Mostrando postagens com marcador Parque Solon de Lucena. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Parque Solon de Lucena. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 5 de abril de 2017

'João Pessoa Carbono Zero' distribui mudas de árvores e lança selo de qualidade

Lançamento acontece neste domingo, no Parque da Lagoa.
 
Lançamento do
Lançamento do "João Pessoa Carbono Zero" acontece no
Parque da Lagoa (Foto: Diogo Almeida/G1) 
 
 
 
O programa "João Pessoa Carbono Zero" será lançado no domingo (9), no Parque da Lagoa. A ação conta com distribuição de mudas de árvores nativas e técnicos estarão à disposição da população para esclarecer dúvidas e outras questões relativas ao programa. Na ocasião, também será lançado o selo de qualidade “Empresa Amiga do Meio Ambiente”.

A campanha da TV Cabo Branco em parceria com a Prefeitura de João Pessoa, lançada em março, para o plantio de 30 mil mudas de árvores em João Pessoa, integra o programa.

A política ambiental de João Pessoa será norteada conforme o programa elaborado pelos técnicos da Secretaria de Meio Ambiente (Semam). O projeto contém as ações da prefeitura para preservação e recuperação do meio ambiente, bem como as diretrizes para a política de desenvolvimento sustentável da cidade para o período 2017 a 2020.

No local de lançamento, a distribuição de mudas de árvores será feita na "Tenda Verde". Já o selo “Empresa Amiga do Meio Ambiente” será o instrumento que a Semam vai utilizar para certificar e reconhecer as empresas e os empreendimentos que cumprirem todas as etapas do licenciamento ambiental.

Carbono Zero
O João Pessoa Carbono Zero contém o detalhamento das ações de preservação e recuperação ambiental da cidade e tem como foco principal contribuir para reduzir as emissões de dióxido de carbono (CO2) produzidas aqui na capital. As ações do programa têm um caráter prático, como atividades de recuperação ambiental das nascentes de rios e áreas degradadas, plantio e distribuição de mudas de árvores nativas e reordenamento de estabelecimentos comerciais da orla da cidade.

Já como parte das ações do Carbono Zero, a Semam promoveu o plantio de 250 mudas de coqueiros na orla do Cabo Branco e no Dia Mundial da Água deu início ao diagnóstico da nascente do Rio Cuiá. Outras ações serão desenvolvidas, como o inventário da emissão dos gases de efeito estufa (GEE). A partir desse inventário, outras ações serão incorporadas, em busca do equilíbrio das emissões poluidoras, para contribuirmos com um ambiente mais limpo e preservado, abrangendo diversos bairros da cidade. 


 

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Ipês amarelos do Centro de João Pessoa voltam a florar em dezembro

27/12/2016 11h38 - Atualizado em 27/12/2016 12h19

Árvores passaram dois anos florando em um período atrasado.
Revitalização do Parque da Lagoa ajudou a corrigir o atraso, diz Semam.

Do G1 PB
Após dois anos acontecendo em um período atrasado, a floração dos ipês amarelos do Parque Solon de Lucena e do Parque Arruda Câmara, a Bica, em João Pessoa, voltou a acontecer na época certa. De acordo com o chefe da divisão de arborização da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Semam), Anderson Fontes, a floração começou no último dia 22, e durante 20 dias vai permanecer colorindo de amarelo o centro da cidade.

Anderson Fontes explica que o clima e o trânsito de pessoas e veículos no Parque Solon de Lucena antes da revitalização contribuíram para o atraso na floração e acredita que o tratamento feito nas árvores do local ajudou a voltar a floração para o período certo.

“Praticamente não existia mais gramado aqui. Com a revitalização, a nova grama fez com que o solo retivesse melhor a água e com que os ipês buscassem melhor os nutrientes. Buscamos fazer novos tratos culturais e ter um cuidado mais minucioso em relação as espécies. O ambiente onde os ipês estão hoje é propício para que eles tenham melhores condições e venham a florar no tempo certo”, explica o diretor.

Segundo os dados da secretaria, no total são 1600 ipês catalogados na capital paraibana, entre amarelos, roxos e rosa. A floração dos ipês das flores rosas e roxas foi no início de dezembro e agora o período é para os amarelos, que concentram 144 unidades apenas no Parque Solon de Lucena.

“Este é realmente um presente de fim de ano, os ipês voltarem a trazer para o pessoense essa floração na época certa. Culturalmente, os ipês amarelos estão para a paisagem de João Pessoa como as cerejeiras estão para o Japão. Quem mora na cidade há muito tempo já sabe que quando está chegando o Natal, além de Papai Noel, vem também as flores amarelas dos ipês”, completa Fontes.


Ipê amarelo florescido no Parque Solón de Lucena, no Centro de João Pessoa, em dezembro de 2016 (Foto: Diogo Almeida/G1)
Ipê amarelo florescido no Parque Solon de Lucena, no Centro de João Pessoa,
em dezembro de 2016 (Foto: Diogo Almeida/G1)


domingo, 23 de agosto de 2015

Naufrágio que matou 35 pessoas na Lagoa de JP faz 40 anos; testemunhas relembram




Acidente aconteceu durante as comemorações do Dia do Soldado e marcou a história da capital paraibana


 
Cidades | Em 22/08/2015 às 17h20, atualizado em 23/08/2015 às 13h24 | Por Amanda Gabriel
 

1 - Jorge Andrade (Divulgação); 2 e 3 - Arquivo
Tragédia na Lagoa completa 40 anos nesta segunda-feira
Tragédia na Lagoa completa 40 anos nesta segunda-feira.
Há exatos 40 anos uma tragédia marcava a história da capital paraibana. Trinta e cinco pessoas, das quais 29 eram crianças, morreram afogadas após o naufrágio de uma embarcação na Lagoa do Parque Solon de Lucena.

Era domingo, dia 24 de agosto de 1975. Centenas de pessoas estavam na área central da cidade para acompanhar os eventos em comemoração ao Dia do Soldado. O Exército Brasileiro havia preparado uma exposição de armas, canhões, viaturas, carros de combate, armadilhas de caça e pesca e galeria de fotos. Mas a atração que chamava mais atenção do público era outra: os passeios nas águas da Lagoa a bordo de uma portada.

Por volta das 17h15, quando a embarcação fazia sua última viagem, houve um alarme de que estaria entrando água no barco – possivelmente por causa de aberturas acidentais – o que gerou pânico, segundo nota divulgada no dia seguinte ao naufrágio pelo 1º Grupamento de Engenharia. O texto dizia que “um grande número de pessoas deslocou-se para frente da portada, fazendo com que ela submergisse”.

