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quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Cobra resgatada é levada para Parque Arruda Câmara, em João Pessoa

14/12/2016 18h21 - Atualizado em 14/12/2016 18h22
Espécie píton foi resgatada em Santa Rita e está no serpentário.
Entrada no Parque custa R$ 2, de terça-feira a domingo.

Do G1 PB
  

Cobra foi resgatada em Santa Rita, na Paraíba, e leva para exibição na Bica, em João Pessoa (Foto: Patrícia Cantisani/Divulgação)
Cobra foi resgatada em Santa Rita, na Paraíba, e leva para exibição na Bica, em João Pessoa
(Foto: Patrícia Cantisani/Divulgação)

Uma cobra píton albina foi resgatada pela Polícia Ambiental e foi levada para o Parque Zoobotânico Arruda Câmara (Bica), nesta quarta-feira (14), em João Pessoa. O animal foi encontrado em Santa Rita e, por ser exótico, não é possível soltá-lo no meio ambiente. A entrada no serpentário é gratuita.
O espaço fica aberto de terça a domingo, das 8h às 17h, com bilheteria até 16h (horário local). A entrada custa R$ 2 por pessoa e crianças até 7 anos e idosos não pagam.

A cobra encontrada é uma serpente não venenosa, que se alimenta de aves e pequenos mamíferos.
A píton está entre as cinco maiores do mundo, podendo atingir até seis metros e pesar 90kg. Devido a sua coloração chamativa, branca e amarela, é uma presa fácil para predadores e, por isso, é rara de ser encontrada na natureza.

Segundo o médico veterinário da Bica, Thiago Nery, atualmente o serpentário do Parque Arruda Câmara conta também com uma sucuri, duas surucucu do pantanal, quatro corn snakes, duas king snakes, uma falsa coral, uma suaçuboia, duas salamantas, uma jiboia, duas cascavéis e três pítons, sendo uma delas a albina. O ambiente também possui luzes ultravioletas, próprias para répteis.

“O serpentário é um dos locais mais procurados pelos visitantes do parque. Toda a visita é acompanhada por nossa equipe, que orienta sobre certos comportamentos, como, por exemplo, que os visitantes não toquem nos vidros dos recintos para não estressar os animais, já que as serpentes sentem vibração”, explicou.

Os animais do serpentário têm origens variadas. Alguns são doações de criadouros conservacionistas legalizados, como o de Recife, em Pernambuco, que é o caso das corn snakes e das king snakes. Já a sucuri e a cascavel foram trazidas do zoológico do Piauí, e a outra cascavel veio do aquário de Natal, no Rio Grande do Norte. As demais serpentes foram apreensões de tráfico ou resgatadas pela Polícia Ambiental.



segunda-feira, 14 de julho de 2014

Elefanta Lady é transferida para novo recinto no Parque Arruda Câmara


Elefanta Lady é transferida para novo recinto no Parque Arruda Câmara
Assessoria
Após quase 40 anos realizando apresentações em circos e percorrendo o país em containeres, a elefanta Lady passou a morar em um recinto projetado especialmente para ela desde a manhã desta segunda-feira (14). O novo ambiente, construído no Parque Zoobotânico Arruda Câmara (Bica), foi projetado levando em conta todos os requisitos necessários para proporcionar maior tranquilidade, segurança e bem-estar ao animal. O evento para marcar a entrega do ambiente acontecerá nesta terça-feira (15), às 9h. 
 
A Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) está proporcionando ao animal um espaço com quase 2 mil metros quadrados. O local oferece área para banho de sol, caminhadas, tanque, ambiente para cambiamento e, caso o animal não queira se expor, uma área de escape, revestida em madeira para garantir condições climáticas ideais e também privacidade e sossego.

Segundo Edilton Nóbrega, secretário de Meio Ambiente do município, o recinto foi construído dentro de um modelo que leva em conta o maior conforto para o animal. “Ela não vai se sentir presa, dentro de uma jaula, pois há um grande espaço para passear, protegida por troncos de madeira, além de uma área coberta. O local é bonito aos olhos de quem visita e, acima de tudo, confortável para o animal, pois é essa a nossa intenção, oferecer bem-estar à elefanta”, afirmou.

A construção do novo ambiente seguiu orientações da ONG norte-americana Global Sanctuary for Elephants e foi aprovado por especialistas, obedecendo às regras da legislação ambiental. A nova casa foi projetada de maneira que os visitantes da Bica possam apreciar Lady sem interferir na qualidade de vida dela, preservando uma distância que oferece segurança, tanto para o visitante, quanto para o animal.

Ao chegar ao parque, o animal passou por um período de adaptação em um recinto provisório até a conclusão da nova moradia e, para a segurança dos visitantes e do próprio animal, a elefanta não ficou exposta à visitação pública. Enquanto o local era construído, Lady recebia todos os cuidados de biólogos e veterinários. A elefanta também teve toda a atenção do setor nutricional do parque e já engordou mais de 500 quilos com a dieta balanceada que é oferecida diariamente a ela. Com isso, o animal passou a pesar quatro toneladas.

