uso adequado dos recursos naturais e a adoção de técnicas corretas de manejo da água, dos solos e dos agroquímicos permitirão ao homem do campo uma melhor gestão ambiental, propiciando a segurança alimentar e a sua fixação no ambiente, como vem sendo executados pela empresa estadual de extensão.
Lembrou que a extensionista recordou que a Emater executa ações como a formação de cidadãos preparados para preservar o meio ambiente, a consolidação de sistemas de produção sustentáveis com a adoção de práticas conservacionistas.
E também orienta a utilização de defensivos agrícolas alternativos e menos danosos à saúde do homem e ao meio ambiente, a destinação correta dos resíduos orgânicos e sólidos, a orientação de produção de alimentos seguros. Igualmente, faz a orientação para cumprir a legislação ambiental em todo o processo produtivo, tem feito um diferencial, que vem melhorando a economia do homem do campo.


segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Ano letivo de escola em João Pessoa foi baseado em atividades para a implementação dos ODS

14/nov/2016
 
330 alunos e 30 professores do IPEI planejaram iniciativas para o alcance dos ODS no âmbito local. Foto: Mariana Paz/IPEI
330 alunos e 30 professores do IPEI planejaram iniciativas
para o alcance dos ODS no âmbito local. Foto: Mariana Paz/IPEI

Em 2016, o compromisso com a construção de uma sociedade mais justa orientou o ano letivo do Instituto Pessoense de Educação Integrada (IPEI). Com base nos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, 330 alunos e 30 professores do Instituto desenvolveram atividades para promover soluções, de modo colaborativo, para o alcance da Agenda 2030. Com o tema “Nosso Planeta, Nossa Casa”, desenvolveram-se projetos para fortalecer a tomada de decisão, o que resultou em documento que será entregue à Câmara Municipal de João Pessoa, propondo que a Casa inclua na pauta discussões sobre os ODS.

No documento, estudantes e professores elaboraram uma lista de ações para auxiliar no cumprimento das metas dos ODS, entre elas a instalação de lixeiras de coleta seletiva na cidade, criação de um plano municipal de habitação aos moradores de rua e garantir que o saneamento básico seja obrigatório em todas as áreas da cidade. O documento será levado à Câmara de Vereadores pelos vereadores eleitos Tibério Lima e Sandra Marrocos.

“A Agenda 2030 nos ajuda a ficarmos mais conscientes, a descobrirmos novas iniciativas e também debatermos com as pessoas as mudanças que queremos”, diz a aluna do sétimo ano, Mariana Gomes Bezerra.

No último sábado 12, durante uma mostra pedagógica, foram expostos, no Instituto, os trabalhos e materiais produzidos pelos estudantes, a partir das discussões e problemáticas sugeridas pelo tema “Nosso Planeta, Nossa Casa”, com base nos ODS. “O trabalho desperta nos alunos uma preocupação consigo, com os outros e com o planeta, e é desenvolvido com apoio da família que participa, e o envolvimento faz grande diferença nos resultados”, afirma a psicopedagoga do IPEI, Bianca Meireles.

Por meio do Projeto Brasil ODS 2030, o PNUD participou da Mostra Pedagógica para conhecer o trabalho desenvolvido pelo Instituto. O objetivo foi participar do processo de engajamento e das discussões para a implementação da Agenda 2030.

“Estarmos em 2016, primeiro ano de implementação desta agenda, e vendo um trabalho deste em desenvolvimento pela escola e pelos estudantes demonstra que existe o compromisso com a mudança aliado com a responsabilidade de colocar em prática novas iniciativas, de forma sustentável e inclusiva. Tudo isso nos leva a enxergar o alcance das metas e dos objetivos da Agenda 2030 como uma realidade nos próximos anos”, diz a analista de mobilização do Projeto Brasil ODS 2030, Inalda Béder.



 

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Gestão ambiental e a sustentabilidade (CONGESTAS -2016): Profissionais e ambientalistas debatem em João Pessoa

O Congestas 2016, que chega a sua quarta edição, será realizado em João Pessoa (Paraíba), no Auditório da Reitoria da Universidade Federal da Paraíba, no período de 11 a 14 de dezembro de 2016, com o apoio da Universidade Federal da Paraíba, da Superintendência de Administração do Meio Ambiente (SUDEMA), do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), do Conselho de Arquitetura e Urbanismo da Paraíba (CAU/PB), do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento e Meio Ambiente (PRODEMA/UFPB), da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), da Federação das Indústrias da Paraíba (FIEP), da Rede de Educação Ambiental da Paraíba (REA/PB), do GETEC e de outros parceiros.

Da Comissão organizadora fazem parte o Analista ambiental Ronilson José da Paz - IBAMA-PB/SEE e o Economista Tarcísio Valério da Costa - UFPB/PRAC/REA-PB/GETEC.