O jornalista e escritor Gilvan de Brito era repórter do jornal Correio da Paraíba na época do acidente e fez a cobertura jornalística do acontecimento. A ele, a versão do Exército não convence. 

"Cerca de 200 pessoas estavam na embarcação, apesar da capacidade dela ser de apenas 60 passageiros. Além disso, não era uma barca apropriada para transportar pessoas, mas sim materiais, equipamentos. Nem coletes salva-vidas os militares disponibilizaram, ou seja, fica claro que o que houve ali foi uma negligência. Porém, esses detalhes não foram divulgados na época, já que vivíamos uma ditadura militar e os textos eram censurados caso desagradassem minimamente o governo", diz.

Em conversa com o Portal Correio, o escritor relembra as cenas que testemunhou em 24 de agosto de 1975: “De longe não era possível ver sequer o lastro da embarcação, por causa do grande número de ocupantes da barca. Quando a embarcação já se encontrava em um local mais profundo, as pessoas que estavam em terra começaram a se preocupar porque observaram que o barco estava desaparecendo. Das margens da Lagoa, ouvíamos apelos e gritos vindos do barco”, conta.

Gilvan de Brito relata ainda que, ao perceber que o barco estava afundando, foi até a Rádio Tabajara e lá avisou ao Corpo de Bombeiros sobre o acidente. "Quando cheguei estava acontecendo a transmissão do jogo entre Campinense e CSA, de Alagoas. Interrompemos a narração para comunicar os ouvintes sobre a tragédia e avisamos aos Bombeiros. Em poucos minutos eles chegaram à Lagoa e começaram o resgate das vítimas", lembra.

Policiais militares e pessoas que observavam o passeio também atuaram na operação. A dona de casa Claudecy Ventura, de 57 anos, estava entre as testemunhas da tragédia. Ela recorda o clima de desespero que tomou conta dos presentes no Parque Solon de Lucena.

Apenas um bote inflável prestava socorro às vítimas; multidão observava a operação
Foto: Apenas um bote inflável prestava socorro às vítimas; multidão observava a operação
Créditos: Arquivo/Jornal Correio da Paraíba
“Havia muita gente no entorno da Lagoa. Pessoas que já estavam lá acompanhando o passeio e outras que foram ao local depois de ficar sabendo do acidente. A todo o momento era possível ouvir gritos de pessoas que haviam perdido entes queridos na tragédia. E mesmo quem não conhecia as vítimas ficou bastante comovido, principalmente durante a retirada dos corpos da Lagoa. Foi uma cena muito impactante”, lembra.

Entre as vítimas fatais estava uma vizinha dela e o sargento Reginaldo Calixto, com quem tinha amigos em comum. Ele trabalhava no resgate das vítimas quando foi agarrado por uma jovem e acabou se afogando. Antes de morrer, o militar conseguiu salvar três crianças. O comandante da barca, sargento Edesio Basseto, e o soldado do Exército Carlos Alberto Nóbrega também morreram no acidente.

Morte dos policiais militares foi destaque no Correio da Paraíba
Foto: Morte dos policiais militares foi destaque no Correio da Paraíba
Créditos: Arquivo/Jornal Correio da Paraíba

Luto 
Por causa do clima de comoção que tomou conta da cidade, autoridades decretaram luto oficial. Naquele ano, não houve o tradicional desfile cívico em comemoração à Independência do Brasil. A decisão foi tomada pelo governo do Estado Guarnição Militar, Secretaria da Educação e Cultura e Polícia Militar.

Autoridades decretaram luto oficial e cancelaram desfile de 7 de setembro
Foto: Autoridades decretaram luto oficial e cancelaram desfile de 7 de setembro
Créditos: Arquivo/Jornal Correio da Paraíba

Além do luto, o medo de uma nova tragédia atingiu os pessoenses. "Na época existia um projeto de implantação de pedalinhos na Lagoa, mas isso assustou muito as pessoas. Era falado que um novo acidente iria ocorrer e fazer mais vítimas naquele local. Depois de uma certa polêmica, acabaram desistindo do projeto", destaca Gilvan de Brito.
 
Arranjo de tábuas onde os pedalinhos iriam aportar foi chamado de 'Plataforma para Morte' pela população
Foto: Arranjo de tábuas onde os pedalinhos iriam aportar foi chamado de "Plataforma para Morte" pela população
Créditos: Arquivo/Jornal Correio da Paraíba

Justiça
De acordo com documento divulgado em 2011 pela Comissão de Gestão Documental da Justiça Federal na Paraíba, familiares das vítimas entraram com ações judiciais, visando ao recebimento de indenizações. O direito à reparação foi reconhecido nas decisões dos juízes Francisco Xavier Pinheiro e Ridalvo Costa, que responsabilizaram a União pelo acidente.

“As sentenças fundamentaram-se na teoria da responsabilidade civil objetiva com base no risco administrativo. Para essa teoria é exigida apenas a prova do dano, sem concurso da vítima, provocado por preposto da pessoa jurídica de direito público. A União foi condenada ao pagamento de pensões, segundo critérios definidos em cada situação”, explica o relatório.

Marco histórico
Para o jornalista Gilvan de Brito, não há dúvidas de que o naufrágio na Lagoa figura entre as maiores tragédias já registradas no estado. "Vejo esse como um dos casos mais emblemáticos da nossa cidade. Em termos de dimensão e comoção popular, talvez perca apenas para uma epidemia de cólera, que vitimou cerca de 40 mil pessoas em todo o estado, em meados de 1856".

Ele lembra que o acontecimento foi destaque nos principais jornais e revistas do país. "No mesmo dia do acidente enviei uma matéria para o Diário de Pernambuco e eles tinham uma agência de notícias, então rapidamente vários outros veículos tomaram conhecimento da tragédia e enviaram seus repórteres para cá. Folha de S. Paulo, O Globo, Veja e Manchete foram alguns dos veículos que cobriram esse fato", conta.

O naufrágio na Lagoa do Parque Solon de Lucena também foi relatado no livro 'Opus Diaboli - A Lagoa e Outras Tragédias', escrito pelo jornalista e lançado em 2011.


 

sexta-feira, 31 de julho de 2015

Prazo para retirada de bares e fiteiros de parque na PB termina nesta quinta

30/07/2015 17h12 - Atualizado em 30/07/2015 17h12 

Apesar disso, TV Cabo Branco conferiu que alguns continuam trabalhando.
Eles devem ser relocadas para outros pontos da cidade de João Pessoa.
 