Ao todo são 160 quilos diários de alimento distribuídos em cinco refeições, sendo três a base de frutas e duas de capim, além de uma ração concentrada de farelo de trigo e sal mineral, dada três vezes por semana. A dieta também é composta por uma grande ingestão de água.

Jair Azevedo, diretor do Parque Arruda Câmara, explicou que além da estrutura física, Lady continuará tendo todo o acompanhamento nutricional e médico veterinário. “Fazemos o possível para proporcionar bem-estar, não só para ela, mas para todos os animais que vivem no parque. Esse cuidado vai além da parte física, pois eles têm acompanhamento médico- veterinário e nutricional, aspectos importantes na manutenção do bem-estar do animal que está em cativeiro”, ressaltou.

Diversas cidades brasileiras demonstraram interesse em receber o animal, mas Lady ficará definitivamente em João Pessoa, que foi escolhida pela qualidade do clima e pelo compromisso assumido pela PMJP de oferecer ao animal toda a infraestrutura que necessita para desfrutar de uma ‘aposentadoria’ com tranquilidade, segurança e bem-estar. “Esse é mais um exemplo de trabalho e coragem da gestão do prefeito Luciano Cartaxo”, enfatizou Edilton Nóbrega, ao falar do esforço para garantir a estrutura necessária ao bem-estar do animal.

O tratador de Lady, Maércio Neves, também está se aposentando. Ele cuidou do animal por quase 40 anos e se considera “pai” da elefanta. “Durante vários anos acompanhei Lady, que tem temperamento dócil”, afirmou.

Origem – Nascida em cativeiro, a elefanta Lady passou os últimos anos como uma das principais atrações do Circo Europeu Internacional, até ser doada à Prefeitura Municipal de João Pessoa. A Secretaria de Meio Ambiente, com isso, preparou o Parque Zoobotânico Arruda Câmara – Bica para receber, pela primeira vez, um animal deste porte. Lady está atualmente com 40 anos e a expectativa de vida de um elefante varia de 80 a 100 anos.

Fonte
 
  

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Criação de animais em zona urbana é problema

Apesar da proibição, moradores de diversos bairros da capital insistem em criar porcos, vacas e cavalos em locais indevidos. 





Walter Paparazzo
Em toda a cidade é possível observar criações irregulares de animais de grande porte
 
Criações de animais como porcos, vacas e cavalos em zona urbana são situações recorrentes em João Pessoa. Apesar da proibição, assegurada pelo Código de Posturas de João Pessoa em seu artigo 213, não é difícil encontrar vacarias e pocilgas pela cidade. Somente no ano passado, a Secretaria de Meio Ambiente (Semam) recebeu quase 200 denúncias. Para averiguar situações como essas, a Semam e a Autarquia Especial Municipal de Limpeza Urbana (Emlur) realizam fiscalizações constantes.
 

Além de estar em local indevido, transformando moradias urbanas em pequenas 'ilhas de zona rural', as criações de animais que não são domésticos em casas da zona urbana afetam moradores vizinhos, que, sem outra opção, têm que conviver com mau cheiro e, às vezes, até com doenças oriundas de animais que se proliferam devido à sujeira.

Essa é a situação vivida pela aposentada Maria das Mercês Marcelino. Ela mora há quatro meses no bairro do Rangel, ao lado de uma casa que possui uma criação de porcos. Para ela, um dos maiores problemas é o constrangimento devido ao mau cheiro. “Quando chega alguém aqui em casa, eu fico é com vergonha. Quando chove por aqui é ainda pior, porque é uma catinga que não tem quem aguente”, declarou.

A aposentada disse que quando foi morar próximo à casa que ocasiona todo esse constrangimento não imaginava que seria tão ruim assim. “Desde que eu cheguei aqui ele já tinha esse chiqueiro. Mas parece que a catinga está cada vez pior, às vezes a gente não consegue nem comer quando tá com mau cheiro. Os porcos dele ficam dentro de casa, mas é terrível pra gente”, comentou.

Em frente à sua casa mora a sua nora, a dona de casa Itamiris dos Santos. Ela revelou que toda a sujeira oriunda da pocilga deságua atrás da casa da sua sogra. “A lama do chiqueiro cai atrás do quarto da minha sogra. Vira e mexe ela fica doente e deve ser mesmo por causa disso”, acrescentou.

As moradoras do bairro do Rangel não são as únicas a sofrerem com o problema. Em toda a cidade é possível observar criações irregulares de animais de grande porte que, de uma forma ou de outra, incomodam as pessoas que moram nas redondezas.

No bairro do Cristo encontramos outro exemplo de criação irregular de animais. Uma das moradoras vizinhas à criação, a doméstica Fátima Moraes, afirmou que já sofreu muito com o mau cheiro e no período de chuva é ainda pior. Ao ser indagada sobre a não realização de uma denúncia, ela afirmou que nunca quis se indispor com os vizinhos.