A comissão lembra que os trabalhos completos a serem apresentados na versão 2016 do Congresso Brasileiro de Gestão Ambiental e Sustentabilidade - Congestas 2016 poderão ser enviados, exclusivamente por meio eletrônico, até o dia 20 de novembro de 2016, dentro dos eixos temáticos do Congestas 2016 são: ET-01 - Gestão Ambiental, ET-02 - Saneamento Ambiental, ET-03 - Meio Ambiente e Recursos Naturais, ET-04 - Recuperação de Áreas Degradadas, ET-05 - Recursos Hídricos, ET-06 - Energia, ET-07 - Direito Ambiental, ET-08 - Poluição Ambiental, ET-09 - Educação Ambiental, ET-10 - Saúde Ambiental, e ET-11 - Outros. Todos os trabalhos aceitos serão publicados nos Anais do Congestas 2016 (ISSN 2318-7603) em meio digital e terá direito a certificado que participar com 75% de frequência.

Para a participação das atividades do Congresso Brasileiro de Gestão Ambiental e Sustentabilidade - Congrestas 2016, que incluirão palestras, mesas-redondas e apresentação de trabalhos, estão sendo esperados profissionais da Bahia, Brasília, Ceará, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Roraima, entre outros Estados, além de Lisboa e Coimbra, em Portugal, o congressista deverá fazer sua inscrição pelo site http://eventos.ecogestaobrasil.net/congestas2016.
 
 
 
 

sábado, 28 de março de 2015

Estação Cabo Branco vai apagar as luzes para a 'Hora do Planeta' na PB

28/03/2015 11h18 - Atualizado em 28/03/2015 11h18
 
Ação vai ser realizada das 20h30 às 21h30 neste sábado (28). 
Na ocasião, a WWF-Brasil vai lançar uma petição.
 
Do G1 PB
 

Estação Cabo Branco completa quatro anos de funcionamento (Foto: Krystine Carneiro/G1)
Estação Cabo Branco vai apagar as luzes durante
uma hora (Foto: Krystine Carneiro/G1)
As luzes da Estação Cabo Branco vão ser apagadas, durante uma hora neste sábado (28) como um ato simbólico para contribuir com as ações da campanha global contra as mudanças climáticas organizada pela Rede WWF, a Hora do Planeta. A ação vai ser realizada a partir das 20h30. João Pessoa é uma das 126 cidades confirmadas a participar desta edição da mobilização. Alguns estabelecimentos de João Pessoa, a exemplo de lanchonetes, também confirmaram a integração no projeto.
 
A ideia da mobilização é unir pessoas e empresas em todo o mundo, celebrando um compromisso com o planeta, apagando as luzes por uma hora. É um ato simbólico que tem o objetivo de incentivar a comunidade global para compartilhar oportunidades e desafios da criação de um mundo sustentável.
 
“A conservação do meio ambiente deixou de ser focada no bem-estar das gerações futuras, para ser uma grande questão da geração atual. Este ano, os efeitos da devastação, que já vêm nos atingindo há tempos, pode ser sentido de forma ainda mais contundente - e em vários pontos do mundo”, afirma a secretária-geral do WWF-Brasil, Maria Cecilia Wey de Brito.
 
No contexto da Hora do Planeta, o WWF-Brasil vai lançar uma petição - que poderá ser assinada até agosto – que pede que o governo federal crie um plano nacional para proteção e recuperação de nascentes, rios, lagos, córregos e outros mananciais, que ajudaria a aumentar a quantidade e a qualidade da água para consumo.
 
Para a secretária de Meio Ambiente de João Pessoa, Daniella Bandeira, “a adesão à Hora do Planeta é um ato simbólico, onde demonstramos que estamos conectados às ações em todo o mundo. Mas para além desse ato simbólico, é importante reforçar que a gestão tem tomado medidas concretas para além da Hora do Planeta, medidas cotidianas para a redução dos impactos e de preservação do nosso patrimônio ambiental”, disse.
 
Fonte
 
 

domingo, 14 de setembro de 2014

PMJP lança Plano de Ação João Pessoa Sustentável em evento com representantes de 4 capitais, CEF e BID

14/09/2014 - 15:54 
 
O plano, reforça o prefeito Luciano Cartaxo, é pensado para os próximos 30 anos e é um legado para a cidade.
 


Plano foi apresentado com a participação
de mais quatro capitais (Crédito: Assessoria)
A população da Capital paraibana será apresentada, nesta segunda-feira (15), ao Plano de Ação João Pessoa Sustentável. Fruto de parceria entre a Prefeitura Municipal (PMJP), o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e a Caixa Econômica federal (CEF), o diagnóstico mostra exatamente onde o poder público precisa investir para que a cidade cresça de forma sustentável. O plano, reforça o prefeito Luciano Cartaxo, é pensado para os próximos 30 anos e é um legado para a cidade.
 
O evento vai acontecer no auditório da Estação Cabo Branco - Ciência, Cultura e Artes, no Altiplano, às 15h. A apresentação deverá contar com a participação de representantes do BID, da Caixa Econômica e dos prefeitos das cidades de Goiânia (GO), Palmas (TO), Florianópolis (SC) e Vitória (ES). As quatro capitais serão as próximas a serem contempladas com um plano de ação nos mesmos moldes do que será apresentado em João Pessoa.
 