Do G1 PB



Termina nesta quinta-feira (30) o prazo para a retirada dos 21 fiteiros e 42 quiosques do Parque Solon de Lucena, em João Pessoa. No entanto, a TV Cabo Branco conferiu que alguns deles continuam funcionando normalmente. Segundo um dos comerciantes do local, Garcés Filho, realmente o prazo era esta quinta-feira, mas ele não vê necessidade de correria. “Os acordos de retiradas já estão todos feitos,  lá para o dia 13 vão começar as retiradas para os novos locais”, disse ele.
  
O comerciante disse esperar que os doze donos atuais de quiosques da região possam voltar após as obras de revitalização do Parque Solon de Lucena, uma vez que novos estabelecimentos vão ser criados no local, segundo o planejamento da Prefeitura da capital paraibana.
 
Além dos quiosques, os fiteiros, de acordo com a prefeitura, devem ser distribuídos nos mercados públicos e Terminal de Integração do Varadouro, mas também continuavam no local mesmo com o encerramento do prazo. Apesar disso, Reginaldo Julio, que é um dos donos de fiteiros, explicou que todos os donos deste tipo de comércio têm um novo local para ficar, vão sair todos juntos e estão felizes com a situação.
 
Durante o sábado (25) e o domingo (26), a equipe da Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedurb) de João Pessoa trabalhou auxiliando na mudança dos comerciantes e fazendo a demolição dos quiosques.
 
Segundo a Sedurb, a ação de retirar todos os quiosques e fiteiros da Lagoa é necessária para realizar a próxima etapa da obra de urbanização do Parque Solon de Lucena. “Todo esse processo de mudança e adaptação está sendo acompanhado pela Sedurb. Estamos dialogando com os comerciantes e informando a necessidade do procedimento e queremos também contar com a ajuda deles”, ressaltou o secretário adjunto de Desenvolvimento Urbano, José Bezerra, que acompanhou a ação.


 

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Secretaria corta árvores em parque no Centro de João Pessoa

14/05/2015 18h33 - Atualizado em 14/05/2015 18h50
Segundo Semam, quatro árvores foram cortadas por risco de desabamento.
Órgão ressalta que fato da população urinar nas árvores é prejudicial.
 
Do G1 PB
 

Cortadas no parque (Foto: Diogo Almeida/G1 PB)
Árvores foram cortadas no parque (Foto: Diogo Almeida/G1 PB)

O G1 flagrou na tarde desta quinta-feira (14), algumas árvores cortadas no Parque Solon de Lucena, no Centro de João Pessoa. O chefe da Divisão de Arborização e Reflorestamento (Divar) da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Semam), Anderson Fontes, explicou que o corte de quatro árvores foi necessário por causa do risco de desabamento. "Foi um trabalho de prevenção. Elas receberam tratamento contra cupins e outros problemas, porém nada funcionou", contou.
 
Segundo Anderson Fontes, no local havia 723 árvores plantadas e monitoradas diariamente. Destas, quatro foram cortadas na quarta-feira (13). Elas eram das espécies sombreiro, acácias e oitizeiro. "Apesar do trabalho de manutenção, elas não apresentavam melhoras", explicou Anderson.
 
Além disso, o chefe da Divar comentou ser lamentável a falta de cuidado da maioria população que circula pelo local. Na verdade, segundo ele, o fato de muitos urinarem nas árvores é algo muito prejudicial à estrutura das árvores. "Alguns arrancam pedaços delas, porém lamentável mesmo é muitos urinarem. Essa prática prejudica muito a manutenção delas", contou ele.
Fonte

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Florada do Ipê amarelo enfeita Parque Solon de Lucena, em João Pessoa

08/01/2015 16h59 - Atualizado em 08/01/2015 18h13
 
Segundo Semam, oito árvores do gênero estão florindo.
Previsão é que período de floração dure de 20 a 30 dias.
 
Do G1 PB


Ipês amarelos florando no Parque Solon de Lucena, em João Pessoa (Foto: Natália Xavier/G1)
Ipês amarelos no Parque Solon de Lucena,
em João Pessoa (Foto: Natália Xavier/G1)

Os ipês amarelos do Parque Solon de Lucena, em João Pessoa estão florando e chamando atenção da população que passa pela região e tem a oportunidade de contemplar sua beleza. De acordo com o chefe da Divisão de Arborização e Reflorestamento (Divar) da Secretaria de Meio Ambiente (Semam), Anderson Fontes, oito árvores, das 65 desta cor estão florindo nas proximidades do Parque.
 
    População pode contemplar bela do ipê no Parque Solon de Lucena (Foto: Natália Xavier/G1)
    População pode contemplar beleza do ipê que está florando
    ao passar pelo Centro de João Pessoa (Foto: Natália Xavier/G1)
Ainda segundo Anderson, muitas outras árvores já floresceram desde o mês de novembro e dezembro, como as rosas, roxas e brancas, agora restam apenas as amarelas. Ele explicou que o ipês ainda vão florescer por um período de 20 a 30 dias. "Os ipês amarelos são os favoritos da população. As pessoas esperam pela floração o ano todo, para ter a oportunidade contemplar", explicou ele.

Cerca de 1.600 ipês estão cadastrados um banco de dados da Semam, na cidade. As árvores estão distribuídas em canteiros, parques urbanos, praças e calçadas. No mês de setembro de 2014, foram plantadas 50 mudas de ipês no Parque Solon de Lucena e hoje o local possui aproximadamente 120 árvores dessa espécie.

Fonte

 

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Ipês coloridos começam a florescer nas ruas de João Pessoa

26/11/2014 18h06 - Atualizado em 26/11/2014 18h06

Semam já observou 42 ipês roxos e cor-de-rosa florescendo.
Moradores de João Pessoa podem pegar mudas para plantar em casa. 

Do G1 PB

Ipês roxos e cor-de-rosa já floresceram em João Pessoa (Foto: Rizemberg Felipe/Jornal da Paraíba)
Ipês roxos e cor-de-rosa já floresceram em João Pessoa
(Foto: Rizemberg Felipe/Jornal da Paraíba)

Os ipês que chamam atenção no fim do ano em João Pessoa já podem ser observados em vários pontos da cidade. Segundo o chefe da Divisão de Arborização e Reflorestamento (Divar) da Secretaria de Meio Ambiente (Semam), Anderson Fontes, foram observadas 42 árvores deste gênero florescendo na capital paraibana.
Ainda de acordo com Anderson, o período de floração dos ipês é de setembro a dezembro. Neste mês de novembro, em João Pessoa, estão florescendo os de cores rosa e roxa. A previsão da Divar é que os brancos e amarelos floresçam apenas em dezembro.

