sexta-feira, 2 de novembro de 2012

CBTU conclui licitação para instalação de VLT em João Pessoa

01/11/2012 13h18 - Atualizado em 01/11/2012 21h56
 
Vencedora fez proposta de R$ 182 mi para VLT na Paraíba e em Natal.
Primeiro Veículo Leve sobre Trilhos deve chegar em 18 meses.

Do G1 PB

Foi concluído na quarta-feira (31) o processo de licitação para implantação do Veículo Leve sobre Trilhos em João Pessoa. A empresa cearense Bom Sinal Indústria e Comércio Ltda venceu a concorrência e será a fornecedora de oito trens novos para a Companhia Brasileira de Trens Urbanos da capital paraibana.

Segundo a CBTU, o primeiro VLT deverá chegar a João Pessoa 18 meses após a assinatura do contrato. Nesta quinta-feira (1º) a Gerência Geral de Licitações da CBTU tornou público, no site da Companhia, a decisão em que confirma a empresa Bom Sinal Indústria e Comércio Ltda, como habilitada para fornecer 20 VLT's novos. Os recursos para a compra dos novos trens estão assegurados pelo Ministério das Cidades, dentro do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC – Equipamentos).

A licitação aconteceu na sede da CBTU no Rio de Janeiro. A empresa vencedora apresentou uma proposta de custo de R$ 182.031.342,57 para o fornecimento de 20 equipamentos, oito para João Pessoa e 12 para Natal.

Para o superintendente da CBTU João Pessoa, Lucélio Cartaxo, a confirmação da implantação do VLT na Paraíba é uma grande conquista para os paraibanos, principalmente para a população da Região Metropolitana. “A gente sempre acreditou na modernização dos trens da CBTU em João Pessoa. Com a chegada do VLT os passageiros passarão a ter um transporte moderno, rápido, seguro e muito mais confortável”, afirma.
 
Cada VLT será composto por três carros movidos a tração diesel-hidráulica ou diesel-elétrica, em bitola métrica. Os carros serão fabricados em caixa de alumínio, tração nas extremidades, com climatização, reserva de espaços para portadores de necessidades especiais com sinalização de acordo com a legislação, sistema sonoro interno, cadeiras acolchoadas e piso antiderrapante.


 

Três praias de João Pessoa estão impróprias para o banho, diz Sudema

02/11/2012 06h00 - Atualizado em 02/11/2012 06h00
 
Os banhistas devem evitar as praias de Manaíra, Bessa I e Penha.
Classificação varia entre excelente, muito boa e satisfatória.

Do G1 PB
 
As praias de Manaíra, Bessa I e Penha, em João Pessoa, devem ser evitadas pelos banhistas neste fim de semana. De acordo com o relatório de balneabilidade feito nas 56 praias da Paraíba pela Superintendência do Meio Ambiente (Sudema), elas se encontram impróprias para o banho. A classificação, válida até a publicação do próximo relatório, em 9 deste mês, varia entre excelente, muito boa e satisfatória.

Praia de Manaíra, em João Pessoa (PB) (Foto: Krystine Carneiro/G1 PB)
Praia de Manaíra deve ser evitada (Foto: Krystine Carneiro/G1)
De acordo com o monitoramento realizado pela Sudema, o trecho impróprio para o banho, na praia do Bessa I, é de 100 metros à esquerda e à direita da desembocadura do maceió. Já em Manaíra,  deve ser evitado o trecho de 100 metros à esquerda e à direita da desembocadura de águas pluviais.

Já na praia da Penha, ainda segundo a Sudema, o trecho impróprio ao banho vai de 100 metros à esquerda e à direita da desembocadura do Rio Cabelo.

A equipe da Coordenadoria de Medições Ambientais da Sudema divulga, uma vez por semana, a situação de balneabilidade das 56 praias, por meio de coleta de material para análise nos municípios costeiros do Estado.

Em João Pessoa, Lucena e Pitimbu, que são praias localizadas em centros urbanos com grande fluxo de banhistas, o monitoramento é semanal. Nos demais municípios do litoral paraibano, a análise é realizada mensalmente.

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Trabalhadores do antigo lixão voltam a protestar por atraso de benefícios

Quinta-Feira, 01 de novembro de 2012 23h54

Fonte: Da Redação


Paraibaonline
Os trabalhadores do antigo lixão de Campina Grande voltaram a protestar nesta quinta-feira (01), por causa do atraso no repasse de cestas básicas e cheques que a prefeitura repassa para esta comunidade desde que o lixão foi desativado.

Eles alegam que deveriam receber por parte da Secretaria Municipal de Assistência Social (SEMAS) a quantia de R$ 100,00 por mês e uma cesta básica, mas que a ajuda está em atraso há três meses.



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