“Isso até que não me incomoda muito mais. Eu cheguei aqui há três anos e já tinha essa criação. Eu não quero ter um mau vizinho, então não pretendo arrumar confusão por besteira. Na chuva é um pouco ruim, mas a gente já acostumou até”, declarou.

O secretário da Semam, Edilton Nóbrega, informou que o problema começou a surgir com a expansão da zona urbana da capital. “Muitas propriedades mudaram sua função devido à expansão da cidade, mas, apesar desse crescimento, muitas propriedades continuam funcionando com o mesmo fim que quando pertenciam à zona rural”, afirmou.

De acordo com a assessoria de comunicação da Semam, o Código de Posturas de João Pessoa, no artigo 213, deixa claro que é vedada a criação ou manutenção de quaisquer animais na área urbana, exceto os domésticos, os mantidos em zoológicos, reservas florestais e áreas especiais de preservação, devidamente licenciado. E, para garantir o cumprimento do artigo, o órgão recebe denúncias e se dirige ao local para averiguar a situação.

Segundo o secretário, quando alguma denúncia é direcionada ao órgão ou a situação é constatada em operações de campo, a propriedade é autuada e embargada. Dependendo da situação, caso não esteja ocasionando muitos danos ao meio ambiente, a Semam dá um prazo ao proprietário da localidade através de um Termo de Ajustamento de Conduta.

“Nós vemos o impacto causado àquela localidade, se tem área de infiltração, tratamento de esgoto. São ações conjuntas, não somente da Semam, para observar todo o impacto e tomar providências com relação a essas situações”, concluiu.

Além da Semam, a Emlur também tem um caminhão que circula 24h por dia observando se há animais de grande porte soltos pela cidade, realizando as apreensões desses animais. A autarquia também recebe denúncias através dos números 0800-083-2425, durante o dia, ou 8867-0930, à noite e nos fins de semana.

Com relação a doenças e animais que se proliferam devido à presença de detritos oriundos de criações ilegais de animais de grande porte, a Coordenação do Centro de Zoonoses informou que, constantemente, realiza visitas às casas para evitar a proliferação desses bichos e, ainda, quando encontra situações de tal tipo, sempre entra em contato com a Semam e demais órgãos responsáveis para solucionar o problema.



quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Parque finaliza espaço para Lady

Área que receberá Lady terá local para banhos de sol, sombra, espaço livre para que o animal possa se exercitar.



Divulgação/Secom -JP
Lady foi doada à PMJP pelo Circo Europeu. Quando chegou ao Parque, ela passou por uma série de exames laboratoriais
 
A Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) concluirá no dia 28 de fevereiro as obras do espaço definitivo que abrigará a elefanta Lady dentro do Parque Zoobotânico Arruda Câmara, a Bica. Enquanto o local passa por obra, Lady recebe cuidados de biólogos e veterinários da Prefeitura. No período que está no Parque, a elefanta já engordou 500 quilos com a dieta fornecida.
 

A área construída pela PMJP obedece às regras da legislação ambiental e contará com quase dois mil metros quadrados divididos em maternidade, parque, tanque e pontos de fuga que garantirão a privacidade da elefanta.

O secretário de Meio Ambiente da PMJP, Edilton Rodrigues, afirma que o melhor local para a elefanta são as instalações dentro da Bica.

“Estamos trabalhando para concluirmos o espaço até o final de fevereiro. Ela já recebe todos os cuidados de biólogos e veterinários da PMJP para continuar saudável e terá uma vida ainda mais confortável com a mudança para as novas instalações”, declarou.

A área que receberá Lady terá local para banhos de sol, sombra, espaço livre e ainda obstáculos com troncos de madeira, para que o animal possa se exercitar.

O superintendente do Ibama na Paraíba, Ediberto Farias de Novaes, visitou as obras na Bica e afirmou que está adequado às normas ambientais. “Estamos confiantes que o espaço construído será a melhor opção para Lady. Enquanto o local não fica pronto, não tenho preocupações quanto ao bem-estar do animal, pois sei que os veterinários e biólogos da Bica estão fazendo o melhor trabalho”, destacou.

Lady foi doada à PMJP pelo Circo Europeu. Quando chegou ao Parque, ela passou por uma série de exames laboratoriais. A equipe de médicos veterinários detectou um problema oftalmológico provocado pelo excesso de flashes, da época em que ela estava no Circo. Lady foi medicada e já aumentou 500 quilos.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Espaço que abrigará elefanta Lady ficará pronto no final de fevereiro

22 jan 2014

A Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) concluirá no dia 28 de fevereiro as obras do espaço definitivo que abrigará a elefanta Lady dentro do Parque Zoobotânico Arruda Câmara, a Bica. Enquanto o local passa por obra, Lady vem recebendo todos os cuidados de biólogos e veterinários da Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP). No período que está no Parque, a elefanta já engordou 500 quilos com a dieta fornecida.