A Semam tem um banco de dados com cerca de 1.600 ipês cadastrados na cidade. As árvores estão distribuídas em canteiros, parques urbanos, praças e calçadas. No mês de setembro, foram plantadas 50 mudas de ipês no Parque Solon de Lucena e hoje o local possui aproximadamente 120 árvores dessa espécie.

Ipês amarelos devem florescer em dezembro (Foto: Rizemberg Felipe/Jornal da Paraíba)
Ipês amarelos devem florescer em dezembro
(Foto: Rizemberg Felipe/Jornal da Paraíba)
“Perguntamos aos pessoenses qual a árvore símbolo da cidade e os ipês amarelos são os favoritos. As pessoas esperam pela floração o ano todo, para contemplar. Então fizemos esse plantio para respeitar o ipê como sendo a árvore mais significativa para a cidade”, explicou Anderson.

Plantio em casas
O pessoense que quiser ter um ipê em casa pode comparecer ao Viveiro Municipal, localizado no Bairro do Valentina, próximo ao Sesc Gravatá, e solicitar de duas a quatro mudas de várias cores. O interessado vai ter que preencher uma ficha e passar por uma pequena entrevista para que a Semam possa analisar se o local onde a árvore será plantada é apto para receber a espécie.

Se o interessado não foi apto a ter um ipê, ainda pode levar outras espécies que se adequem às condições da casa. Ao todo, são disponibilizadas 2 mil espécies exclusivas da Mata Atlântica, como sibipiruna, pau-brasil, pau de ferro e oitizeiro.

Após a escolha da espécie, o morador é orientado sobre o plantio, o número de vezes que a muda vai precisar de água e até mesmo sobre a poda. Para garantir que a planta seja bem cuidada, técnicos da Semam passam periodicamente na residência para acompanhar se as instruções estão sendo seguidas corretamente.
Fonte

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Parque Solon de Lucena, em João Pessoa, recebe 50 novos ipês

22/09/2014 19h00 - Atualizado em 22/09/2014 19h02 

Em toda a cidade, a Semam tem 547 ipês catalogados.
Mudas têm aproximadamente dois metros e meio de altura. 

Do G1 PB
 
Ipês foram plantados no Parque Solon de Lucena (Foto: Gilberto Firmino/Secom-JP)
Ipês foram plantados no Parque Solon de Lucena
(Foto: Gilberto Firmino/Secom-JP)

O Parque Solon de Lucena, em João Pessoa, ganhou nesta segunda-feira (22) 50 novas mudas de ipês amarelos. O plantio foi feito pela Secretaria de Meio Ambiente de João Pessoa em alusão ao Dia da Árvore, comemorado no domingo (21), e à primavera, que começa às 23h29 desta segunda. Com essas novas árvores plantadas, o Parque Solon de Lucena tem agora 118 ipês. Em toda a cidade, a Semam tem 547 ipês catalogados.
  
As mudas plantadas na ação “Ipês do Amanhã” têm aproximadamente dois metros e meio de altura. Segundo o engenheiro agrônomo e chefe da Divisão de Arborização e Reflorestamento (Divar) da Semam, Anderson Fontes, em três anos, as mudas se tornarão árvores adultas, atingindo cerca de dez metros de altura e deverão dar a primeira floração.

Mas a Semam garante que, antes disso, daqui a um ano, os ipês já estarão contribuindo para diminuir a temperatura da área do Parque Solon de Lucena, pois já terão copa suficiente para fornecer sombra. As mudas serão aguadas todas as manhãs por um caminhão-pipa.

O secretário de Meio Ambiente de João Pessoa, Edilton Nóbrega, ressaltou que o plantio dos ipês amarelos está inserido no Programa João Pessoa Carbono Zero, que está minimizando os impactos ambientais de obras e reformas. “O plantio reforça o nosso compromisso com uma cidade mais verde, com um clima mais ameno e, claro, mais bonita. Uma cidade que contribui com a saúde de seus moradores”, concluiu.

Distribuição de mudas
A partir desta terça-feira (23), a Semam vai estar com a 'Tenda Verde' montada no Parque Solon de Lucena, na área próxima aos pontos de ônibus de Mangabeira, distribuindo 300 mudas de árvores nativas da Mata Atlântica, como sibipiruna, pau-brasil e ipês, incentivando o Desafio Verde.
 
Fonte
 
 

sábado, 13 de setembro de 2014

IAB-PB pede suspensão de obra de reforma da Lagoa em João Pessoa

12/09/2014 17h46 - Atualizado em 12/09/2014 17h46 

Prefeitura só tem autorização para obras de infraestrutura, diz instituto.
Presidente defende concurso público para a escolha do projeto. 

Do G1 PB
 
Segunda fase do projeto de revitalização da Lagoa conta com píer, mirante para exercício e contemplação da natureza, área para apresentações artísticas, teatro de arena e área infantil, entre outros (Foto: Divulgação/PMJP)
2ª fase do projeto de revitalização conta com píer, mirante para exercício
e contemplação da natureza, área para apresentações artísticas,
teatro de arena e área infantil, entre outros (Foto: Divulgação/PMJP)
 
O departamento Paraíba do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB-PB) protocolou, no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado da Paraíba (Iphaep), um pedido de embargo das obras de revitalização e modernização do Parque Solon de Lucena, a Lagoa, em João Pessoa. Segundo o presidente do instituto, Fabiano de Melo, a Prefeitura não tem autorização do Iphaep para realizar reformas no local.
  
Segundo o presidente, existem duas obras, uma de infraestrutura, que é a dragagem da Lagoa, em que estão dando mais profundidade e criando um dreno para evitar que ela transborde com as chuvas, e a outra é a reforma do Parque, que são as imagens que a Prefeitura tem divulgado.
 
"O que foi discutido e autorizado no Iphaep é a reforma de estrutura, a subterrânea. A troca de piso, o píer, as quadras e os equipamentos, o que eles estão chamando de ‘revitalização’ - que é um termo equivocado porque lá já existe vida -, essa reforma em si não foi nem passada para o Iphaep. O que a gente está questionando é como a Prefeitura anuncia uma obra, divulga essas imagens, de um projeto que não chegou nem no órgão que autoriza”, disparou.

Fabiano explicou que todo o Parque Solon de Lucena e o conjunto do Lyceu são tombados e para serem reformados precisam seguir uma série de regras. “Divulgar essas imagens é super leviano. Vamos dizer que eles conversem com o Iphaep e o órgão proíba o deck de madeira. Como a população vai ficar? Ela já recebeu a notícia que vai ter o deck. E não é culpa do Iphaep, é de quem não cumpriu o trâmite necessário, mínimo”, disse.
 