O convênio com BID prevê inicialmente um investimento na ordem de U$ 100 milhões (R$ 230 milhões) em João Pessoa, mas abre as portas para que a cidade capte até R$ 1,25 bilhão em investimentos. “É, sobretudo, um plano para orientar o crescimento de uma Capital que ruma para atingir a marca de 1 milhão de habitantes nos próximos 30 anos e pode chegar a esse patamar antes disso”, disse Luciano Cartaxo.
 
João Pessoa é a primeira cidade brasileira a integrar oficialmente o programa que pretende alcançar 50 cidades da América Latina e do Caribe até o próximo ano. O Plano de Ação João Pessoa Sustentável indica os problemas e apresenta as soluções para o seu enfrentamento em áreas como Desigualdade Urbana, Uso do Solo e Ordenamento Territorial; Competitividade da Economia e Emprego; Gestão Pública Moderna; Segurança; Mitigação da Mudança Climática/Vulnerabilidade a Desastres; e Mobilidade e Transporte.
 
O estudo foi feito com base no diagnóstico traçado por uma equipe formada por 15 especialistas da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), contratados pelo BID. Eles trabalham em parceria com a PMJP para fazer um mapeamento sobre os principais problemas enfrentados pela cidade, para nortear a construção de um plano de ação. “Muitos desses problemas, a Prefeitura de João Pessoa já vinha enfrentando com projetos bem consistentes”, disse o secretário da Receita Municipal, Adenílson Ferreira.
 
A meta do projeto é integrar a sustentabilidade ambiental e fiscal, o desenvolvimento urbano e a governabilidade. “Por meio da parceria entre BID e CEF, o Programa Iniciativa Cidades Emergentes e Sustentáveis (ICES) espera promover o apoio a ações que proporcionem serviços básicos e garantam ao meio ambiente, bem como níveis adequados de qualidade de vida e emprego”, completou Adenílson Ferreira.
 
Estudos - Os estudos financiados pelo BID incluem inventário de emissões de gases de efeito estufa, estudos de vulnerabilidade à mudança climática e estudos de crescimento urbano. Entre as soluções apontadas no estudo e que já estão sendo postas em prática pela PMJP estão o BRT, ações de monitoramento na área de segurança, a construção de conjuntos habitacionais e infraestrutura para melhorar o acesso aos serviços para a população.

da Redação

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quinta-feira, 5 de junho de 2014

Preservação ambiental é preocupação de grandes empresas

Dia Mundial do Meio Ambiente é comemorado nesta quinta (5)

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Preservação ambiental é preocupação de grandes empresas
O Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado nesta quinta-feira (5), foi criado em 1972 durante a Assembleia Geral das Nações Unidas, marcando a abertura da Conferência de Estocolmo, na Suécia. Porém, mais de 40 anos se passaram e, com o crescimento das indústrias no mundo inteiro, a poluição aumentou consideravelmente.

De acordo com o Centro Tyndall de Pesquisa de Mudanças Climáticas, da Universidade de East Anglia (Reino Unido), só em 2013 foram liberadas no ambiente 36 bilhões de toneladas de dióxido de carbono (CO2), uma elevação de 2,1% em relação a 2012 e 61% a mais que em 1990, ano base do protocolo de Kyoto. Dados da Organização das Nações Unidas (ONU) também revelam que em 2030 a população global necessitará de 35% a mais de alimento, 40% a mais de água e 50% a mais de energia.

A responsabilidade por esses problemas não é só da população, mas também das empresas, já que muitas não reaproveitam os recursos hídricos e ainda poluem o meio ambiente através da fabricação dos seus produtos. Um dos principais responsáveis pela agressão direta à natureza é o setor da construção civil, que lança no ambiente uma quantidade excessiva de CO2.

Segundo a arquiteta Greta Sanches, do empreendimento Solar Tambaú, é fundamental que as construtoras reconheçam a importância de adotar práticas sustentáveis em suas obras. “Com materiais mais duráveis e de melhor qualidade, por exemplo, serão necessárias menos reformas e manutenção. São soluções simples que não oneram o valor da obra, mas que trazem benefícios tanto para a construtora e clientes quanto para a sociedade em geral”, afirma.

O setor da construção não é o único em processo de modificação para atender às necessidades do planeta. As empresas da área de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos, como a Natura, têm investido em produtos de qualidade e que tragam benefícios diretos ao meio ambiente. Além disso, esses produtos têm na sua composição matérias-primas naturais que não agridem a pele do consumidor.

A marca apresentou recentemente sua Visão de Sustentabilidade para o futuro, no “Sustainable Brands Rio 2014”, evento que reuniu empresas interessadas em transformar modelos de negócios a partir da sustentabilidade. A visão apresenta diretrizes de sustentabilidade para o modelo de negócio da empresa com ambições para o ano de 2020.