A área construída pela PMJP obedece às regras da legislação ambiental e contará com quase dois mil metros quadrados divididos em maternidade, parque, tanque e pontos de fuga que garantirão a privacidade da elefanta.

O secretário de Meio Ambiente da PMJP, Edilton Rodrigues, afirma que o melhor local encontrado para a elefanta são as instalações dentro da Bica. “Estamos trabalhando para concluirmos o espaço até o final de fevereiro. Ela já recebe todos os cuidados de biólogos e veterinários da PMJP para continuar saudável e terá uma vida ainda mais confortável com a mudança para as novas instalações”, declarou.

A área que receberá Lady terá local para banhos de sol, sombra, espaço livre e ainda obstáculos com troncos de madeira, para que o animal possa se exercitar. O local terá também um lago para banho e ambiente para cambiamento, onde o animal é colocado para que os tratadores façam a limpeza do recinto e realize os cuidados veterinários.

Espaço aprovado – O local que a PMJP está finalizando para a elefanta tem sido aprovado por estudiosos e profissionais da área ambiental. O superintendente do Ibama na Paraíba, Ediberto Farias de Novaes, visitou as obras na Bica e afirma que está adequado às normas ambientais. “Estamos confiantes que o espaço construído será a melhor opção para Lady. Enquanto o local não fica pronto, não tenho preocupações quanto ao bem-estar do animal, pois sei que os veterinários e biólogos da Bica estão fazendo o melhor trabalho”, destacou.

Para o professor do curso de Biologia da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), Douglas Zeppelini, a mudança de Lady para o espaço construído pela PMJP garantirá mais qualidade de vida para a elefanta. “Pude ver a área que está em construção e é um espaço muito bom. Esse animal foi retirado de um cativeiro e a área que atualmente está em nada lembra a antiga moradia. Lady está recebendo todos os cuidados adequados e estará melhor instalada com a conclusão da obra”, afirmou.

A bióloga Rita Mascarenhas, da Associação Guajiru, visitou as futuras instalações da elefanta Lady e endossou os elogios para o local. “Nós estamos monitorando o tratamento que a elefanta tem recebido e sabemos que ela recebe alimentação e cuidados adequados. Também verifiquei o novo local e ele é totalmente adequado às necessidades do animal”, disse.

Dieta – Lady recebe uma dieta balanceada, distribuída em cinco refeições diárias. São três refeições a base de frutas e duas refeições de capim. Além isso, três vezes por semana é ofertada uma ração concentrada de farelo de trigo e sal mineral.

Segundo o médico veterinário Thiago Nery, chefe da Divisão de Zoológico do Parque, “essa complementação dá suporte nutritivo, para que o animal atinja uma dieta balanceada. Ao todo são 160 quilos de alimento todos os dias”, complementou.

A elefanta – Lady foi doada à PMJP pelo Circo Europeu. Enquanto a área definitiva não fica pronta, a elefanta recebe todo acompanhamento das equipes de biólogos e médicos veterinários da PMJP. Quando chegou ao Parque, Lady  passou por uma série de exames laboratoriais, tais como sangue, urina e fezes.

A equipe de médicos veterinários detectou um problema oftalmológico provocado pelo excesso de flashes, da época em que ela estava no Circo. Lady foi medicada e já aumentou 500 quilos com a dieta fornecida na Bica.

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quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Parque Arruda Câmara (Bica) funciona em horário especial

25/12/2013 - 09:12

Parque Zoobotânico estará aberto das 8h até 12h 


No feriado do Natal, 25 de dezembro, o Parque Zoobotânico Arruda Câmara (Bica) funciona em horário especial, das 8h até 12h. Na terça e quarta-feira, dias 31 de dezembro e 1° de janeiro, a Bica abrirá os portões também das 8h até 12h. O funcionamento será normalizado, das 8h até 16h30, com permanência até 17h, no dia 2 de janeiro.

Os bilhetes de entrada para o Parque Arruda Câmara custam apenas R$ 1,00. Crianças abaixo de 7 anos de idade não pagam, assim como idosos acima de 60 anos. O diretor do Parque, Jair Azevedo, explicou que a Bica se encaixa nos serviços essenciais da Prefeitura de João Pessoa. “A Bica é um espaço de lazer procurado por muitas famílias, por isso fica aberta nos feriados, mas em horário especial”, disse.

Bica
O Parque Arruda Câmara possui atualmente 512 animais de 93 espécies. No total, 92,5% das espécies preservadas são da fauna nativa do Brasil, enquanto que, apenas 7,5% são da fauna exótica, ou seja, de outros países.

O zoológico desenvolve seus trabalhos de conservação, reprodução e bem estar dos animais, por meio de investigação científica e técnicas de enriquecimento ambiental, que proporcionem aos animais reações naturais simulando o habitat natural. O Parque dispõe de equipes técnicas com profissionais especializados, como biólogos, veterinários e zootecnistas, além de tratadores treinados para desenvolver trabalhos de manejo, manutenção e ambientação de recintos.