O que a gente está questionando é como a Prefeitura anuncia uma obra, divulga essas imagens, de um projeto que não chegou nem no órgão que autoriza"
Fabiano de Melo,
presidente do IAB-PB
 
O IAB também questiona a autoria do projeto da reforma do Parque Solon de Lucena. Segundo Fabiano de Melo, é necessário que seja feito um concurso público de projetos, com a participação da população. “O IAB no Brasil todo defende que os projetos importantes, de grande escala para a cidade, sejam feitos a partir de uma discussão com a população e não entre quatro paredes por um arquiteto que ninguém conhece e que vai fazer as coisas da cabeça dele”, ressaltou, lembrando da reforma do Parque Zoobotânico Arruda Câmara, a Bica, cujo projeto foi escolhido por meio de um concurso.

“O caso da Lagoa é muito sério porque é o cartão postal da cidade. Por mais que a Prefeitura faça projetos arbitrários, como foi caso da Avenida Beira Rio, o caso da Lagoa é mais grave porque é um símbolo”, comentou.

O G1 entrou em contato com a Secretaria de Planejamento de João Pessoa (Seplan) e a assessoria de imprensa informou que o órgão ainda não foi notificado e que só vai se pronunciar quando tiver oficialmente conhecimento sobre o pedido de embargo.

Projeto da reforma ainda não foi autorizado pelo Iphaep, diz IAB (Foto: Divulgação/PMJP)
Projeto da reforma ainda não foi autorizado pelo Iphaep,
diz IAB (Foto: Divulgação/PMJP)
O projeto
As obras de infraestrutura do Parque Solon de Lucena tiveram início em abril deste ano. A primeira fase do projeto compreende o trabalho de desassoreamento, com a retirada de toneladas de areia e detritos da Lagoa. O objetivo é solucionar os problemas de inundação no período de chuva.

A segunda fase do projeto prevê a construção de um píer às margens da lagoa, um mirante para exercício e contemplação da natureza, área para apresentações artísticas, teatro de arena e área infantil. Ainda está prevista a construção de uma área para o comércio de artesanato e quiosques de alimentação, além de uma área com quadra poliesportiva, vôlei de praia, pista de cooper, pista de skate, ciclovia, local para aluguel de bicicletas e esporte náuticos, como pedalinho, caiaques e canoagem.

A Prefeitura também pretende fazer o reflorestamento do Parque e reforçar a iluminação e a segurança. O investimento total é de R$ 40 milhões, segundo informações da Seplan.
 
Fonte
 
 

domingo, 12 de janeiro de 2014

Emlur coleta 910 toneladas de lixo do Centro de João Pessoa

10/01/2014 - 17:44

Apenas no entorno do Parque Solon de Lucena (Lagoa), são recolhidas 21 toneladas


A Autarquia Especial Municipal de Limpeza Urbana (Emlur) coleta 910 toneladas de lixo, por mês, do Centro de João Pessoa. O levantamento divulgado na manhã desta sexta-feira (10), pela Divisão de Apoio Técnico e Planejamento da Emlur, aponta ainda, que apenas no entorno do Parque Solon de Lucena (Lagoa), são recolhidas 21 toneladas.
 
De acordo com o superintendente, Anselmo Castilho, os serviços de varrição e coleta domiciliar são realizados diariamente, tanto no Parque Solon de Lucena (Lagoa), quanto nas áreas adjacentes. “Para a coleta usamos caminhões compactadores e triciclos de carga, que possuem acesso  com mais facilidade as ruas estreitas e praças”, ressalta o superintendente.

Para evitar o descarte irregular do lixo, por parte da população que transita pelos anéis interno e externo da Lagoa ou aguardam por transporte nas paradas de ônibus, são disponibilizados 42 equipamentos, entre lixeiras e papeleiras. Na turma de varrição, no período diurno, em média 50 agentes de limpeza realizam o serviço no Centro, já no período noturno, cerca de 80 servidores ocupam a função.

Há um ano foi firmado um acordo entre a Emlur e representantes da Câmara de Dirigentes e Lojistas (CDL) de João Pessoa, com o objetivo de garantir que os lojistas possam se organizar e dispensar o lixo nas calçadas de seus estabelecimentos, após as 18h, período que inicia a coleta noturna no Centro, evitando acúmulo.

Outros serviços - Além do recolhimento do lixo e varrição, a Emlur também realiza serviços de desobstrução das galerias do Parque Solon de Lucena, retirando a lama existente, bem como capinação e manutenção nas bordas e na área interna da Lagoa.

Secom-JP


quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Ipês amarelos passam por exames de ultrassom para verificar doenças

Sedurb e Semam monitoram estado de saúde dos ipês da Lagoa do Parque Solon de Lucena com exames de ultrassom. 


Francisco França
Exames fazem parte do programa Poda Programada

Os 86 ipês amarelos que compõem a paisagem do Parque Solon de Lucena (Lagoa), em João Pessoa, estão passando por um processo de monitoramento, através de exames de ultrassom, que fazem uma leitura no interior da planta para verificar o estado de saúde e descobrir se ela apresenta alguma doença. A ação que prevê cuidados específicos de conservação das espécies centenárias foi iniciada na manhã de ontem e faz parte do programa anual 'Poda Programada' da Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedurb) do município, em parceria com a Secretaria de Meio Ambiente (Semam).
De acordo com o engenheiro agrônomo da Divisão de Paisagismo da Sedurb, Anderson Fontes, no ano passado 300 árvores foram avaliadas, por meio do mesmo projeto, onde apenas quatro delas foram diagnosticadas com um elevado grau de risco de tombamento, onde não mais apresentavam possibilidades de tratamento. “Essas quatro árvores eram da espécie castanhola, que devido à situação apresentada foram retiradas do local e substituídas pela espécie sibipiruna, que são árvores nativas da Mata Atlântica”, afirmou.
Anderson Fontes acrescentou que nas demais 296 árvores foram realizados tratamentos, como podas de limpeza, descupinização, aplicação de fungicida à base de cobre e em alguns casos foi feita ainda a dendrocirurgia para tampar os ferimentos da árvore.
Segundo o engenheiro agrônomo, a ação deste ano também vai avaliar 300 árvores em João Pessoa, no entanto, ele estima que todas elas serão no Parque Solon de Lucena (Lagoa).
“Provavelmente, os 300 exames de ultrassom previstos para este ano serão feitos na Lagoa, devido ao projeto de urbanização da área, já anunciado polo atual prefeito”, declarou.
Conforme detalhou Anderson Fontes, na Lagoa existe um legado ambiental com aproximadamente 932 árvores, distribuídas em uma média de 32 espécies.
Ainda de acordo com Anderson Fontes, as árvores passam inicialmente por um estudo exterior, em que através da avaliação do técnico é possível identificar alguns problemas e em seguida é feito o estudo interno (ultrassom). “Depois de termos a avaliação concluída de cada árvore, iniciaremos os tratamentos específicos em cada uma delas, mas somente após este período de floração”, disse ao acrescentar que o exame de ultrassom dura apenas cinco minutos, “a demora maior é na instalação do equipamento”.
Anderson Fontes informou que as árvores mais antigas estão localizadas na região central da cidade, principalmente nas avenidas Getúlio Vargas, Tabajara, Eurípedes Tavares, Epitácio Pessoa, Maximiniano Figueiredo, João Machado, Monsenhor Walfredo Leal e Odon Bezerra, além do Parque Solon de Lucena (Lagoa) e da Praça da Independência. Para concluir, ele fez um alerta à população.
“Queremos reforçar a atenção daqueles que usam as sombras das árvores da Lagoa para descansar, estudar, entre outras atividades, para que também as preservem, pois muitas delas apresentam grandes feridas no tronco, além de outras agressões promovidas pela própria população. Um exemplo dessa interferência humana são os sinais de fogo que encontramos próximo à raiz de algumas delas”, destacou.