“Entendemos que as empresas existem para fazer com que a sociedade e o planeta sejam melhores e, por isso, apresentamos uma nova visão de sustentabilidade para definir onde queremos chegar e o impacto que buscamos gerar. Está expresso em nossas crenças que o valor e a longevidade de uma empresa estão ligados à sua capacidade de contribuir para a evolução da sociedade e seu desenvolvimento sustentável”, afirma Alessandro Carlucci, diretor-presidente da Natura.

Fonte: Pauta Comunicação.


 

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Estudante do IFPB elabora projeto de telha e tijolo ecológicos


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Estudante do IFPB elabora projeto de telha e tijolo ecológicos
Assessoria de Comunicação
Transformar um projeto de vida em realidade é um caminho muitas vezes longo. Não basta apenas ter o capital, é preciso possuir o chamado espírito empreendedor. Os países cada vez mais necessitam de ideias que unam economia com sustentabilidade e, neste caso, a escola é o caminho para incentivar e descobrir talentos como o do estudante do campus Campina do IFPB, Daniel de Mélo Silva, que, após assistir às aulas da disciplina de empreendedorismo, ficou estimulado a abrir seu próprio negócio.

Concluinte do curso de Mineração, Daniel, com o apoio do professor Rômulo Torres, elaborou um projeto que consiste na instalação de uma fábrica de telhas e tijolos ecológicos produzidos a partir de rejeitos de caulim oriundos de mineradoras. “A ideia é contribuir com a preservação do meio ambiente, ajudando a diminuir os impactos ambientais na mineração com o uso do rejeito abortado pela empresa”, explica o estudante.

A mistura dos compostos químicos e físicos do caulim resulta em um produto final com mais resistência e dureza. Se concretizado, a fabricação desses materiais atenderia a grande demanda da construção civil na cidade de Campina Grande. Romper os muros do campus Campina foi o primeiro passo dado pelo aspirante a empresário.

Ele apresentou seu projeto na sexta edição da Feira do Empreendedor do Sebrae, que aconteceu na segunda semana de maio, em João Pessoa. “Foi um grande prestígio representar o IFPB Campus Campina Grande neste evento. A feira me chamou muito atenção, porque foi muito dinâmica e percebi que um de seus focos principais era atrair diferentes tipos de públicos”, analisa.

Por meio de slides de textos e fotografias, o futuro técnico em Mineração diz que seu projeto gerou bastante curiosidade no público e que, na oportunidade, também fez contatos para futuras parcerias. “Mantive contato em especial com donos de empresas de construção e de fábrica de tijolo, que tinham a curiosidade em saber se dava pra colocar o projeto em prática”, conclui.
Fonte: Assessoria de Comunicação/Erani Baracho.


 

terça-feira, 1 de abril de 2014

Integrantes da Comissão Institucional de Gestão Ambiental do MPPB deverão participar de curso de capacitação

Publicado: 1º abril 2014
 
Na segunda reunião ordinária de 2014 da Comissão Institucional de Gestão Ambiental (Ciga) do Ministério Público da Paraíba (MPPB), realizada na manhã desta terça-feira (1ª), na Sala de Sessões da instituição, ficou definido que os integrantes da comissão, presidida pelo promotor de Justiça Onéssimo César Gomes da Silva Cruz, deverão participar de um curso de capacitação na área do meio-ambiente.
 
A sugestão foi acatada por todos os presentes à reunião e a solicitação de realização do curso será encaminhada ao Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) da instituição pela segunda-subprocuradora-geral de Justiça do MPPB, Marilene de Lima Campos de Carvalho, que integra a Ciga representando a administração superior. Outro assunto da pauta aprovado na reunião foi a necessidade de se fazer um levantamento de tudo que já foi colocado em prática pela comissão para melhor divulgação dentro da instituição, como uma campanha de conscientização dos membros e servidores do MPPB.

Ainda participaram da reunião desta terça-feira os servidores Uirá Alencar Vasconcelos Silva de Assis (Diretoria da Tecnologia da Informação – Ditec), Nayara Cristina Luckwu Lira (Diretoria de Planejamento), Thiago José Clementino de Oliveira (Licitação), Esdras Neves de Oliveira (Serviços Gerais), Bruno Leonardo Medeiros (Material e Patrimônio) e Ana Cecília Vieira Arco-Verde (Engenharia).

A Comissão Institucional de Gestão Ambiental, secretariada pela servidora Célia Melo, ainda é composta pela promotora de Justiça Roseane Costa Pinto Lopes e os servidores Caio Marcelo Sampaio Rodrigues e Marcos Vinícius Ferreira Cesário (diretor administrativo do MPPB). A próxima reunião da Ciga está programada para o dia 29 de abril, às 9h, na Sala de Sessões da Procuradoria Geral de Justiça (PGJ), em João Pessoa.

A Ciga foi instituída pelo Ato PGJ nº  56/2010 com a finalidade de estudar, sugerir e acompanhar a implementação de medidas administrativas voltadas à adoção de hábitos ecologicamente sustentáveis, como o gerenciamento de resíduos sólidos e outras medidas de consumo de bens e serviços de forma sustentável, todas no sentido de fomentar a conscientização institucional da preservação ambiental.
 