A Bica está situada dentro da área urbana de João Pessoa, entre os bairros de Tambiá e Róger, e proporciona a população maior contato com a natureza, assegurando o bem estar da população e ar puro. Esse espaço verde é um fragmento de Mata Atlântica que abriga muitas espécies vegetais ameaçadas de extinção, servindo também de refúgio e proteção para muitas espécies de animais nativos contra o processo acelerado de urbanização da cidade. Dentre as muitas espécies de árvores existentes podemos encontrar: Pau-Brasil (Caesalpinia echinata), Jenipapeiro (Genipa americana) e Ipê-Amarelo (Tabebuia serratifolia).

da Redação (com assessoria)
WSCOM Online



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terça-feira, 3 de setembro de 2013

Praia de João Pessoa está infestada com caramujos africanos


02/09/2013 17h27 - Atualizado em 02/09/2013 17h27 

Zoonoses e Emlur farão mutirões diários para recolhimento da espécie.
Biólogo recomenda que luvas sejam usadas para o manuseio do animal.
 
Do G1 PB com TV Cabo Branco
 
 
Desde o mês de julho, a praia do Cabo Branco, João Pessoa, uma grande quantidade de caramujos-africanos estão sendo encontradas, no início da manhã ou no final da tarde. Segundo o Centro de Vigilância Ambiental e Zoonose, a infestação acontece por conta da vegetação e do clima propícios, e, a partir desta segunda-feira (2), mutirões estão sendo feitos diariamente para o recolhimento da espécie na praia.

A educadora física Cybelle Navarro usa o espaço da praia para dar aulas e afirma que a realidade é assustadora. “Trabalho aqui há quatro anos e nunca vi esse descontrole na população de caramujos aqui. Os alunos se assustam e acaba sendo perigoso”, contou.
 
Ela confirmou que o número de caramujos começou a aumentar em julho. “Mas só em agosto eu realmente fiquei assustada e procurei o pessoal da Zoonose. Eu e outros professores chegamos uma hora antes das aulas, todos os dias, para fazermos um mutirão. Todos os dias nós capturamos entre 10 kg e 15 kg de caramujos”, explica.

Ronílson José da Paz, biólogo do Ibama, recomenda que as pessoas protejam as mãos para manusear os animais. “É recomendável que seja usada uma luva ou algum saco plástico, já que eles transmitem doenças. Para a eliminação do animal, aconselhamos que coloquem as espécies em um balde com água e sabão, que em pouco tempo eles morrem", explica.

O biólogo explica que o caramujo transmite dois vermes: um causador é da meningite e o outro pode produzir perfurações intestinais, provocando, em casos mais graves, até a morte. No entanto, no Brasil não há registros de doenças provocadas por eles. Com a grande quantidade, é necessário o auxílio dos órgãos de meio ambiente para esse controle. A partir de hoje, no fim da tarde, a Emlur e a Zoonoses farão catação na região.

Introdução ao Brasil
Ronílson conta ainda que a espécie chegou no país através de uma proposta de transformar os animais em escargot, para serem consumidos em restaurantes. “Como a população não tem o hábito de comer esse alimento, a produção foi grande demais e não conseguiu ser comercializada. Depois, os caramujos foram literalmente jogados no mato, provocando essa invasão, já que são animais de forte resistência e prolífica”, conta.

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terça-feira, 13 de agosto de 2013

Bica recebe elefanta criada em circo

Elefanta Lady foi adotada pela Prefeitura de João Pessoa; Bica agora é o único zoológico do Nordeste a ter um elefante.
 




Rizemberg Felipe
Lady passará por um período de adaptação de quatro meses e durante esse tempo não ficará exposta à visitação pública
O Parque Zoobotânico Arruda Câmara (Bica), em João Pessoa, recebeu ontem uma nova moradora. A elefanta Lady foi transferida para o local e agora passará por um período de adaptação em um recinto provisório. Nos primeiros 4 meses, o animal será assistido e tratado por médicos veterinários e equipe técnica da Secretaria de Meio Ambiente (Semam). Em seguida, Lady será encaminhada para o recinto definitivo, também na área da Bica. Nesses quatro meses, a elefanta não ficará exposta à visitação pública.

A Bica agora é o único zoológico do Nordeste a ter um elefante. No parque, quem vai ficar responsável por Lady é o funcionário Gustavo Vilar, que fez o acompanhamento da elefanta ainda no circo para que ela se adaptasse às novas condições. “As adaptações serão feitas aos poucos. Vamos reforçar o aspecto nutricional, mas ela vai passar um tempo ainda recebendo alimentos na mesma hora em que recebia no circo”, afirmou.
 
Lady foi adotada pela Prefeitura de João Pessoa em abril deste ano. Ela ficará definitivamente na capital. A elefanta nasceu em cativeiro e passou aproximadamente 40 anos como uma das principais atrações do Circo Europeu Internacional. Ainda neste ano, a Bica deverá receber também duas onças.
 

