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domingo, 8 de outubro de 2017

Mais de 2 mil caranguejos são apreendidos em Cabedelo e três pessoas são presas

Suspeitos foram autuados em R$ 20 mil e vão responder por pesca predatória, diz polícia.

 Por G1 PB  07/10/2017 15h48


Mais de 2 mil caranguejos foram apreendidos em Camalaú, Cabedelo (Foto: Reprodução/TV Cabo Branco)
Mais de 2 mil caranguejos foram apreendidos em Camalaú, Cabedelo
(Foto: Reprodução/TV Cabo Branco)

Mais de 2 mil caranguejos pescados de forma irregular foram apreendidos pela Polícia Militar na noite da sexta-feira (6), na área de Camalaú em Cabedelo. Na ocasião, três pessoas foram presas. A PM informou que os caranguejos foram soltos no mangue e o trio foi autuado em R$ 20 mil e pode responder por pesca predatória.

Segundo o capitão Sidnei Paiva, essa pesca irregular é feita a partir de sacos de estopa. “Eles desfiam os sacos e colocam as tiras na entrada de onde os caranguejos ficam. Quando eles [os caranguejos] saem se enrolam e as pessoas só vão lá e coletam”, disse o capitão.
Animais ficavam presos em armadilhas feitas com sacos de estopa, diz polícia (Foto: Reprodução/TV Cabo Branco)
Animais ficavam presos em armadilhas feitas com sacos de estopa, diz polícia
(Foto: Reprodução/TV Cabo Branco)


Fonte


terça-feira, 11 de abril de 2017

Mais de dois mil caranguejos-uçá são resgatadas na Paraíba em 2017, diz polícia

Polícia Ambiental realiza ações de proteção do período de reprodução e da captura irregular do crustáceo.

Por G1 PB
Polícia Ambiental apreendeu mais de dois mil caranguejos-uçá na Paraíba em 2017 (Foto: Comunicação Social/BPAmb)
  Polícia Ambiental apreendeu mais de dois mil caranguejos-uçá na Paraíba
em 2017 (Foto: Comunicação Social/BPAmb)

Mais de 2 mil unidades de caranguejo-uçá foram resgatadas pelo Batalhão de Polícia Ambiental neste ano, em cidades do Litoral da Paraíba. Os resgates são resultado de ações de proteção do período de reprodução e da captura irregular do crustáceo. Por isso, os policiais intensificaram as fiscalizações com o patrulhamento náutico e com as rondas nas feiras e outros locais que comercializam o animal.
Ao todo, foram 2.655 unidades resgatadas. No último fim de semana, foi realizada a maior apreensão de caranguejos já realizada na Paraíba, com o resgate de 1.500 unidades que tinham sido capturados com “redinha”, apetrecho de pesca proibido para a captura desse crustáceo em qualquer época do ano.

Os animais foram encontrados durante patrulhamento aquático do pelotão náutico do Batalhão Ambiental, na ilha Stuart, localizada às margens do Rio da Paraíba, em Cabedelo. O pescador fugiu e, no local, foram resgatados os animais, que em seguida foram soltos em mangues da ilha da Restinga, na mesma cidade.

O comandante do Batalhão de Polícia Ambiental, major Cristóvão Lucas, disse que as fiscalizações serão intensificadas ainda mais. "É preciso que as pessoas tenham a consciência de que esse nosso trabalho de proteção ao caranguejo-uçá tem o objetivo de garantir a preservação da espécie, pois no período da andada, quando os animais ficam mais vulneráveis porque saem de suas tocas para acasalar e liberar suas larvas, muitos cidadãos insistem em continuar a captura, transporte e comercialização irregulares, práticas passivas de multas que começam com o valor de R$ 700 podendo chegar até R$ 100 mil, além de ser um crime ambiental porque contribui para o desequilíbrio ecológico dos manguezais”, destacou.

Proibições de captura
É proibida a captura no período defeso (de 6 a 11 e de 21 a 26 de janeiro; de 4 a 9 e de 19 a 24 de fevereiro; e de 6 a 11 e de 21 a 26 de março); quando é feita com o uso de “redinha”, independente de ser período defeso (de reprodução), já que maltrata o animal e captura indiscriminadamente, inclusive com filhotes e fêmeas; e quando a espécie tem menos de seis centímetros de carapaça, medida que vai de uma pinça a outra, pois de acordo com os parâmetros técnicos estabelecidos pelo Ibama, abaixo dessa dimensão se configura captura de filhote, o que também é proibido.