 

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Quase 500 ipês de João Pessoa começam a florir

11/01/2013 17h17 - Atualizado em 11/01/2013 17h17 


Capital da Paraíba possui 497 ipês cadastrados pela prefeitura.
Floração dos ipês acontece entre os meses de setembro e dezembro.
 

Do G1 PB

 
Ipês do Parque Solon de Lucena começaram a florir (Foto: Divulgação/Secom-JP)
Ipês do Parque Solon de Lucena começaram a florir
(Foto: Rafael Passos/Secom-JP)

Os ipês característicos de João Pessoa começaram a florir e colorir a cidade neste mês de janeiro. Ao todo, há 497 árvores dessa espécie cadastradas pela Prefeitura espalhadas pela cidade, formando um belo cartão postal. Monitorados pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semam), os ipês podem ser encontrados em diversas áreas da Capital, como o Parque Solon de Lucena, a Praça da Independência, o Parque Arruda Câmara e a Mata do Buraquinho, além de calçadas, praças e canteiros.

No Parque Solon de Lucena se concentram 86 ipês amarelos, que são os mais comuns de João Pessoa. A espécie ganhou até um bairro em sua homenagem – o Bairro dos Ipês, localizado na região norte de João Pessoa.

 (Foto: Divulgação/Secom-JP)
Tapete de pétalas deixado pelos ipês amarelos
(Foto: Rafael Passos/Secom-JP)
“A natureza ‘decorou’ João Pessoa da forma mais bonita possível. Eu sempre me encanto quando vejo esses ipês floridos e o tapete de pétalas que eles deixam no chão”, disse o servidor público Joel Alvarenga, que mora em Brasília e atualmente curte férias em João Pessoa.

Período de Floração
De acordo com o chefe da divisão de Arborização e Reflorestamento da Semam, Anderson Fontes, o período natural de floração dos ipês acontece entre os meses de setembro e dezembro. No entanto, segundo ele, pode ocorrer atraso na floração quando o ano é seco na região ou quando as árvores são afetadas pelos problemas da urbanização.


Ipês também floriram na Praça da Idependência (Foto: Divulgação/Secom-JP)
Ipês também floriram na Praça da Idependência
(Foto: Rafael Passos/Secom-JP

sábado, 5 de janeiro de 2013

Ipês da Lagoa não floram

Plantados no Parque Solon de Lucena, no Centro de João Pessoa, ipês não floriram este ano; poluição e calor podem ter contribuído. 


 

Felipe Gesteira
Apenas algumas árvores floriram de forma tímida em pontos isolados

De setembro a dezembro, os moradores de João Pessoa sempre se encantavam com a florada dos Ipês roxo, rosa e amarelos do Parque Solon de Lucena, mais conhecida como a Lagoa, que enfeitavam o centro da cidade. No entanto, nos últimos anos, apenas algumas árvores floriram de forma tímida em pontos isolados do local.
Segundo o chefe da Divisão de Arborização e Reflorestamento da Secretaria de Meio Ambiente (Semam) da capital, Anderson Fontes, o tempo seco e a poluição podem ser as causas da não floração das árvores.
“Não existe conclusão científica sobre o assunto, mas estudos mostram que os ipês plantados em locais urbanos sofrem bastante influência do calor excessivo, dos gases poluentes liberados pelos carros e pela falta de nutrientes no solo. Este é o cenário em que estão inseridas as árvores da Lagoa. Desde 2010 os ipês do Centro de João Pessoa não têm uma florada plena”, disse Anderson Fontes.
Ele disse, ainda, que as árvores que estão em locais de reserva, como a Mata do Buraquinho e no Parque Zoobotânico Arruda Câmara, a Bica, já tiveram sua floração no período correto.

De acordo com Anderson Fontes, a Secretaria de Meio Ambiente faz a catalogação destas árvores.
O chefe da Divisão da Arborização e Reflorestamento da Secretaria de Meio Ambiente, disse, ainda, que várias cidades do Nordeste também sofrem com a não floração dos ipês quando o clima esquenta.
“Não é um caso isolado de João Pessoa, não. Várias cidades nordestinas que tem ipês em solos urbanos, sem a proteção climática das demais árvores, sofrem com o clima quente. Com a experiência que eu tenho no estudo dos Ipês, acredito que as árvores do centro de João Pessoa não vão florar este ano”, disse chefe da Divisão da Arborização e Reflorestamento da Semam.


 

Seca e poluição podem ter impedido floração dos ipês em João Pessoa

05/01/2013 10h01 - Atualizado em 05/01/2013 10h02

Florada das árvores acontece de setembro a dezembro. 
Ipês fazem parte do cartão-postal de João Pessoa.
 

Do G1 PB com Larissa Keren
Desde 2010 os ipês do centro de João Pessoa não têm uma florada plena (Foto: Felipe Gesteira/Jornal da Paraíba)
Desde 2010 os ipês do centro não têm uma
florada plena
(Foto: Felipe Gesteira/Jornal da Paraíba)
De setembro a dezembro, os moradores de João Pessoa sempre se encantavam com a florada dos Ipês roxo, rosa e amarelos do Parque Solon de Lucena, mais conhecida como a Lagoa, que enfeitavam o centro da cidade. No entanto, nos últimos anos, apenas algumas árvores floriram de forma tímida em pontos isolados do local.