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Elefanta Lady será transferida para parque zoobotânico de João Pessoa


12/08/2013 08h33 - Atualizado em 12/08/2013 14h00 

Animal, que pesa cerca de 4 t, foi doada por um circo internacional.
Público só poderá ver animal após quatro meses, diz prefeitura.
 
Do G1 PB
 
 
Elefanta Lady será transferida para parque zoobotânico de João Pessoa (Foto: Divulgação/Secom-JP)
Elefanta Lady é transferida para parque zoobotânico de João Pessoa
(Foto: Divulgação/Secom-JP)
 
Uma elefanta será levada na manhã desta segunda-feira (11) para o Parque Zoobotânico Arruda Câmera, a Bica, em João Pessoa. Lady chegou à capital paraibana com o Circo Europeu Internacional em abril deste ano. Nos próximos quatro meses, a elefanta não ficará exposta à visitação pública. Equipes de médicos veterinários da Prefeitura de João Pessoa farão uma série de exames no animal e cuidarão para que Lady se adapte ao novo ambiente, segundo o secretário do Meio Ambiente Edilton Nóbrega. Lady nasceu em cativeiro e passou cerca de 40 anos como uma das principais atrações do circo.

Elefanta Lady será transferida para parque zoobotânico de João Pessoa (Foto: Divulgação/Secom-JP)
Lady participou de espetáculos circenses durante
40 anos (Foto: Divulgação/Secom-JP)
De acordo com o dono do circo, Átila Luiz Pena, vários estados manifestaram o desejo de adotar o animal. No entanto, a receptividade da capital paraibana e aspectos como conforto ambiental e qualidade de vida que Lady terá na Bica foram decisivos para João Pessoa ser a escolhida para ficar com o animal.
 
A elefanta pesa cerca de 4 toneladas e é alimentada com 7 kg de ração por dia, que inclui capim, pães, cana, feno e água em grande quantidade, tanto para ingerir quanto para os banhos diários. Ela foi treinada em indiano e em inglês, tem temperamento dócil e não participa mais de apresentações circenses.
 
Quando a doação de Lady foi anunciada, o prefeito de João Pessoa Luciano Cartaxo (PT) destacou que esta é a primeira vez que o Parque Arruda Câmara tem a oportunidade de acolher um animal como este. "Isso vai valorizar muito a Bica e atrair ainda mais visitantes, principalmente as crianças, que têm uma verdadeira paixão por animais. Estamos recebendo a elefanta com satisfação e vamos cuidar dela com muito carinho", garantiu.
 
 
Elefanta Lady será transferida para parque zoobotânico de João Pessoa  (Foto: Divulgação/Secom-JP)
Elefanta pesa cerca de 4 toneladas e come 7 kg de ração por
dia (Foto: Divulgação/Secom-JP)

 
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domingo, 16 de junho de 2013

Bicho é usado para curar gente

Curiosidades | 16.06.2013 - 09:11h

Técnica diminui risco de doença cardíaca, fortalece sistema imunológico e aumenta expectativa de vida

Amanda Carvalho
 
Os riscos de doenças cardíacas diminuem, o sistema imunológico é fortalecido e a expectativa de vida aumenta. Estes são alguns benefícios – comprovados cientificamente – da interação do homem com animais. As terapias assistidas por animais estão ganhando espaço no País e, recentemente, o Hospital Albert Einstein, em São Paulo, liberou a visita de bichos a pacientes. Em João Pessoa, a cinoterapia e a equoterapia são usadas em pacientes com atraso neuropsicomotor, paralisias, hiperatividade, timidez, stress... Os benefícios são tratados em vários trabalhos acadêmicos no mundo, mas as terapias ainda são pouco exploradas. Um detalhe importante: embora o cão seja o mais usado, qualquer animal – do escargot ao golfinho – pode ser um terapeuta.

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sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Dia dos Animais é comemorado em zoológico de João Pessoa

Para marcar o 'Dia dos Animais', foram realizados distribuição de picolés de frutas e bolo comemorativo e de presas vivas.

Publicado em 05/10/2012 às 06h00

Kleide Teixeira
Programação desta quinta-feira (4) foi voltada especificamente para os animais


Os animais do Parque Zoobotânico Arruda Câmara (Bica), em João Pessoa, tiveram um dia especial. Ontem, entre outras atividades, para marcar o Dia dos Animais, foram realizados distribuição de picolés de frutas e bolo comemorativo aos primatas e de presa viva aos pequenos mamíferos.

Na ocasião, aproximadamente mil pessoas visitaram o parque. Segundo o chefe de Divisão de Zoológico, Thiago Nere, para uma quinta-feira, o público foi maior do que o registrado em dias normais.

De acordo com Thiago Nere, o dia de ontem teve programação voltada especificamente para os animais. “Essas atividades são de enriquecimento nutricional e sensorial, objetivando resgatar o instinto animal natural deles, respeitando as individualidades das espécies”, afirmou.

