sábado, 14 de fevereiro de 2015

Cinco trechos de praias paraibanas estão impróprios para banhistas

14/02/2015 08h06 - Atualizado em 14/02/2015 08h06
 
Praias em João Pessoa, Cabedelo e Pitimbu devem ser evitadas.
Outras 51 praias tem qualidade da água entre excelente e satisfatória.
 
Do G1 PB


Prais do Litoral paraibano são opções para o fim de semana; máxima será de 30º C (Foto: Adgley Delgado/Secom-PB)
Outras 51 praias do Litoral da Paraíba estão próprias para
banho com qualidade da água variando entre excelente e
satisfatória (Foto: Adgley Delgado/Secom-PB)

 Cinco praias do litoral paraibano foram classificadas como impróprias para o banho pela Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema). O relatório semanal de balneabilidade, divulgado nesta sexta-feira (13), aponta que trechos das Praias do Jacaré, em Cabedelo; Manaíra, Bessa I, Bessa II, em João Pessoa; e de Maceió, em Pitimbu, devem ser evitadas pelos banhistas.
 
No município de Cabedelo, deve ser evitada a área localizada na margem direita do estuário do Rio Paraíba. Já em João Pessoa, as áreas localizadas 100 metros à direita e à esquerda da quadra de Manaíra, da galeria próxima ao Mag Shopping e do Maceió da praia do Bessa. Em Pitimbu, a recomendação para os banhistas é respeitar a área de 100 metros à direita e à esquerda da desembocadura do Riacho do Engenho Velho.
 
A equipe da Coordenadoria de Medições Ambientais da Sudema divulga, uma vez por semana, a situação de balneabilidade das 56 praias do litoral paraibano, por meio de coleta de material para análise nos municípios costeiros do Estado. Em João Pessoa, Lucena e Pitimbu, que são praias localizadas em centros urbanos com grande fluxo de banhistas, o monitoramento é semanal. Nos demais municípios do litoral paraibano a análise é realizada mensalmente.


 

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Jiboia de 3 metros é capturada perto de pousada no Litoral Sul da Paraíba

07/02/2015 13h41 - Atualizado em 07/02/2015 13h41

Polícia Ambiental foi chamada para capturar animal na Praia de Tabatinga.
Cobra não estava ferida e deve ser libertada em reserva de Mata Atlântica.
 
Do G1 PB
 

Jiboia de 3 metros estava em área povoada na praia de Tabatinga, no Litoral Sul (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Jiboia de 3 metros estava em área povoada na praia de Tabatinga,
no Litoral Sul (Foto: Walter Paparazzo/G1)

Uma jiboia de aproximadamente três metros foi capturada na manhã deste sábado (7) na imediações da Praia de Tabatinga, na Cidade do Conde, no Litoral Sul da Paraíba. Segundo informações do Batalhão de Polícia Ambiental, o animal estava perto de uma pousada. Pessoas que passavam pelo local avistaram a cobra e acionaram a polícia pelo telefone.
 
De acordo com o tenente Moreno, da Polícia Ambiental, a captura foi complexa por se trata de um animal de grande porte. “Deu trabalho, mas nossa equipe é capacitada para esse tipo de captura e conseguimos colocá-la na jaula. Ele não estava ferida e após um exame rápido será libertada de novo na natureza”, comentou.

Ainda segundo o policial, a jiboia será liberada na Reserva de Mata Atlântica que fica ao lado do Batalhão de Polícia Ambiental, em João Pessoa. “Como era uma região muito habitada, decidimos trazer a cobra para o batalhão e iremos soltá-la na mata, que é um habitat natural dela. A norma do Ibama nos permite esse tipo de procedimento”, completou.

Cobra foi levada para Batalhão de Polícia Ambiental, em João Pessoa (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Cobra foi levada para Batalhão de Polícia Ambiental,
em João Pessoa (Foto: Walter Paparazzo/G1)

Fonte

Onze açudes da PB estão secos e outros 24 em estado crítico, diz Aesa

07/02/2015 09h00 - Atualizado em 07/02/2015 09h00 

Relatório apontou que 74 de 121 açudes estão com menos 20% do volume.
Gerente da Aesa explica que não existe possibilidade de fazer análise geral.
 
Do G1 PB
 
Nem os maiores açudes, como o da Gamela, têm resistido à seca deste ano (Foto: Taiguara Rangel/G1)
Mais da metade dos açudes monitorados estão
em situação crítica (Foto: Taiguara Rangel/G1)
Onze açudes paraibanos estão secos e outros 24 estão abaixo de 5% da sua capacidade. Conforme relatório de monitoramento da Agência Executiva de Gestão de Águas da Paraíba (Aesa), atualizado na quinta-feira (5), um total de 35 reservatórios paraibanos estão em estado crítico e outros 39 estão em sob observação, totalizando 74 reservatórios com menos de 20% da capacidade.
 
O gerente de monitoramento dos reservatórios da Aesa, Alexandre Magno, comentou que a situação não pode ser analisada sob uma perspectiva geral, mas caso a caso. “Alguns reservatórios são construídos com prazo de validade, para durarem cerca de um ano, dois anos. Outros de fato podem estar em uma situação crítica por conta da falta de recarga. Por isso não podemos afirmar que a Paraíba passa por um problema com seus reservatórios”, comentou.

A maior parte dos açudes que secaram fica na Região da Borborema da Paraíba. Ao todo, sete reservatórios que entraram em colapso estão na região. Outros três ficam no Sertão da Paraíba e um no Agreste. O levantamento mostra que as chuvas caídas entre a quarta-feira e quinta-feira em 54 cidades da Paraíba não foram suficientes para recarregar os reservatórios. Segundo os dados divulgados pela agência de meteorologia, os maiores índices foram registrados em São José dos Cordeiros, no Cariri paraibano, onde choveu 156,1 mm; e no distrito de São Gonçalo, onde fica o açude localizado no município de Sousa, no Sertão. A área recebeu chuva de 108,9 mm.
 
Os açudes que chegaram a 0% do volume por ordem alfabética são: Algodão, na cidade de Algodão de Jandaíra, no Agreste; Bichinho, em Barra de São Miguel, na Borborema; Bom Jesus, em Carrapateira, no Sertão; Caraibeiras, em Picuí, na Borborema; Lagoa do Meio, em Taperoá, na Região da Borborema; Paraíso, na Cidade de São Francisco, no Sertão; Santa Luzia, na Cidade de Santa Luzia, na Borborema; Serrote, em Monteiro, também na região da Borborema; São José IV, em São José do Sabugi, na Borborema; Taperoá II, em Taperoá, na Borborema Paraibana; e por fim, o açude Novo II, na Cidade de Tavares, no Sertão.

Ainda de acordo com Alexandre Magno, a maior parte dos açudes com volume abaixo de 20% não recebe uma recarga considerável há pelo menos dois anos. “Estamos entrando no nosso período chuvoso agora, em fevereiro. Então é normal que alguns deles estejam abaixo, até porque a demanda aumenta gradativamente com o tempo. Vamos aguardar o período chuvoso e então avaliar a situação”, concluiu o gerente da Aesa.

 Fonte