 
 

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Resíduos de borracha são reaproveitados em asfalto

Pesquisa desenvolvida na UFCG aponta que resíduos de borracha da produção de sandálias aumenta a durabilidade da pista.
 





Uma pesquisa desenvolvida no curso de Engenharia de Materiais da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) está criando uma tecnologia de reaproveitamento de resíduos de borracha que sobram da produção industrial de sandálias para a produção de asfalto. A descoberta diminui o impacto negativo no meio ambiente.
 
Segundo o professor doutor Ariosvaldo Barbosa Sobrinho, orientador da pesquisa – uma tese de doutorado que será defendida hoje às 15 h, na UFCG, em Campina Grande, pelo pesquisador Fábio Remy –, os estudos mostraram que os resíduos de borracha acrescentados aos ingredientes que formam a manta asfáltica conferem maior flexibilidade ao asfalto e podem até triplicar a durabilidade da pista.

“Utilizamos o produto proveniente do petróleo e junto aos outros ingredientes, como brita e areia, adicionamos o material borrachoso, oriundo da produção de sandálias da Alpagartas em Campina Grande”, explicou.

De acordo com o orientador, há um aumento de 10% no custo de produção, mas segundo ele, o gasto é mínimo, quando comparado aos benefícios gerados. “Envolve mais energia, para manter aquecida a massa asfáltica e um maquinário específico. Mas o custo é muito pequeno, se levarmos em consideração a qualidade. O asfalto borracha é mais silencioso, mais flexível e dura até três vezes mais do que o convencional”, enfatizou.

Segundo Ariosvaldo Barbosa, a pesquisa é pioneira no Brasil, com relação ao uso de borracha proveniente de calçados para a produção de asfalto.

Indagado sobre o trabalho, o pesquisador Fábio Remy afirmou que uma vez concluído, a expectativa é que ele seja colocado em prática. “Comecei a pesquisa percebendo a carência de inovações. Estamos focados na defesa do projeto, que prevê a integração dessas partículas oriundas dos resíduos sólidos para melhorar a qualidade do asfalto. Futuramente, esperamos colocar os estudos em prática”, salientou.

Cerâmica paraibana vira objeto de estudo de artigo científico

Pesquisadora focou em temas como responsabilidade social e desenvolvimento sustentável

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Por Hallita Avelar

Cerâmica paraibana vira objeto de estudo de artigo científicoA cerâmica Salema foi tema de um artigo científico de autoria da pesquisadora Juliana Pedroso Nunes, pós-graduanda em Comunicação e Mídia Digitais pela Satc, de Santa Catarina. A aluna optou por utilizar a empresa paraibana como objeto de estudo para tratar de assuntos como responsabilidade social e ambiental.
 
Segundo a análise da pesquisadora, a cerâmica em questão se mostra interessada nas questões que dizem respeito ao meio ambiente, contando inclusive com um projeto de reflorestamento, com o objetivo de evitar o uso de árvores nativas ou a utilização de combustíveis fósseis, que pode esgotar as reservas do planeta. Mais de 400 mil pés de eucalipto já foram plantados por meio do projeto.
 
Além disso, cerca de 5% da receita da empresa é destinada a ações e projetos de responsabilidade social. Ainda de acordo com o texto, a Salema “participa ativamente do desenvolvimento da comunidade em que se situa (...), oferecendo programas de educação para jovens e adultos e capacitação profissional, treinamentos e cursos”.
 
Para a realização do artigo, a estudante entrevistou o diretor da empresa e ainda coletou informações no site. Datada de 1981, a Salema tem sua sede no município de Rio Tinto, na Paraíba.

 

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Desenvolvimento do comércio e de serviços chega a Itatuba


Obras de construção do canal Acauã-Araçagi estão fortalecendo comécio regional e trazendo desenvolvimento para diversas cidades.

 
Um exemplo do desenvolvimento em Itatuba pode ser encontrado na zona rural do município. Foi lá que Maria Edileuza da Silva decidiu abrir um pequeno bar no quintal de casa, há 10 anos. Nesse tempo ela não imaginava que um dia poderia ampliar o bar e transformá-lo em um restaurante badalado da cidade. A comerciante, conhecida como Leu, atribui o progresso à construção do canal Acauã-Araçagi.

“Graças a Deus depois que as obras começaram, tudo foi dando certo para mim. Meu bar é o meu maior orgulho, eu venci”, declara Leu, que compensa a pouca escolaridade com um forte espírito empreendedor. É no restaurante dela que a maioria dos trabalhadores da obra do canal Acauã-Araçagi faz as refeições diárias. Aos finais de semana, quando estão de folga, os operários e engenheiros da obra também frequentam o estabelecimento. “Tem dia que falta mesa e o jeito é formar uma fila de espera”, conta a comerciante.

A propaganda do restaurante foi feita pelos próprios trabalhadores. “Eu sempre escuto alguém elogiando o tempero da minha comida, isso é muito gratificante, pois é tudo que sei fazer”, declara Leu. “Essa obra vai trazer água, mas antes disso já mudou nossas vidas. A renda que eu tenho hoje nunca imaginei que teria”, confidencia. E mudou mesmo. Depois que a obra começou em Itatuba, a comerciante conseguiu comprar eletrodomésticos e até aumentar a casa, além da reforma no estabelecimento. “E no final do mês ainda dá para comprar roupa e sapato”, afirma.

