sábado, 31 de agosto de 2013

Cartaxo anuncia negociação com Aeroclube para transformar área em parque

31/08/2013 - 10:21 - Atualizado em 31/08/2013 - 11:34


Prefeito revela projetos para Cuiá, Lagoa e Bica 



O prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo, revelou em entrevista que retomou os entendimentos com a direção do Aeroclube da Paraiba para transferência do aeródromo em outra área da cidade e transformação do lugar em novo parque de utilização dos moradores da Capital.

- Estamos preocupados com essa temática de espaços urbanos com mais verde disponível à população daí o zelo para transformar a Lagoa em ambiente de utilização coletiva, mas no caso do Aeroclube temos mantidos negociações para resolver de forma objetiva e tranquila todo esse processo – explicou.

Luciano Cartaxo revelou ainda que a estruturação de áreas verde envolve também Cuiá e o Parque Arruda Câmara.

- João Pessoa mesmo tendo fama como cidade verde precisa de equipar melhor outras áreas e preservar melhorando as existentes – concluiu.
 
Walter Santos
WSCOM Online



 

Projeto discute conservação marinha em área de 100 mil hectares na PB

30/08/2013 08h21 - Atualizado em 30/08/2013 08h24 

Floresta de Cabedelo será palco de reunião entre entidades ambientais.
Evento busca avaliar desenvolvimento de projeto de preservação local.
 
Do G1 PB
 
 
Evento Um Dia de Mar no Projeto Extremo Oriental das Américas vai reunir pesquisadores de oito entidades (Foto: Arquivo Pessoal/Marcos de Jesus)
Evento Um Dia de Mar no Projeto Extremo Oriental das
Américas vai reunir pesquisadores de oito entidades (Foto: Arquivo
Pessoal/Marcos de Jesus)

A Floresta Nacional (Flona) da Restinga de Cabedelo será a anfitriã de uma reunião científica nesta sexta-feira (30), para discutir a conservação marinha na Paraíba. Com o tema 'Um Dia de Mar no Projeto Extremo Oriental das Américas', o evento busca avaliar o desenvolvimento de um projeto de preservação desenvolvido no local. A floresta tem mais de 100 mil hectares.
 
Serão recebidos especialistas do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) e do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba (IFPB), além do Diretor do Departamento de Áreas Protegidas do Ministério do Meio Ambiente, da Marinha do Brasil e da Superintendência de Administração do Meio Ambiente (SUDEMA) da Paraíba.

Projeto está alinhado com as metas nacionais e internacionais do ICMBio e do MMA (Foto: Arquivo Pessoal/Herman Recaben)
Projeto está alinhado com as metas nacionais e
internacionais do ICMBio e do MMA  (Foto: Arquivo
Pessoal/Herman Recaben)
A reunião deve identificar quais são as lacunas de conhecimento, as dificuldades na gestão e oportunidades facilitadoras da área estudada. Os participantes também devem propor outras estratégias de gestão. O evento marca ainda a apresentação dos subprojetos do Projeto Extremo Oriental das Américas relacionados à área marinha. Os projetos incluem a criação, no litoral paraibano, de dois parques temáticos: um de mergulho e outro de pesca esportiva. Também  será estudada a possibilidade de implementação de um oceanário no Rio Paraíba.

Projeto Extremo Oriental das Américas
Pensado pela equipe da Flona da Restinga de Cabedelo, o projeto 'Extremo Oriental das Américas' preza pelo desenvolvimento de iniciativas que podem ser aplicadas, de forma conservacionista, à inovação da gestão ambiental local. Apesar de ter um foco em um geossistema estuarino de 160 mil hectares, o projeto está alinhado com metas nacionais e internacionais do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e do Ministério do Meio Ambiente (MMA), que considera a região do estuário do rio Paraíba como prioritária para a conservação da biodiversidade.
 
Segundo os idealizadores e coordenadores da iniciativa, envolver a sociedade na gestão da biodiversidade e mensurar os serviços ambientais são estratégias fundamentais para consolidar a ligação dos 260 fragmentos de Mata Atlântica do estuário do rio Paraíba e garantir sua interação ecológica com os ecossistemas marinhos do litoral paraibano.
 
Fonte


PB tem seis praias impróprias para banho no fim de semana, diz Sudema

31/08/2013 06h00 - Atualizado em 31/08/2013 06h00

Em João Pessoa, Bessa, Manaíra e Cabo Branco devem ser evitadas.
Outras 50 praias foram consideradas próprias à balneabilidade.

Do G1 PB
 
 

Praia do Bessa também foi uma das escolhidas para curtir o começo do verão (Foto: Daniel Peixoto/G1)
Praia do Bessa, na capital, está entre as que devem
ser evitadas (Foto: Daniel Peixoto/G1)
No litoral paraibano, seis praias monitoradas pela Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) estão classificadas como impróprias para o banho. O relatório divulgado nesta sexta-feira (30) informa que as praias do Jacaré, em Cabedelo; do Maceió, no município de Pitimbu, e de Costinha, em Lucena, devem ser evitadas pelos banhistas. Já em João Pessoa, estão classificadas como impróprias as praias do Bessa I, Manaíra e Cabo Branco.
  
Na Praia do Jacaré, deve ser evitada a área localizada na margem direita do estuário do Rio Paraíba e, no município de Pitimbu, os banhistas devem respeitar a distância de 100 metros à direita e à esquerda da desembocadura do Riacho do Engenho Velho.
 
A mesma distância deve ser respeitada em relação ao mangue no município de Lucena. Em João Pessoa, o mesmo é aconselhável na área do Maceió do Bessa e do contorno da Av. Cabo Branco, além de toda a extensão da Praia de Manaíra, consideradas impróprias à balneabilidade.

As demais 50 praias da orla paraibana estão classificadas como próprias para o banho, variando entre as categorias: excelente, muito boa e satisfatória. A Sudema também recomenda aos banhistas que, mesmo nesses locais, sejam evitados os trechos de praia localizados em áreas frontais a desembocaduras de galerias de águas pluviais, principalmente se houver indício de escoamento recente.

O monitoramento é realizado semanalmente pela equipe da Coordenadoria de Medições Ambientais nos municípios localizados em centros urbanos com grande fluxo de banhistas: João Pessoa, Lucena e Pitimbu. Nos demais municípios do litoral paraibano, a análise é feita mensalmente.
 
Fonte