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quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Ambientalistas farão campanha para preservação do caranguejo

Paraíba
26.01.2017 - 17:08:06


Ambientalistas farão campanha para preservação do caranguejo

Secretários de Meio Ambiente de vários municípios, além de representantes da Sudema e da ONG SOS Caranguejo-Uçá estiveram reunidos na manhã desta quinta-feira, 26, com o Superintendente do Ibama, Thiago Diniz. O encontro teve como objetivo o planejamento da campanha educativa de preservação do caranguejo porque se aproximam as datas de "andada" do crustáceo, período em que fica proibida sua captura. 

A ação terá início nesta sexta-feira, 27, às 7h30 no Mercado Público de Cabedelo, e as 10h será lançada oficialmente a campanha no "Golfinho Bar". O trabalho educativo será realizado em toda extensão do litoral paraibano e nos mercados livres. 

Confira a programação da campanha:

Dia 27/01 - (Sexta-feira) 
7h30 - Mercado público de Cabedelo
8h30 - Mercado público de Bayeux
9h - Mercado público de Tambaú (João Pessoa)
10h - Bar Golfinhos (Bessa)- Lançamento oficial da campanha.

Dia 03/02 - (Sexta-feira)
9h30 - Barra de Camaratuba 
10h30 - Baia da Traição

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segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Polícia da PB apreende caranguejo e lagosta vendidos em tempo de defeso


26/01/2015 15h53 - Atualizado em 26/01/2015 15h54 

Ao todo foram 819 caranguejos-uçá e mais de 25 kg de lagosta.
Apreensão aconteceu em Cabedelo e João Pessoa.
 
Do G1 PB


Um total de 819 caranguejos-uçá e mais de 25 kg de lagosta foram apreendidos durante operações de fiscalização no fim de semana (24 e 25) no litoral da Paraíba. Segundo informações do Batalhão de Polícia Ambiental, as apreensões foram feitas porque as duas espécies estão no período de defeso.

No caso dos caranguejos-uçá, apreendidos na Praia do Jacaré, em Cabedelo, os catadores abandonaram os bichos e fugiram ao perceber a presença dos policiais. Os animais foram pegos vivos e foram devolvidos à natureza, na Ilha da Restinga, na mesma cidade.
 
Já as lagostas, das espécies ‘vermelha’ e ‘cabo verde’, foram apreendidas mortas e estavam com um pescador na Praia da Penha, em João Pessoa. Os animais estavam sendo vendidos em uma barraca de pescados e o proprietário foi multado. Elas foram doadas ao asilo Lar da Providência, em João Pessoa.

O chefe da seção de planejamento do Batalhão Ambiental, tenente Wellington Aragão, explicou o período de defeso foi dividido entre os dias 6 e 11 de janeiro, 21 e 26, 4 a 9 de fevereiro, 6 a 11 e 21 a 26 de março. Nesses dias fica proibida a captura, transporte, comercialização e industrialização dos caranguejos, disse. Em relação à lagosta, o período começou no dia 1º de dezembro e vai até 31 de maio.

A multa para quem não observa o período de pesca proibida é de R$ 700 a R$ 100 mil reais, com acréscimo de R$ 20 por quilo ou fração do produto da pescaria.


 

Mais de 800 caranguejos-uçá foram apreendidos durante o final de semana

 
 
Animais apreendidos estão no período de defeso e, como foram pegos vivos, foram devolvidos à Natureza, na Ilha da Restinga. 
 

Mais de 800 caranguejos-uçá foram apreendidos na Praia do Jacaré, em Cabedelo, neste final de semana. Os animais apreendidos estão no período de defeso e, como foram pegos vivos, foram devolvidos à Natureza, na Ilha da Restinga, no mesmo município. Durante a abordagem, os catadores perceberam a presença dos agentes do Batalhão de Polícia Ambiental, abandonaram os bichos e fugiram. Também foram apreendidos mais de 25 kg de lagosta

O chefe da seção de planejamento do Batalhão Ambiental, tenente Wellington Aragão, destacou que as ações têm o objetivo de proteger a reprodução da espécie, que começou este mês e vai até março. “O período foi dividido entre os dias 6 e 11 de janeiro, 21 e 26, 4 a 9 de fevereiro, 6 a 11 e 21 a 26 de março. Nesses dias fica proibida a captura, transporte, comercialização e industrialização”, disse.

O oficial explicou ainda que as ações do Batalhão são intensificadas para garantir a reprodução dos animais. “É um período que coincide com a época do fenômeno conhecido como ‘andada’, que é quando os machos e fêmeas da espécie saem das tocas e andam pelo manguezal, momento em que ocorre o acasalamento e liberação dos ovos”, detalhou.