Conforme o chefe de Divisão de Zoológico, crianças e idosos entram gratuitamente na Bica, as demais pessoas pagam um real.


 

terça-feira, 31 de julho de 2012

Biotério é credenciado para usar animais em pesquisas


O avanço nos estudos científicos sobre patologias cardiológicas e neurológicas acabam de ganhar um reforço. Pela primeira vez, a Paraíba tem um biotério, local onde são criados e mantidos animais com a finalidade de serem usados como cobaias em experimentação, credenciado pelo Conselho Nacional de Controle da Experimentação Animal (Concea), o que estimulará as pesquisas na área. O laboratório da Facisa (Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas) recebeu o sinal verde do órgão e deve intensificar os estudos em Medicina, Enfermagem e Fisioterapia.

Ao todo, são 260 animais, entre camundongos e ratos, que servirão para que sejam desenvolvidas aulas práticas com os alunos e desenvolvidos projetos científicos com finalidade para encontrar alternativas de tratamento e cura para várias doenças.

Como explica Thárcia Kiara de Oliveira, médica veterinária e coordenadora do biotério, esse credenciamento foi de fundamental importância para que essas atividades possam ser desenvolvidas de forma que contribua para o avanço nos estudos. O valor investido é de quase R$ 1 milhão.

“Nós temos cerca de 10 professores pesquisadores que estão prontos para desenvolver estudos que são fundamentais para encontrar alternativas de tratamento para doenças cardíacas e neurológicas, como por exemplo Alzheimer. Nós induzimos a esclerose e desenvolvemos estudos para tentar reverter o processo. Temos material cirúrgico adequado, gaiolas onde os animais são mantidos e um vasto equipamento para que tudo esteja dentro do que o Conselho de Ética no Uso de Animais determine”, destacou.

A importância da atuação desse Conselho foi salientada pela especialista, uma vez que, para que esses procedimentos possam ser realizados, existem alguns critérios a serem seguidos: “Nós temos todo um protocolo a seguir. Respeitar os princípios éticos, como reduzir o número de procedimentos, sedar para que o animal não sinta dor, e tratá-lo para que ele tenha todas as condições, não passando fome ou sede”, explicou Kiara, que confirmou que pesquisadores de outras instituições do Estado também procuram a faculdade para dar continuidade aos seus estudos.


domingo, 15 de julho de 2012

Animais são usados no tratamento de doenças

Pesquisa da UEPB identifica várias patologias que podem ser 'curadas' com a zooterapia.




A medicina popular sempre foi um mistério para a ciência, e os trabalhos nessa área ainda são escassos, mas a crença trazida de geração em geração permanece ainda hoje. Um tratamento bastante utilizado, principalmente em municípios do interior nordestino, a zooterapia, utiliza animais na busca pela cura de doenças como a asma, alcoolismo, reumatismo, epilepsia, além de outras, em uma interação de elementos indígenas, africanos e europeus, desde o período de colonização do Brasil. É preciso tomar cuidados na administração desses tratamentos.
Uma pesquisa realizada por professores e alunos da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) catalogou 25 doenças e 23 espécies de animais que podem ajudar os seres humanos no tratamento de enfermidades. No catálogo foram citadas espécies de peixe, tipos de mamíferos, répteis e aves, mas segundo o professor e pesquisador Rômulo Nóbrega, em pesquisas realizadas até agora, no Brasil, 326 espécies são usadas no tratamento de 110 doenças.
Ele contou que a zooterapia pode ser definida como o tratamento de doenças humanas, a partir da utilização de produtos de partes do corpo do animal ou de produtos de seu metabolismo, como secreções corporais e excrementos, além de materiais construídos por eles, como ninhos e casulos.
“Documentos históricos indicam que o uso de animais medicinais no Brasil vem desde a colonização. No Brasil, a manifestação da medicina popular e, particularmente, da zooterapia, configura uma interação de elementos indígenas, africanos e europeus, participando da história da medicina desde o princípio da colonização”, contou. O professor informou que muitos tratamentos são conhecidos dos nordestinos, como a utilização do mel de abelha nas doenças do aparelho respiratório; a banha do teju, usada para dor na garganta; ou ainda o sebo do carneiro, que é muito utilizado para o reumatismo.
Outros curiosos e menos conhecidos também foram citados na pesquisa, como a pena da codorniz (ave), que serve para mordida de cobra; ovo de pato doméstico, para o nervosismo e, o papo ou moela do urubu, para falta de ar e alcoolismo.
Na Feira Central de Campina Grande, um dos lugares onde mais se encontra esse tipo de produto, a vendedora Inácia Firmino, de 70 anos, contou que não há um mal que não pode ser tratado com a sabedoria do povo. “Eu sempre me tratei com ervas, partes de animais e sempre melhorei. Estou tomando um remédio de farmácia, mas sinceramente não está adiantando de nada. As pessoas ainda procuram muito essas misturas aqui”, contou a vendedora, que há 58 anos comercializa os produtos.
Segundo o coordenador, a sabedoria popular resultou em uma rica etnomedicina, que ganhou um papel importante nas práticas de saúde de pessoas de diversas classes sociais no País. “Na Paraíba não poderia ser diferente. Os animais foram e continuam sendo utilizados para a confecção de remédios populares", disse. Rômulo.


sábado, 23 de junho de 2012

Serpentes e tartarugas mordedoras são as novas atrações de zoo na PB

23/06/2012 14h43 - Atualizado em 23/06/2012 14h43

Animais já podem ser vistos a partir desde fim de semana.
Genética das serpentes permite mais de 100 padrões de cores.