Com o fluxo de clientes, em sua maioria trabalhadores da obra, Leu teve de fazer adaptações no cardápio. Em tom de brincadeira, ela diz que “o pessoal é exigente”. Aos domingos, quando o movimento é maior, ela chega a fazer 50 buchadas, prato típico do Nordeste. Mas, em dias de semana, pode-se escolher entre galinha de capoeira, camarão, bode, bisteca de boi, e também a buchada. “Olho para a obra e peço a Deus que os dias passem devagar para continuar esse movimento no restaurante”, comenta.
 
Porém, nesse ponto Leu está errada, pois as obras do canal Acauã-Araçagi estão em ritmo acelerado. São cerca de 1,5 mil homens trabalhando diariamente no canteiro de obras. Os 10 primeiros quilômetros devem ser entregues até junho deste ano e é possível que a conclusão de todo o canal se concretize em 2015, um ano antes da previsão inicial. O canal está dividido em três lotes e está incluído no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC-2).
 
MAIS RENDA PARA A CIDADE DE MOGEIRO
O progresso também chegou a Mogeiro, cidade com menos de 14 mil habitantes. Quem ficou feliz da vida foi o comerciante Márcio dos Santos Almeida, que ampliou o horário de funcionamento do mercadinho, onde também funciona uma lanchonete, logo na entrada da cidade. “Ah, essa obra representa muito para nós que moramos aqui no interior. Não só pela água que vai trazer, mas também pelo que já está proporcionando. O movimento na minha lanchonete melhorou dez vezes mais”, revela.
 
Segundo ele, antes as vendas eram fracas, mas agora dispararam. Todos os dias ele precisa repor a bandeja de salgados para atender a clientela. “A tendência é melhorar”, destaca. Almeida conta que depois da obra, a lanchonete passou a abrir às 5h e fechar às 20h (antes abria às 6h30 e fechava às 17h). Com o aumento da renda, ele conseguiu melhorar de vida. “Acredito que depois do canal ninguém mais vai passar fome nem necessidade no interior”, frisa.
CONSTRUÇÃO CIVIL TAMBÉM 'DISPARA'
O aluguel de imóveis também disparou em Mogeiro. Parte considerável dos trabalhadores, incluindo os profissionais de nível superior (engenheiros), passou a residir no município, pela proximidade com o canteiro de obras. A cidade agora abriga pessoas vindas de várias outras cidades da Paraíba e também de outros estados. A calmaria do município foi substituída por um 'vai e vem' de ônibus, que leva e traz os trabalhadores diariamente.
 
O vendedor autônomo Paulo Vicente da Silva Júnior é proprietário de uma casa de 1º andar, em um loteamento da cidade. Em outubro do ano passado, foi procurado por pessoas interessadas em alugar o imóvel. Ele não pensou duas vezes e fechou contrato de um ano, pelo valor mensal de R$ 1,5 mil. Ele conta que se fosse alugar a casa em uma situação habitual conseguiria no máximo R$ 700,00. “Houve uma grande valorização de imóveis depois da chegada das obras. Por mim, o pessoal ficava trabalhando no canal por uns 4, 5 anos”, comenta Vicente.
 
O vendedor diz que a procura por casas na cidade é frequente.
 
“Há duas semanas minha irmã também alugou o imóvel dela, o valor compensa muito”, explica. Quem percebe essa oportunidade, aproveita para investir na construção ou ampliação de imóveis para alugar. No centro de Mogeiro, é possível encontrar muitos exemplos disso. “Aumentei minha casa e aluguei para um grupo de seis pessoas que está trabalhando nas obras do canal”, conta o aposentado Francisco Soares.
 
 

Chegada de indústrias vai impactar região

Em parceria com a Rede Paraíba, Fórum de Negócios irá debater planejamento de municípios para atender a cadeia produtiva. 
 





Com a chegada de empreendimentos industriais e fornecedores na Região Metropolitana de João Pessoa e na divisa com Pernambuco, os gestores públicos devem acelerar o planejamento dos municípios para atender a cadeia produtiva que já começa a ser demandada na região. Esse cenário foi um dos destaques no lançamento do Fórum de Negócios, que será realizado nos dias 27 e 28 de março, no Mussulo Resort by Mantra, organizado pela Prefeitura Municipal do Conde, em parceria com a Rede Paraíba de Comunicação e o Sebrae-PB.
 
O diretor Administrativo do Sebrae-PB, Ricardo Madruga, um dos participantes do lançamento, disse que este é o momento para que a Paraíba alcance o ritmo de crescimento dos Estados nordestinos mais avançados no desenvolvimento econômico, e a Região Metropolitana de João Pessoa poderá se transformar na nova fronteira do desenvolvimento do Estado. “É um momento importante, um marco para nosso crescimento.