Já as lagostas, das espécies ‘vermelha’ e ‘cabo verde’, foram apreendidas mortas com um pescador, na Praia da Penha, em João Pessoa. Os animais estavam sendo vendidos em uma barraca de pescados e o proprietário foi multado. Os animais foram doados para o asilo Lar da Providência, localizado na capital.

O período defeso da lagosta começou no dia 1º de dezembro e vai até 31 de maio. Até lá, o Batalhão Ambiental intensificará as fiscalizações em bares, peixarias, distribuidoras de pescados e empresas. Os estabelecimentos devem apresentar declaração de estoque dos crustáceos.

A multa para quem não observa o período de pesca proibida é de R$ 700 a R$ 100 mil reais, com acréscimo de R$ 20 por quilo ou fração do produto da pescaria.
 
 
 

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Na PB, mais de 1.500 caranguejos-uçá são resgatados pela Polícia Ambiental

19/12/2014 11h44 - Atualizado em 19/12/2014 11h44 

Bichos estavam dentro de sacos no porta-malas de um carro, diz polícia.
Resgate foi feito durante abordagem de rotina, na zona rural de Santa Rita. 

Do G1 PB

Mais de mil e quinhentos caranguejos-uçá foram resgatados pelo Batalhão de Polícia Ambiental na noite de quinta-feira (18) na zona rural de Santa Rita, na Grande João Pessoa. Os animais estavam sendo transportados em sacos de estopa em um veículo. De acordo com a polícia, os caranguejos tinham sido capturados com a utilização de redinhas, prática proibida pela legislação ambiental.

O major Magno Fonseca explicou que o resgate dos animais ocorreu durante uma abordagem de rotina ao veículo. “Nossa guarnição realizava rondas no Distrito de Lerolândia quando abordou o veículo, encontrando os bichos na mala, dentro dos sacos, e constatamos também que eles tinham sido pegos em desacordo com o decreto que protege o meio ambiente”, disse.
 
Os caranguejos foram levados pelos policiais até um mangue em Cabedelo, também na Grande João Pessoa e libertados. O condutor do carro que levava os bichos foi notificado pela polícia.
 
Fonte
 
 

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Defeso do caranguejo exige que estoques sejam declarados na PB


15/01/2014 14h23 - Atualizado em 15/01/2014 14h23 

Pessoas e empresas devem apresentar declaração ao Ibama.
Quem não declarar o estoque pode ser punido com multa.
 
Do G1 PB
 
 
As pessoas e empresas que atuam na captura, beneficiamento e comercialização do caranguejo-uçá têm até a quinta-feira (16) para fornecer ao Ibama a relação detalhada dos estoques de animais vivos, congelados, inteiros ou em partes. Segundo a superintendência do órgão na Paraíba, a obrigação acontece em função do período de defeso do caranguejo. Quem não apresentar a declaração e  for surpreendido pela fiscalização pode  pagar multas que variam de R$ 700 a R$ 100 mil.

Os formulários  de declaração estão sendo entregues na Superintendência do IBAMA na Paraíba, localizada na Avenida Dom Pedro II, 3284, bairro da Torre. Depois, devidamente preenchidos eles devem ser entregues no Setor de Protocolo do órgão.
 
De acordo com o Superintendente do Ibama na Paraíba, Bruno Dunda, "a declaração de estoque é um importante instrumento de auxílio ao defeso do caranguejo-uçá, tendo em vista que permite que a fiscalização ambiental comprove a origem dos animais que serão comercializados".

Ainda conforme o Ibama, por ser uma espécie bastante consumida na região Nordeste, o caranguejo-uçá vem sofrendo redução de seus estoques naturais. “A proibição da captura desse crustáceo durante a andada constitui-se um importante instrumento para garantir a sobrevivência e comercialização dessa espécie", ressaltou Bruno Dunda.

Segundo a Instrução Normativa nº 8/2013, de 2014, o defeso do caranguejo-uçá (que é o período de reprodução da espécie) acontecerá em quatro períodos:o primeiro acontece de 2 a 7 de janeiro e de 17 a 22 de janeiro; o segundo vai de 31 de janeiro a 5 de fevereiro e de 15 a 20 de fevereiro; o terceiro de 2 a 7 de março e de 17 a 22 de março; e o último de 31 de março a 5 de abril.

Em todos os períodos de defeso do caranguejo novas declarações de estoques deverão ser apresentadas ao Ibama.