Do G1 PB
 
Korn Snake tem cores atrativas (Foto: Krystine Carneiro/G1)
Corn Snake tem cores atrativas
(Foto: Krystine Carneiro/G1)
Oito serpentes e três tartarugas mordedoras são as novas atrações do Parque Zoobotânico Arruda Câmara, mais conhecida como Bica, em João Pessoa. Os animais já podem ser vistos pelos visitantes a partir desde fim de semana.

Expostas na Casa dos Répteis, as serpentes se dividem em quatro da espécie “Corn snake”  e quatro da “King snake”. Já as tartarugas, todas da espécie “Chelydra serpentina”, estão no Recinto dos Jacarés. Os animais foram doados ao Parque pelo Mantenedouro Alexandre Pinheiro Zanotti, da cidade de Rio Formoso, em Pernambuco.

De acordo com o médico veterinário da Bica, Roberto Citelli, a variedade de cores das serpentes ‘Corn snake’ só é possível por causa da reprodução em cativeiro. “O trabalho genético possibilita mais de 100 padrões de cores, o que faz das serpentes animais bastante atrativos”, explicou. Ele disse ainda que as “King snakes” têm uma padronagem menos colorida, mas não deixam de ser atrativas. “Com a chegada delas, o serpentário da Bica está completo”, acrescentou.

Espécies
As serpentes “Corn snake” são espécies de origem norte-americana, conhecidas pela variação de cores e padrões. Já a espécie “King snake”, originária dos Estados Unidos e do norte do México, são ofiófagas, ou seja, se alimentam de outras serpentes, principalmente das peçonhentas, já que são imunes a seu veneno.

A tartaruga mordedora também é um animal exótico, que ocupa o sul do Canadá e o norte dos Estados Unidos. Trata-se de um cágado de hábitos carnívoros, podendo se alimentar de carnes em decomposição, conhecidas por sua mordida extremamente forte.

Reprodução em cativeiro
Com o trabalho de reprodução em cativeiro desenvolvido no Parque Arruda Câmara, será possível ter outros animais, já que foram adquiridos machos e fêmeas das serpentes das espécies “King snakes” e “Corn snakes”.



Serpentes e tartarugas mordedoras são as novas atrações do Parque Arruda Câmara

23 de junho de 2012
 
Oito serpentes e três tartarugas mordedoras são as novas atrações do Parque Zoobotânico Arruda Câmara (a Bica), no bairro do Roger. Os animais já podem ser vistos a partir desde fim de semana.

Expostas na Casa dos Répteis, as serpentes se dividem em quatro da espécie “Corn snake” (Elaphe guttata) e quatro da “King snake” (Lampropeltis getula). Já as tartarugas, todas da espécie “Chelydra serpentina”, estão no Recinto dos Jacarés. Os animais foram doados ao Parque pelo Mantenedouro Alexandre Pinheiro Zanotti, da cidade de Rio Formoso, em Pernambuco.

De acordo com o médico veterinário da Bica, Roberto Citelli, a variedade de cores das serpentes ‘Corn snake’ só é possível por causa da reprodução em cativeiro. “O trabalho genético possibilita mais de 100 padrões de cores, o que faz das serpentes animais bastante atrativos”, explicou. Ele disse ainda que as “King snakes” têm uma padronagem menos colorida, mas não deixam de ser atrativas. “Com a chegada delas, o serpentário da Bica está completo”, acrescentou.

Espécies – As serpentes “Corn snake” são espécies de origem norte-americana, conhecidas pela variação de cores e padrões. Já a espécie “King snake”, originária dos Estados Unidos e do norte do México, são ofiófagas, ou seja, se alimentam de outras serpentes, principalmente das peçonhentas, já que são imunes a seu veneno.

A tartaruga mordedora também é um animal exótico, que ocupa o sul do Canadá e o norte dos Estados Unidos. Trata-se de um cágado de hábitos carnívoros, podendo se alimentar de carnes em decomposição, conhecidas por sua mordida extremamente forte.

Reprodução em cativeiro –Com o trabalho de reprodução em cativeiro desenvolvido no Parque Arruda Câmara, será possível ter outros animais, já que as serpentes das espécies “King snakes” e “Corn snakes” estão pareadas. Isto quer dizer que foram adquiridos machos e fêmeas que, desde o criadouro, em Pernambuco, estão juntos.

Secom-JP