Estamos passando por um momento de mudança econômica, com vários investimentos no Litoral Sul, como o polo cimenteiro e farmoquímico de Goiana (PE). Além disso, teremos o transbordamento das empresas [fornecedores da Fiat] que estão se instalando em Pernambuco e vão demandar serviços da Paraíba”, apontou.

Diante destes investimentos, é necessário que os gestores preparem suas cidades para essa demanda que começa a chegar ao Estado. “Hoje, com o modelo de just in time, as empresas exigem que seus fornecedores estejam próximos, num entorno de 100 quilômetros como acontecerá com a fábrica da Fiat. Os gestores têm de olhar com carinho para os pequenos negócios que vão fazer parte dessa cadeia produtiva, eles precisam fortalecer os negócios dos pequenos, preparar um padrão de políticas públicas e infraestrutura para que essas empresas fiquem fortalecidas”.

Neste aspecto, o Fórum de Negócios é a oportunidade para abrir os olhos dos gestores que complementam o polo industrial da Paraíba, conforme destacou o secretário de Desenvolvimento Econômico do Conde, Saulo Barreto.

“Com essa 'avalanche' de empresas procurando o Conde e as cidades adjacentes, tivemos a ideia de realizar este fórum.

Nosso município já está bem estruturado para este crescimento, já temos boa hotelaria, um distrito industrial e estamos construindo outro, mas muitas cidades não têm a mínima noção desse volume de negócios que está para acontecer. O evento é um despertar aos gestores, para mostrar os benefícios que esse crescimento vai trazer”, explicou Saulo Barreto.

Com Produto Interno Bruto (PIB) somando quase R$ 407 milhões em 2011, crescimento de 25,3% em relação ao ano anterior, o Conde é a promessa de forte desenvolvimento econômico da Paraíba. A prefeita do município, Tatiana Corrêa, acredita que os próximos anos vão continuar sendo frutíferos para a cidade, devido ao seu potencial que está ainda em estado inicial de exploração. “Estamos localizados em uma área privilegiada, próxima de grandes empresas da Paraíba e de Pernambuco. A nossa gestão tem incentivado bastante, abraçando os empresários que chegam por aqui, convencendo que somos a melhor opção de investimento. Temos toda uma infraestrutura montada, com importante área agrícola, turística e industrial e temos ainda muito espaço para crescer na nossa região e é isso que estamos mostrando aos investidores”, destacou Tatiana Corrêa.

Outro parceiro do Fórum de Negócios é a Rede Paraíba de Comunicação, que, segundo o superintendente Guilherme Lima, chega com a missão de difundir os potenciais do Estado.

“A Paraíba precisa se desenvolver e encontrar suas vocações.

Este tipo de evento visa discutir as oportunidades de negócios da região e fórum será muito bem-vindo. Se seus objetivos forem alcançados, o Estado só tem a ganhar e a Rede Paraíba está aqui para divulgar e promover o evento, para que os objetivos sejam de fato alcançados”, disse.

LITORAL NORTE PARTICIPA DO EVENTO
Além dos representantes do Litoral Sul da Grande João Pessoa, o lançamento do Fórum de Negócios contou com a participação de representantes do Litoral Norte do Estado, como o secretário de Infraestrutura de Lucena, José Maria, que reforçou a importância do evento para o fomento ao crescimento da Paraíba.

“Com este evento eu vejo um 'leque' abrir para as cidades que estão participando do fórum. O desenvolvimento está batendo na nossa porta e Lucena abraça-o. Está em andamento na nossa cidade a instalação do estaleiro, que vai gerar 6 mil novos empregos. As obras devem ser iniciadas em 90 dias e com certeza vai alavancar o nosso desenvolvimento”, disse José Maria.

O Fórum de Negócios acontece nos dias 27 e 28 de março, no Mussulo Resort by Mantra, Conde, com apresentações do governador da Paraíba, Ricardo Coutinho, e de Pernambuco, Eduardo Campos. Além deles, o evento terá palestra do prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo; da prefeita do Conde, Tatiana Corrêa; do prefeito de Goiana, Fred Gadelha; do secretário de Estado para as comunidades portuguesas, José Cesário; da representante do polo industrial de Goiana, Margareth Bezerra; do representante do Sebrae, Ricardo Madruga, e de representantes dos grupos Fiat, Brennand e Elizabeth.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Defeso do caranguejo exige que estoques sejam declarados na PB


15/01/2014 14h23 - Atualizado em 15/01/2014 14h23 

Pessoas e empresas devem apresentar declaração ao Ibama.
Quem não declarar o estoque pode ser punido com multa.
 
Do G1 PB
 
 
As pessoas e empresas que atuam na captura, beneficiamento e comercialização do caranguejo-uçá têm até a quinta-feira (16) para fornecer ao Ibama a relação detalhada dos estoques de animais vivos, congelados, inteiros ou em partes. Segundo a superintendência do órgão na Paraíba, a obrigação acontece em função do período de defeso do caranguejo. Quem não apresentar a declaração e  for surpreendido pela fiscalização pode  pagar multas que variam de R$ 700 a R$ 100 mil.