Segundo o chefe da Divisão de Arborização e Reflorestamento da Secretaria de Meio Ambiente (Semam) da capital, Anderson Fontes, o tempo seco e a poluição podem ser as causas da não floração das árvores.

“Não existe conclusão científica sobre o assunto, mas estudos mostram que os ipês plantados em locais urbanos sofrem bastante influência do calor excessivo, dos gases poluentes liberados pelos carros e pela falta de nutrientes no solo. Este é o cenário em que estão inseridas as árvores da Lagoa. Desde 2010 os ipês do Centro de João Pessoa não têm uma florada plena”, disse Anderson Fontes.
Ele disse, ainda, que as árvores que estão em locais de reserva, como a Mata do Buraquinho e no Parque Zoobotânico Arruda Câmara, a Bica, já tiveram sua floração no período correto.

De acordo com Anderson Fontes, a Secretaria de Meio Ambiente faz a catalogação destas árvores.
O chefe da Divisão da Arborização e Reflorestamento da Secretaria de Meio Ambiente, disse, ainda, que várias cidades do Nordeste também sofrem com a não floração dos ipês quando o clima esquenta.

 “Não é um caso isolado de João Pessoa, não. Várias cidades nordestinas que tem ipês em solos urbanos, sem a proteção climática das demais árvores, sofrem com o clima quente. Com a experiência que eu tenho no estudo dos Ipês, acredito que as árvores do centro de João Pessoa não vão florar este ano”, disse chefe da Divisão da Arborização e Reflorestamento da Semam.




terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Palmeiras imperiais pegam fogo no Centro de João Pessoa

04/12/2012 17h00 - Atualizado em 04/12/2012 17h00


Corpo de Bombeiros não descarta possibilidade de incêndio criminoso.
Árvores ficaram completamente destruídas pelas chamas.
 
Do G1 PB

Corpo de Bombeiros não descarta incêndio criminoso (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Corpo de Bombeiros não descarta incêndio
criminoso (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Três palmeiras imperiais pegaram fogo na tarde desta terça-feira (4) na Lagoa do Parque Solon de Lucena, no Centro de João Pessoa. De acordo com informações do subtenente Adriano Arcanjo, do Corpo de Bombeiros, a causa do incêndio pode ter sido um curto-circuito no sistema de luzes colocado para ornamentação de Natal.

Segundo Adriano Arcanjo, as árvores foram destruídas pelo incêndio. “No entanto, eu acredito que elas não irão morrer. Mas creio que a recuperação delas vai demorar bastante”, pontuou.
 
O subtenente disse ainda que não descarta a possibilidade de o incêndio ter sido criminoso. “Pode ter sido um curto-circuito, mas também há a possibilidade de alguém ter colocado fogo nas árvores”, explicou.
 
As palmeiras foram fotografadas por uma guarnição do Corpo de Bombeiros para que seja feita uma perícia com o objetivo de se descobrir a real causa do incêndio.


 

domingo, 15 de julho de 2012

Justiça manda retirar 21 barracas

Mas ainda é possível esbarrar em carrinhos de ambulantes no meio das ruas, dificultando o tráfego de pessoas.


Manter as calçadas livres para a passagem de pedestres na Lagoa é uma prerrogativa da Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedurb). Mas, por enquanto, ainda é possível esbarrar em carrinhos de ambulantes no meio das ruas, inclusive as mais movimentadas, dificultando o tráfego de pessoas. Cenas que podem ser vistas nas proximidades da loja de departamento C&A Modas e do Hiper Bompreço, para não citar os demais pontos.
O secretário Américo Falcão disse que o trabalho de ordenamento na Lagoa é feito a todo tempo. “Estamos com agentes nas ruas, orientados a pôr em prática uma política educativa de abordagem para garantir a acessibilidade e a livre passagem dos pedestres”, declarou. O secretário admitiu que isso ainda não é realidade no Centro de João Pessoa, mas disse que os agentes procuram conscientizar os ambulantes sobre a importância e necessidade de manter livres as calçadas.
Falcão também falou da retirada de 21 barracas do Parque Sólon de Lucena, conforme decisão judicial de 22 de junho. “O prazo vai expirar em 90 dias e as barracas, dessa vez, terão de sair”, afirmou o secretário. A 'queda de braço' entre ambulantes e prefeitura se estende há mais de dois anos. Conforme Falcão, os ambulantes serão relocados para boxes no Centro Comercial do Varadouro”, informou. A decisão foi proferida pelo desembargador José Ricardo Porto.


Violência assusta quem precisa passar no local

Cartão postal que tanto encanta turistas pelo Brasil afora tem outro significado para os pessoenses: insegurança.




O cartão postal que tanto encanta turistas pelo Brasil afora tem outro significado para os pessoenses: insegurança. A Lagoa, ao longo dos anos, não ficou imune à violência urbana e se tornou palco de pequenos assaltos em plena luz do dia. Comerciantes da área revelam que o consumo de drogas ocorre sem cerimônia, a qualquer hora. Sem contar os casos de agressão e de homicídio já registrados no local.
Quem precisa pegar ônibus no local sabe que o cuidado tem de ser redobrado para que não seja alvo de assalto. À medida que escurece, a sensação de insegurança aumenta. Os funcionários das lojas reclamam da falta de policiamento na Lagoa, o que favorece a ação de bandidos e de adolescentes infratores. “Vou rezando até a parada de ônibus. Sempre que possível, espero outros colegas para não ir sozinha, tenho medo”, declarou a comerciária Flávia Lima.
O presidente da Associação dos Comerciantes e Ambulantes da Lagoa, Juarez Pereira, disse que a falta de iluminação em alguns postes acaba trazendo mais violência para o Parque Sólon de Lucena a partir das 18h. “É assalto a toda hora, mas o problema fica pior ao anoitecer, quando o fluxo de pessoas diminui no local”, declarou.
Uma reclamação recorrente na Lagoa, conforme o presidente da associação, é a falta de policiais. “É muito precário o policiamento por aqui, pode perguntar para a população”, denunciou. Segundo ele, o único posto policial instalado no parque, nas proximidades da parada de ônibus, quase sempre está fechado, o que revolta ainda mais as pessoas que passam pelo local. “O posto é só de enfeite”, disse Juarez, pedindo providências das autoridades. No dia em que a reportagem esteve na Lagoa o posto estava aberto e havia pelo menos seis policiais fazendo rondas.
Uma ambulante que não quis se identificar disse que passou a ir embora mais cedo porque não se sente segura na Lagoa. “Aqui é muito perigoso. O posto policial não tem hora certa para abrir e aí os bandidos se aproveitam para assaltar as barracas e o pessoal que espera ônibus”, denunciou. A dona de casa Marlene Diniz também disse se sentir insegura na Lagoa. “Só a proteção de Deus para nos livrar do mal”, opinou.



