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sábado, 19 de janeiro de 2013

Apicultura é fonte de renda em assentamento no Brejo paraibano

Sábado, 19 de janeiro de 2013 17h24

Fonte: Da Redação com Secom/PB

Foto: Secom/PB
A produção de mel de abelhas traz novas perspectivas para agricultores familiares no Brejo paraibano. No assentamento Socorro, em Areia, a atividade ganha uma dimensão ainda maior porque está se tornando a principal fonte de renda para muitos trabalhadores. Um exemplo de sucesso é o caso do assentado José Geraldo Trajano.

Ele exerce as atividades agrícolas em uma área de seis hectares, mas foi somente há três anos que iniciou o projeto de apicultura. Trabalha com 180 colmeias com uma produção de 60 quilos. José Geraldo considerou uma excelente produtividade e ficou tão animado que já pensa em dedicação exclusiva.

Sua história com a apicultura começou há alguns anos quando, por recomendação de médica, seu filho passou a consumir mel da abelha uruçu. O mel dessa espécie, além de muito saboroso, dá um excelente retorno. Em épocas favoráveis, a produção chega a 10 litros/ano/colônia.

“Pensamos, inclusive, em trabalhar exclusivamente com a criação de abelhas uruçu”, disse. O mel da abelha uruçu, devido suas potencialidades medicinais, tem um alto valor comercial. “Um livro de mel de uruçu está sendo comercializado em média a R$ 50,00”, completa.

Destacando o apoio recebido do Governo do Estado, por meio da Emater, cujo projeto foi acompanhado pelos escritórios local e regional de Areia, o financiamento inicial foi para 20 colmeias. Os técnicos enfatizam que as acomodações foram adaptadas em uma antiga residência, que depois foi ampliada com a construção de um galpão.
 

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Seca mata até abelhas e reduz em 80% produção de mel no Estado


03/12/2012 às 09:59

 
Um fenômeno atípico observado nos últimos meses na Paraíba está preocupando os apicultores do Estado. Cerca de 70% dos enxames de abelhas abandonaram suas colméias por conta da seca que assombra o Sertão, o Cariri, o Curimataú e até o Brejo paraibano. A estiagem dizimou a florada, o que impõe uma queda de até 60 toneladas na produção anual.

Os dados apontam números decrescentes da produção de mel em algumas cidades, como é o caso de Catolé do Rocha (localizada no Sertão, a 411 km de João Pessoa). Considerada pelos criadores de abelhas o município com maior potencial de produção da Paraíba, sua arrecadação em 2012 ainda não ultrapassou a margem de 40 toneladas de mel, número bem inferior aos anos anteriores, onde os produtores alcançavam a marca de 150 toneladas do produto anualmente.

Já no Brejo paraibano - região que tradicionalmente não enfrenta problemas com falta de água -, cerca de 70% dos enxames abandonaram suas colméias por conta da seca. Em Bananeiras e cidades circunvizinhas, que possuem a média de 150 criadores de abelhas, a escassez de água frustra o desenvolvimento da agricultura, por conta disso, as abelhas não encontram alimentos para se manterem e saem em busca de sobrevivência.

A confirmação deste fenômeno veio do presidente da Associação Paraibana de Apicultura, Caetano José de Lima. “As abelhas estão abandonando as colméias porque não encontram alimentos nas cidades atingidas pela seca. Temos cidades que das 50 toneladas de mel que produziam por ano, arrecadaram apenas 15, em 2012”.

Diante da situação, os apicultores paraibanos encaminharam à Confederação Brasileira de Apicultura, uma solicitação para inserção da discussão do problema, na pauta do encontro anual entre a CBA e o Ministério da Agricultura. “Precisamos de políticas públicas para o Nordeste, que auxiliem os apicultores durante os meses de estiagem. Vamos solicitar esta discussão também ao Governo do Estado da Paraíba”, conclui o presidente.

A imigração e a morte das abelhas devem influenciar a produção de mel em toda a Paraíba. Estima-se uma queda superior a 80% na produção de mel. São projeções da Cooperativa Regional dos Produtores Rurais (Coaprodes), sediada em Bananeiras.

Em 2011, a Paraíba produziu 303 toneladas de mel, 12,2% a mais do que o ano anterior, segundo a Pesquisa Municipal Agropecuária do IBGE.  

Redação com Polyanna Sorrentino





sábado, 7 de abril de 2012

Enxame de abelhas mata aposentado


Segundo o relato de moradores da comunidade ao Corpo de Bombeiros, a vítima havia saído de casa para 'retirar' um enxame de abelhas e foi atacado pelos insetos.

 



Um enxame de abelhas causou a morte de um aposentado de 84 anos, no Sítio Serrote das Flores, na zona rural do município de São José de Piranhas, no Alto Sertão do Estado. O fato aconteceu na manhã de ontem. Segundo o relato de moradores da comunidade ao Corpo de Bombeiros, a vítima havia saído de casa para 'retirar' um enxame de abelhas e foi atacado pelos insetos.
 
Ao perceberem a ausência do aposentado, familiares iniciaram buscas, mas já o encontraram quase sem vida. Próximo ao corpo, havia abelhas da espécie 'italiana'. Zacarias Vicente Rodrigues ainda chegou a ser socorrido por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para o hospital do município, mas não resistiu aos ferimentos.
 
O aposentado apresentava dezenas de picadas pelo corpo, além de inchações expostas. Equipes do Corpo de Bombeiros também foram ao local, que fica a cerca de 10 quilômetros da zona urbana de São José de Piranhas.
  
Fonte