Os formulários  de declaração estão sendo entregues na Superintendência do IBAMA na Paraíba, localizada na Avenida Dom Pedro II, 3284, bairro da Torre. Depois, devidamente preenchidos eles devem ser entregues no Setor de Protocolo do órgão.
 
De acordo com o Superintendente do Ibama na Paraíba, Bruno Dunda, "a declaração de estoque é um importante instrumento de auxílio ao defeso do caranguejo-uçá, tendo em vista que permite que a fiscalização ambiental comprove a origem dos animais que serão comercializados".

Ainda conforme o Ibama, por ser uma espécie bastante consumida na região Nordeste, o caranguejo-uçá vem sofrendo redução de seus estoques naturais. “A proibição da captura desse crustáceo durante a andada constitui-se um importante instrumento para garantir a sobrevivência e comercialização dessa espécie", ressaltou Bruno Dunda.

Segundo a Instrução Normativa nº 8/2013, de 2014, o defeso do caranguejo-uçá (que é o período de reprodução da espécie) acontecerá em quatro períodos:o primeiro acontece de 2 a 7 de janeiro e de 17 a 22 de janeiro; o segundo vai de 31 de janeiro a 5 de fevereiro e de 15 a 20 de fevereiro; o terceiro de 2 a 7 de março e de 17 a 22 de março; e o último de 31 de março a 5 de abril.

Em todos os períodos de defeso do caranguejo novas declarações de estoques deverão ser apresentadas ao Ibama.
 
 

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Presépio natalino feito com materiais recicláveis chama atenção na PB

24/12/2013 13h31 - Atualizado em 24/12/2013 13h31

Obra está localizada ao lado do Museu de Arte Popular da Paraíba.
Todos os personagens foram feitos em tamanho real, totalizando 16 peças.
 
Do G1 PB
 
 

Um presépio natalino no Açude Novo, em Campina Grande, vem encantando as pessoas que passam por lá, principalmente por ter sido todo construído com materiais recicláveis, levando educação ambiental para um lugar público. Todos os personagens foram feitos em tamanho real, totalizando 16 peças.
 
Os artesãos de Campina Grande tiveram um mês para concluir a obra e encantar os turistas que vieram durante o feriado para a cidade. O presépio está localizado ao locado do Museu de Arte Popular da Paraíba, e foi construído através de um projeto da Universidade Estadual da Paraíba em parceria com um grupo de produção de peças artísticas e decorativas com o uso de resíduos sólidos.
“Foram mais de 30 dias de trabalho, e a gente se esforçando para fazer o melhor possível para expor nosso trabalho”, disse Hermógenes Araújo, coordenador do projeto. O artista plástico Sandrak Soares, que participou da confecção do presépio, explicou que “aí tem papel, papelão, revistas velhas, restos de canos. E agora concluído para toda comunidade ver que podemos reaproveitar o que temos”.


 

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Emlur inaugura Praça Sustentável e promove Auto de Natal

Emlur inaugura Praça Sustentável e promove Auto de Natal  A Autarquia Especial Municipal de Limpeza Urbana (Emlur) inaugura, nesta quarta-feira (18), a ‘Praça Sustentável’, localizada na sede da Emlur, na Avenida Minas Gerais, Bairro dos Estados. O lançamento do novo espaço ocorrerá no mesmo dia em que a Autarquia vai promover, em parceria com a Comunidade Mãe de Deus, do Bairro do Geisel, o Auto de Natal, que neste ano foi intitulado ‘EmLuz’.

A encenação está programada para ocorrer a partir das 15 h, em seguida, uma solenidade com as presenças do prefeito Luciano Cartaxo e do superintendente da Emlur, Anselmo Castilho, marcará a inauguração da praça. “Planejamos a Praça Sustentável justamente para que os estudantes e demais visitantes que chegam até a Emlur possam observar como podemos reaproveitar os materiais recicláveis em prol do meio ambiente”, ressaltou Anselmo Castilho.

Cada um dos 17 lotes da praça foi adotado por um setor da Emlur, onde os servidores colaboram com o plantio de mudas ou confecção de artigos produzidos com materiais recicláveis que serão implantados no novo espaço. Também estão sendo usados ecoblocos, produtos ecologicamente corretos, com qualidade e durabilidade, sem agredir o meio ambiente.

Projeto - A ‘Praça Sustentável’ é um projeto assinado pelo arquiteto e urbanista, Jonas Lourenço, e acompanhado pelo Departamento de Valorização e Recuperação de Resíduos Sólidos da Emlur (Devar), setor considerado de extrema importância para a promoção do diálogo entre a sociedade e os cuidados com a preservação do meio ambiente através descarte correto do lixo.

Campanha solidária - Dentro da programação de fim de ano dos servidores, a Emlur iniciou uma campanha ‘Sou Solidário, Sou Emlur’ com o objetivo de arrecadar fraldas geriátricas e leite em pó para serem doados ao Hospital Padre Zé, na Capital. As doações serão recebidas até o dia 16 de dezembro e no dia 17 serão entregues a instituição escolhida.

Secom-JP