No inverno é comum a Lagoa transbordar

Veículos ficam impedidos de circular pelo anel interno e o fluxo de pessoas se concentra na parte do anel externo.




Toda vez que chove, uma cena se repete bem no coração da cidade. Algumas horas de chuva e a Lagoa transborda, causando sérios transtornos à população. O local fica praticamente intransitável. Os veículos ficam impedidos de circular pelo anel interno e o fluxo de pessoas se concentra na parte do anel externo. Uma situação que já não causa surpresa, mas que não tem previsão de conserto.
De acordo com o secretário Marcelo Cavalcanti, da Seinfra, a causa do problema está em um canal feito pelo engenheiro Saturnino de Brito (o qual fez grandes obras de drenagem em João Pessoa). “Em determinado ponto da drenagem, nas imediações do viaduto Damásio Franca com a rua General Osório, houve um afundamento da galeria, o que provoca o estrangulamento da rede”, destacou.
Conforme o secretário, foi elaborado um projeto para tentar solucionar o transbordamento da Lagoa, mas que está sendo repensado. “A execução dele é bem difícil por conta do percurso.
Estamos estudando outra possível solução menos traumática”, afirmou Cavalcanti.
Em relação às calçadas esburacadas, o secretário disse que a conservação é feita a todo tempo, sem interrupções, mas que os projetos de urbanização são de responsabilidade da Seplan.
Entretanto, o secretário responsável por essa pasta, Aldo Prestes, até o fechamento desta edição, não atendeu às ligações para dar sua versão sobre o assunto.


Projetos para Lagoa não são executados

Lagoa sofre com os mesmos problemas de décadas passadas; muitas obras já foram anunciadas, mas poucas saíram do papel.


Rizemberg Felipe

Um cartão postal abandonado. É essa a impressão de quem passa pela Lagoa do Parque Sólon de Lucena, no Centro de João Pessoa. A estrutura precária, o trânsito desordenado e a violência mostram que o local ainda sofre com os mesmos problemas de décadas passadas. Muitas obras já foram anunciadas, como a passagem exclusiva para ônibus no anel interno e a reurbanização do local, mas na prática, pouca coisa saiu do papel.
Pela demora na execução dos projetos de melhoria, a população parece desacreditada quando o assunto em questão é a Lagoa.
As secretarias de Planejamento (Seplan), Desenvolvimento Urbano (Sedurb) e Infraestrutura (Seinfra) da Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) não têm previsão de projetos a curto ou médio prazo para o Parque Sólon de Lucena e, algumas vezes, chegam a divergir sobre o que é melhor para o local.
Um dos grandes projetos anunciados para a Lagoa foi anunciado no ano passado, pelo prefeito Luciano Agra. O 'Caminho Livre' prevê a diminuição do fluxo de veículos que convergem para a Lagoa, além da remoção do tráfego no anel interno, que seria destinado apenas para ônibus. Os demais veículos passariam pelo anel externo. Um ano após o anúncio, nada foi feito e o trânsito na Lagoa, principalmente na hora do rush continua caótico, com vias congestionadas e motoristas estressados.
Conforme explicou o superintendente Nilton Pereira, da Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob), a parte de estudos já foi concluída, e que a execução é de responsabilidade da Seinfra.
“O que cabia à nossa pasta já foi feito, agora é com a Seinfra, que precisa licitar e executar a obra”, declarou. Por sua vez, o secretário Marcelo Cavalcanti, da Seinfra, disse que recebeu o projeto, mas que ainda não há previsão para concretizá-lo.
O trânsito é apenas um dos pontos a serem resolvidos na Lagoa. A estrutura precária, com calçadas esburacadas e grades quebradas é outro motivo de reclamação entre comerciantes e a população em geral. “Acho que deveriam fazer uma obra aqui na Lagoa, porque a gente percebe um local abandonado, sem cuidado nenhum”, disse o comerciante André Pereira, que há dez anos vende óculos de sol na Lagoa.
A manicure Jaqueline Santiago, que trabalha em um salão de beleza nas proximidades, também lamenta as condições estruturais do local. “Parece que a Lagoa é um problema sem solução. Muito se discute, mas nada é feito, nem acredito mais que um dia isso vai mudar”, declarou. As calçadas quebradas acabam sendo um problema ainda maior para quem tem alguma dificuldade de locomoção.
O presidente da Associação dos Comerciantes e Ambulantes da Lagoa, Juarez Pereira, reclamou da precariedade da estrutura.
Disse ainda que a associação tenta, junto à prefeitura, uma solução, mas que por enquanto nada foi realizado. “A associação fez alguns reparos nas calçadas, mas foi apenas um paliativo”, frisou.



terça-feira, 19 de junho de 2012

Prefeitura retira árvore caída na Lagoa

19/06/2012

 
A Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedurb) foi acionada na manhã desta terça-feira (19) para retirar uma árvore de grande porte que caiu no anel externo do Parque Solón de Lucena, em decorrência das fortes chuvas do início do dia. Também participaram da operação, técnicos da Secretaria de Meio Ambiente (Semam) e dez agentes da Superintendência de Mobilidade Urbana (Semob). Outra árvore caiu na Rua Gouveia Nóbrega, no Bairro do Tambiá, mas a limpeza já foi realizada e o trânsito foi liberado no final desta manhã.

De acordo com Anderson Fontes, engenheiro agrônomo da Sedurb e coordenador da operação, no Parque Sólon de Lucena foi feita a retirada e trituração dos galhos que estavam ocupando a pista e a remoção do tronco da árvore para a liberação do trânsito dos veículos e dos pedestres. “A operação conta com 15 funcionários da Sedurb entre a retirada de galhos e trituração para a limpeza imediata do local”, explicou.

Para a limpeza do local, a Semob interditou durante toda a manhã a Avenida Santo Elias e a descida da Avenida Barão do Abiaí em direção a Lagoa do Parque Sólon de Lucena. Segundo o coordenador da operação, quatro carros foram atingidos pela queda da árvore, mas não houve nenhum ferido.